Categoria: Brasil

  • Confira a agenda dos presidenciáveis neste fim de semana (29 e 30)

    Confira a agenda dos presidenciáveis neste fim de semana (29 e 30)

    A agenda dos presidenciáveis neste fim de semana inclui sabatina, atos políticos, caminhadas, carreatas e encontros com apoiadores. Também estão previstas visitas a eventos e locais afetados por problemas de infraestrutura.
    Os candidatos participam ainda de atividades voltadas às mulheres, rodas de conversa sobre cultura e arte e lançamento de candidatura.
    Romeu Zema (Novo)
    Vai a Feliz (RS) observar o local onde a ponte caiu duas vezes e apresentar propostas sobre o El Nino e infraestruturas. Em Canoas (RS), participa de encontro com as mulheres do partido Novo.
    Ronaldo Caiado (PSD)
    Visita a Festa do Peão em Barretos (SP), no sábado.
    Rui Costa Pimenta (PCO)
    Participa de evento de lançamento da candidatura no Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Porto Alegre (RS), no sábado.
    Samara Martins (UP)
    No sábado, participa de caminhada em Mauá (SP) e de caminhada e reunião com Associação dos Moradores da Comunidade Spama, na região Noroeste da capital paulista.
    Augusto Cury (Avante)
    Participa de Sabatina na TV Globo.
    Flávio Bolsonaro (PL)
    Cumpre agenda em Angra dos Reis (RJ) neste sábado. Às 13h, concentração de carreata no KM 41 da Rodovia Gov. Mário Covas. Às 15h, barqueata no Marinas do Atlântico.
    Hertz Dias (PSTU)
    No sábado, participa de visita à Ocupação da Residência Feminina e de roda de conversa sobre cultura e arte na sede do PSTU.
    Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
    No sábado, participa do ato Mulheres com Lula no centro de Belo Horizonte (MG).
    Renan Santos (Missão)
    No sábado, participa de carreata e adesivaço na praça Charles Miller, em São Paulo (SP).
    A candidata Clariana Barão (DC) não tem agenda pública de campanha neste fim de semana.
    Os candidatos Edmilson Costa (PCB) e Wilson Grassi (Democrata) não divulgaram a agenda de campanha até o momento desta publicação.
    A ordem de apresentação da cobertura da agenda dos candidatos a presidente segue rodízio diário em ordem alfabética.

    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Mestres da cultura popular evocam tradição e encanto a novos públicos

    Mestres da cultura popular evocam tradição e encanto a novos públicos

    “Alumiar em vida”. A expressão funciona como uma tradução de sentimentos do que significa assumir a coroa de rainha do congado do Maçambique de Osório, manifestação cultural da comunidade quilombola do Morro Alto, no litoral norte do Rio Grande do Sul.
    “Alumiada” há uma década, a rainha e mestra Francisca Dias, de 65 anos de idade, e mais 19 músicos do quilombo, sobem ao palco do Conic, em Brasília, para o Encontro de Mestres da cultura popular, neste sábado (29), às 20h, com entrada gratuita.
    Francisca Dias, conhecida na comunidade como a Rainha Ginga Preta, explica que o maçambique é uma congada gaúcha, de tradição de matriz africana bantu, mantida na região desde o século 19.
    “São as mesmas roupas e músicas desde sempre”, diz.
    A manutenção de tradição, arte, fé e memória encanta a comunidade e forma uma aliança de resistência de diferentes faixas etárias participantes. Os artistas vão de crianças a idosos. Tudo do grupo é produzido pela própria comunidade, incluindo os instrumentos.
    Além dos tambores, a comunidade faz a maçacaia, que é um cestinho de taquara com sementes de caetés, que garante o ritmo para o congado do maçambique de Osório.
    “A congada tem música de salão, de rua e de igreja”, explica.
    O elemento da fé católica enaltece a imagem de Nossa Senhora do Rosário. “A bandeira é muito sagrada para a gente”, afirma.
    Além do elemento de fé, a rainha entende que a arte ensina contra preconceitos, incluindo o racismo. “A gente prepara também as nossas crianças para se defenderem com palavras”.
    Para a rainha, apresentar a tradição de sua comunidade na capital do país a emociona. “Esse é um momento muito feliz, um sonho de levar a nossa cultura pelo Brasil. É muito triste para a gente, quando falamos da congada, existe quem estranhe a presença das pessoas negras no Rio Grande do Sul”.
    Visibilidade
    Garantir visibilidade à multiplicidade de manifestações culturais, ir na contramão de preconceitos e formar novos públicos fazem parte dos objetivos do encontro de mestres em Brasília, que começou na quinta-feira (27).
    Segundo o curador e coordenador do evento, Anderson Formiga, há artistas de 11 estados e do Distrito Federal na programação que se encerra neste sábado.
    “A gente tentou formar um mosaico de cultura popular, que é muito negro, mas que também tem um pé nas origens europeias e outras indígenas. Mas isso é parte da nossa musicalidade”, disse.
    Além das apresentações no palco, o evento contempla também oficinas.
    O curador entende que é preciso chamar atenção dos mais jovens para conhecerem as mais variadas manifestações da rica cultura brasileira. “O jovem precisa ser encantado”, acredita.
    Ao mesmo tempo, ele acrescenta que os artistas mais velhos têm conseguido fazer herdeiros dispostos a honrar as tradições dos ancestrais.
    Longe das telas
    Respeitar as tradições é a regra que tem sido seguida à risca pela comunidade gaúcha do maçambique.
    “Quando eles estão na congada, ninguém nem pensa em pegar o celular”, diz a rainha Preta.
    Segundo a rainha, seu maior desejo é honrar os ancestrais. A mãe, Severina Dias, última rainha, morreu em 7 de outubro de 2016, justamente no dia de Rosário, a padroeira. Severina pediu à filha Francisca que lutasse por manter viva a tradição artística. Isso faz também a atual rainha se emocionar em subir ao palco pelo país.
    Neste ano, a celebração do maçambique não ocorrerá no dia 7 por causa das eleições, mas no dia 24 de setembro. O quilombo conta hoje com 1.750 famílias.
    Valorização
    Cuidar do legado e das futuras gerações também é preocupação do mestre e músico maranhense Tião Carvalho, de 71 anos. Ele contabiliza apresentações frequentes na Europa e mistura ritmos, como samba, coco, bumba-meu-boi, forró e baião.
    Carvalho, que é professor na educação básica, fundou o grupo Cupuaçu, que se dedica ao estudo e à prática de brincadeiras populares.
    “É preciso que o Brasil valorize mais a cultura tradicional. O foco maior é a gente conscientizar e buscar políticas públicas que garantam espaço para nós”, afirmou antes de subir ao palco.
    Ele entende que ainda hoje artistas com mais recursos são mais contemplados em shows nas cidades brasileiras. “Se você mostrar a cultura para o jovem, ele vai gostar”, considera.
    Programação
    – 19h – Moçambique de Santa Efigênia (DF)
    – 20h – Maçambique de N.Sra do Rosário de Osório (RS)
    – 21h – Adiel Luna convida João Arruda e Alexandre
    – 23h – Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro (DF)
    – 01h – Carimbó Beija-Flor de Marudá (PA)
    Confira a programação no instagram.

    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Calila das Mercês lança livro e celebra literatura feita no interior

    Calila das Mercês lança livro e celebra literatura feita no interior

    “Minhas primeiras escolas são os quintais: o sertão e o recôncavo baiano, duas geografias interioranas que compõem essa minha primeira relação com a literatura”, conta Calila das Mercês.
    A pesquisadora, jornalista e escritora é uma das curadoras da quarta edição do Festival Literário de Paracatu, cidade mineira a 500 quilômetros de Belo Horizonte (MG).
    Calila assina a curadoria ao lado de Sérgio Abranches e Afonso Borges, idealizador e presidente do festival.
    Neste ano, o tema Sertão em Nós: Meu Lugar no Mundo propõe uma conversa entre dois pensadores fundamentais do Brasil profundo: Milton Santos, cujo centenário foi comemorado em maio, e João Guimarães Rosa, que apresentava ao mundo o seu Grande Sertão: Veredas, há 70 anos.
    Calila fala com carinho dos livros de Guimarães Rosa. Grande Sertão ela chama de “fabuloso”. Campo Geral, de 1956, a deixou “muito emocionada”. Com Milton, ela divide o lugar, o território e o interior da Bahia.
    “A gente está homenageando também meu conterrâneo, que é o Milton Santos, que marcou sua existência, no Brasil e no mundo, trazendo discussões que nos são muito caras. Sobre a questão do nosso lugar, mas também sobre como a gente pode pensar o território sem engessar”.
    A escritora, que já assinou eventos literários em Cachoeira (BA) e em Cavalcante (GO), celebra a realização desses encontros pelo interior do Brasil. Ao mesmo tempo, demonstra preocupação com o manejo dessas festas e com o risco de que se tornem palanques políticos, festas com “donos”, que ditariam como a literatura deve adentrar esses locais. Além disso, ela defende um olhar respeitoso sobre o que é produzido em cada um desses lugares.
    “Acho que o grande desafio é a gente produzir uma ideia de que o pensamento não chega de fora. Ele não, necessariamente, chega dos grandes centros. Eu acho que Paracatu é um lugar que produz pensamento, que tem trazido consigo também uma identidade, um jeito muito daqui de fazer acontecer”.
    Para ela, o festival consegue criar as condições de integrar pessoas e promover conversas surpreendentes, com pessoas de diferentes sotaques, respeitando a literatura produzida na cidade. Entre os nomes que passam por Paracatu este ano estão Mia Couto, Alê Santos, Bruna Lombardi, Eliana Alves Cruz, Jeferson Tenório, Jeovanna Vieira, Paulliny Tort e Renato Nogueira.
    Às margens do São Francisco
    Calila, que já publicou livros de poesias e de contos, lançou em julho Nódoa, seu primeiro romance, pela Companhia das Letras. Ela conta que ainda está aprendendo a falar sobre o livro, que foi todo escrito em movimento. Um movimento que é feito sem que ela deixe de carregar suas referências.
    “Eu escrevi dentro do ônibus, eu escrevi em uma rodoviária, escrevi no barulho, escrevi com mudança. Mudanças necessárias, mudanças de casa. Condições mais precárias, condições mais tranquilas. É um livro sobre movimento e eu escrevo tudo me movendo”, lembra.
    Nesse movimento, Calila foi quatro vezes ao rio São Francisco e foi ver o maior cajueiro do mundo. Segundo ela, o objetivo foi se conectar com os pedaços de natureza e também de urbanidade.
    Nesse contato com a natureza, viu sua escrita germinar, com toda a criatividade e a radicalidade que seus textos exigem.
    Livro
    O livro Nódoa é narrado por Regina e por Lurdes Maria. As muitas mulheres do livro estão em constante movimento sem, entretanto, se perderem umas das outras.
    O livro também é pensado na forma, na materialidade da escrita, em maiúsculas e minúsculas. Os recursos são usados para traduzir cada personagem: a que não sabe nem ler nem escrever; a que só fala baixinho, com vergonha; a artista plástica.
    “Eu queria usar o papel e também essa parte da editoração, da parte gráfica, para elucidar esse trabalho das maiúsculas e minúsculas, de quem fala em terceira pessoa, de quem fala abaixo, de quem só tem a oralidade como fonte de comunicação e o gesto e o corpo e os silêncios. Então, uso muito silêncio nas páginas”.
    O livro, continua Calila, foi todo feito pensando na força das outras linguagens. As palavras formam desenhos. Há um trabalho sensorial e de oralidade que entrega ao leitor outras formas de ver e ler a obra. E que deixam marcas, que deixam nódoas.
    “Às vezes a nódoa lembra a gente de um suco que caiu na roupa, um suco que alguém que a gente ama fez. Às vezes uma mancha de dendê que não saiu, mas que foi de um caruru, aquela avó que nem está ali mais. Então, eu acho que as nódoas também mancham, e deixam marcas que ficam e que são importantes”.
    Sobre o festival:
    4º Festival Literário Internacional de Paracatu (Fliparacatu)
    De 26 a 30 de agosto de 2026
    Local: Centro Histórico de Paracatu
    Entrada gratuita

    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Mega-Sena acumula para R$ 30 milhões; confira os números sorteados

    Mega-Sena acumula para R$ 30 milhões; confira os números sorteados

    Geral

    Números sorteados são: 11 – 14 – 30 – 38 – 49 – 55
    Agência Brasil
    Publicado em 27/08/2026 – 21:30
    Brasília
    Versão em áudio
    Nenhum apostador acertou as seis dezenas do Concurso 3.050 da Mega-Sena, realizado nesta quinta-feira (27). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 30 milhões para o próximo sorteio.
    Os números sorteados são: 11 – 14 – 30 – 38 – 49 – 55
    – 26 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 55.536,51 cada
    – 1.682 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 1.415,06 cada
    Apostas
    O próximo concurso acontece domingo (30), às 11h. As apostas podem ser feitas até as 22h (horário de Brasília) de sábado (29), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa.
    A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.
    Mais notícias
    Geral Novas tempestades devem atingir o Rio Grande do Sul até segunda-feira
    sex, 28/08/2026 – 20:18
    Política Confira como foi a sexta-feira (28) dos presidenciáveis
    sex, 28/08/2026 – 20:11
    Política TSE marca julgamento de registros dos candidatos à Presidência
    sex, 28/08/2026 – 20:09
    Economia Bandeira tarifária de energia permanecerá amarela em setembro
    sex, 28/08/2026 – 19:26
    Economia Dólar sobe a R$ 5,19 após tom mais duro de presidente do Fed
    sex, 28/08/2026 – 19:10
    Esportes Isaquias Queiroz fica longe do pódio do Mundial de canoagem na Polônia
    sex, 28/08/2026 – 19:04

    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Apesar de liminar, Camex prorroga imposto sobre exportação de petróleo

    Apesar de liminar, Camex prorroga imposto sobre exportação de petróleo

    As exportações de petróleo bruto e minerais betuminosos (rochas e substâncias ricas em hidrocarbonetos) tiveram a tributação de 12% prorrogada por mais 60 dias, a partir de 8 de setembro, quando vence o prazo da decisão anterior, em vigor desde julho.
    A decisão foi tomada pelo Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex-Camex) nesta quinta-feira (27), segundo informou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, e ocorre no mesmo dia em que a Justiça Federal concedeu uma liminar suspendendo a cobrança da tarifa. A suspensão atendeu pedido da Associação Brasileira de Empresas de Exploração e de Produção de Petróleo e Gás (Abep).
    O imposto sobre a exportação de petróleo foi criado por meio de uma medida provisória (MP) editada em março pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para compensar a redução de tributos federais sobre o diesel, adotada pelo governo para amenizar os impactos da alta internacional dos combustíveis provocada pelo conflito militar no Oriente Médio, envolvendo Estados Unidos (EUA) e Irã, o que acarretou em fechamento das principais rotas internacionais de comércio de petróleo e impactou fortemente na alta do preço do barril do produto em todo o planeta.
    Após vigorar por 120 dias, a MP perdeu a validade em julho, por não ter sido aprovada pelo Congresso Nacional. No mesmo mês, o Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex-Camex) decidiu, por ato administrativo, reinstituir a alíquota de 12% do imposto de exportação sobre esses produtos, que agora foi novamente prorrogada, pelo menos até novembro.
    Como se trata de um tributo regulatório, a Camex tem o poder manter a alíquota por decisão administrativa, sem necessidade de aprovação do Poder Legislativo. Porém, as empresas exportadoras, representadas pela Abep, sustentaram na ação coletiva contra a Receita Federal que a resolução do Gecex-Camex era, na prática, uma reprodução da cobrança que o Congresso havia deixado caducar. A entidade pediu que a Justiça impedisse o Fisco de continuar cobrando os 12% e que também reconhecesse o direito das empresas de recuperar valores pagos desde que a cobrança foi retomada, no início de julho.
    Na decisão, o juiz Diego Câmara, da 17ª Vara Federal de Brasília, concordou com o argumento e mandou suspender a cobrança do imposto de agora em diante, mas não concedeu autorização expressa para a restituição ou compensação do que já foi pago em favor das empresas exportadoras.
    Defesa comercial
    Além de prorrogar a tarifa de exportação de petróleo, o Gecex-Camex aprovou determinações definitivas de antidumping sobre resinas PET originárias da Malásia e Vietnã e sobre tubos de aço carbono da Ucrânia.
    Também foi aplicada medida antidumping provisória contra fibras de vidro de China e Egito. Medidas antidumping são instrumentos de política comercial usados por um país para proteger sua indústria quando empresas estrangeiras vendem determinado produto no mercado doméstico por um preço considerado artificialmente baixo, em condições caracterizadas como dumping, causando ou ameaçando causar dano à indústria nacional.
    O colegiado deliberou ainda pela renovação, por 12 meses, da elevação tarifária para 28 produtos do setor químico. Já entre as reduções tarifárias, foi aprovada a inclusão de 553 novos itens de Bens de Capital (BK) e Bens de Informática e Telecomunicações (BIT) na lista de ex-tarifários, que zera imposto de importação para produtos que não têm produção nacional similar.

    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • TRE-RJ proíbe Garotinho de ir a debate e ter propaganda eleitoral

    TRE-RJ proíbe Garotinho de ir a debate e ter propaganda eleitoral

    O Tribunal Regional Eleitoral do Rio (TRE-RJ) proibiu nesta quinta-feira (27) o candidato do Republicanos ao governo do estado, Anthony Garotinho, de usar repasses do fundo eleitoral, de ir a debates e de ter propaganda no horário eleitoral gratuito.
    O colegiado atendeu ação movida pela Coligação Juntos para Mudar, Coragem para Reconstruir. A coligação argumentou que Garotinho está com os direitos políticos suspensos após condenação por improbidade administrativa.
    Garotinho foi condenado por participar de esquema que desviou R$ 234,4 milhões da Secretaria Estadual de Saúde entre 2005 e 2006, quando ocupava o cargo de secretário na administração de sua esposa e ex-governadora Rosinha Garotinho.
    Garotinho pode recorrer da decisão de hoje ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A defesa do político informou, por meio de nota, que vai recorrer da medida.
    O colegiado do TRE também determinou que Garotinho devolva recursos eventualmente disponibilizados e ainda não usados. O tribunal fixou multa de 10% sobre os valores eventualmente repassados pelo partido após a ciência da decisão e multa de 10% dos valores utilizados pelo candidato após essa decisão.
    O mérito do pedido de registro de candidatura de Anthony Garotinho ainda será julgado pela Corte Eleitoral fluminense, em data a ser marcada.

    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Aeroporto Santos Dumont é liberado para pousos e decolagens

    Aeroporto Santos Dumont é liberado para pousos e decolagens

    A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) informou que a pista do Aeroporto Santos Dumont, na região central do Rio de Janeiro, foi liberada às 23h dessa quinta-feira (27), após a retirada de um jatinho Embraer Phenom, prefixo PSVEE – E50P, que atingiu o gramado lateral durante o procedimento de pouso, às 16h10. Na aeronave estavam o piloto e um tripulante. Nenhum dos dois ficou ferido. A aeronave tem capacidade para cinco passageiros.
    O Plano de Emergência do aeroporto foi acionado imediatamente. Equipes do Corpo de Bombeiros deram suporte, e técnicos do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) estiveram no aeroporto para iniciar as investigações sobre a causa da saída da pista.
    Durante a suspensão das operações de pousos e decolagens, 15 voos foram transferidos para o Aeroporto Internacional do Galeão e 71 foram cancelados em função do acidente.
    Centenas de passageiros ficaram horas esperando para seguir para seus destinos.

    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Programa Espaço Arte celebra 50 anos da Nacional FM Brasília

    Programa Espaço Arte celebra 50 anos da Nacional FM Brasília

    Em comemoração aos 50 anos da Rádio Nacional FM de Brasília, o Espaço Arte desta sexta-feira (28) vai ao ar a partir das 13h com uma programação especial. A edição reúne artistas de diferentes gerações que marcam o meio século de história da emissora pública e da cultura brasiliense.
    Sob o comando de Marcelo Ferreira e Mário Sartorello, o bate-papo conta com a presença do pianista, arranjador e compositor Renato Vasconcellos; o multi-instrumentista, poeta e artista plástico Renato Mattos; e as cantoras e compositoras Fernanda Jacob e Ane Êoketu, representantes da nova geração do samba de Brasília.
    Além disso, o Tarde Nacional da Nacional FM Brasília, que vai ao ar das 15 horas até as 18 horas, terá conteúdo especial. Serão veiculadas mensagens de artistas parabenizando a rádio pelos seus 50 anos.
    Sobre o programa
    Criado em 2004 na Rádio Nacional AM Brasília, o programa Espaço Arte consolidou-se como vitrine para artistas e iniciativas culturais do Distrito Federal. Em 2016, passou a ser transmitido também pela Nacional FM, fortalecendo seu compromisso com a valorização da cultura local. Ao longo de duas décadas, contou com nomes como Heleninha Bortoni e Giovanni Motta. Atualmente, o programa é apresentado por Marcelo Ferreira, com produção de Denise Oliveira e traz entrevistas culturais diárias, coberturas de eventos e apoio à cadeia produtiva das artes do DF.
    Rádio Nacional
    A marca faz parte da história do país e conta, atualmente, com oito emissoras próprias, em diferentes regiões do Brasil: Rádio Nacional do Rio de Janeiro, Rádio Nacional de São Paulo, Rádio Nacional de Brasília AM e FM, Rádio Nacional de Recife, Rádio Nacional de São Luís, Rádio Nacional da Amazônia e Rádio Nacional do Alto Solimões.
    Rádio Nacional na internet e nas redes sociais
    Site: https://radionacional.ebc.com.br
    Instagram: https://www.instagram.com/radionacionalbr
    Spotify: https://open.spotify.com/user/vpj3k8ogjwf1nkv4nap3tlruv
    YouTube: http://youtube.com/radionacionalbr
    Facebook: https://www.facebook.com/radionacionalbr
    X: https://x.com/radionacionalbr
    Streaming: https://aovivo.ebc.com.br/embed-audio.html?emissora=radio-nacional-do-rio-de-janeiro
    WhatsApp Nacional
    – Rádio Nacional FM: (61) 99989-1201
    – Rádio Nacional AM: (61) 99674-1536
    – Rádio Nacional da Amazônia: (61) 99674-1568
    – Rádio Nacional do Rio de Janeiro: (21) 97119-9966
    Saiba como sintonizar a Rádio Nacional
    – Brasília: FM 96,1 MHz e AM 980 Khz
    – Rio de Janeiro: FM 87,1 MHz e AM 1130 kHz
    – São Paulo: FM 87,1 MHz
    – Recife: FM 87,1 MHz
    – São Luís: FM 93,7 MHz
    – Amazônia: 11.780KHz e 6.180KHz OC
    – Alto Solimões: FM 96,1 MHz

    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Beneficiários com NIS de final 9 recebem Bolsa Família de agosto

    Beneficiários com NIS de final 9 recebem Bolsa Família de agosto

    A Caixa Econômica Federal paga nesta sexta-feira (28) a parcela de agosto do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 9. Neste mês, 19,3 milhões de famílias serão beneficiadas, com o valor médio do benefício em R$ 678,35.
    Os moradores de 186 municípios de sete estados receberam o crédito no último dia 18, independentemente do número final do NIS. O pagamento unificado beneficiou localidades em situação de emergência ou em estado de calamidade pública nos seguintes estados: Amazonas (3 municípios), Bahia (15), Paraíba (31), Paraná (5), Rio Grande do Norte (122), Roraima (6) e Sergipe (4).
    A lista dos municípios com pagamento unificado está disponível aqui.
    O valor mínimo corresponde a R$ 600. Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a famílias com crianças de até 6 anos.
    No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.
    Além do benefício integral, há o pagamento da regra de proteção. Em vigor desde junho de 2023, essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo.
    Desde junho do ano passado, o tempo de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois para um ano. No entanto, quem entrou na regra até maio de 2025 continua a receber metade do benefício por dois anos.
    Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).

    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Dia do voluntariado: iniciativas levam saúde mental a vulneráveis

    Dia do voluntariado: iniciativas levam saúde mental a vulneráveis

    Terremoto, guerras, enchentes – diante de desastres pelo mundo, a psicóloga Esly Carvalho, que atua em Brasília e é especializada em atender pessoas que passaram por traumas, resolveu atuar como voluntária em causas humanitárias. No Dia Nacional do Voluntariado, comemorado nesta sexta-feira (28), ela e outros profissionais de saúde testemunham que doar o tempo transforma a vida dos outros e também de si mesmos, com resultados que inspiram o cotidiano.
    Com 45 anos de experiência profissional, ela se disponibilizou a treinar equipes para lidar com pacientes em momentos de estresse pós-traumático.
    “É possível a gente fazer intervenções em grupos e situações de desastres de forma eficaz”, afirma Esly. Ela defende uma terapia denominada EMDR, abordagem psicoterapêutica que desbloqueia memórias dolorosas
    Na Venezuela, onde mais de 6 mil pessoas morreram depois do terremoto em junho, a psicóloga desenvolveu um programa de intervenção para profissionais na diversidade. “Nós já formamos mais de 100 colegas nesse manejo, de forma que possam implementar o trabalho. E eles atenderam mais de 500 pessoas”.
    Ela, de forma online, e a equipe na Venezuela atendem todas as quintas-feiras. “Para quem vier, nós fazemos esses exercícios online gratuitamente”, diz.
    Entre as profissionais que receberam orientação da psicóloga desde o dia seguinte ao terremoto, está a psicoterapeuta Deglya Flores, de 59 anos. Ela vive em Caracas e testemunha que ficou muito impactada pelas cenas que viu nas cidades mais atingidas. “Contactaram a mim e outras pessoas para nos oferecer ajuda”, recorda. O contato foi por videoconferência.
    “O resultado foi maravilhoso porque muitos de nós estávamos altamente perturbados. Eu estava desesperada e angustiada pela magnitude do evento, da dor e da angústia nas pessoas”.
    Na Venezuela, há segundo ela, apenas 17 terapeutas especialistas no tratamento de traumas.
    Com o atendimento, ela explica que o grupo venezuelano tem também atendido, a distância, pessoas vítimas do terremoto na Colômbia. O grupo tem atuado com profissionais de saúde mental e também voluntários em geral dispostos a fazer uma escuta, inclusive prestando serviços aos acampamentos em La Guaira (região mais atingida pelo desastre).
    A psicóloga brasileira afirma que se sente bem em formar pessoas em locais de dificuldades porque o conhecimento se espalha. “O trabalho de voluntariado preenche um lugar muito especial no meu coração”.
    Seis viraram sete mil
    Outra iniciativa voluntária de apoiar a saúde mental nasceu de um grupo de seis amigos, em 2017, em São Paulo (SP). Saídos de crises de depressão, os rapazes resolveram amarrar mensagens por escrito em viadutos e pontes no centro da cidade, oferecendo ajuda a quem estava sofrendo.
    “Colocávamos nosso número de telefone e as pessoas entravam em contato”, lembra Felipe Santos, que hoje é o coordenador nacional do projeto Help.
    Os seis amigos se transformaram em 7 mil voluntários em todos as unidades federativas do país. A página no instagram tem 389 mil seguidores.
    Há profissionais de saúde mental e de outras áreas que fazem palestras em unidades de ensino e também escutas em espaços públicos, como rodoviárias e parques. Essas atividades são chamadas de “cantinho do desabafo”. Em São Paulo, nesta semana, por exemplo, os voluntários atenderam na estação de trem de Francisco Morato.
    “Temos uma atenção especial com os mais jovens, que têm adoecido mais com ansiedade e depressão”, afirma Felipe Santos.
    O atendimento ocorre também de forma remota, com o primeiro contato por whatsapp.
    Ele testemunha que os mais jovens têm procurado com frequência e relatado problemas emocionais diversos relacionados a dependências de tecnologias e a apostas online.
    Prevenção
    Em Brasília, o coordenador do grupo é um militar da Marinha, Thiago Domingos, de 31 anos, que se tornou voluntário depois de ter conhecimento de casos de suicídios entre jovens nas Forças Armadas. “O nosso projeto trabalha com prevenção e tenta ajudar as pessoas que não têm recursos para consultas com psicólogos”.
    Além das atividades do ‘cantinho do desabafo”, Thiago explica que tem ouvido relato, em palestras em escolas, de casos de bullying e outros problemas emocionais. “Aqui em Brasília, atendemos cerca de 5 mil pessoas nos últimos anos”. Em Brasília, há 15 psicólogos voluntários que atendem regularmente.
    Entre as profissionais, Juliana Cei, de 38 anos, encontrou na atividade um novo sentimento pela profissão. Ela trabalha na área organizacional de uma empresa e procura, nas horas livres, atender pessoas de forma voluntária nos espaços públicos.
    “A gente está vivendo uma crise de saúde mental generalizada. Há uma epidemia de solidão e as pessoas têm tido poucas oportunidades de interagir, de formar laços, de ter uma rede de apoio”, considera.
    Ela explica que, quando encontrou o projeto de voluntariado, percebeu que poucos jovens têm tempo de convivência de qualidade com os familiares. “Tudo isso tornou o jovem muito mais suscetível a crises”.
    Sementinha
    Juliana destaca ainda que tem percebido maior número de mulheres em busca de ajuda. “Eu conversei com mulheres que contaram situações bem sensíveis. A gente ouve com muita atenção.
    Entre os retornos que recebeu de pessoas atendidas pelo projeto, ela recorda com especial carinho uma ocasião em que uma adolescente perguntou sobre a atividade de psicologia. “A gente acaba plantando uma sementinha naquela pessoa que, às vezes, está sofrendo. Mas ela não quer só sair do sofrimento. Ainda pensa em ser voluntária um dia”.
    Diversidade e inseguranças
    Também sensível às dores alheias, o psicólogo brasiliense Lucas Hedler, de 45 anos, explica que aderiu ao trabalho voluntário para ajudar outras pessoas trans como ele. “Eu resolvi fazer um grupo de apoio para a gente poder falar sobre as nossas inseguranças. Poder compartilhar nossa história de forma segura e que também tenha um resultado psicológico”, afirma.
    Ele lamenta que a comunidade LGBTQIA+ em geral tem convivido, por vezes, com um ambiente familiar que pode ser mais inseguro do que a rua.
    Inclusive, Lucas diz ter muito interesse em atender pessoas vítimas de traumas. “A pandemia foi muito difícil para as pessoas trans. Muitas sofreram agressões, foram expulsas de casa e não tiveram para onde ir”.
    O psicólogo pretende criar mais projetos de atendimento voluntário para esse grupo. “Eu estou me especializando em autismo também porque a incidência desse transtorno em pessoas trans é alta”.
    Para atendimentos de saúde mental, há outros caminhos gratuitos:
    CVV: Centro de Valorização da Vida – Ligue 188
    Rede de atenção Psicossocial do SUS

    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br