Categoria: Brasil

  • Analistas veem risco de ação cibernética de EUA e bigtechs em eleições

    Analistas veem risco de ação cibernética de EUA e bigtechs em eleições

    Especialistas em relações internacionais, geopolítica e tecnologia de informação alertam para o risco de ações cibernéticas dos Estados Unidos (EUA) e de manipulação, por meio das bigtechs, com objetivo de influenciar as eleições gerais de outubro deste ano no Brasil. 

    A escalada de medidas do governo de Donald Trump contra o país, desde o tarifaço de 25% até o cancelamento de vistos de autoridades brasileiras, sugere que novas ações devem ser adotadas, em especial, no campo da cibernética.

    Essa é a avaliação de analistas consultados pela Agência Brasil, como o pesquisador do Núcleo de Estudos Estratégicos em Comunicação, Cognição e Computação, Reynaldo Aragon.

    O editor do portal Código Aberto, que reúne artigos sobre política e tecnologia, alertou que memorando assinado por Trump na última quarta-feira (12) tem caráter inédito e autoriza o uso de bigtechs em operações de “vigilância cibernética” e “efeitos cibernéticos”.

    “Os efeitos desse memorando são assustadores. A gente está falando de espionagem e ação de hackeamento de altíssimo nível e muito profundo. Eles podem entrar literalmente no perfil de qualquer pessoa para fazer relatórios e dossiês para favorecer ou prejudicar determinado candidato”, disse.

    Sob o argumento de combater o crime transnacional cibernético, o memorando prevê a parceria da Casa Branca com empresas privadas para ações que envolvem “acesso a tais sistemas de informação sem autorização do proprietário ou operador ou excedendo o acesso autorizado”.

    Outra ação prevista no memorando, a Operação de Efeitos Cibernético, autoriza atividades em redes de telecomunicações, internet, sistemas de informação, de controle industrial, entre outros, que resulte na “manipulação, interrupção, negação, degradação ou destruição de sistemas de informação, redes, infraestrutura física ou virtual”.

    Nesse cenário, o especialista Aragon defendeu que o Brasil desenvolva a própria infraestrutura digital uma vez que “todos os sistemas sensíveis do Estado brasileiro estão na mão de sistemas de empresas dos EUA”.

    Ações subterrâneas 

    Diferentemente de interferências públicas contra o Brasil, as ações cibernéticas podem ser realizadas de forma oculta ou “subterrânea” pelos EUA, alertou o jornalista Reynaldo Aragon, sem deixar pistas da autoria dessas ações.

    “O impulsionamento de perfis nas redes sociais é só uma das ações que já estão ocorrendo, mas pode ir muito além. O risco é sistêmico e estrutural”, completou. 

    Ainda em julho, o governo brasileiro barrou visto de dois funcionários do Departamento de Estado dos EUA devido a suspeitas de que os assistentes do secretário Marco Rubio pretendiam questionar o sistema eleitoral do Brasil. 

    Desacreditar o resultado eleitoral


    Rio de Janeiro (RJ), 03/08/2026 – O Tribunal Regional Eleitoral apresenta a estrutura e demonstra testes da urna eletrônica para as Eleições de 2026. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

    Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro apresenta a estrutura e demonstra testes da urna eletrônica para as Eleições de 2026. – Fernando Frazão/Agência Brasil

    O professor de história e especialista em geopolítica, Euclides Vasconcelos, avaliou que “sem dúvida nenhuma” podemos esperar novas ações dos EUA para interferir nas eleições no Brasil, por exemplo, tentando descredibilizar o sistema eleitoral. 

    “As big techs são muito mais que plataformas ou espaços de discussões. Elas são empresas ligadas a Estados, ligadas a governos, que têm esforços e que conseguem mobilizar, canalizar e influenciar de maneira muito direta certos recortes demográficos da população”, comentou.

    A imigração em massa a Ceuta, enclave espanhol na África, teria mostrado como essa atuação via plataformas digitais é eficaz. As mais de 60 mil pessoas que cruzaram a fronteira foram influenciadas por notícias falsas espalhadas nas redes sociais do Marrocos de que a Espanha teria proibido a deportação de imigrantes, o que não era verdade. 

    Euclides lembrou da participação dos donos das principais bigtechs na posse de Donald Trump como indicativo do interesse dessas empresas em se atrelar ao governo dos EUA para “agir como uma espécie de tentáculo dos interesses dos EUA na nossa região”.

    Em junho de 2025, o Exército dos EUA revelou que executivos de gigantes da tecnologia como Meta, OpenIA e Palantir foram nomeados tenentes-coronéis do Destacamento 201, recém-criado para abrigar líderes da tecnologia. 

    Nova doutrina de segurança dos EUA

    Por trás das ações do governo Trump está a nova doutrina de segurança dos EUA, divulgada no final de 2025, que prevê a “proeminência” do país norte-americano sobre toda América Latina, avalia o mestrando em ciências militares Euclides Vasconcelos. 

    “Os EUA tentam consolidar o continente americano por completo com governos à sua imagem e semelhança. Houve uma intervenção muito forte na eleição colombiana e um esforço parecido em outros países da região nessa lógica de tentar moldar todo o continente”, disse.

    Em junho deste ano, o presidente Donald Trump indicou que a eleição no Brasil é mais um teste para a geopolítica dos EUA na América Latina. Vasconcelos citou ainda o vídeo publicado, na última terça-feira (11), pelo Departamento de Estado dos EUA, afirmando que a “dominação” dos EUA sobre a América Latina não poderá mais ser questionada.

    “E, para isso, o Brasil é uma peça-chave. O Brasil sempre foi visto pelos EUA como o único país que, se quisesse, poderia desafiar a dominação estadunidense nisso que eles chamam de ‘seu hemisfério’ ”, concluiu o especialista.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Mais de 795 mil vacinas contra o sarampo foram aplicadas em São Paulo

    Mais de 795 mil vacinas contra o sarampo foram aplicadas em São Paulo

    Desde o início da Campanha de Multivacinação – De Olho na Carteirinha 2026, em 3 de agosto, até o último sábado (15), a capital paulista aplicou mais de 1 milhão de doses de vacinas em toda a cidade. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), foram 795.418 contra o sarampo e 252.382 de outros imunizantes. 

    “Os resultados alcançados nessas duas semanas reforçam a importância de manter a caderneta atualizada e aproveitar a oportunidade para colocar a vacinação em dia. A imunização é a principal estratégia de prevenção contra o sarampo e outras doenças imunopreveníveis”, diz a secretaria. 

    A campanha visa reforçar as ações de vacinação contra o sarampo, além de atualizar a caderneta de crianças, adolescentes, adultos e idosos. De acordo com a Secretaria de Saúde, até o momento foram confirmados 20 casos de sarampo neste ano na capital. Outros 376 casos estão em investigação e 275 foram descartados. Não há registro de mortes pela doença. 

    A dose zero contra o sarampo segue disponível para crianças de 6 a 11 meses de idade em todas as unidades básicas de Saúde (UBSs). Desde 29 de junho, foram aplicadas 43.281 doses nesse grupo.

    “A SMS reitera que a dose zero não substitui as demais previstas no Calendário Nacional de Vacinação, aos 12 e 15 meses”. 

    Segundo o secretário municipal da Saúde, Luiz Carlos Zamarco, o objetivo é ampliar cada vez mais a proteção da população e, principalmente, garantir que crianças, adolescentes e adultos estejam com a caderneta atualizada.

    “A vacinação é uma das formas mais importantes de prevenção e contamos com a participação de toda a população nessa estratégia”, afirma. 

    Para facilitar o acesso à vacina, a prefeitura orienta a população a acessar a plataforma “De Olho na Fila”, para escolher o local de vacinação. A orientação é fazer a consulta diretamente pelo site, que apresenta as unidades com doses disponíveis e é atualizado durante o horário de funcionamento das UBSs, das 7h às 19h.  

    As vacinas são oferecidas nas 483 UBSs da cidade, de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, e, aos sábados, nas assistências médicas ambulatoriais (AMAs)/UBSs Integradas, no mesmo horário. A unidade mais próxima pode ser consultada na plataforma Busca Saúde.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Eleição: homem, branco e empresário é perfil majoritário de candidatos

    Eleição: homem, branco e empresário é perfil majoritário de candidatos

    O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registrou 20.530 pedidos de registro de candidatura para as eleições deste ano – 8.732 a menos do que no pleito de 2022. Os dados foram atualizados na manhã desta terça-feira (18).

    Do total de pedidos de registro de candidatura, 13.374 ou 65% são de pessoas do sexo masculino e 7.156 ou 35% são de pessoas do sexo feminino. Além disso, mais de 10 mil informaram ter cor branca e 2.576, ser empresário.

    As solicitações englobam os cargos de presidente e vice-presidente da República, governador e vice-governador, senador e suplentes, deputado federal, deputado estadual e deputado distrital.

    A maior parte dos pedidos é para o cargo de deputado estadual (11.103 registros). Em seguida, aparecem as solicitações para deputado federal (7.636); para deputado distrital (420); para governar estados e o Distrito Federal (196); para senador (315); e para a Presidência da República (13).

    A relação entre candidatos e vagas mostra maior concorrência para o cargo de deputado distrital, com 17,5 candidatos por vaga; e para o cargo de deputado federal, com 14,88 candidatos por vaga.

    Gênero

    Em relação à identidade de gênero, 11.758 candidatos se declararam cisgênero (99,07%) – quando a identidade de gênero corresponde ao sexo; 107 se declararam transgênero (0,9%); e 3 preferiram não informar (0,03%).

    O TSE registrou ainda pedidos de 53 candidatos que declararam nome social.

    Faixa etária

    A maioria das solicitações foi feita por candidatos com idade entre 45 e 49 anos (3.538 pedidos). Na sequência, aparecem candidatos com idade entre 50 e 54 anos (3.176); com idade entre 40 e 44 anos (2.986); e com idade entre 55 e 59 anos (2.581).

    Cor e raça

    Do total de pedidos de registro de candidatura, 10.013 são de pessoas que se declararam brancas (48,77%); 7.418 de pessoas que se declararam pardas (36,13%); e 2,8 mil de pessoas que se declararam pretas (13,64%)), além de 191 indígenas (0,93%) e 108 de cor amarela (0,53%).

    Grau de instrução

    A maior parte das solicitações foi feita por candidatos que declararam ter ensino superior completo (58,57%). Depois, vêm os candidatos que declararam ter ensino médio completo (21,41%); ensino superior incompleto (10,58%); ensino médio incompleto (3,56%); ensino fundamental incompleto (2,94%); e ensino fundamental completo (2,58%).

    Ainda de acordo com os números, 73 candidatos (0,36%) declararam apenas saber ler e escrever.

    Indígenas

    Do total de 191 pedidos de registro de candidatura feitos por indígenas, 13 são da etnia Makuxí (8,13%); 12 são Guarani Kaiowá (7,5%); oito são de etnias não determinadas (5%); sete são Guaraní (4,38%); sete são Mundurukú (4,38%); sete são Múra (4,38%); sete não sabem sua etnia (4,38%); e seis são Terena (3,75%).

    Ocupação

    Os empresários (2.576) são os mais numerosos entre os candidatos. Advogados (1.691); deputados (874); vereadores (811); policiais militares (569); médicos (558); e servidores públicos estaduais (541) aparecem na sequência.
    Além disso, 2.709 candidatos são listados pelo TSE na categoria outras ocupações.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Mais de 1 milhão de doses de vacinas são aplicadas em São Paulo

    Mais de 1 milhão de doses de vacinas são aplicadas em São Paulo

    Desde o início da Campanha de Multivacinação – De Olho na Carteirinha 2026, em 3 de agosto, até o último sábado (15), a capital paulista aplicou mais de 1 milhão de doses de vacinas em toda a cidade. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), foram 795.418 contra o sarampo e 252.382 de outros imunizantes. 

    “Os resultados alcançados nessas duas semanas reforçam a importância de manter a caderneta atualizada e aproveitar a oportunidade para colocar a vacinação em dia. A imunização é a principal estratégia de prevenção contra o sarampo e outras doenças imunopreveníveis”, diz a secretaria. 

    A campanha visa reforçar as ações de vacinação contra o sarampo, além de atualizar a caderneta de crianças, adolescentes, adultos e idosos. De acordo com a Secretaria de Saúde, até o momento foram confirmados 20 casos de sarampo neste ano na capital. Outros 376 casos estão em investigação e 275 foram descartados. Não há registro de mortes pela doença. 

    A dose zero contra o sarampo segue disponível para crianças de 6 a 11 meses de idade em todas as unidades básicas de Saúde (UBSs). Desde 29 de junho, foram aplicadas 43.281 doses nesse grupo.

    “A SMS reitera que a dose zero não substitui as demais previstas no Calendário Nacional de Vacinação, aos 12 e 15 meses”. 

    Segundo o secretário municipal da Saúde, Luiz Carlos Zamarco, o objetivo é ampliar cada vez mais a proteção da população e, principalmente, garantir que crianças, adolescentes e adultos estejam com a caderneta atualizada.

    “A vacinação é uma das formas mais importantes de prevenção e contamos com a participação de toda a população nessa estratégia”, afirma. 

    Para facilitar o acesso à vacina, a prefeitura orienta a população a acessar a plataforma “De Olho na Fila”, para escolher o local de vacinação. A orientação é fazer a consulta diretamente pelo site, que apresenta as unidades com doses disponíveis e é atualizado durante o horário de funcionamento das UBSs, das 7h às 19h.  

    As vacinas são oferecidas nas 483 UBSs da cidade, de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, e, aos sábados, nas assistências médicas ambulatoriais (AMAs)/UBSs Integradas, no mesmo horário. A unidade mais próxima pode ser consultada na plataforma Busca Saúde.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • MinC destaca carreira de Laura Cardoso e lamenta morte

    MinC destaca carreira de Laura Cardoso e lamenta morte

    O Ministério da Cultura (MinC) manifestou solidariedade à família, aos amigos, colegas de profissão e admiradores da atriz Laura Cardoso, que morreu na madrugada desta terça-feira (18), aos 98 anos, em São Paulo.

    “É com pesar que o Ministério da Cultura recebe a notícia da morte da atriz Laura Cardoso, na madrugada desta terça-feira (18), aos 98 anos. Um dos principais nomes da dramaturgia brasileira, a artista construiu uma carreira de mais de oito décadas e fez parte da história do rádio, do teatro, do cinema e da televisão no país”, afirmou em nota.

    O MinC destacou que na sua trajetória, Laura Cardoso acumulou mais de 100 trabalhos na televisão e participou de mais de 60 novelas. Lembrou ainda que participou de produções que marcaram diferentes gerações, como Mulheres de Areia, A Viagem, Felicidade, Terra Nostra, Chocolate com Pimenta, O Profeta, Caminho das Índias, Gabriela, Sol Nascente, O Outro Lado do Paraíso , até o seu último trabalho, na novela A Dona do Pedaço, em 2019.

    A carreira no teatro e no cinema também foi destacada pelo ministério.

    “Nas telas, participou de produções como Terra Estrangeira e Através da Janela. Por sua atuação nesse último, recebeu prêmios de melhor atriz nos festivais de Recife e Miami”, ressaltou.

    O MinC lembrou ainda a contribuição de Laura Cardoso às artes e à cultura brasileira, que conforme a pasta, foi reconhecida ao longo da carreira com diversos prêmios e homenagens, entre eles o Troféu Mário Lago pelo conjunto da obra, prêmios da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) e o Prêmio Shell.

    “Em 2006, Laura Cardoso recebeu a Ordem do Mérito Cultural, reconhecimento concedido a personalidades e instituições por suas contribuições à cultura brasileira.

    Com trajetória que atravessou diferentes momentos da história do rádio, da televisão, do teatro e do cinema no Brasil, Laura Cardoso deixa um legado fundamental para a dramaturgia e para a memória cultural do país”, completou na nota.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Nas redes sociais, amigos homenageiam trajetória de Laura Cardoso

    Nas redes sociais, amigos homenageiam trajetória de Laura Cardoso

    Amigos e colegas de trabalho prestaram homenagens à trajetória da atriz Laura Cardoso, que faleceu aos 98 anos, em sua casa, em São Paulo. A informação foi confirmada nesta terça-feira (18) em seu perfil no Instagram.

    A cantora e atriz Zezé Motta salientou que a arte brasileira dá adeus a “uma de suas maiores damas”, ao publicar uma foto de Laura. “Laura foi grande, foi inteira, foi eterna”, diz a legenda da postagem.

    A atriz Lilia Cabral relembrou o último encontro que teve com a atriz, enfatizando o impacto de seu legado na televisão brasileira: “ela representa a nossa arte, ela é e sempre será a nossa inspiração.”

    As duas atrizes contracenaram nas novelas Chocolate com Pimenta (2003) e Império (2014), ambas na emissora Globo. 

    “Na minha memória ela sempre estará presente e tenho certeza que na memória de muitos brasileiros também”.

    Outra atriz que homenageou a artista foi Lúcia Veríssimo. Ela contou que conheceu Laura no filme que fizeram juntas, Um Casal de 3, em 1982.

    “Daí para sempre tive o imenso prazer de tê-la como amiga querida. Te agradeço imensamente por todo carinho que você sempre teve comigo, assim como pelas gargalhadas infinitas que você provocou em mim com suas façanhas e pelas maravilhosas atuações”.

    Já a atriz Fabiana Karla não poupou elogios para homenagear a carreira da amiga. Karla relembrou que dividiram o palco na peça Hoje Eu Me Chamo Dinorá e da dedicação da amiga, “que chegava 15h no teatro para se preparar para seu público às 21h.”

    “Trabalhar ao lado dela foi uma lição de ofício e de vida.”

    O ator Miguel Falabella homenageou a artista compartilhando uma foto de ambos e destacando: “Laura era gigante, compulsiva e tinha um talento que não cabia em seu corpo pequeno”.

    Já o ator Ary Fontoura lembrou da atriz como uma “amiga querida” e “companheira de tantas caminhadas”, acrescentando que “essa luz, esse sorriso e esse brilho jamais serão esquecidos”.

    O ator José de Abreu postou no X duas fotos ao lado de Laura em que trabalharam juntos nas novelas Desejo Proibido (2009) e A Dona do Pedaço (2019): “amor de todos nós”.

    Laura Cardoso foi velada na manhã desta terça-feira (18) na Bela Vista, em São Paulo, em cerimônia para a família e amigos.

    *Estagiário da Agência Brasil sob coordenação de Odair Braz Junior


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Área urbanizada no Brasil cresceu 12,3% de 2019 a 2022, mostra IBGE

    Área urbanizada no Brasil cresceu 12,3% de 2019 a 2022, mostra IBGE

    A área urbana no Brasil cresceu 12,27% no período de 2019 a 2022. Nesse intervalo, o país ganhou 5.954,99 quilômetros quadrados (km²) de malha urbanizada, isto é, uma área praticamente do tamanho do Distrito Federal (5.760 km²).

    Os dados de 2022 são os mais recentes disponíveis e revelam que o país tinha 53.925 quilômetros quadrados de área urbanizada, o que representa apenas 0,6% de todo o território brasileiro. É como se toda a área urbanizada do país ocupasse o tamanho da Paraíba (56,5 km²).

    Os dados fazem parte do levantamento Áreas Urbanizadas do Brasil, divulgado nesta terça-feira (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    O instituto chegou às informações com base em interpretação de imagens de satélite. Por questões de metodologia, a única comparação possível é com os dados de 2019.

    A analista da pesquisa, Andressa Rosas de Menezes, ressalta que o estudo não apresenta dados sobre número de população nas áreas mapeadas nem crescimento vertical das áreas.

    “A gente olha telhados, a gente vê de cima. Então essa pesquisa não traz nenhuma informação de verticalização”, diz.

    Áreas densas e vazios

    Veja como o IBGE detalha a extensão urbana do país:

    • Áreas urbanizadas (identificadas pela presença de moradias, comércio e indústrias): 48,8 mil km²
    • Outros equipamentos urbanos (estruturas não residenciais como aeroportos, portos, cemitérios, estação de tratamento de água e usinas fotovoltaicas): 1,6 mil km²
    • Vazios intraurbanos (áreas não edificadas dentro do tecido urbano, como parques e lagoas): 503 km²
    • Loteamentos vazios (áreas com arruamento definido, mas sem edificações suficientes para serem consideradas urbanizadas, representando vetores de expansão): 2,9 mil km²

    Outra classificação feita pelo instituto é relacionada à densidade das áreas urbanizadas:

    • Densa (forte concentração de edificações e pouca arborização ou espaços vazios): 70,66% do total
    • Pouco densa (construções mais espaçadas, comuns em periferias ou vetores de expansão): 23,88%
    • Loteamentos vazios (áreas com arruamento definido, mas ainda sem construções significativas): 5,46%

    A analista da pesquisa aponta que os objetivos do estudo são mapear e medir as formas urbanas e a sua distribuição em todo o território nacional, de forma a acompanhar a evolução do fenômeno urbano.

    “Isso possibilita retratar e projetar a distribuição da urbanização, fornecendo dados essenciais para o planejamento urbano para a implementação de políticas públicas e impactando análise de questões como mobilidade, habitação e sustentabilidade”, destaca.

    Concentração da urbanização

    O levantamento identificou a concentração da ocupação urbana em municípios costeiros. Essas cidades ocupam 5,02% do território do país, mas representam 19,5% de toda a área urbanizada.

    No outro extremo, a Amazônia Legal (abrange os estados de Rondônia, do Acre, Amazonas, de Roraima, Pará, Amapá, Tocantins, de Mato Grosso e a maior parte do Maranhão) ocupa 59,11% da área do país, mas apenas 14,27% da extensão urbanizada.

    “Podemos notar uma forte concentração da urbanização no litoral brasileiro”, assinala Andressa Rosas. 
     


    Brasília (DF), 17/08/2026 - mapa ilustrativo do IBGE para a matéria

    As áreas com mais pontos vermelhos no mapa indicam as superfícies mais urbanizadas do país – Mapa IBGE

    Ela completa a análise destacando que, na faixa de fronteira e no interior do país, a ocupação é “mais rarefeita”. Ela acrescenta que a urbanização acompanha os principais eixos rodoviários do país.

    O IBGE revelou também que metade da área urbanizada (50,35%) está em cinco estados: São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e Bahia.

    Apesar de não constar na lista das maiores áreas, o Distrito Federal figura como unidade da Federação com maior proporção de área urbanizada: 11,5% de seu território. De acordo com a analista, isso acontece por causa da “extensão diminuta do território e pelo planejamento coordenado para a urbanização e integração do interior brasileiro”. Na outra ponta, Amazonas tem apenas 0,05% de superfície urbanizada.

    Cidades com mais áreas urbanas

    Ao classificar as cidades pelo tamanho de área urbana, a pesquisa mostra que, das dez maiores extensões, apenas a última, Campinas, no interior paulista, não é capital.
     

    Cidades com maiores superfícies urbanizadas Área
    1. São Paulo 922,41 km²
    2. Brasília 662,54 km²
    3. Rio de Janeiro 644,36 km²
    4. Curitiba  338,41 km²
    5. Goiânia 312,71 km²
    6. Manaus 287,18 km²
    7. Belo Horizonte 279,09 km²
    8. Fortaleza 254,91 km²
    9. Campo Grande 254,29 km²
    10. Campinas (SP) 253,56 km²

    O instituto calculou também quais cidades têm maior proporção de área urbanizada. Em todo o país, 20 municípios têm mais de 60% do território ocupado pela urbanização, sendo 11 no estado de São Paulo:
     

    Cidades com maiores proporções de superfícies urbanizadas Área urbanizada
    1. São Caetano do Sul (SP) 100%
    2. São João de Meriti (RJ) 99,99%
    3. Olinda (PE) 96,36%
    4. Carapicuíba (SP) 94,29%
    5. Osasco (SP) 93,38%
    6. Taboão da Serra (SP) 91,44%
    7. Diadema (SP) 89,63%
    8. Belo Horizonte 84,23%
    9. Jandira (SP) 82,61%
    10. Poá (SP) 82,51%
    11. Fortaleza 81,61%
    12. Belford Roxo (RJ) 79,66%
    13. Curitiba 77,81%
    14. Mauá (SP) 69,99%
    15. Barueri (SP) 66,30%
    16. Recife 66,02%
    17. Hortolândia (SP) 62,44%
    18. Ferraz de Vasconcelos (SP) 61,28%
    19. São Paulo 60,64%
    20. Natal 60,34%

    Para Andressa Rosas, as áreas urbanizadas do Brasil apresentam dinâmicas heterogêneas que demandam “respostas integradas por meio do monitoramento geoespacial, além de indicadores socioambientais, no sentido de orientar políticas públicas de ordenamento territorial”.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • PRTB traz Pablo Marçal para disputar a Presidência

    PRTB traz Pablo Marçal para disputar a Presidência

    Candidato pelo Partido Renovador Trabalhista Nacional (PRTB), Pablo Henrique Marçal, 39 anos, é natural de Goiânia, Goiás. Tem formação em direito pela Universidade Paulista (Unip), é coach e influenciador digital. Tem como vice na chapa Leonardo Avalanche, da mesma legenda.

    Marçal ficou conhecido por promover cursos de desenvolvimento pessoal nas redes sociais. Em janeiro 2022, liderou a expedição motivacional de 32 pessoas que ficaram presas no Pico dos Marins, em São Paulo. O corpo de bombeiros precisou resgatar os participantes.

    Já foi pré-candidato à Presidência da República em 2022 e candidato à deputado federal por São Paulo na mesma eleição. Em 2024 concorreu à prefeitura de São Paulo, e foi condenado a oito anos de inelegibilidade por abuso de poder político, econômico, e uso indevido de meios de comunicação. Uma liminar viabilizou a atual candidatura.

    O PRTB é um partido fundado em 1994 e registrado em 1997 declarado de extrema-direita. Defende o trabalho participativo, no qual o capital interage com o trabalhador sem explorá-lo. Defende a liberdade econômica, mas é conservador no aspecto social.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Defensor do impeachment em 2016, Renan Santos é candidato do Missão

    Defensor do impeachment em 2016, Renan Santos é candidato do Missão

    Pela primeira vem em um pleito eleitoral, o partido Missão tem como candidato à Presidência da República o empresário Renan Antônio Ferreira dos Santos, de 42 anos. A sigla, criada por ele, deriva do Movimento Brasil Livre, um dos principais defensores do impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff em 2016, em protestos pelo país.

    Renan Santos nasceu na cidade de São Paulo é é o atual e primeiro presidente do Missão, aprovado pelo TSE em novembro de 2025. O partido se define como de direita “altamente pragmático” e tem no Livro Amarelo sua base intelectual, defende o liberalismo econômico e o incentivo ao empreendedorismo. Tem como vice Coronel Medina, também do partido Missão.

    Filho de advogado, o empresário chegou a cursar direito na Universidade de São Paulo (USP), mas não finalizou a graduação. Trabalhou com o pai na recuperação de empresas em situação de falência ou em dificuldade financeira. Além da atuação política, ele é vocalista e guitarrista de uma banda de rock.

    Entre 2010 e 2015, Renan Santos foi filiado ao PSDB. Em 2018, coordenou a campanha de Kim Kataguiri (Missão-SP) para a Câmara dos Deputados e de Arthur do Val pelo Democratas para a Assembleia Legislativa de São Paulo. Ambos foram eleitos. Em 2022, Arthur do Val teve o mandato cassado e foi considerado inelegível por oito anos.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Terremoto: Brasil doará 10 toneladas de arroz à Colômbia

    Terremoto: Brasil doará 10 toneladas de arroz à Colômbia

    O Brasil vai doar até 10 toneladas de arroz à Colômbia, depois de o país ser atingido por terremoto de magnitude 7,4 na escala Richter em 10 de agosto. Os grãos fazem parte do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).

    De acordo com a autorização publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (18), os alimentos serão destinados ao país vizinho como parte de uma ação de assistência humanitária internacional.

    A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) ficará responsável por operacionalizar o repasse. O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE) coordenarão a iniciativa.

    PAA

    O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) é uma política pública voltada à compra de produtos da agricultura familiar para abastecimento de instituições e ações de segurança alimentar.

    A autorização excepcional permite que alimentos adquiridos pelo programa sejam destinados à cooperação humanitária internacional.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br