Autor: Redação Qnews

  • Jacky Godmann e Gabriel Nascimento são prata no Mundial de Canoagem

    Jacky Godmann e Gabriel Nascimento são prata no Mundial de Canoagem

    Jacky Godmann e Gabriel Nascimento conquistaram a prata no C2 500m neste domingo (30). Essa medalha e o ouro de Isaquias Queiroz no C1 500m, no sábado (29), foram os pódios brasileiros no torneio.
    Na final do C2 500m, a dupla verde e amarela fez uma prova forte e terminaram na segunda colocação, com o tempo de 1min39s81, apenas 58 centésimos atrás dos campeões, os atletas independentes Zakhar Petrov e Ivan Shtyl, que marcaram 1min39s23.
    Foi o primeiro pódio mundial sênior da dupla e também a primeira medalha do Brasil em um Mundial de canoagem velocidade sem Isaquias Queiroz.
    O Brasil levou mais seis medalhas na Paracanoagem, sendo quatro pratas e dois bronzes.
    Com o resultado, a delegação terminou o Mundial com 1 ouro, 5 pratas e 2 bronzes: na sétima colocação geral do quadro de medalhas.
    A primeira medalha do dia no Mundial de Paracanoagem veio com Fernando Rufino. O Cowboy foi vice-campeão mundial no KL2M200m.
    Em uma final extremamente equilibrada, o brasileiro completou a prova em 42s79, apenas três centésimos atrás do australiano Curtis McGrath, que levou o ouro com 42s76.
    Na sequência, o Brasil voltou ao pódio no KL3M200m, em uma dobradinha nacional. Gabriel Porto conquistou a medalha de prata, com 39s91. Logo atrás, Miqueias Rodrigues ficou com o bronze, com 40s68.
    O ouro da prova foi para o georgiano Serhii Yemelianov, que marcou 39s82.

    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Depois da COP17, Brasil é cobrado a efetivar metas de restauração

    Depois da COP17, Brasil é cobrado a efetivar metas de restauração

    A meta do governo brasileiro de restaurar 163 mil quilômetros quadrados de terras degradadas até 2030 foi elogiada pelas Nações Unidas e por organizações da sociedade civil.
    A promessa, no entanto, vem acompanhada de cobranças para que ela seja tirada do papel e solucione os problemas enfrentados pelo país.
    A especialista em sistemas alimentares da WWF Global, Luiza Soares, chamou a meta brasileira de “ambiciosa”, mas que ela precisa ser traduzida em resultados concretos.
    “Implementar esses objetivos requer uma abordagem integrada no uso da terra, que significa colocar ao mesmo lado a conservação e a restauração dos ecossistemas, a recuperação da produtividade de áreas degradadas, o manejo sustentável do solo e a transformação dos sistemas alimentares agrícolas”, diz.
    “Pessoas que vivem e dependem dessas terras devem ser incluídos de maneira significativa, especialmente nos lugares onde a degradação afeta diretamente a segurança alimentar e hídrica, os meios de subsistência e a natureza”, complementa.
    O conselheiro executivo da Rede para Restauração da Caatinga (ReCaa), Pedro Sena, disse que a sociedade deve acompanhar e fiscalizar o compromisso assumido pelo país durante a 17ª Conferência das Nações Unidas de Combate à Desertificação (COP17), realizada em Ulaanbatar, capital da Mongólia, nas últimas duas semanas.
    “A partir de agora, nosso foco deve ser monitorar a situação de perto, para que possamos avaliar e entender, ano a ano, como estamos evoluindo em relação aos nossos compromissos de conservação do solo”, avalia.
    O especialista do Instituto Escolhas, Rafael Giovanelli, afirma que a meta foi apresentada com 11 anos de atraso e que, agora, o momento é de acelerar o trabalho.
    “O Brasil, precisa fortalecer a estrutura administrativa e orçamentária para tirar essa meta do papel. Para isso, a proposta do Instituto Escolhas é a regulamentação da recém-aprovada Lei de Recuperação da Vegetação da Caatinga e a criação de uma Secretaria Especial de Recuperação da Caatinga e Combate à Desertificação, vinculada à Presidência da República, com status de ministério, orçamento e quadro funcional adequado à missão”, analisa.
    Compromisso em números
    A restauração prometida pelo Brasil faz parte das metas de Neutralidade da Degradação da Terra (LDN, na sigla em inglês), um compromisso voluntário estabelecido por mais de 130 países que fazem parte da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD).
    Para chegar ao número de 163 mil km², estão previstas iniciativas para recuperar a vegetação nativa, investimento em sistemas agroflorestais, além de ações em unidades de conservação, territórios indígenas, áreas de preservação permanente e bacias hidrográficas.
    Para cumprir as metas LDN, os países precisam aumentar ou manter a quantidade de terras saudáveis e produtivas em seu território.
    O Brasil usa como referência o ano de 2020, quando detinha 55,7 milhões de hectares com tendência à degradação. Ou seja, para cumprir o compromisso de neutralidade, precisa chegar em 2030 com, pelo menos, o mesmo número.
    Também estão previstas ações de prevenção, conservação e manejo sustentável em outros 3,51 milhões de km². Assim, o número oficial das metas LDN é de 3,67 milhões de km², por incluir tanto a área de restauração quanto à de conservação.
    Caatinga em destaque
    O Consórcio Nordeste, que reúne os nove governos da região, foi à COP17 para apresentar projetos de restauração da Caatinga e tentar ampliar os investimentos no semiárido. O grupo assinou um memorando de entendimento com a Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD) para dar maior visibilidade ao bioma.
    Por meio dele, a expectativa é que haja mais cooperação técnica, acesso a metodologias e instrumentos globais de neutralidade da degradação da terra e que o Nordeste seja incluído em novas redes mundiais de regiões secas.
    O secretário executivo do Consórcio Nordeste, Carlos Gabas, vê o documento como um passo importante para aumentar o protagonismo da região.
    “Estamos confiantes de que, a partir dele, teremos mais canais e caminhos abertos para concretizar os projetos e as ações do Plano Brasil Nordeste de Transformação Ecológica. Com isso, colaborar com o mundo para reduzir emissão de carbono e degradação da terra”, disse Gabas.
    A secretária adjunta da UNCCD, Andrea Meza, destacou o papel que o Brasil vem desempenhando em construir soluções para os problemas da terra.
    “O Nordeste é um território fundamental para fortalecer uma rede de políticas de combate à desertificação, restauração de terras e resiliência climática. Estamos muito satisfeitos com a formalização dessa cooperação”, disse Meza.
    *O repórter viajou para a Mongólia a convite da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD), após seleção entre jornalistas de diversos continentes.

    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Veja como foi o fim de semana dos candidatos a presidente da República

    Veja como foi o fim de semana dos candidatos a presidente da República

    A agenda dos candidatos à Presidência da República neste sábado (29) e domingo (30) incluiu participação em atos públicos, carreatas e caminhadas, em sabatinas, entrevistas à imprensa, além de compromissos como visitas a sindicatos e a um evento de rodeio.
    >> Veja como foi o sábado e domingo dos presidenciáveis:
    Romeu Zema (Novo)
    O candidato Romeu Zema (Novo) cumpriu agenda, neste sábado (29), na cidade de Feliz (RS), onde apresentou propostas de infraestrutura para a região e se reuniu com mulheres do partido.
    Neste domingo (30), participou da feira Expointer, na região metropolitana de Porto Alegre, onde destacou a importância da agropecuária e disse que, se eleito, irá apoiar fortemente o seguro agrícola.
    “O agro no Brasil tem sido a atividade econômica que mais cresce, que mais tem contribuído para o desenvolvimento econômico e precisa ter todo o apoio dos governos federal, estaduais e municipais./’
    Ronaldo Caiado (PSD)
    O candidato Ronaldo Caiado participou, neste sábado (30), da Festa do Peão de Barretos, no interior de São Paulo, buscando se aproximar do setor do agronegócio.
    Ele defendeu a ampliação do seguro rural e a necessidade de investimentos em logística e tecnologia.
    Neste domingo (30), Caiado fez uma caminhada na Avenida Paulista.
    Rui Costa Pimenta (PCO)
    O candidato Rui Costa Pimenta participou neste sábado (29) de evento de lançamento de sua candidatura no Sindicato dos Metalúrgicos de Porto Alegre.
    Nas redes sociais, o candidato destacou partes do programa de governo, como a reforma do sistema penitenciário, extinção da tipificação de crime hediondo, extinção da lei antiterrorismo e a contrariedade à diminuição da maioridade penal.
    Samara Martins (UP)
    No estado de São Paulo, a candidata Samara Martins participou no sábado (29) de uma caminhada com apoiadores em Mauá.
    Na zona norte da capital paulista, ela se reuniu com membros da Associação de Moradores da Comunidade Spama.
    A candidata integra uma carreata hoje (30) em João Pessoa (PB).
    Wilson Grassi (Democrata)
    O candidato Wilson Grassi não teve agenda pública de campanha no sábado (29).
    Ele participou de corrida de rua neste domingo (30) na Ponte Estaiada, na capital paulista.
    Nas redes sociais, publicou um vídeo defendendo propostas relacionadas à autoestima, saúde emocional e saúde física.
    Augusto Cury (Avante)
    O candidato Augusto Cury lançou o jingle oficial de campanha neste sábado (29) e conversou com moradores do Rio de Janeiro, além de ter participado de sabatina na TV Globo.
    Neste domingo (30), Augusto Cury visitou o Congresso TEAMA, evento nacional sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), em São Paulo.
    À noite, em Uberlândia (MG), terá reunião com empresários locais e visitará a feira agropecuária Camaru 2026.
    Clariana Barão (DC)
    A candidata Clariana Barão não teve agenda pública de campanha neste fim de semana.
    Edmilson Costa (PCB)
    O candidato Edmilson Costa não divulgou agenda pública de campanha para o fim de semana.
    Nas redes sociais, neste sábado (29), ele publicou um vídeo em defesa do fim da escala de trabalho 6×1, que tramita no Senado.
    Flávio Bolsonaro (PL)
    O candidato Flávio Bolsonaro participou de uma motocarreata e uma barqueata neste sábado (29) em Angra dos Reis, no litoral sul do Rio de Janeiro.
    Ele reuniu-se, neste domingo (30), na capital paulista, com o ministro da Justiça e Segurança Pública de El Salvador, Gustavo Villatoro. Ao final do encontro, o candidato elogiou o programa de segurança pública salvadorenho.
    Flávio Bolsonaro disse que, se eleito, pretende criar 500 mil vagas em penitenciárias. “Tem pouco preso no Brasil, tinha que ter mais. Só não tem mais porque a legislação é frouxa”, disse.
    Ele participa nesta noite de sabatina na TV Record.
    Hertz Dias (PSTU)
    O candidato Hertz Dias participou neste sábado (29) da sabatina do canal de TV SBT News e visitou a Casa da Estudante em Natal, onde tratou sobre arte, cultura e combate ao machismo.
    Neste domingo (30), participa da plenária online de lançamento das candidaturas e do Manifesto – Juventude da Esquerda Revolucionária.
    Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
    O candidato Luiz Inácio Lula da Silva participou neste sábado (29) de um encontro nacional com mulheres, em Belo Horizonte.
    Ele tratou sobre o trabalho não remunerado exercido, em sua maioria, por mulheres. Segundo o candidato, a atividade, se paga, acrescentaria 13% ao Produto Interno Bruto (PIB).
    “Quem é que cuida, quem é que dá banho, quem é que veste, quem é que dá comida? Essa pessoa não está no crescimento do PIB, mas essa pessoa está trabalhando. Quando o Estado vai reconhecer que tem que pagar por isso?”.
    O candidato tem gravações de programas eleitorais ao longo deste domingo (30), em Brasília.
    Renan Santos (Missão)
    O candidato Renan Santos participou de carreata e adesivaço neste sábado (29) em São Paulo.
    Ele defendeu a proposta de um prontuário eletrônico único no SUS como forma de registrar toda a trajetória do paciente e, com isso, prevenir doenças e reduzir as filas de espera. “Dá para pegar a fila do SUS e zerar em três anos com algumas experiências que nós temos mundo afora. É justamente misturar tecnologia, integração e prontuário único”, disse.
    O candidato não tem agenda pública neste domingo.
    A ordem de apresentação da cobertura da agenda dos candidatos a presidente segue rodízio diário em ordem alfabética.
    *Colaboraram Bruno Bocchini (São Paulo) e Daniella Almeida (Brasília)

    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Sem acordo contra secas, comunidades vão sofrer, avaliam especialistas

    Sem acordo contra secas, comunidades vão sofrer, avaliam especialistas

    Inacreditável. Frustrante. Sabor amargo. Essas foram algumas das palavras usadas por organizações ambientais, representantes da sociedade civil e outros especialistas para avaliar os resultados da 17ª Conferência das Nações Unidas de Combate à Desertificação (COP17), que terminou nesta sexta-feira (28) em Ulaanbaatar, capital da Mongólia.
    A principal decepção foi o novo adiamento do acordo global para enfrentar as secas e os impactos que isso trará sobre as comunidades.
    O especialista do Instituto Escolhas, Rafael Giovanelli, disse que os governos falharam ao jogar para a COP18, no Egito, novas discussões sobre o problema.
    “Isso deixa um sabor amargo, porque a COP termina sem decisões substanciais para lidar com as secas”, disse.
    O representante da organização Wetlands Internacional, Richard Lee, disse que a falta de consenso acontece justamente quando o número de desastres pelo mundo não para de crescer.
    “É inacreditável. Neste ano, a Europa sofre com uma seca histórica e os níveis de água caíram a patamares recordes no Rio Colorado, nos Estados Unidos. O chamado Super El Niño traz riscos de secas devastadoras do Sul da África até a Amazônia”, avalia Richard.
    “Nós acreditávamos que esse cenário forçaria os governos de todo o mundo a agir. Estávamos errados. Adiar a decisão sobre as secas em mais dois anos custará mais do que tempo: comunidades e economias em todo o mundo vão pagar o preço”, complementa.
    A especialista em políticas de água da WWF Global, Christine Colvin, aposta na ação conjunta de alguns governos, sociedade civil e instituições financeiras para que o combate às secas tenha algum progresso. Porém, destaca que iniciativas isoladas não são o suficiente.
    “É profundamente frustrante que a ambição sobre a seca tenha se esvaziado na COP17. Não foi entregue um resultado significativo e não temos uma base forte para que possamos construir ações”, avalia Christine.
    Acordo global sobre secas
    A proposta de criar um mecanismo multilateral para enfrentar de forma coordenada as secas é defendida por africanos há, pelo menos, três conferências. Historicamente, o continente é um dos mais afetados pelo problema.
    Isso demandaria ajuda financeira para os países mais vulneráveis serem capazes de se antecipar e se recuperar dos eventos extremos. Eles entendem que instrumentos internacionais, como o Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF, na sigla em inglês), são estruturados sob o tema de degradação das terras, algo mais amplo do que a seca.
    Os países mais ricos, porém, não querem se comprometer com um acordo obrigatório e defendem adesão voluntária. A União Europeia não quer se comprometer com gastos externos, principalmente quando precisa enfrentar crises recentes de seca no próprio território.
    Iniciativas paralelas
    Iniciativas paralelas lançadas durante a COP17 tentam lidar com o problema das secas. É o caso do Mecanismo de Investimento para Resiliência à Seca (DRIF), a primeira plataforma global de financiamento dedicada exclusivamente ao tema.
    Criada pela UNCCD e por Luxemburgo, com apoio da Aliança Internacional para a Resiliência à Seca (IDRA), a iniciativa pretende mobilizar até US$ 400 milhões em recursos públicos e privados.
    Os investimentos deverão ser direcionados para segurança hídrica, agricultura sustentável, soluções baseadas na natureza e recuperação de terras.
    Outra novidade foi a segunda fase do Observatório Internacional de Resiliência à Seca (IDRO), que apresentou o primeiro Índice de Resiliência à Seca (DRI). A ferramenta pretende ajudar os países a avaliar sua capacidade de antecipar, se preparar e se adaptar aos períodos de escassez de água.
    *O repórter viajou para a Mongólia a convite da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD), após seleção entre jornalistas de diversos continentes.

    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Parapan-Pacífico: nadadora Alessandra quebra recorde mundial

    Parapan-Pacífico: nadadora Alessandra quebra recorde mundial

    O Brasil fechou mais um dia de disputas do Parapan-Pacífico com excelentes resultados.
    Neste sábado (29), na cidade de Walnut (Estados Unidos), foram três ouros, duas pratas e dois bronzes, com direito a um recorde mundial da paulista Alessandra Oliveira, nos 100 metros peito, classes S4-9 e S11-14.
    As provas do Parapan-Pacífico são disputadas no formato multiclasses, em que atletas de diferentes classes competem na mesma série. As classificações às finais e a definição das medalhas são feitas por meio do Índice Técnico da Competição (ITC).
    Recorde mundial e dobradinha
    O recorde mundial da brasileira veio na prova dos 100m peito, classes S4-9 e S11-14. Alessandra cravou 1min40s63.
    A marca foi suficiente para Alessandra somar 1.033 pontos na prova, ficando com a prata.
    O ouro foi para outra brasileira, a paulista Beatriz Flausino.
    Mais dobradinhas
    Nos 50m costas, classes S1-S5, o paulista Samuel Oliveira ficou com o ouro, e o mineiro Gabriel Araújo, o Gabrielzinho, ficou com a medalha de bronze.
    Nos 50m peito S3 (limitação físico-motora), a mineira Patrícia Pereira conquistou a medalha de ouro. A fluminense Lídia Cruz ficou com o bronze.
    Mais uma prata com Lídia Cruz
    Lídia Cruz ainda garantiu a prata nos 50m costas, classes S2-S5, com o tempo de 49s61.
    A norte-americana Katie Kubiak, com 40s18 e 1045 pontos ficou com o ouro, estabelecendo o novo recorde das Américas. Leanne Smith, também dos EUA, completou o pódio.
    O Brasil participa do evento com uma equipe de 16 nadadores no Parapan-Pacifico até esse domingo (30).

    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Grupo de 20 pessoas fica à deriva no Rio e é resgatado pelos bombeiros

    Grupo de 20 pessoas fica à deriva no Rio e é resgatado pelos bombeiros

    Um grupo de 20 pessoas, entre 20 e 67 anos, ficou à deriva no mar no Rio de Janeiro, na região da Barra da Tijuca, neste domingo (30) após mudança do vento. O grupo já foi resgatado por equipes de bombeiros.
    De acordo com a corporação, algumas estavam em cinco pranchas de stand up paddle e outras estavam a nado. O destino eram as Ilhas Tijucas. Na travessia, o grupo foi levado pelo vento para longe da rota prevista em direção a São Conrado, bairro vizinho à Barra, o que dificultou o retorno à praia.
    “As pessoas já estavam a uma distância considerável da faixa de areia quando um dos participantes acionou o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193”. Os bombeiros foram acionados e resgataram o grupo em jet skis.
    Conforme a nota dos bombeiros, o grupo passou por avaliações médicas e estava em boas condições, sem necessidade de encaminhamento para unidade hospitalar.
    Previsão do tempo
    Segundo o sistema Alerta Rio da Prefeitura, a cidade teve registro de ventos fortes no início da manhã de hoje na estação Forte de Copacabana, na zona sul, e de ventos moderados nas estações da Marambaia e na Vila Militar, na zona oeste.
    Nesta segunda-feira (31), a previsão é de nebulosidade variada na capital do Rio e sem chuva, mas entre terça (1°) e quarta-feira (2), a passagem de uma frente fria vai modificar as condições do tempo.
    “O céu estará predominantemente nublado e há previsão de pancadas de chuva moderada/forte acompanhadas de raios entre a tarde de terça-feira e a madrugada de quarta-feira, passando a chuva fraca a moderada isolada a partir do período da manhã de quarta”, informou, destacando que as temperaturas vão baixar.

    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Ferroviária é campeã brasileira sub-17 feminina

    Ferroviária é campeã brasileira sub-17 feminina

    A Ferroviária conquistou o título de campeã brasileira de futebol sub-17 de 2026. Na manhã deste domingo (30), com transmissão ao vivo da TV Brasil, a equipe paulista venceu as gaúchas por 2 a 1, no Passo D’Areia, em Porto Alegre, e confirmou a taça depois do 4 a 4 na partida de ida em São Paulo.
    As Guerreiras Grenás saíram na frente aos 15 minutos de jogo. Marcelinha foi no fundo e cruzou, Evelyn, livre, abriu o placar. O empate colorado veio aos 5 minutos da etapa fjnal.
    Depois do erro na saída de bola das adversárias, Lara Lay tocou para a artilheira do Brasileirão sub-17, Laurinha: 1 a 1.
    Aos 35 minutos da etapa final, Sofia, de longe, venceu a goleira e definiu o campeonato: 2 a 1.
    Líder do Grupo E na primeira etapa, a Ferroviária dominou as rivais Avaí-Kindermann, Adergs e Remo com seis triunfos e saldo de 36 gols.
    Na etapa anterior, passaram pelo São Paulo.

    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Região Sul tem risco de temporal e granizo; outras regiões têm calor

    Região Sul tem risco de temporal e granizo; outras regiões têm calor

    O risco de tempestades e queda de granizo permanece para a Região Sul. Para as demais regiões do país, a previsão é de aumento da temperatura nos próximos dias, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
    As mais altas devem ser registradas no sul da Amazônia e no Centro-Oeste, com máximas de 41°C em Cuiabá (MT) e Porto Velho (RO); em São Paulo, 36°C; Curitiba, 35°C; e Brasília, 33°C.
    O Inmet prevê ainda tempo seco na região central do país, com alta da temperatura na região agrícola do Matopiba, correspondente aos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e da Bahia. As máximas se aproximam dos 40°C.
    Região Sul
    Neste domingo (30), conforme o Inmet, há possibilidade de granizo entre o oeste e sul do Paraná, centro-oeste de Santa Catarina, norte e noroeste do Rio Grande do Sul.
    Além disso, podem ocorrer pancadas de chuva com trovoadas isoladas nestas áreas e no leste do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. Muitas nuvens e a possibilidade de chuvas isoladas é a expectativa para o norte do Paraná e no sul do Rio Grande do Sul, mas não deve chover na fronteira do Rio Grande do Sul com o Uruguai.
    “Desde o centro-sul e oeste do Paraná até o sul do Rio Grande do Sul, ocorrem chuvas com trovoadas. Céu encoberto com temporais no sul do Paraná, em todo o estado de Santa Catarina e no centro-norte do Rio Grande do Sul, incluindo a capital Porto Alegre (RS)”, informou o Inmet.
    Com o cenário de forte instabilidade, granizo e tempestades, o aviso laranja de perigo foi acionado para tempestades até amanhã em todo o estado de Santa Catarina, norte do Rio Grande do Sul e oeste, centro e leste do Paraná. Florianópolis e Curitiba estão na área deste aviso.
    O Paraná, centro-norte do Rio Grande do Sul e Santa Catarina estão com aviso amarelo de perigo potencial para tempestades até segunda-feira.
    Em Curitiba, a máxima pode atingir 35°C amanhã, enquanto que em Florianópolis não passará dos 20°C. Em Porto Alegre, as temperaturas ficam baixas: a mínima é de 13°C neste domingo e a máxima de 19°C até amanhã.
    Região Norte
    A previsão para este domingo (30) na Região Norte é de muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas no centro-oeste e norte do Amazonas.
    Possibilidade de chuva isolada também no sul e leste do Amazonas e em Roraima. No Amapá, Acre, Rondônia e na faixa litorânea do Pará, muitas nuvens, mas sem chuva. No Tocantins e em grande parte do centro-sul do Pará, céu com poucas nuvens.
    Há aviso amarelo de perigo potencial para baixa umidade do ar durante a tarde no sul de Rondônia, sul do Pará e em Tocantins.
    Já nesta segunda-feira (31), a expectativa é de aumento da instabilidade sobre o oeste e norte do Amazonas, Acre, Amazonas e no centro-oeste e norte de Rondônia e de Roraima. No Tocantins e no centro-sul do Pará, será dia de sol e poucas nuvens.
    Nas capitais nesta segunda-feira, a mínima será de 22°C em Rio Branco e as máximas podem chegar a 37°C em Manaus, 39°C em Palmas e 41°C em Porto Velho.
    Região Nordeste
    De hoje até amanhã, o litoral norte da Bahia, de Sergipe, Alagoas, Pernambuco, da Paraíba e de Rio Grande do Norte estão sob a possibilidade de pancadas de chuva isoladas. No agreste, pode haver pancadas de chuva isoladas.
    No centro-norte do Ceará, norte do Piauí e do Maranhão e litoral sul da Bahia, apesar de muitas nuvens, não deve ter chuva nessas áreas.
    A semana vai começar com poucas nuvens em grande parte da Bahia, oeste de Pernambuco e da Paraíba, sul do Ceará, centro-sul do Piauí e do Maranhão.
    Segundo o Inmet, ainda há aviso amarelo de perigo potencial para baixa umidade do ar durante a tarde deste domingo no sul e leste do Maranhão, em quase todo o estado do Piauí, exceto no litoral, no centro-sul e oeste do Ceará, sudoeste do Rio Grande do Norte, oeste da Paraíba e centro-oeste de Pernambuco, além do norte, centro e oeste da Bahia.
    Em Salvador e Maceió, as mínimas podem ser de 21°C, a máxima chega a 39°C em Teresina neste domingo.
    Região Centro-oeste
    Tempo estável em grande parte do Centro-Oeste, mas com nuvens neste domingo no sul de Mato Grosso e de Goiás e no Mato Grosso do Sul.
    As pancadas de chuva isoladas continuam no oeste e no sul do Mato Grosso do Sul.
    Para esta segunda-feira, as pancadas de chuva estarão previstas em todo o Mato Grosso do Sul, oeste e sul de Mato Grosso e no sul de Goiás.
    “Nas demais áreas, incluindo o Distrito Federal, os próximos dias serão de sol e poucas nuvens”, informa o Inmet
    Durante a tarde de segunda-feira, há previsão de aviso amarelo de perigo potencial para baixa umidade do ar.
    O tempo seco vem acompanhado de altas temperaturas. Em Brasília, a mínima será de 22°C e a máxima 34°C neste domingo; e a mínima será de 20°C e a máxima 32°C amanhã.
    Em Cuiabá, a máxima pode chegar a 41°C na segunda-feira. Em Campo Grande, a mínima hoje é de 23°C e 24°C para amanhã. A máxima fica em 39°C neste domingo e a máxima será de 37°C na segunda-feira.
    Região Sudeste
    O domingo amanheceu com nevoeiros no leste de São Paulo, no nordeste de Minas Gerais e no noroeste do Espírito Santo. Ao longo do dia, haverá muitas nuvens em São Paulo, no Triângulo Mineiro e no sul de Minas Gerais. Já para a divisa de São Paulo com o Paraná, a previsão indica chuvas isoladas.
    Nesta segunda-feira (31), no sul e oeste de Minas Gerais e em São Paulo, a expectativa é de muitas nuvens. “Há possibilidade de chuvas isoladas no oeste, centro e sul de São Paulo”, completou.
    Belo Horizonte e Rio de Janeiro podem ter temperatura mínima de 15°C. No domingo, a máxima na capital paulista pode chegar a 35°C, e na segunda-feira, a 36°C.

    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Consulta sobre bens sustentáveis no acordo Mercosul–UE acaba na quarta

    Consulta sobre bens sustentáveis no acordo Mercosul–UE acaba na quarta

    As empresas e organizações que contribuem com a preservação do meio ambiente têm uma oportunidade de ampliar o comércio com o mercado europeu. Termina na próxima quarta-feira (2) a consulta pública do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) que busca identificar produtos e cadeias produtivas sustentáveis do Mercosul.
    O Acordo de Livre Comércio entre o Mercosul e a União Europeia, promulgado em março garante benefícios comerciais adicionais para itens sustentáveis.
    A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) quer reunir sugestões de produtos que contribuam para a conservação, recuperação, utilização e gestão sustentável de florestas e outros ecossistemas vulneráveis.
    Quem pode participar
    A consulta é aberta a diferentes segmentos interessados na ampliação do comércio sustentável com o mercado europeu, incluindo:
    – Setor produtivo;
    – Universidades e instituições de pesquisa;
    – Organizações da sociedade civil;
    – Representantes de cadeias produtivas;
    – Demais interessados.
    As contribuições podem ajudar a identificar produtos da sociobiodiversidade brasileira e cadeias que associem produção econômica à conservação ambiental.
    Possíveis benefícios
    Os produtos selecionados para integrar a lista prevista no acordo poderão ter acesso preferencial ou adicional ao mercado da União Europeia, além de outros incentivos destinados à promoção comercial.
    Na prática, a consulta busca identificar produtos brasileiros que tenham características de sustentabilidade e possam ampliar sua presença no mercado europeu.
    A participação também permite que empresas, entidades e representantes de cadeias produtivas apresentem produtos com potencial para receber tratamento comercial diferenciado.
    Como participar
    As manifestações devem ser encaminhadas pela plataforma oficial Brasil Participativo até 2 de setembro de 2026.
    Segundo o Mdic, as contribuições são importantes para a construção da lista de produtos prevista no Acordo Mercosul-UE e para a identificação de oportunidades comerciais relacionadas à sustentabilidade.
    Com o prazo próximo do fim, empresas e entidades interessadas em apresentar produtos ou cadeias produtivas devem enviar suas contribuições dentro do período estabelecido.

    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Nasa lança novo e poderoso Telescópio Espacial Nancy Roman da Flórida

    Nasa lança novo e poderoso Telescópio Espacial Nancy Roman da Flórida

    O novo observatório astronômico de ponta da Nasa foi lançado ao espaço a partir da Flórida no domingo, em uma missão para investigar alguns dos maiores mistérios da astrofísica e da cosmologia.
    O Telescópio Espacial Nancy Grace Roman, um projeto de cerca de 4 bilhões de dólares, foi levado ao espaço a partir do Centro Espacial Kennedy da Nasa a bordo de um foguete Falcon Heavy, da SpaceX.
    O telescópio foi projetado para investigar enigmas cósmicos como a energia escura e a matéria escura, ao mesmo tempo em que testa a gravidade em escalas vastas e busca por exoplanetas — como são chamados os planetas fora do nosso sistema solar.
    Houve algumas preocupações com as condições meteorológicas antes do lançamento, mas o foguete levou o telescópio ao espaço sob céu azul e algumas nuvens dispersas.
    O Roman viajará pelo espaço em direção a uma localização orbital chamada Ponto de Lagrange 2, situada a cerca de 1,6 milhão de quilômetros da Terra. Sua missão está planejada para durar cinco anos, embora a agência espacial dos EUA tenha informado que o telescópio poderá ter combustível suficiente para mais cinco anos.
    O Roman ampliará as capacidades de outros observatórios em órbita, como o Telescópio Espacial James Webb, lançado em 2021, e o Telescópio Espacial Hubble, lançado em 1990.
    “Será como se o Hubble e o James Webb tivessem espiado o universo pelo buraco da fechadura, enquanto o Nancy Grace Roman vai escancarar a porta”, disse no sábado Nicola Fox, chefe da Diretoria de Missões Científicas da Nasa, a repórteres.
    “O Roman tem, em linhas gerais, a mesma sensibilidade e nitidez de visão que o Hubble, mas mapeamos o céu muito mais rapidamente”, disse Julie McEnery, cientista sênior do projeto Roman no Centro de Voo Espacial Goddard da Nasa, em Maryland, a repórteres durante uma coletiva de imprensa em julho.
    McEnery afirmou que um mês de observações do Roman pode mapear toda a nossa galáxia.
    “Um mês de observações para mapear a nossa galáxia, a Via Láctea, levaria cerca de um século com o Hubble”, disse McEnery.
    Lentes de grande angular e zoom
    O Webb proporcionou uma nova compreensão da história inicial do universo, descobrindo, entre outras coisas, que as galáxias primordiais se formaram mais cedo e eram maiores do que se sabia anteriormente. O Webb é capaz de observar vastas distâncias e voltar ao passado remoto, devido ao tempo que a luz leva para viajar.
    Já o Roman consegue captar vistas panorâmicas. A Nasa compara o Roman a uma lente grande-angular de câmera e o Webb a uma lente de zoom.
    “O Webb foi projetado para sondar o universo com grande profundidade e sensibilidade excepcional, permitindo-nos encontrar fenômenos raros do universo primordial”, disse McEnery, enquanto o Roman oferece “a visão ampla que complementa as observações profundas proporcionadas pelo Webb”.
    O Roman ajudará a compreender dois componentes cósmicos misteriosos — a energia escura e a matéria escura — ao criar o mapa 3D do universo mais abrangente já feito até hoje. Seu principal levantamento, que levará mais de um ano para ser concluído, abrangerá mais de dois bilhões de galáxias.
    O evento do Big Bang, ocorrido há cerca de 13,8 bilhões de anos, deu origem ao universo, que vem se expandindo desde então. Em 1998, cientistas revelaram que essa expansão estava, na verdade, acelerando, tendo como causa hipotética uma força invisível chamada energia escura.
    O conteúdo do universo inclui matéria comum — estrelas, planetas, gás, poeira e tudo o que nos é familiar na Terra — bem como matéria escura e energia escura. A matéria comum representa cerca de 5% desse conteúdo. A matéria escura, identificada por meio de sua influência gravitacional sobre galáxias e estrelas, pode representar cerca de 27%. A energia escura pode representar cerca de 68%.
    Segundo a Nasa, utilizar o Roman para medir a atração da matéria escura e a expansão impulsionada pela energia escura em todo o universo deixará os cientistas mais perto do que nunca de desvendar ambos os mistérios.
    O Roman também realizará uma das buscas mais abrangentes já feitas por exoplanetas. Espera-se que ele descubra milhares de novos planetas e forneça o primeiro censo estatístico de sistemas planetários semelhantes ao nosso.
    “Um dos aspectos mais empolgantes do Roman é o seu potencial de descoberta. Historicamente, grandes observatórios astronômicos frequentemente alcançaram suas descobertas mais importantes em áreas que os cientistas não haviam previsto antes do lançamento”, disse à Reuters o cosmólogo Mustapha Ishak, da Universidade do Texas em Dallas e membro da colaboração científica do Roman.
    A administração do presidente Donald Trump tentou, tanto em seu primeiro quanto em seu segundo mandato, reduzir ou eliminar o financiamento do Roman, mas o Congresso manteve o projeto. O lançamento da missão Roman ocorre com nove meses de antecedência em relação ao cronograma, segundo a Nasa.
    * Reportagem de Joey Roulette em Cabo Canaveral, Flórida, e Will Dunham em Washington; edição de Rosalba O’Brien

    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br