Autor: Redação Qnews

  • Fim da escala 6×1 e de privatizações é prioridade de Hertz Dias

    Fim da escala 6×1 e de privatizações é prioridade de Hertz Dias

    Candidato do PSTU quer revogar reformas trabalhista e da Previdência

    O enfrentamento à dominação do país por grandes monopólios capitalistas, assim como o fim da escala 6X1 – sem redução de salários, jornada de trabalho de 36 horas –, e a revogação das reformas trabalhista e da Previdência estão entre os principais pontos defendidos pelo professor, integrante do movimento hip-hop, de movimentos sociais e candidato do PSTU à Presidência da República, Hertz Dias.

    >> Veja a íntegra do documento:

    A Agência Brasil publica até domingo (20) matérias com os programas de governo de todos os candidatos à Presidência nas eleições deste ano. Os textos serão liberados seguindo a ordem alfabética do nome do candidato. Nesta sexta-feira (18), serão publicadas as matérias referentes aos candidatos Flávio Bolsonaro, Hertz Dias, Leonardo Avalanche e Luiz Inácio Lula da Silva.

    O plano de governo do candidato do PSTU também prevê a reindustrialização, o fim das privatizações de diversos setores – como metrôs, estradas e ferrovias, e a reestatização de empresas. O documento parte da constatação de que, apesar de ser uma das maiores economias mundiais, o Brasil é um dos países com a maior desigualdade no mundo, com dois terços da população vivendo com até dois salários mínimos.

    Isso aliado ao fato de o partido considerar que o país sofre um processo de retrocesso e recolonização a partir da dominação imperialista das potências capitalistas, o que tem levado o Brasil a um caminho crescente de desindustrialização, com empobrecimento, precarização do trabalho e manutenção de salários baixos, em meio ao aumento na violência urbana e privatização dos serviços públicos. 

    Para resolver esse conjunto de questões, o partido propõe como base a construção de um governo dos trabalhadores por meio de uma plataforma que conjuga direitos trabalhistas, serviços públicos, medidas de impacto na estrutura econômica, assim como políticas voltadas à população negra, mulheres, LGBTQIA+ e povos tradicionais. “Queremos que a própria classe trabalhadora e seus aliados governem diretamente a sociedade, organizem a economia, controlem as riquezas do país e decidam os rumos políticos da nova sociedade”, diz o programa. 

    Economia

    Por isso, o documento propõe o fim dos benefícios fiscais e tributários às grandes empresas, a tributação fortemente progressiva sobre lucros empresariais, a taxação ampliada sobre remessas de capital ao exterior e o imposto progressivo sobre as grandes fortunas, que possuem de R$ 1 bilhão para cima. Outro ponto é a limitação em 25% da distribuição de dividendos das grandes empresas privadas remanescentes, com reinvestimento obrigatório do excedente produtivo no território nacional e a expropriação integral da produção nacional de ouro e metais preciosos estratégicos, com incorporação automática às reservas cambiais públicas. O objetivo é reduzir a dependência das reservas em dólar e títulos estrangeiros.

    Trabalho e renda

    O candidato propõe ainda a defesa ampla dos trabalhadores com redução da jornada de trabalho para 36 horas semanais, sem redução de salários, o fim da escala 6×1 e da pejotização,das terceirizações e das demissões associadas à redução da jornada. O programa também prevê um plano nacional de obras públicas voltado à geração de empregos, universalização do saneamento básico, construção de escolas, hospitais, creches, o aumento de 100% do salário mínimo, visando chegar ao valor calculado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), bolsa equivalente a um salário mínimo para trabalhadores desempregados, fim da terceirização, a revogação das reformas trabalhista e da Previdência e a reestatização de empresas privatizadas.

    O programa também aborda a situação dos trabalhadores de aplicativo, destacando que as plataformas digitais mudaram o mercado de trabalho, mas que os apps transferem todos os riscos da atividade econômica e pagando ainda valores ínfimos aos trabalhadores. O documento propõe o reconhecimento do vínculo empregatício; garantia de todos os direitos: previdência, férias, décimo terceiro salário, descanso remunerado, seguro contra acidentes, licença-maternidade, piso salarial para carga horária mínima logada de 36 horas e remuneração mínima por corrida/entrega ou serviço prestado para jornadas menores que 36 horas.

    Demarcação de terras indígenas e quilombolas

    O candidato defende ainda a demarcação de terras indígenas e quilombolas, desapropriação das áreas utilizadas para especulação fundiária – incluindo terras públicas devolutas, latifúndios improdutivos, áreas griladas, terras concentradas em monoculturas voltadas à exportação, propriedades subutilizadas e áreas sob controle do capital financeiro. Outro ponto é o fim dos subsídios públicos bilionários ao grande agronegócio e aos monopólios e a expropriação das grandes propriedades rurais e das empresas do agronegócio, retirando o controle da produção do grande capital e das multinacionais, sem indenização aos grandes grupos e sob controle dos trabalhadores rurais.

    Mulheres

    Para as mulheres, o programa defende a igualdade de salários, prioridade de acesso ao emprego e às políticas públicas para trabalhadoras, principalmente as mais precarizadas, creches e escolas públicas, gratuitas e em tempo integral para todas as crianças, como condição para a independência das mulheres.O programa defende também o aborto legal, seguro e gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS), licença parental de um ano, compartilhada entre responsáveis, delegacias especializadas abertas 24 horas, casas-abrigo e rede de atendimento conforme a demanda. Política similar é defendida para o segmento LGBTQIA+;com investimento na saúde especializada, direito à terapia hormonal e à cirurgia de redesignação pelo SUS, com acompanhamento adequado, políticas de prevenção de infecções sexualmente transmissíveis (IST) e tratamento para pessoas com HIV, especialmente nas periferias.  

    Negros 

    No que diz respeito à questão racial, o candidato propõe a titulação dos territórios quilombolas, a expropriação, sem indenização, de fazendas do agronegócio que atuem sobre territórios indígenas e quilombolas, além da manutenção e ampliação das cotas para pessoas negras nas universidades e no serviço público. O programa defende ainda o combate à intolerância contra religiões de matriz africana e a implementação do ensino de história e cultura afro-brasileira e indígena em toda a rede de ensino.

    Além disso, prevê punições para empregadores que estimulem ou tolerem práticas racistas e traz medidas específicas para as mulheres negras, com prioridade no que diz respeito ao acesso a emprego, renda, combate à superexploração das trabalhadoras negras e garantia de direitos às trabalhadoras domésticas.

    Segurança pública

    O programa relaciona ainda a questão racial à violência contra a população negra, no debate sobre segurança pública. A principal medida proposta é a desmilitarização da Polícia Militar, com a unificação das polícias sob controle dos trabalhadores. O documento propõe ainda o o fim da criminalização de manifestações culturais periféricas, como funk e batalhas de rima, o fim da privatização dos presídios e a revogação da Lei Antidrogas.

    Para o candidato, o combate ao crime organizado, às máfias, às milícias, às facções e demais organizações criminosas deve ocorrer por meio da investigação, inteligência e desarticulação de seus negócios, com foco em atingir o patrimônio, as fontes de financiamento e as relações com agentes públicos, políticos, empresários e, especialmente, com o sistema financeiro, “em vez de realizar operações militares que vitimam principalmente a população trabalhadora.”

    Saúde

    No campo da saúde, o candidato se posiciona por um sistema de saúde 100% público e estatal para garantir saúde pública universal. Para tanto, Hertz Dias propõe o fim da privatização e da gestão privada da saúde – o que inclui organizações sociais, fundações, parcerias público-privadas, proibição da transferência de leitos públicos para planos privados, ampliação do investimento público em saúde, com prioridade para a atenção básica. O programa defende ainda a produção pública de medicamentos e insumos estratégicos e a integração entre saúde e saneamento, para enfrentar doenças relacionadas à falta de infraestrutura.

    Educação

    Na área educacional, a defesa também é por uma educação pública de qualidade. O candidato defende o fim das parcerias público-privadas e terceirizações, a revogação da Base Nacional Comum Curricular e do Novo Ensino Médio, além da ampliação de creches, escolas e universidades públicas. Outro ponto é a valorização dos profissionais da educação, permanência estudantil e oposição à militarização das escolas.

    Transporte e habitação

    No transporte público, o candidato propõe a adoção da tarifa zero, com transporte público estatal, sob controle público e dos trabalhadores, reversão das concessões privadas, fim da privatização de metrôs, estradas e ferrovias. Além disso, propõe o fim dos subsídios públicos às empresas privadas de transporte, com ampliação e integração da rede (ônibus, metrô, trem). Já para a moradia, a principal proposta é a construção massiva de moradias populares e infraestrutura por empresa pública de obras aliada à urbanização das periferias e comunidades populares, e à expropriação dos imóveis urbanos abandonados, ociosos ou destinados exclusivamente à especulação imobiliária. 


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Instituto faz comparativo de 228 indicadores dos estados brasileiros

    Instituto faz comparativo de 228 indicadores dos estados brasileiros

    Estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste ocupam as melhores posições

    Uma iniciativa do Instituto Mobilidade e Desenvolvimento Social (IMDS), lançada nesta quinta-feira (17), reúne dados comparativos de todas as 27 unidades da federação brasileira baseados em 228 indicadores. Os dados são distribuídos em 12 temas: ambiente de negócios; assistência social; atividade econômica; distribuição de renda e pobreza; educação; situação fiscal; habitação; meio ambiente; mercado de trabalho; mobilidade social; saúde e segurança. 

    Em educação, a iniciativa, chamada IMDS – Eleições: Panorama Estadual, por exemplo, mostra que no estado do Ceará, o percentual de alunos do 2º ano do ensino fundamental com nível adequado de proficiência em leitura passou de 44,9%, em 2021, para 72,1%, em 2023. Já em Alagoas, no mesmo período, o indicador passou de 30% para 30,7%, permanecendo no mesmo patamar.

    Na saúde, o panorama mostra que, entre 2020 e 2025, a taxa de casos de tuberculose aumentou no Rio de Janeiro, de 79,3 para 99,3 casos por 100 mil habitantes e, no Rio Grande do Sul, de 53,8 para 69,8.

    A comparação entre os estados, também, evidencia o retrato das diferenças regionais do país. De acordo com a iniciativa, há uma notável discrepância entre os estados do Norte e Nordeste e os do Sul, Sudeste e Centro-Oeste, separando-os em dois blocos.  

    Entre os nove primeiros colocados no ranking dos estados com a maior proporção de pessoas com renda domiciliar per capita abaixo da linha de extrema pobreza, todos são das regiões Norte e Nordeste. Os estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste ocupam as melhores posições entre as 27 unidades da Federação. 

    Para o presidente do IMDS, Paulo Tafner, a proposta não tem a intenção de produzir uma classificação única dos estados, mas oferecer elementos para uma análise mais precisa de suas diferentes realidades e trajetórias. 

    “No atual ciclo eleitoral torna-se essencial ter uma ferramenta que possibilite verificar se um problema é recente ou persistente, se o estado está melhorando ou perdendo posição e, principalmente, se seu desempenho é fato excepcional ou apenas parece ser, quando analisado isoladamente. O painel foi construído para permitir esse tipo de comparação e dar mais contexto às escolhas que estarão em discussão nestas eleições”, disse.

    A plataforma pode ser acessada aqui 


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • OIM lança Prêmio Caminhos Cruzados para reconhecer ações em prol da inclusão, proteção e dignidade

    OIM lança Prêmio Caminhos Cruzados para reconhecer ações em prol da inclusão, proteção e dignidade

    A Agência da ONU para as Migrações (OIM) anunciou, em 12 de setembro, a abertura das indicações para a primeira edição do Prêmio Caminho Cruzados, uma iniciativa da OIM que celebra pessoas, organizações e iniciativas que estão transformando a vida de migrantes, pessoas deslocadas e das comunidades que as acolhem.

    O Prêmio reconhece pessoas cujo compromisso e impacto mensurável contribuem para promover uma migração segura, ordenada e regular, ao mesmo tempo em que defendem os direitos, a dignidade, o bem-estar e a inclusão das pessoas em movimento.

    “Todos os dias, vemos migrantes fortalecendo suas comunidades e pessoas se unindo para ajudar quem está em movimento a encontrar segurança, reconstruir suas vidas e contribuir com suas habilidades”, afirmou  a diretora-geral da OIM, Amy Pope. 

    “Enquanto a OIM celebra seu 75º aniversário, o Prêmio Caminhos Cruzados reconhece essas contribuições e as pessoas que as tornam possíveis. Ao compartilhar seu trabalho, esperamos inspirar outras pessoas a transformar compaixão e boas ideias em soluções práticas que melhorem a vida das pessoas.”

    O Prêmio Caminhos Cruzados homenageia contribuições provenientes de diferentes setores da sociedade, incluindo organizações comunitárias, organizações da sociedade civil, lideranças locais, pessoas voluntárias, iniciativas lideradas por migrantes, parceiros do setor privado, instituições acadêmicas, grupos religiosos e comunidades de acolhida. O trabalho desenvolvido por esses atores promove proteção, resiliência, coesão social e prosperidade compartilhada, demonstrando como a colaboração e soluções inovadoras podem gerar mudanças significativas.

    Com raízes no legado de 75 anos da OIM no apoio às pessoas em movimento, o Prêmio reflete o compromisso permanente da Organização com a dignidade humana, a solidariedade e a esperança. Desde sua criação, em 1951, quando foi estabelecida para prestar assistência às pessoas deslocadas por conflitos na Europa do pós-guerra, a OIM evoluiu até se tornar a principal organização das Nações Unidas dedicada à migração em todo o mundo.  

    O Prêmio parte da convicção de que muitos dos exemplos mais inspiradores de liderança e impacto acontecem justamente nos locais mais próximos das comunidades atendidas pela OIM. A pessoa vencedora da primeira edição do Prêmio será anunciada durante um evento especial em comemoração ao 75º aniversário da OIM, em 9 de dezembro de 2026.

    Para mais informações sobre o Prêmio, incluindo os requisitos de elegibilidade, os critérios de seleção e as orientações para fazer uma indicação, acesse a página da OIM Brasil.

    Fonte: brasil.un.org

  • A 15 dias das eleições, ONU Mulheres apresenta dez propostas pela vida das mulheres

    A 15 dias das eleições, ONU Mulheres apresenta dez propostas pela vida das mulheres

    A ONU Mulheres lançou, nesta quinta (17) o documento 10 Propostas pela Vida das Mulheres, voltado a candidatas, candidatos, partidos políticos, instituições públicas e à sociedade. A iniciativa busca qualificar o debate público e fortalecer compromissos com a igualdade de gênero no contexto das eleições de 2026

    “Não há democracia sem mulheres no poder. As desigualdades que mantêm as mulheres longe das instâncias de decisão são as mesmas que organizam a vida delas fora da política: a sobrecarga de cuidado, a diferença salarial e a violência”, afirma a representante da ONU Mulheres no Brasil, Gallianne Palayret.

    “Estas dez propostas são caminhos objetivos para que a democracia brasileira represente, de fato, a maioria da sua população.”

    A representante redigiu e publicou uma carta aberta detalhando a motivação por trás das 10 propostas. Os dados reunidos no documento mostram a dimensão do desafio: 

    • No Brasil, as mulheres dedicam 21,3 horas por semana a afazeres domésticos e ao cuidado de pessoas, contra 11,7 horas dos homens. 
    • Nas empresas com mais de 100 funcionários, recebem cerca de 21% menos que os homens. 
    • Uma em cada três mulheres sofre violência ao longo da vida e, em 2025, 1.571 mulheres foram vítimas de feminicídio no país, 65,1% delas negras e 62,5% mortas dentro da própria casa.

    O documento também trata do clima. Na COP30, em Belém, as mulheres foram 44% das delegações nacionais, mas apenas 36% de quem as chefiava, e nos ministérios de meio ambiente da América Latina ocupam 7% dos cargos de direção, o pior índice do mundo. O Brasil já dispõe de instrumentos para mudar esse quadro, como a Estratégia Transversal Mulheres e Clima, prevista no Plano Clima 2024-2035.

    “O objetivo das propostas é fomentar o debate público e apontar caminhos concretos”, diz Gallianne. “Qualquer candidatura, de qualquer partido, pode assumir esses compromissos. E qualquer eleitora e eleitor pode cobrar. Quem pede o voto das mulheres precisa dizer o que fará por elas.”

    A ONU Mulheres não apoia candidaturas nem partidos. O documento é parte da atuação da organização pela participação política das mulheres e pelo enfrentamento à violência política de gênero e raça no ciclo eleitoral de 2026.

    Para saber mais, acesse as 10 Propostas pela Vida das Mulheres. Reprodução livre, com citação da fonte.

    Sobre a ONU Mulheres

    A ONU Mulheres é a entidade das Nações Unidas para a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres e o secretariado da Comissão pelo Status da Mulher da ONU. Atua para transformar leis, instituições, comportamentos sociais e serviços em quatro áreas: liderança e participação política, empoderamento econômico, eliminação da violência contra mulheres e meninas, e mulheres, paz e segurança, além da ação humanitária.

    Contato para a imprensa

    Fonte: brasil.un.org

  • ONU lança Década da Cultura para o Desenvolvimento Sustentável

    ONU lança Década da Cultura para o Desenvolvimento Sustentável

    A Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou, em 4 de setembro, o período de 2027 a 2036 como a Década Internacional da Cultura para o Desenvolvimento Sustentável, estabelecendo um marco global de dez anos para fortalecer a cultura em prol de sociedades mais inclusivas, resilientes e sustentáveis. 

    Iniciada pelo Vietnã, com o apoio de um grupo inter-regional de copatrocinadores e do Grupo de Amigos da Cultura, a Década representa um importante avanço para colocar a cultura no centro do próximo marco mundial de desenvolvimento. Proposta pela Conferência Geral da UNESCO, por meio da Resolução 43 C/41, e apresentada como o projeto de resolução A/80/L.102, a resolução, copatrocinada por 103 Estados-membros, foi adotada por votação registrada, com 174 votos a favor, um contra e nenhuma abstenção.

    A adoção da resolução assume particular relevância diante do atual contexto internacional desafiador. Em um momento marcado pela sobreposição de crises globais e pela crescente pressão sobre a cooperação internacional, os Estados-membros se uniram em torno de uma convicção comum: a cultura pode contribuir para a construção de consensos e para o avanço do desenvolvimento sustentável. A proclamação representa, portanto, não apenas um marco para a cultura, mas também uma reafirmação do multilateralismo e da capacidade da ação coletiva de promover avanços em relação às prioridades globais compartilhadas.

    Da ambição global à ação

    Como organização líder na implementação, a UNESCO elaborará um Plano de Ação para a Década, em consulta com os Estados-membros, as entidades das Nações Unidas e outras partes interessadas. O Plano de Ação traduzirá a ambição da Resolução em prioridades coordenadas e ações concretas. Com base nas Convenções e Recomendações da UNESCO sobre Cultura, em seus programas, em sua expertise em políticas públicas, em seus dados e em suas redes globais, a Década mobilizará governos, organizações internacionais e regionais, a sociedade civil, profissionais da cultura, comunidades e parceiros de desenvolvimento e financiamento em torno de uma ambição comum: colocar a cultura no centro de um futuro mais sustentável, inclusivo, pacífico e resiliente.

    “Esta Década reafirma nosso compromisso compartilhado com a cultura como força motriz do desenvolvimento sustentável. Gostaria de elogiar o Vietnã pela visão e liderança que tornaram possível este marco, bem como todos os Estados-membros que se uniram em torno dele, particularmente o grupo central e o Grupo de Amigos da Cultura. A UNESCO está pronta para traduzir essa ambição global renovada em políticas, investimentos e ações mais sólidas em benefício das pessoas, em todos os lugares”, disse o diretor-geral adjunto para a Cultura da UNESCO, Nayef Al-Fayez. 

    Um membro da companhia de dança Batoto Yetu se apresenta durante a abertura da Segunda Sessão do Fórum Permanente para Pessoas de Ascendência Africana, em 30 de maio de 2023.
    Legenda: Um membro da companhia de dança Batoto Yetu se apresenta durante a abertura da Segunda Sessão do Fórum Permanente para Pessoas de Ascendência Africana, em 30 de maio de 2023.
    Foto: © ONU/Loey Felipe.

    A Cultura como Força para o Desenvolvimento Sustentável

    A Década baseia-se no crescente reconhecimento de que a cultura é um poderoso impulsionador e facilitador do desenvolvimento sustentável. No Pacto para o Futuro de 2024, os Estados-membros reconheceram a cultura como um componente essencial do desenvolvimento sustentável e se comprometeram a integrá-la nas políticas e estratégias econômicas, sociais e ambientais, garantindo, ao mesmo tempo, investimento público adequado para sua proteção e promoção. Esse reconhecimento foi reafirmado no Compromisso de Sevilha, adotado na Quarta Conferência Internacional sobre Financiamento para o Desenvolvimento em 2025, que reconheceu a contribuição da cultura e da economia criativa para o desenvolvimento sustentável e destacou a necessidade de financiamento público adequado para a cultura e investimento em infraestrutura cultural.

    Esse impulso foi ainda mais fortalecido durante a MONDIACULT 2025, quando mais de 100 ministros da Cultura reafirmaram seu compromisso coletivo de consolidar a cultura como um objetivo autônomo e específico em um futuro marco de desenvolvimento das Nações Unidas. Essa ambição foi acompanhada por um compromisso mais amplo no fortalecimento do multilateralismo, tendo a cultura como um dos pilares da cooperação global, da solidariedade e do respeito aos direitos humanos.

    A Década oferece agora uma oportunidade concreta para dar continuidade a essa ambição multilateral, reunindo países e parceiros para transformar o reconhecimento político da cultura em cooperação, investimento e ação sustentáveis. À medida que os países aceleram as ações rumo aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e começam a definir o marco global de desenvolvimento para além de 2030, a Década oferece uma plataforma oportuna para aproveitar as múltiplas contribuições da cultura para as dimensões econômica, social e ambiental do desenvolvimento sustentável.

    Do patrimônio material e imaterial às indústrias culturais e criativas e à participação na vida cultural, a cultura constrói a forma como as sociedades respondem aos desafios globais compartilhados. As indústrias culturais e criativas geram 3,39% do PIB mundial e representam, em média, 3,55% dos empregos, ao mesmo tempo em que criam oportunidades para inovação, diversificação econômica e crescimento. De forma mais ampla, a cultura é uma fonte de conhecimento, criatividade e resiliência, contribuindo para a educação inclusiva, a ação climática, o turismo sustentável, a igualdade de gênero, o empoderamento dos jovens, a coesão social e a paz.

    Abrangendo os últimos quatro anos da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável e os primeiros anos do marco que a sucederá, a Década funcionará como uma ponte estratégica entre os compromissos de hoje e as prioridades globais do futuro. Com base no impulso político gerado pela MONDIACULT 2022 e 2025, a Década contribuirá para promover uma integração mais sistemática da cultura nas políticas de desenvolvimento, nos marcos de cooperação, no financiamento e nos mecanismos de monitoramento.

    Para mais informações, siga @unescobrasil e @unesco nas redes! 

    Contato para a imprensa: 

    Fonte: brasil.un.org

  • OIM lança Prêmio Caminhos Cruzados para reconhecer ações em prol da inclusão, proteção e dignidade

    OIM lança Prêmio Caminhos Cruzados para reconhecer ações em prol da inclusão, proteção e dignidade

    A Agência da ONU para as Migrações (OIM) anunciou, em 12 de setembro, a abertura das indicações para a primeira edição do Prêmio Caminho Cruzados, uma iniciativa da OIM que celebra pessoas, organizações e iniciativas que estão transformando a vida de migrantes, pessoas deslocadas e das comunidades que as acolhem.

    O Prêmio reconhece pessoas cujo compromisso e impacto mensurável contribuem para promover uma migração segura, ordenada e regular, ao mesmo tempo em que defendem os direitos, a dignidade, o bem-estar e a inclusão das pessoas em movimento.

    “Todos os dias, vemos migrantes fortalecendo suas comunidades e pessoas se unindo para ajudar quem está em movimento a encontrar segurança, reconstruir suas vidas e contribuir com suas habilidades”, afirmou  a diretora-geral da OIM, Amy Pope. 

    “Enquanto a OIM celebra seu 75º aniversário, o Prêmio Caminhos Cruzados reconhece essas contribuições e as pessoas que as tornam possíveis. Ao compartilhar seu trabalho, esperamos inspirar outras pessoas a transformar compaixão e boas ideias em soluções práticas que melhorem a vida das pessoas.”

    O Prêmio Caminhos Cruzados homenageia contribuições provenientes de diferentes setores da sociedade, incluindo organizações comunitárias, organizações da sociedade civil, lideranças locais, pessoas voluntárias, iniciativas lideradas por migrantes, parceiros do setor privado, instituições acadêmicas, grupos religiosos e comunidades de acolhida. O trabalho desenvolvido por esses atores promove proteção, resiliência, coesão social e prosperidade compartilhada, demonstrando como a colaboração e soluções inovadoras podem gerar mudanças significativas.

    Com raízes no legado de 75 anos da OIM no apoio às pessoas em movimento, o Prêmio reflete o compromisso permanente da Organização com a dignidade humana, a solidariedade e a esperança. Desde sua criação, em 1951, quando foi estabelecida para prestar assistência às pessoas deslocadas por conflitos na Europa do pós-guerra, a OIM evoluiu até se tornar a principal organização das Nações Unidas dedicada à migração em todo o mundo.  

    O Prêmio parte da convicção de que muitos dos exemplos mais inspiradores de liderança e impacto acontecem justamente nos locais mais próximos das comunidades atendidas pela OIM. A pessoa vencedora da primeira edição do Prêmio será anunciada durante um evento especial em comemoração ao 75º aniversário da OIM, em 9 de dezembro de 2026.

    Para mais informações sobre o Prêmio, incluindo os requisitos de elegibilidade, os critérios de seleção e as orientações para fazer uma indicação, acesse a página da OIM Brasil.

    Fonte: brasil.un.org

  • A 15 dias das eleições, ONU Mulheres apresenta dez propostas pela vida das mulheres

    A 15 dias das eleições, ONU Mulheres apresenta dez propostas pela vida das mulheres

    A ONU Mulheres lançou, nesta quinta (17) o documento 10 Propostas pela Vida das Mulheres, voltado a candidatas, candidatos, partidos políticos, instituições públicas e à sociedade. A iniciativa busca qualificar o debate público e fortalecer compromissos com a igualdade de gênero no contexto das eleições de 2026

    “Não há democracia sem mulheres no poder. As desigualdades que mantêm as mulheres longe das instâncias de decisão são as mesmas que organizam a vida delas fora da política: a sobrecarga de cuidado, a diferença salarial e a violência”, afirma a representante da ONU Mulheres no Brasil, Gallianne Palayret.

    “Estas dez propostas são caminhos objetivos para que a democracia brasileira represente, de fato, a maioria da sua população.”

    A representante redigiu e publicou uma carta aberta detalhando a motivação por trás das 10 propostas. Os dados reunidos no documento mostram a dimensão do desafio: 

    • No Brasil, as mulheres dedicam 21,3 horas por semana a afazeres domésticos e ao cuidado de pessoas, contra 11,7 horas dos homens. 
    • Nas empresas com mais de 100 funcionários, recebem cerca de 21% menos que os homens. 
    • Uma em cada três mulheres sofre violência ao longo da vida e, em 2025, 1.571 mulheres foram vítimas de feminicídio no país, 65,1% delas negras e 62,5% mortas dentro da própria casa.

    O documento também trata do clima. Na COP30, em Belém, as mulheres foram 44% das delegações nacionais, mas apenas 36% de quem as chefiava, e nos ministérios de meio ambiente da América Latina ocupam 7% dos cargos de direção, o pior índice do mundo. O Brasil já dispõe de instrumentos para mudar esse quadro, como a Estratégia Transversal Mulheres e Clima, prevista no Plano Clima 2024-2035.

    “O objetivo das propostas é fomentar o debate público e apontar caminhos concretos”, diz Gallianne. “Qualquer candidatura, de qualquer partido, pode assumir esses compromissos. E qualquer eleitora e eleitor pode cobrar. Quem pede o voto das mulheres precisa dizer o que fará por elas.”

    A ONU Mulheres não apoia candidaturas nem partidos. O documento é parte da atuação da organização pela participação política das mulheres e pelo enfrentamento à violência política de gênero e raça no ciclo eleitoral de 2026.

    Para saber mais, acesse as 10 Propostas pela Vida das Mulheres. Reprodução livre, com citação da fonte.

    Sobre a ONU Mulheres

    A ONU Mulheres é a entidade das Nações Unidas para a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres e o secretariado da Comissão pelo Status da Mulher da ONU. Atua para transformar leis, instituições, comportamentos sociais e serviços em quatro áreas: liderança e participação política, empoderamento econômico, eliminação da violência contra mulheres e meninas, e mulheres, paz e segurança, além da ação humanitária.

    Contato para a imprensa

    Fonte: brasil.un.org

  • ONU lança Década da Cultura para o Desenvolvimento Sustentável

    ONU lança Década da Cultura para o Desenvolvimento Sustentável

    A Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou, em 4 de setembro, o período de 2027 a 2036 como a Década Internacional da Cultura para o Desenvolvimento Sustentável, estabelecendo um marco global de dez anos para fortalecer a cultura em prol de sociedades mais inclusivas, resilientes e sustentáveis. 

    Iniciada pelo Vietnã, com o apoio de um grupo inter-regional de copatrocinadores e do Grupo de Amigos da Cultura, a Década representa um importante avanço para colocar a cultura no centro do próximo marco mundial de desenvolvimento. Proposta pela Conferência Geral da UNESCO, por meio da Resolução 43 C/41, e apresentada como o projeto de resolução A/80/L.102, a resolução, copatrocinada por 103 Estados-membros, foi adotada por votação registrada, com 174 votos a favor, um contra e nenhuma abstenção.

    A adoção da resolução assume particular relevância diante do atual contexto internacional desafiador. Em um momento marcado pela sobreposição de crises globais e pela crescente pressão sobre a cooperação internacional, os Estados-membros se uniram em torno de uma convicção comum: a cultura pode contribuir para a construção de consensos e para o avanço do desenvolvimento sustentável. A proclamação representa, portanto, não apenas um marco para a cultura, mas também uma reafirmação do multilateralismo e da capacidade da ação coletiva de promover avanços em relação às prioridades globais compartilhadas.

    Detalhes na parede do Museu Maison des Esclaves, na Ilha de Gorée, na costa de Dakar, no Senegal. A ilha é um símbolo poderoso do tráfico transatlântico de pessoas escravizadas. Classificada como Patrimônio Mundial da UNESCO, a Ilha de Gorée concilia a memória histórica com as realidades da vida cotidiana da população da África Ocidental.
    Legenda: Detalhes na parede do Museu Maison des Esclaves, na Ilha de Gorée, na costa de Dakar, no Senegal. A ilha é um símbolo poderoso do tráfico transatlântico de pessoas escravizadas. Classificada como Patrimônio Mundial da UNESCO, a Ilha de Gorée concilia a memória histórica com as realidades da vida cotidiana da população da África Ocidental.
    Foto: © ONU/Mark Garten.

    Da ambição global à ação

    Como organização líder na implementação, a UNESCO elaborará um Plano de Ação para a Década, em consulta com os Estados-membros, as entidades das Nações Unidas e outras partes interessadas. O Plano de Ação traduzirá a ambição da Resolução em prioridades coordenadas e ações concretas. Com base nas Convenções e Recomendações da UNESCO sobre Cultura, em seus programas, em sua expertise em políticas públicas, em seus dados e em suas redes globais, a Década mobilizará governos, organizações internacionais e regionais, a sociedade civil, profissionais da cultura, comunidades e parceiros de desenvolvimento e financiamento em torno de uma ambição comum: colocar a cultura no centro de um futuro mais sustentável, inclusivo, pacífico e resiliente.

    “Esta Década reafirma nosso compromisso compartilhado com a cultura como força motriz do desenvolvimento sustentável. Gostaria de elogiar o Vietnã pela visão e liderança que tornaram possível este marco, bem como todos os Estados-membros que se uniram em torno dele, particularmente o grupo central e o Grupo de Amigos da Cultura. A UNESCO está pronta para traduzir essa ambição global renovada em políticas, investimentos e ações mais sólidas em benefício das pessoas, em todos os lugares”, disse o diretor-geral adjunto para a Cultura da UNESCO, Nayef Al-Fayez. 

    Um membro da companhia de dança Batoto Yetu se apresenta durante a abertura da Segunda Sessão do Fórum Permanente para Pessoas de Ascendência Africana, em 30 de maio de 2023.
    Legenda: Um membro da companhia de dança Batoto Yetu se apresenta durante a abertura da Segunda Sessão do Fórum Permanente para Pessoas de Ascendência Africana, em 30 de maio de 2023.
    Foto: © ONU/Loey Felipe.

    A Cultura como Força para o Desenvolvimento Sustentável

    A Década baseia-se no crescente reconhecimento de que a cultura é um poderoso impulsionador e facilitador do desenvolvimento sustentável. No Pacto para o Futuro de 2024, os Estados-membros reconheceram a cultura como um componente essencial do desenvolvimento sustentável e se comprometeram a integrá-la nas políticas e estratégias econômicas, sociais e ambientais, garantindo, ao mesmo tempo, investimento público adequado para sua proteção e promoção. Esse reconhecimento foi reafirmado no Compromisso de Sevilha, adotado na Quarta Conferência Internacional sobre Financiamento para o Desenvolvimento em 2025, que reconheceu a contribuição da cultura e da economia criativa para o desenvolvimento sustentável e destacou a necessidade de financiamento público adequado para a cultura e investimento em infraestrutura cultural.

    Esse impulso foi ainda mais fortalecido durante a MONDIACULT 2025, quando mais de 100 ministros da Cultura reafirmaram seu compromisso coletivo de consolidar a cultura como um objetivo autônomo e específico em um futuro marco de desenvolvimento das Nações Unidas. Essa ambição foi acompanhada por um compromisso mais amplo no fortalecimento do multilateralismo, tendo a cultura como um dos pilares da cooperação global, da solidariedade e do respeito aos direitos humanos.

    A Década oferece agora uma oportunidade concreta para dar continuidade a essa ambição multilateral, reunindo países e parceiros para transformar o reconhecimento político da cultura em cooperação, investimento e ação sustentáveis. À medida que os países aceleram as ações rumo aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e começam a definir o marco global de desenvolvimento para além de 2030, a Década oferece uma plataforma oportuna para aproveitar as múltiplas contribuições da cultura para as dimensões econômica, social e ambiental do desenvolvimento sustentável.

    Do patrimônio material e imaterial às indústrias culturais e criativas e à participação na vida cultural, a cultura constrói a forma como as sociedades respondem aos desafios globais compartilhados. As indústrias culturais e criativas geram 3,39% do PIB mundial e representam, em média, 3,55% dos empregos, ao mesmo tempo em que criam oportunidades para inovação, diversificação econômica e crescimento. De forma mais ampla, a cultura é uma fonte de conhecimento, criatividade e resiliência, contribuindo para a educação inclusiva, a ação climática, o turismo sustentável, a igualdade de gênero, o empoderamento dos jovens, a coesão social e a paz.

    Abrangendo os últimos quatro anos da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável e os primeiros anos do marco que a sucederá, a Década funcionará como uma ponte estratégica entre os compromissos de hoje e as prioridades globais do futuro. Com base no impulso político gerado pela MONDIACULT 2022 e 2025, a Década contribuirá para promover uma integração mais sistemática da cultura nas políticas de desenvolvimento, nos marcos de cooperação, no financiamento e nos mecanismos de monitoramento.

    Para mais informações, siga @unescobrasil e @unesco nas redes! 

    Contato para a imprensa: 

    Fonte: brasil.un.org

  • Brasil bate Colômbia e segue 100% no Sul-Americano masculino de vôlei

    Brasil bate Colômbia e segue 100% no Sul-Americano masculino de vôlei

    Darlan comanda 3º triunfo no torneio, que dá vaga olímpica ao campeão

    A caminhada da seleção masculina de vôlei no Campeonato Sul-Americano, disputado no Rio de Janeiro, segue sem percalços.

    Nesta quinta-feira (17), os brasileiros chegaram à terceira vitória em três partidas, ao superarem a Colômbia por 3 sets a 0, parciais de 25/23, 25/14 e 25/16, após uma hora e 18 minutos de jogo no Maracanãzinho.

    O Brasil lidera a competição com os mesmos nove pontos da Argentina, mas fica a frente por ainda não ter cedido sets. O torneio reúne seis seleções, que jogam entre si em cinco rodadas. O campeão assegura vaga antecipada à Olimpíada de Los Angeles (Estados Unidos), em 2028.

    As vitórias por 3 sets a 0 ou 3 a 1 valem três pontos. No caso de um 3 a 2, a equipe ganhadora faz dois pontos e a que perder soma um ponto.

    O triunfo verde e amarelo foi comandado por Darlan, com 19 pontos. Poupado na estreia contra o Chile por conta de uma gripe, o oposto foi titular na vitória por 3 a 0 (25/18, 25/13 e 25/16) sobre a Bolívia na última quarta-feira (16), mas atuou somente no primeiro set.

    Nesta quinta-feira (17), ele participou normalmente das parciais.

    O próximo desafio do Brasil será no sábado (19), às 11h (horário de Brasília), diante da Venezuela.

    No domingo (20), às 10h, a seleção de Bernardinho decide o título e a vaga olímpica contra a Argentina.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Bolão de Presidente Venceslau (SP) leva R$ 101 milhões na Mega-Sena

    Bolão de Presidente Venceslau (SP) leva R$ 101 milhões na Mega-Sena

    Números sorteados são: 01 – 02 – 07 – 18 – 33 – 35

    Um bolão com nove cotas feito em Presidente Venceslau (SP) acertou as seis dezenas do Concurso 3.059 da Mega-Sena sorteadas nesta quinta-feira (17). Os ganhadores receberão o prêmio de R$ 101.970.706,13.

    O bolão foi feito na lotérica Cantinho da Sorte e apostou sete números. 

    Os números sorteados são: 01 – 02 – 07 – 18 – 33 – 35

    • 98 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 31.664,29 cada
    • 6.697 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 763,77 cada

    Apostas

    Para o próximo concurso, no domingo (20), o prêmio principal está estimado em R$ 28 milhões.

    As apostas podem ser feitas até as 22h (horário de Brasília) de sábado (19), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa.

    A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br