Autor: Redação Qnews

  • Desigualdades marcam formalização do trabalho entre jovens brasileiros

    Desigualdades marcam formalização do trabalho entre jovens brasileiros

    A formalização no mercado de trabalho entre os jovens brasileiros de 16 a 29 anos é marcada por desigualdades, descreve a pesquisa Juventudes e o Mundo do Trabalho, realizada pela Fundação Itaú com apoio técnico do Datafolha e do Instituto Locomotiva.

    Divulgada nesta sexta-feira (21) durante o evento Trampos do Futuro, realizado no Pavilhão da Fundação Bienal de São Paulo, no Parque do Ibirapuera, a sondagem ouviu 1.816 jovens de todo o país, entre os dias 11 e 23 de maio deste ano.

    A pesquisa detalha que, entre os 70% de jovens que declararam estar trabalhando, 44% têm carteira assinada. Há ainda 15% de assalariados sem registro formal, 13% de autônomos e freelancers, 10% em trabalhos informais e 8% como estagiários e aprendizes remunerados.

    O levantamento mostra também que 20% dos jovens de 16 a 29 anos estão em busca de trabalho no Brasil atualmente. Outros 29% buscaram trabalho nos últimos seis meses e 61% tentaram uma nova colocação no último ano. 

    Desigualdades sociais, regionais e raciais

    Os jovens das classes A/B correspondem a 43% dos que trabalham em empregos formais, enquanto os das classes D/E são 35%.

    Por outro lado, 21% dos jovens das classes D/E trabalham sem registro, percentual que é de 13% nas classes A/B.

    A formalização é mais frequente entre os jovens do Sul (58%) e do Sudeste (55%) do que no Norte (29%) e no Nordeste (20%). 

    Quando é observada a raça, há 49% de jovens brancos com emprego formal. Entre os negros, são 41%.

    Já o percentual de jovens negros que dependem de bicos informais é de 12%, enquanto o de brancos é de 5%.

    Trabalhar em bicos é a realidade de 34% dos jovens de 16 a 29 anos que estudaram até o ensino fundamental. Entre os que têm nível superior, só 3% têm esse tipo de ocupação.


    Rio de Janeiro (RJ) 06/03/2024 – Entregadores de aplicativo trabalham na região do Centro. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

    Entregadores de aplicativo trabalham na região do Centro do Rio de Janeiro. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

    Dificuldades para conseguir um emprego

    Quase metade (49%) dos entrevistados disseram que a falta de experiência é a principal dificuldade para conseguir um emprego, seguida da quantidade de pessoas que disputam uma mesma vaga (39%).

    Para 96% dos jovens, conhecer alguém em uma empresa ou ser indicado por familiares ou amigos ajuda a conseguir um emprego atualmente.

    Essa percepção é confirmada pelo fato de que 77% afirmaram ter conseguido seu emprego atual por meio de uma indicação. Entre os mais velhos (25 a 29 anos), o índice sobe para 81%. Aqueles que nunca tiveram uma oportunidade por indicação totalizam 23%.

    A indicação para o trabalho é considerada decisiva para 32% da classe A/B e para 16% para a D/E. 

    Planos para o futuro

    A pesquisa revela que 30% dos jovens brasileiros consideram que um emprego com carteira assinada é o que eles querem atualmente. 

    Contudo, em uma avaliação para os próximos cinco anos, esse percentual cai para 16%, enquanto a preferência por um trabalho autônomo cresce de 28% para 42%.

    A gerente do Observatório da Fundação Itaú, Carla Chiamareli, avalia que a mudança faz parte do processo de amadurecimento. 

    “O jovem entende que tem que começar a vida profissional com estabilidade para adquirir experiência e, depois, ele pode escolher estar dentro de uma empresa ou não”, disse à Agência Brasil. “Eu não acho que eles não queiram ter um trabalho estável mas, talvez, desejem ter outras formas de trabalhar”. 

    Carla entende que o fato de o jovem preferir o trabalho de carteira assinada no presente e o por conta própria no futuro compõe uma linha de pensamento de que a experiência atual vai fazê-lo ter sucesso adiante. Nesse sentido, o trabalho autônomo não significa um trabalho precário.

    “Ele é um trabalho de sucesso, é ter uma empresa, ser dono de um negócio. Eu acho que faz parte do sonhar. O que me deixa feliz é ver que, hoje, a maioria quer esse trabalho estável, bem remunerado, com garantias e, ao mesmo tempo, tem uma visão da saúde mental”.

    O interesse pelo trabalho por conta própria nos próximos cinco anos é mais elevado entre jovens com filhos (50%), residentes nas regiões Sul (49%) e Centro-Oeste (48%) e no interior (45%), além dos jovens brancos (45%). 

    Já o desejo por um emprego com carteira assinada é relativamente mais frequente entre pessoas das classes D/E (23%), jovens com ensino fundamental (22%) e juventudes negras (18%).

    Para 91% dos jovens brasileiros, sua situação financeira estará melhor daqui a cinco anos. Outros 88% confiam que terão uma condição financeira melhor que a dos pais e concordam que hoje é preciso estudar mais para conseguir um bom trabalho. Já 46% acreditam que conseguirão uma boa oportunidade de trabalho no futuro.

    Entre as áreas em que os jovens gostariam de trabalhar futuramente, a saúde aparece em primeiro lugar, com 25%. Em seguida, vêm tecnologia, com 22%; comércio e trabalho administrativo (19% cada); educação (16%); beleza e estética (14%) e comunicação e redes sociais (13%).

    Prioridades

    O salário é apontado por 64% dos jovens como o fator prioritário na escolha de um trabalho, seguido por benefícios, plano de carreira e ambiente de trabalho agradável (31% cada). 

    Ao mesmo tempo, 62% dos jovens afirmaram que aceitariam ganhar um pouco menos para trabalhar em um ambiente mais saudável, com menos pressão e estresse.

    Entre os jovens que trabalham ou já trabalharam, 69% já saíram de um emprego por vontade própria. Entre os principais motivos para essa decisão, 43% citaram falta de respeito ou tratamento inadequado de líderes ou chefes. 

    Outras razões foram jornadas longas ou acúmulo de funções (36%); excesso de cobrança ou pressão por resultados (32%); falta de oportunidade de crescimento ou de plano de carreira (28%); e dificuldade de conciliar trabalho e estudo (16%).

    Estudo e trabalho

    De acordo com o levantamento, 48% dos jovens ouvidos pelos pesquisadores estudam, 32% conciliam trabalho e estudo, 39% apenas trabalham e 13% não estudam nem trabalham. 

    Metade (50%) dos entrevistados afirmaram ser responsáveis por cuidar da casa, além de trabalhar ou estudar.

    Essas atribuições domésticas são mais acumuladas pelas mulheres (60%) do que pelos homens (40%). 

    O mesmo acontece com relação ao cuidado com idosos, crianças e outras pessoas, desempenhado por 28% das mulheres e 14% dos homens.


    Brasília (DF), 25/06/2026 – Alunos do ensino médio do CED 16, na Ceilândia, aproveitam o segundo semestre letivo para intensificar a preparação em sala de aula visando o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), vestibulares, Programa de Avaliação Seriada (PAS/UnB) e outros processos seletivos de ingresso no ensino superior
Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

    Alunos do ensino médio do CED 16, na Ceilândia, aproveitam o segundo semestre letivo para intensificar a preparação em sala de aula visando o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

    Entre os jovens que estudam, foi constatado que 41% cursam educação superior, 27% estão no ensino médio, 18% fazem cursos livres e 11% cursam o ensino técnico. 

    O diploma de curso superior é considerado importante para conquistar trabalho por 85% dos jovens, com destaque entre os da Região Norte (91%). 

    Mas, para 91% dos entrevistados, cursos técnicos e profissionalizantes constituem um caminho mais rápido e eficiente para obter emprego.

    Para 60%, programas de apoio à inserção no mundo do trabalho devem contemplar cursos práticos e não apenas teóricos. 

    Competências socioemocionais

    Carla Chiamareli acredita que, em toda a trajetória educacional, falta preparar o jovem para saber como se configura e se organiza o mundo do trabalho.

    “Hoje, a educação está muito focada em desenvolver competências de matérias como português e matemática, que são essenciais, são componentes tradicionais, mas acaba investindo pouco nas competências socioemocionais”, comentou.

    Ela considera que a escola deve ensinar resiliência, capacidade de se frustrar e adaptabilidade, que “são competências que a gente aprende com a vida mas que têm também de estar dentro do currículo”.

    A gerente do Observatório Fundação Itaú acredita que a escola e a universidade têm que modificar seus currículos, para que tragam situações mais reais de aprendizagem.

    Medo da inteligência artificial

    Nove em cada dez jovens acreditam que a inteligência artificial (IA) vai eliminar muitas vagas de trabalho e 50% têm medo de perder espaço por conta dos avanços tecnológicos.

    O temor é mais frequente entre jovens com ensino fundamental (62%), integrantes das classes D/E (63%), pessoas com filhos (57%) e mulheres (55%). Entre jovens da classe A/B, o receio cai para 39%.

    Carla Chiamareli concordou que a IA vai substituir funções básicas, o que atemoriza os jovens brasileiros em geral, mas destacou que muitos dos entrevistados declararam ter esperança de que, mesmo que as substituições venham a ser feitas, eles ainda têm espaço para oportunidades de trabalho.

    Praticamente todos (97%) declararam que usam a inteligência artificial (IA) e a internet para aprender e crescer profissionalmente. 

    Mais oportunidades

    Na avaliação de Carla Chiamareli, a pesquisa traz um convite para as empresas começarem a repensar suas estruturas e abraçarem os jovens brasileiros. 

    Ela lembrou que o Brasil tem a Lei de Aprendizagem Profissional nº 10.097/2000, que exige que empresas de médio e grande porte contratem jovens de 14 a 24 anos como aprendizes, o que lhes garante inclusão social e o primeiro emprego.

    Apesar disso, ela destacou que existe uma margem de 40% de empresas que poderiam ter jovens em seus quadros, especialmente de renda mais baixa.

    “Eu vejo que esses dados trazem uma janela de oportunidade muito boa para as empresas pensarem políticas intersetoriais entre educação e trabalho”, disse.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Meteorologia emite alerta de ventos de até 100 km/h no Rio

    Meteorologia emite alerta de ventos de até 100 km/h no Rio

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de vendaval para os estados do Rio de Janeiro e São Paulo nesta sexta-feira (21). De acordo com o comunicado, os ventos podem variar de 60 a 100 quilômetros por hora (km/h).

    Segundo o Inmet, há risco de queda de árvores, destelhamento de casas e danos gerais em edificações e plantações. 

    Em caso de rajadas de vento, o serviço de meteorologia recomenda que a população não se abrigue debaixo de árvores, pois há risco de queda e descargas elétricas, e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda.

    O alerta abrange 69 cidades, sendo 14 em São Paulo e 55 no Rio de Janeiro. As áreas afetadas são o sul fluminense, centro fluminense, norte fluminense, baixadas, regiões metropolitanas do Rio de Janeiro e de São Paulo e Vale do Paraíba paulista.

    Prefeitura fecha parques

    A prefeitura do Rio de Janeiro decidiu que os parques públicos municipais serão fechados no fim da manhã. A cidade está no estágio 2, em uma escala que vai até 5.

    De acordo com o Alerta Rio, serviço de meteorologia da prefeitura, as rajadas mais fortes devem ocorrer no fim da manhã e início da tarde. De acordo com o sistema, trata-se da passagem de uma frente fria continental.

    O prefeito carioca, Eduardo Cavaliere, utilizou as redes sociais para orientar a população. “Hoje não é um dia normal, a gente tomou a medida de fechar parques na cidade”, disse.

    Segundo o prefeito, alertas serão enviados para aparelhos de telefone celular.

    A Defesa Civil estadual estende o alerta de vendaval até a madrugada de sábado (22).

    Emergência

    Em caso de emergência, pedidos de socorro podem ser feitos à Defesa Civil (199) ou ao Corpo de Bombeiros (193).

    Ventanias passadas

    No último dia 29, um vendaval com rajadas de até 105 km/h assustou a população do Rio e forçou a interrupção de aeroportos, trens e metrôs. Quedas de árvores causaram danos e pararam o trânsito de veículos em várias regiões. Centenas de milhares de pessoas tiveram o fornecimento de energia elétrica interrompido.

    Na capital fluminense, duas pessoas morreram atingidas pelo desabamento de um muro no bairro Santa Teresa, região central. 

    No dia 7 de agosto houve outra previsão de temporal. A prefeitura e o estado decidiram liberar funcionários e orientaram a população a evitar deslocamentos. Varias atividades foram interrompidas. Moradores receberam alertas no celular. No entanto, não houve registro de danos causados por ventos. 


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • País terá Dia D de Multivacinação neste sábado

    País terá Dia D de Multivacinação neste sábado

    Unidades básicas de Saúde e postos de vacinação ficarão abertos neste sábado (22) em todo o país para que crianças e adolescentes menores de 15 anos atualizem a caderneta vacinal.  É o Dia D da Campanha de Multivacinação, que começou no início do mês e segue até 1º de setembro.

    Estão sendo ofertados 20 tipos de imunizantes do Calendário Nacional de Vacinação que protegem contra doenças como meningite, tuberculose e cânceres associados à infecção pelo HPV.

    Pela primeira vez, a campanha conta com a vacina pneumocócica 20-valente (pneumo 20), incorporada em junho ao calendário. A dose amplia a proteção contra doenças causadas pelo pneumococo, incluindo pneumonias e meningites, e é indicado para crianças menores de 5 anos.

    Até a última quarta-feira (18), o Ministério da Saúde havia distribuído mais de 180 milhões de doses para garantir a vacinação em todo o país ao longo do ano. Vacinas contra a influenza, o sarampo (tríplice viral) e a poliomielite foram as mais aplicadas.

    No Dia D, amanhã, as seguintes vacinas poderão ser aplicadas (conforme faixa etária, histórico vacinal e indicação):

    – BCG;

    – hepatite B;

    – penta (DTP/Hib/HB);

    – poliomielite (VIP);

    – rotavírus humano;

    – pneumocócica conjugada 10-valente e 20-valente;

    – meningocócica C;

    – influenza;

    – covid-19;

    – febre amarela;

    – meningocócica ACWY;

    – tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola);

    – varicela;

    – DTP;

    – hepatite A;

    – dT;

    – HPV4;

    – dengue tetravalente.

    Sarampo

    Diante do aumento de casos de sarampo nas Américas e do registro de casos importados no Brasil, o ministério mantém a estratégia de vacinação indiscriminada contra a doença para pessoas de 6 meses a 59 anos em Guarulhos (SP), São Bernardo do Campo (SP) e na capital paulista.

    Dados da pasta mostram que, de 3 a 14 de agosto, mais de 529,8 mil doses da vacina tríplice viral foram aplicadas nos três municípios. Desse total, 87,2 mil doses foram destinadas a crianças de 5 a 11 anos – o equivalente a 16,5% das aplicações.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Desabamento em Mina na Colômbia Deixa 13 Mortos e Sete Feridos

    Desabamento em Mina na Colômbia Deixa 13 Mortos e Sete Feridos

    Uma tragédia abalou a Colômbia nesta madrugada, quando um deslizamento de terra em uma mina de ouro a céu aberto na remota região de Policarpa, departamento de Nariño (sudoeste do país), resultou na morte de 13 trabalhadores e deixou outros sete feridos. O incidente, que já teve suas operações de resgate encerradas, expõe os riscos inerentes à mineração e a luta diária de famílias que dependem dessa atividade perigosa para sobreviver, deixando uma comunidade em luto e com questionamentos sobre a segurança no trabalho.

    Autoridades locais confirmaram o balanço devastador, detalhando que o acidente ocorreu em uma área de mineração a céu aberto. A princípio, houve informações desencontradas sobre a natureza do ocorrido, com algumas fontes indicando uma explosão. No entanto, a investigação subsequente esclareceu que a causa foi, de fato, um deslizamento de terra massivo, que soterrou os mineiros.

    Fim das Operações de Resgate

    As equipes de resgate, compostas por bombeiros, moradores locais e o apoio de escavadeiras, trabalharam incansavelmente durante horas. As operações foram oficialmente encerradas por volta das 2h da manhã, horário local, após a localização de todos os indivíduos que estavam desaparecidos sob os escombros.

    Os sete feridos foram prontamente socorridos e encaminhados para unidades de saúde da região, onde recebem atendimento médico. A extensão de seus ferimentos não foi detalhada, mas a prioridade é a recuperação e o suporte às vítimas e suas famílias neste momento de grande dor.

    O governo colombiano ainda não se pronunciou sobre possíveis investigações ou medidas para aumentar a segurança em minas informais na região, onde acidentes como este, infelizmente, não são incomuns.

  • Saiba como proteger pesca e aquicultura de efeitos do El Niño

    Saiba como proteger pesca e aquicultura de efeitos do El Niño

    Seca e calor intenso nas regiões Norte e Nordeste, temporais e frio no Sul do país são alguns dos efeitos do El Niño, que começou no mês de junho e deve durar até março de 2027.

    O fenômeno se caracteriza pelo aquecimento das águas superficiais do Oceano Pacífico Tropical e provoca alteração na circulação atmosférica, tornando os volumes de chuvas irregulares.

    A pesca e a aquicultura são atividades vulneráveis aos efeitos do El Niño já que são afetadas diretamente pelas mudanças no regime de chuvas.

    Quando as precipitações são abaixo da média, os níveis dos rios diminuem e isso afeta a navegação, a reprodução das espécies, o abastecimento de água e dificulta o acesso às comunidades. Quando acima da média, as chuvas aumentam o risco de enchentes e os danos às estruturas de produção do setor.

    De acordo com o Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), o planejamento e busca ativa por informações são aliados dos profissionais e municípios que precisam enfrentar esses desafios. Mas, para isso, é preciso trabalho coletivo, alerta o órgão.

    “A articulação entre pesca e aquicultura, meio ambiente, recursos hídricos, saúde, assistência social e Defesa Civil pode facilitar o acompanhamento das ocorrências e a comunicação com as comunidades afetadas”, destaca o ministério em nota.

    Entre as recomendações para os próximos meses estão:

    – acompanhar as informações meteorológicas e hidrológicas oficiais;

    – manter a comunicação com outros pescadores, aquicultores, colônias, associações e cooperativas;

    – acompanhar as condições da água, como temperatura, oxigênio dissolvido e outros parâmetros em tanques e represas.

    De acordo com o informe do MPA, também é importante conhecer as características de cada território para antecipar riscos e fortalecer a capacidade de resposta dos municípios.

    Em casos de danos a estruturas, dificuldades de acesso, alterações nos níveis dos rios, perdas na produção ou mortalidade de peixes é necessário registrar ocorrência por meio do canal Fala.BR.

    “Essas informações ajudam a dimensionar os impactos e a encaminhar as demandas aos órgãos competentes”, acrescenta o informe do Ministério da Pesca e Aquicultura.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Confira a agenda dos candidatos à Presidência nesta sexta-feira

    Confira a agenda dos candidatos à Presidência nesta sexta-feira

    A agenda dos candidatos à Presidência da República nesta sexta-feira (21) inclui debates, atos de campanha, entrevistas à imprensa e encontros com representantes de diferentes setores da sociedade.

    Os presidenciáveis também participam de atividades em São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), Congonhas (MG), Araçatuba (SP) e Rio de Janeiro (RJ), além de reuniões internas e compromissos partidários.

    Confira a agenda dos presidenciáveis nesta sexta-feira (21):

    Augusto Cury (Avante)
    Das 9h às 11h30 – Participa de debate promovido pela Associação Nacional de Magistrados Evangélicos (Anamel), no Auditório Ruy Barbosa, do Instituto Presbiteriano Mackenzie, em São Paulo. O evento reúne autoridades do Judiciário, representantes de instituições jurídicas e acadêmicos para discutir o tema Justiça Servidora: Diálogo, Inclusão e Pacificação Social.

    Clariana Barão (DC)
    19h – Participa de panfletagem na Praça Marechal Rondon, em Cuiabá.

    Edmilson Costa (PCB)
    21h – Vai ao encontro do deputado federal Glauber Braga com jovens, no Rio de Janeiro.

    Hertz Dias (PSTU)
    Passa o dia em Congonhas (MG), onde participa de entrevistas à imprensa local, reunião com representantes de entidades sindicais e encontro com apoiadores no Sindicato Metabase Inconfidentes.

    Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
    19h – Participa de ato de campanha na Praça da Estação, no centro de Belo Horizonte (MG).

    Renan Santos (Missão)
    Cumpre agenda pública em Maceió, onde participa de atividade na Favela do Mundaú pela manhã. No fim do dia, em São Paulo, participa de panfletagem com apoiadores no Mackenzie.

    Romeu Zema (Novo)
    Participa de ação na Rua 25 de Março, no centro de São Paulo, para falar sobre as dificuldades enfrentadas pelos empreendedores.

    Ronaldo Caiado (PSD)
    Cumpre agenda em Araçatuba (SP). Às 16h30, concede entrevista coletiva no Sindicato Rural da Alta Noroeste (Siran). Às 17h, participa de encontro com empresários do agronegócio.

    Rui Costa (PCO)
    Tem reuniões internas pela manhã. Às 17h, concede entrevista para o Poder360 e, mais tarde, à Folha de S.Paulo.

    Samara Martins (UP)
    11h30 – Vai a debate com estudantes na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Às 15h, participa de ato pelo Dia Nacional da Moradia, na Praça 7. Às 18h, tem encontro com a juventude na Ocupação Maria do Arraial, seguido de caminhada pelo centro da cidade.

    Wilson Grassi (Democrata)
    Retorna a São Paulo após cumprir compromissos de campanha em Salvador. Ao meio-dia, almoça com membros do Partido Democrata. Às 15h, participa de reunião com a equipe de marketing da campanha e de sessão de fotos.

    O candidato Flávio Bolsonaro (PL) não divulgou compromissos públicos oficiais até o momento desta publicação. 

    Após decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o candidato Pablo Marçal (PRTB) está proibido de fazer campanha eleitoral, comparecer a debates e participar do horário eleitoral no rádio e na TV.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • EUA Anunciam “Sanções Mais Severas da História” Contra o Irã em Meio a Temores de Guerra Econômica

    Em um movimento que promete repercutir diretamente no bolso do cidadão comum e acirrar a instabilidade global, os Estados Unidos anunciaram, na última quinta-feira (20), a imposição das “sanções mais severas da história” contra o Irã. A medida, detalhada pelo secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, um dia após as ameaças de “guerra econômica” do presidente Donald Trump, visa sufocar a economia iraniana com um pacote de restrições drásticas, paradoxalmente, na tentativa de reduzir a necessidade de operações militares de grande porte e, ao mesmo tempo, já provocando a alta nos preços do petróleo e colocando em alerta parceiros comerciais como a China.

    As declarações de Bessent, que prometeu divulgar detalhes adicionais na próxima semana, vêm na esteira do aviso de Trump sobre as severas consequências para países que forneçam “qualquer tipo de apoio vital ao Irã”. A tensão geopolítica já se fez sentir nos mercados, com os preços do petróleo registrando a maior alta em mais de três semanas na quinta-feira, impulsionados pela perspectiva de penalidades financeiras destinadas a encerrar um conflito que já dura quase seis meses e tem mantido milhões de barris de petróleo do Oriente Médio retidos.

    “Não sei ao certo por que o petróleo reagiu a isso”, declarou Bessent à CNBC. “Se estamos exercendo a máxima pressão econômica, isso significa que provavelmente não haverá um reinício cinético em grande escala”, acrescentou, utilizando um termo que se refere ao uso da força militar.

    O conflito no Golfo já ceifou milhares de vidas e abalou os mercados globais, especialmente quando o Irã demonstrou a capacidade de restringir o tráfego marítimo pelo Estreito de Ormuz. Essa via navegável crucial era responsável pelo transporte de aproximadamente um quinto de todo o petróleo comercializado mundialmente antes de fevereiro, tornando qualquer interrupção uma ameaça significativa à economia global.

    Apesar de duas tentativas de cessar-fogo anunciadas em abril e junho, que visavam restaurar o livre fluxo de navios pelo Estreito de Ormuz como um passo para o fim do conflito, ambos os acordos fracassaram rapidamente, agravando a instabilidade na região.

    Histórico de Sanções e Resistência Iraniana

    O Irã tem um longo histórico de resistência a sanções econômicas, enfrentando medidas severas e quase contínuas há quase 50 anos, desde a Revolução Islâmica de 1979. Antes da recente declaração de Bessent, o Ministério das Relações Exteriores do Irã já havia condenado as sanções econômicas e comerciais dos EUA, classificando-as como “terrorismo econômico”.

    O ministério iraniano afirmou que tais medidas não “criariam nem mesmo a menor hesitação na determinação dos iranianos de salvaguardar a independência, a dignidade e a soberania nacional do país”.

    Bessent reiterou à CNBC que mais detalhes sobre o pacote de sanções seriam compartilhados em uma entrevista coletiva na próxima segunda-feira, onde ele “falaria exatamente sobre o que será feito” em relação ao Irã.

    “É um golpe duplo. Temos o bloqueio (ao Irã) e vamos impor as sanções mais duras da história”, afirmou o secretário, referindo-se ao bloqueio naval dos EUA imposto ao Irã em abril e suspenso por um mês em meados de junho.

    Ele prosseguiu: “Isso vai funcionar no Irã e vamos derrubar esse regime. É hora de nossos aliados e do resto do mundo tomarem uma decisão.”

    Um dos pontos mais sensíveis dessa estratégia é a relação com a China, que, de acordo com dados de 2025 da empresa de análise Kpler, compra mais de 80% do petróleo exportado pelo Irã. Entrar em uma guerra econômica com a China — um importante exportador para os EUA, incluindo minerais vitais de terras raras — acarreta o risco de retaliação contra Washington, complicando ainda mais o cenário.

    Questionado sobre possíveis ações contra a China por fazer negócios com o Irã, Bessent indicou que muitas conversas devem ocorrer em particular.

    “Tenha em mente que os chineses obtêm 50% (de sua) energia do Golfo. Portanto, seria um grande favor para eles aderirem ao programa”, ponderou Bessent.

    A embaixada da China em Washington, por sua vez, já se manifestou, afirmando que “sanções e pressão não ajudam a resolver o problema”.

    “A China exorta as partes envolvidas a adotarem medidas responsáveis e a resolverem a questão por meios políticos e diplomáticos”, declarou um porta-voz da embaixada.

    Pressão Interna e Consequências Econômicas

    Em uma mensagem nas redes sociais na quarta-feira (19), o presidente Donald Trump prometeu “guerra econômica e isolamento em uma escala sem precedentes”. Embora não tenha especificado quais medidas concretas os EUA tomariam nem citado países, a advertência parece se estender até mesmo aos aliados dos EUA que ajudaram a mediar as negociações de paz.

    “Qualquer país que permite que suas instituições financeiras, empresas, aeroportos ou entidades governamentais ofereçam qualquer tipo de apoio vital ao Irã enfrentará, por sua vez, consequências econômicas tremendas”, escreveu Trump.

    Internamente, o presidente norte-americano enfrenta uma crescente pressão para encerrar a guerra impopular. Os altos preços dos combustíveis têm prejudicado seus índices de aprovação e ameaçam potencialmente o controle de seu partido sobre o Congresso nas eleições de meio de mandato em novembro.

    O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, classificou os comentários de Trump como uma tentativa de desviar a atenção da opinião pública norte-americana dos problemas financeiros internos, incluindo a dívida recorde e o aumento das taxas de juros. Ele reiterou que a insistência de Washington em políticas que descreveu como fracassadas traria mais reveses e afastaria os iranianos. Historicamente, as ameaças e os anúncios de Trump nas redes sociais nem sempre são concretizados exatamente como foram escritos, o que adiciona uma camada de incerteza à situação atual.

  • Beneficiários com NIS de final 4 recebem Bolsa Família de agosto

    Beneficiários com NIS de final 4 recebem Bolsa Família de agosto

    A Caixa Econômica Federal paga nesta sexta-feira (21) a parcela de agosto do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 4. Neste mês, 19,3 milhões de família serão beneficiadas, com o valor médio do benefício em R$ 678,35.

    Os moradores de 186 municípios de sete estados receberam o crédito na terça-feira (18), independentemente do número final do NIS. O pagamento unificado beneficiou localidades em situação de emergência ou em estado de calamidade pública nos seguintes estados: Amazonas (3 municípios), Bahia (15), Paraíba (31), Paraná (5), Rio Grande do Norte (122), Roraima (6) e Sergipe (4).

    A lista dos municípios com pagamento unificado está disponível aqui.

    O valor mínimo corresponde a R$ 600. Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a famílias com crianças de até 6 anos.

    No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

    Além do benefício integral, há o pagamento da regra de proteção. Em vigor desde junho de 2023, essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo.

    Desde junho do ano passado, o tempo de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois para um ano. No entanto, quem entrou na regra até maio de 2025 continua a receber metade do benefício por dois anos.

    Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Seguranças de rua são presos por agredir ciclista até a morte no Rio

    Seguranças de rua são presos por agredir ciclista até a morte no Rio

    Os dois seguranças de rua que espancaram até a morte o ciclista Cláudio Rafael Landeiro Moreira, de 37 anos, se entregaram à polícia nessa quinta-feira (20). O crime contou com a   participação de dois entregadores de venda delivery que estão sendo procurados pela polícia. 

    A vítima foi espancada por 9 minutos, com mais de 30 golpes de porrete na cabeça, chutes no tórax e na barriga. Os seguranças desconfiaram que Cláudio Rafael tinha furtado a bicicleta que estava com ele.

    O ciclista tinha saído de casa na noite do dia 11 deste mês, pedalando de Botafogo até a Rua Belford Roxo, em Copacabana, na zona sul da cidade a bike de sua irmã, como fazia habitualmente.

    Em Copacabana, sem qualquer prova, os dois seguranças iniciaram uma abordagem à vítima. Um deles, Davi Santos Machado, com um porrete na mão, começou o interrogatório. Perguntou se a bicicleta era de Cláudio Rafael. Por ter um transtorno psicológico, o jovem respondeu que não, sem conseguir completar a frase. “Não, é minha. é da minha irmã”, disse.

    O outro segurança de rua, Jorge Luiz Ricardo Dias, tomou a bicicleta da vítima e a levou com ele.  Cláudio tentou segurar a bicicleta, e foi espancado pela primeira vez por Davi. Sozinha, a vítima foi até a Rua Felipe de Oliveira e ficou sentada na escadaria de um prédio.

    Foi ali que começou a sessão de tortura e espancamento. Com o bastão, Davi Santos começou a bater em Cláudio. Ele tentou fugir e foi derrubado pelos entregadores. A sessão de linchamento durou nove minutos e a vítima foi deixada desacordada. Antes de ir embora, Davi tirou fotos de Cláudio inconsciente, com um celular. Um dos entregadores ainda revistou o bolso do rapaz.

     Quando os bombeiros chegaram, 30 minutos depois, a vítima foi socorrida e levada para o Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea, mas não resistiu aos ferimentos. Ele morreu na madrugada do dia 12. A causa da morte foi “traumatismo craniano e hemorragia interna”.

    De acordo com o delegado titular da 12ª DP (Copacabana),  Ângelo Lages, os quatro suspeitos de participarem das agressões vão responder “por homicídio triplamente qualificado, por motivo torpe, meio cruel e impossibilidade de defesa da vítima”.

    A polícia está à procura dos dois homens que usavam mochila de entregadores e não se apresentaram para prestar depoimento. 


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Frio avança sobre centro-sul do país com mínimas abaixo de 10ºC

    Frio avança sobre centro-sul do país com mínimas abaixo de 10ºC

    Uma massa de ar seco e frio avança sobre o centro-sul do Brasil, fazendo com que o frio fique mais intenso no Rio Grande do Sul e avance sobre Mato Grosso do Sul e partes do Sudeste, com mínimas abaixo de 10°C.

    Pela manhã, no Rio Grande do Sul, a previsão é de chuvas isoladas. Até o fim do dia as nuvens permanecem concentradas entre o Rio Grande do Sul e o litoral sul de Santa Catarina. À noite, a faixa leste da região segue com muitas nuvens, mas no interior a massa de ar frio deixa o céu com poucas nuvens e temperaturas baixas.

    A temperatura mínima nas capitais da Região Sul será de 10°C em Porto Alegre. Florianópolis deve registrar máxima de 21°C.

    No Sudeste do país, São Paulo, o sul de Minas e o Rio de Janeiro amanhecem com muitas nuvens. No leste de São Paulo e na capital paulista, a previsão é de pancadas de chuva e chuva isolada durante a tarde entre o leste de São Paulo, sul de Minas Gerais e Rio de Janeiro.

    A temperatura máxima prevista é de 33°C em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro, e a mínima de 12°C em São Paulo.

    No Centro-Oeste, há aviso laranja de perigo para baixa umidade do ar no norte e leste de Mato Grosso, grande parte de Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal. A baixa umidade do ar é menos intensa nas demais áreas da região, onde permanece o aviso amarelo de perigo potencial.

    Há previsão de pancadas de chuva e trovoadas isoladas na região centro-oeste de Mato Grosso do Sul e possibilidade de chuva isolada no norte e noroeste do estado.

    Os termômetros das capitais marcam mínima de 13°C em Campo Grande e máxima de 33°C em Goiânia.

    Na Região Norte, o dia será de tempo instável, com chuva e trovoadas no centro-oeste do Acre, oeste e noroeste do Amazonas e norte de Roraima. A instabilidade aumenta ao longo do dia na região, com chuva e trovoadas no oeste do Acre, oeste e norte do Amazonas, em Roraima, noroeste do Pará e no Amapá.

    O aviso laranja de perigo para baixa umidade do ar também alcança o sul do Pará e o centro-sul do Tocantins, incluindo a capital Palmas. Nas demais áreas de Tocantins, no centro do Pará e no leste do Amazonas, incluindo a capital Manaus, também há aviso amarelo de perigo potencial para baixa umidade do ar.

    A temperatura mínima nas capitais será de 21°C em Rio Branco e a máxima de 39°C em Palmas.

    Na Região Nordeste, o aviso laranja de perigo para baixa umidade do ar alcança o sul do Piauí e o oeste da Bahia. Já o amarelo, que aponta perigo potencial para baixa umidade do ar, vai até o centro-sul do Maranhão, grande parte do Piauí, centro-sul do Ceará, sudoeste do Rio Grande do Norte, oeste da Paraíba e de Pernambuco e norte e centro da Bahia.

    Durante o dia pode ocorrer chuva isolada entre o litoral norte da Bahia, Sergipe, Alagoas e Pernambuco.

    As capitais registram temperatura mínima de 20°C em Teresina e máxima de 33°C em São Luís.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br