Categoria: Brasil

  • Vítimas de tombamento de ônibus em Petrópolis são do sexo feminino

    Vítimas de tombamento de ônibus em Petrópolis são do sexo feminino

    Uma décima morte foi confirmada no tombamento de um ônibus no Km 91 da BR-040, em Petrópolis, no Rio de Janeiro, na madrugada deste domingo (16). Todas as vítimas são do sexo feminino, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), mas ainda não há informações sobre as idades.

    Oito mortes no local do incidente foram informadas inicialmente. Uma pessoa foi a óbito no Hospital Municipalizado Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias, e, segundo a PRF, a décima pessoa morreu em uma unidade de pronto atendimento de Petrópolis.

    O coletivo da empresa Estrela Guia Turismo saiu de Belo Horizonte e tinha como destino o bairro de Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro. O veículo transportava 47 pessoas e tombou por volta das 4h30. 

    O incidente impactou o fluxo de veículos na rodovia, que só teve a pista liberada pouco depois das 7h da manhã.

    Segundo as primeiras informações da PRF, os feridos foram encaminhadas para o Hospital Santa Teresa, em Petrópolis, para o Hospital Municipalizado Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias, e para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro. A Secretaria de Estado de Saúde do Rio, entretanto, disse que a direção do Getúlio Vargas não registrou a entrada de vítimas na unidade.

    De acordo com a Prefeitura de Duque de Caxias, 14 feridos foram levados para o Adão Pereira Nunes, dos quais um foi a óbito. Os demais ainda recebiam atendimento na unidade no início da tarde deste domingo. 

    O Hospital Santa Teresa confirmou ter recebido nove pacientes feridos no tombamento, mas não divulgou detalhes individuais sobre o estado de saúde das vítimas. Segundo o hospital, eles são atendidos por equipes multiprofissionais, conforme os protocolos de assistência e classificação de risco.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • TSE determina remoção de vídeo que associa Lula ao PCC e ao CV

    TSE determina remoção de vídeo que associa Lula ao PCC e ao CV

    O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou, por cinco votos a dois, que seja retirado do ar um vídeo publicado por Flávio Bolsonaro que associa o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Primeiro Comando da Capital (PCC) e ao Comando Vermelho (CV).

    A ação foi movida pela Federação Brasil da Esperança, formada pelo PT, PC do B e PV. O pedido acusou Flávio de propaganda eleitoral antecipada contra Lula, além de associar falsamente o presidente a organizações criminosas.

    O caso foi julgado no plenário virtual do tribunal, e os ministros divergiram da posição de Nunes Marques, presidente do TSE, que rejeitou, no dia 26 de julho, o pedido de liminar para a remoção do vídeo das redes sociais.

    Votaram a favor da retirada do vídeo os ministros Estela Aranha, Ricardo Villas Bôas Cueva, Dias Toffoli, Floriano de Azevedo Marques e Antonio Carlos Ferreira. Apenas André Mendonça e o próprio Marques votaram contra a retirada.

    O TSE também determinou que a rede social X remova a publicação contra Lula.

    O tribunal ainda deixou de apreciar uma ação do ministro André Mendonça que determinava que a Federação Brasil da Esperança entregasse à Corte gravações integrais de seu 8º Congresso Nacional e também do lançamento do projeto Porta-Vozes de Lula, assim como notas fiscais, comprovantes e contratos ligados a estes dois eventos.

    O TSE reconheceu a inadequação da distribuição do processo e determinou redistribuição entre os membros competentes do Tribunal. Os ministros que divergiram de Mendonça e de Dias Toffoli foram Antonio Carlos Ferreira, Ricardo Villas Bôas Cueva, Floriano de Azevedo Marques, Estela Aranha e Nunes Marques.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Nove pessoas morrem em tombamento de ônibus em Petrópolis

    Nove pessoas morrem em tombamento de ônibus em Petrópolis

    O tombamento de um ônibus no Km 91 da BR-040, em Petrópolis, no Rio de Janeiro, deixou nove mortos na madrugada deste domingo (16). Oito mortes foram informadas inicialmente pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), e mais uma pessoa foi a óbito no Hospital Municipalizado Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias.

    O coletivo da empresa Estrela Guia Turismo saiu de Belo Horizonte e tinha como destino o bairro de Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro. O veículo transportava 47 pessoas e tombou por volta das 4h30. 

    O incidente impactou o fluxo de veículos na rodovia, que só teve a pista liberada pouco depois das 7h da manhã.

    Segundo a PRF, os feridos foram encaminhadas para o Hospital Santa Teresa, em Petrópolis, para o Hospital Municipalizado Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias, e para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro. A Secretaria de Estado de Saúde do Rio, entretanto, disse que a direção do Getúlio Vargas não registrou a entrada de vítimas na unidade.

    De acordo com a Prefeitura de Duque de Caxias, 14 feridos foram levados para o Adão Pereira Nunes, dos quais um foi a óbito. Os demais ainda recebiam atendimento na unidade no início da tarde deste domingo. 

    O Hospital Santa Teresa confirmou ter recebido nove pacientes feridos no tombamento, mas não divulgou detalhes individuais sobre o estado de saúde das vítimas. Segundo o hospital, eles são atendidos por equipes multiprofissionais, conforme os protocolos de assistência e classificação de risco.

    *Número de mortos atualizado às 12h20.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Mega-sena acumula para R$ 45 milhões; confira os números

    Mega-sena acumula para R$ 45 milhões; confira os números

    O prêmio da Mega-Sena acumulou para R$ 45 milhões na manhã deste domingo (16), segundo a Caixa Econômica Federal. 

    Os números sorteados no Concurso 3045 foram 23, 29, 33, 42, 43 e 57. 

    Um total de 22 apostas conseguiu acertar cinco dezenas e levou o prêmio de R$ R$ 89.393,18. Mais 2.912 apostas tiveram quatro acertos e faturaram R$ 1.113,23.

    Novas apostas podem ser feitas até as 19h de terça-feira (18). Às 20h, ocorrerá o sorteio no Espaço da Sorte, em São Paulo.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Exposição do Muhcab celebra resistência da Pequena África, no Rio

    Exposição do Muhcab celebra resistência da Pequena África, no Rio

    O Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (Muhcab), na zona portuária do Rio de Janeiro, apresenta a exposição Território Inventivo Pequena África, sobre a região Cais do Valongo, redescoberto há cerca de 15 anos.

    A mostra convida o público a conhecer a história de um território marcado pela chegada de africanos escravizados, mas também pela resistência, pela produção cultural e pela formação da identidade brasileira.

    A Pequena África reúne locais simbólicos da história negra, como a Pedra do Sal, o Cemitério dos Pretos Novos e o Cais do Valongo, por onde passaram mais de 1 milhão de africanos escravizados entre os séculos 18 e 19.

    Redescoberto em 2011, durante as obras de revitalização da zona portuária, o cais foi reconhecido, em 2017, como Patrimônio Mundial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).


    Rio de Janeiro (RJ), 13/08/2026 – Exposição Território Inventivo Pequena África no Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (MUHCAB), na zona portuária do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

    Exposição Território Inventivo Pequena África no Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (MUHCAB), na zona portuária do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

    Instalada no Muhcab, a exposição propõe uma travessia simbólica entre África e Brasil. Logo na entrada, o visitante percorre um ambiente sonoro que remete ao Oceano Atlântico antes de conhecer a trajetória histórica da região.

    Segundo a coordenadora do Programa Educativo do Muhcab, Nayla Rodrigues, a proposta é ampliar o olhar sobre a história da população negra no país:

    “Contar essa história através do Muhcab é contar não só a dor, mas contar a partir do protagonismo, das agências, das vozes que transformam essa história, que reconhecem esse passado dolorido, mas entendem as ressignificações que esses povos vêm fazendo ao longo do tempo”, afirma.

    A exposição reúne maquetes, mapas interativos, realidade aumentada e ambientes cenográficos que ajudam a reconstruir a história da Pequena África e de personagens que marcaram a cultura brasileira.

    O diretor do Muhcab, Fernando Zulu, destaca que os recursos tecnológicos aproximam o público do território e de sua memória:

    “A pessoa que viveu aqui vai encontrar maquetes que falam do próprio território da Pequena África, do Cais do Valongo, do Museu do Amanhã, do MAR [Museu de Arte do Rio]. É uma exposição muito encantadora. Também vão ver nossos heróis nacionais, como Conceição Evaristo e João Cândido”, diz.


    Rio de Janeiro (RJ), 13/08/2026 – Exposição Território Inventivo Pequena África no Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (MUHCAB), na zona portuária do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

    Exposição Território Inventivo Pequena África no Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (MUHCAB), na zona portuária do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

    Além das maquetes e painéis digitais, a mostra apresenta espelhos interativos e personagens em realidade aumentada, permitindo que os visitantes conheçam figuras como Tia Ciata, Machado de Assis, Pixinguinha, Conceição Evaristo e João Cândido, além de explorar as rotas da diáspora africana por meio de recursos multimídia.

    Morando há mais de duas décadas em Barcelona, a carioca Daisi Sombra Aixa aproveitou uma visita ao Brasil para apresentar o museu a uma amiga espanhola. Para ela, a experiência ajuda a construir uma visão mais ampla da história afro-brasileira:

    “É para a gente não esquecer a história, entender que ela teve muita dor, mas também muita resistência, muita força, muita luta e muita alegria. A gente precisa equilibrar esses polos e trazer também a autoestima e a história positiva de toda a comunidade afro-brasileira”.

    O Muhcab funciona de terça a domingo, das 10h às 17h, e tem entrada gratuita.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Projeto mapeia caminhos para economia verde no Nordeste

    Projeto mapeia caminhos para economia verde no Nordeste

    Um projeto começou a percorrer os nove estados do Nordeste para mapear oportunidades econômicas, setores produtivos, capacidades e competências capazes de contribuir para a transição da região para uma economia de baixo carbono​. A iniciativa, chamada Futuros Verdes no Nordeste, reúne o Instituto Clima e Sociedade (iCS) e o Centro de Estudos e Sistemas Avançados de Recife (CESAR).

    A proposta é ouvir especialistas e representantes do setor produtivo para transformar o conhecimento sobre sustentabilidade em orientações estratégicas que considerem a diversidade dos territórios nordestinos. O mapeamento também pretende identificar as necessidades de formação e capacitação de profissionais diante das novas exigências impostas pelas mudanças climáticas e pela transformação dos modelos produtivos.

    Para Diogo Araújo, biólogo, analista do CESAR e um dos coordenadores do projeto, a transição para uma economia de baixo carbono não acontece de forma automática.

    “As oportunidades não se distribuem automaticamente e também não vai ter uma transformação de forma tão natural e tão automática […]. Então é por isso que o Futuros Verdes no Nordeste nasce. Para compreender essa complexidade.”

    A região reúne, ao mesmo tempo, alguns dos principais desafios provocados pelas mudanças climáticas e um conjunto de potencialidades para o desenvolvimento de alternativas produtivas mais sustentáveis.

    Segundo o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), a caatinga é um dos biomas mais ameaçados pela desertificação em todo o mundo. Em 2025, segundo o Mapbiomas, três dos cinco estados que mais desmataram estavam no Nordeste: Maranhão, Piauí e Bahia. Quatro das sete cidades brasileiras mais ameaçadas pela elevação do nível do mar também estão na região, segundo a Climate Central: Recife, São Luís, Fortaleza e Salvador.

    Por outro lado, 92% de toda a energia eólica produzida no país vem do Nordeste. A região também abriga cinco das 10 maiores usinas solares e tem no turismo uma importante fonte de geração de recursos.

    Para o gerente de Recursos Naturais da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Mário Cardoso, as oportunidades podem ser ainda mais amplas.

    “Você tem potencialidade na bioeconomia, na biodiversidade da caatinga, na questão de biomassa e energia renovável, tanto com etanol quanto energia solar, as energias renováveis, solar e eólica, tudo isso você tem potencialidade”, lista Mario Cardoso, Gerente de Recursos Naturais da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Mas ele emenda uma questão: “Agora, como transformar essa potencialidade em desenvolvimento?

    Para o especialista, a resposta é complexa e envolve, entre outros fatores, cadeia de produção, demanda do setor produtivo, potencial de mercado, viabilidade técnica e capacidade de implementação.

    “Tem locais que têm vocação para a produção de energia eólica? Tem. Mas ele também depende da linha de transmissão. Potencial, por si só, não gera desenvolvimento. Tem toda uma estratégia por trás, uma condição, uma infraestrutura, uma regulação, tudo o que suporte esse potencial. Não tem resposta simples, não tem solução de prateleira.”

    A capacidade de implementação passa também pela formação de profissionais habilitados às novas demandas. Nicolis Amaral, do Instituto Clima e Sociedade (iCS), acredita que é preciso fazer ajustes na formação dos profissionais que vão encarar os desafios impostos pelas mudanças climáticas.

    “As profissões começam a se transformar por demanda” explica a ativista que se formou como engenheira química, mas que apresenta sua própria transição de carreira como um exemplo das mudanças que precisam ser feitas:

    “A gente começa a olhar essa grade curricular mais engessada. Eu, por exemplo, sou engenheira química. A minha engenharia química foi focada no petróleo, não foi focada na economia verde. Então, ao longo do tempo, fui me especializando […] hoje eu me vejo como especialista em descarbonização por cursos adicionais, não pela minha graduação.”

    Nicolis participa do projeto que percorre os nove estados do Nordeste para mapear oportunidades e pensar na capacitação de profissionais que possam responder às novas exigências.

    “Tudo que é demandado é a transformação e o emprego verde vai exigir uma transformação contínua. Tem demanda, tem mercado, tem projeto, tem investimento, junto vem empregabilidade.” defende a engenheira de descarbonização.

    Para Cardoso, transformar as potencialidades da região em desenvolvimento exige planejamento e rapidez. Ele lembra que empresas que não adotam processos mais sustentáveis podem perder espaço no mercado e cita as exigências ambientais que vêm sendo estabelecidas por países e blocos econômicos, como a União Europeia.

    O desafio, segundo ele, é impedir que a degradação ambiental elimine oportunidades antes mesmo que elas possam se transformar em cadeias produtivas.

    “Quando a gente trata da bioeconomia, muitas vezes o desmatamento vem antes e acaba com tudo. A gente tem que correr. Tem que começar a pensar de uma maneira mais pragmática, porque o mundo está andando muito depressa. Hoje, [se] a gente não consegue fazer, o outro lá fora faz e daqui a gente compra dele. Se a gente não transforma nossa bioeconomia, nosso açaí por exemplo, num produto realmente de peso no Brasil, daqui a pouco a gente vai estar comprando ele de outra pessoa, de outro país.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Oito pessoas morrem em tombamento de ônibus em Petrópolis

    Oito pessoas morrem em tombamento de ônibus em Petrópolis

    O tombamento de um ônibus no Km 91 da BR-040, em Petrópolis, no Rio de Janeiro, deixou oito mortos na madrugada deste domingo (16), segundo a Polícia Rodoviária Federal.

    O coletivo da empresa Estrela Guia Turismo saiu de Belo Horizonte e tinha como destino o bairro de Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro. O veículo transportava 47 pessoas e tombou por volta das 4h30. 

    As vítimas foram encaminhadas para o Hospital Santa Teresa, em Petrópolis, e também Adão Pereira Nunes e Getúlio Vargas, em Duque de Caxias.

    O incidente impactou o fluxo de veículos na rodovia, que só teve a pista liberada pouco depois das 7h da manhã.

    *Reportagem em atualização.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Veja as agendas dos candidatos à presidência para este domingo (16)

    Veja as agendas dos candidatos à presidência para este domingo (16)

    As campanhas eleitorais para a Presidência da República começam neste domingo (16), dia em que os candidatos e candidtas estão autorizados a iniciar oficialmente a propaganda eleitoral nas ruas e na internet. Os presidenciáveis programaram atos de lançamento em diferentes regiões do país, geralmente escolhendo locais associados à sua trajetória política ou às bases eleitorais de suas candidaturas.

    Veja a agenda de hoje para as campanhas eleitorais que definirão quem comandará o país pelos próximos quatro anos, contados a partir de 2027.

    Lula

    O candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participará do ato público “Lula: onde tudo começou”, no Estádio Municipal 1º de Maio (Vila Euclides), em São Bernardo do Campo (SP). A expectativa é de que, durante o evento, os participantes relembrem as origens de militante sindical do atual presidente que tenta seu quarto mandato no Palácio do Planalto. O evento será transmitido pela plataforma oficial do Lula 2026.

    Flávio Bolsonaro

    O candidato Flávio Bolsonaro (PL) estará, a partir das 10h na praia de Copacabana, próximo ao Posto 5, no Rio de Janeiro. De acordo com sua equipe, o início do comício está previsto para as 11h em um trio elétrico, neste tradicional ponto de encontro de sua base eleitoral. Além do ato público e da mobilização popular, está prevista caminhada e conversas com eleitores na orla.

    Ronaldo Caiado

    Ronaldo Caiado (PSD) fará campanha na região do entorno entre o Distrito Federal e Goiás. Estão previstos carreata e encontros regionais em cinco municípios. às 8h, o candidato estará em Águas Lindas de Goiás, em frente ao Mercadão Goiano. De lá, ele segue para Santo Antônio do Descoberta, para participar de evento às 10h em frente ao Sindicato Rural. Às 11h30, Caiado vai ao Lago Azul, no Novo Gama, para um ato em frente à garagem da Rota do Sol. Segue então para o Setor Céu Azul, em Valparaíso de Goiás, onde participará, às 13h, de um evento no terminal de vans. Às 14h30, estará no Balão da Santa, na Cidade Ocidental. Ele encerrará o dia de campanha às 16h na Avenida 6, em Luziânia.

    Veja as agendas dos demais candidatos:

    Romeu Zema (Novo)

    Local: Montes Claros (MG).

    Atividade: Encontro de mobilização e caminhada no norte de Minas Gerais.

    Horário: Não divulgado em grade horária fechada

    Renan Santos (Missão)

    Local: Largo São Francisco (em frente à Faculdade de Direito da USP), São Paulo (SP).

    Atividade: Ato público com discurso marcado para o parlatório do prédio histórico.

    Horário: 12h (meio-dia)

    Samara Martins (UP)

    Local: Zona Leste de São Paulo (SP).

    Atividade: Evento de lançamento de campanha com militância da Unidade Popular.

    Horário: não divulgou o horário exato publicamente

    Augusto Cury (Avante)

    Local: Bairro São João Batista, em Santa Luzia – Região Metropolitana de Belo Horizonte

    Atividade: Evento para lançamento de campanha na Praça da Estaçãozinha, com políticos locais e filiados do partido. Antes, falará com jornalistas na Rua do Comércio, nº 86

    Horário: a partir das 10h

    Hertz Dias (PSTU)

    Local: Feira da Vila Matilde, na zona leste de São Paulo

    Atividade: Panfletagem e conversa com moradores, trabalhadores e feirantes

    Horário: 8h

    Local: Avenida Paulista

    Atividade: caminhada e panfletagem

    Horário: 10h

    Local: feira de São José dos Campos

    Atividade: Panfletagem, encontro e confraternização com apoiadores

    Horário: 12h30

    Local: sede do PSTU São Paulo, no bairro da Bela Vista

    Atividade: lançamento de candidaturas do partido

    Horário: 16h

    Edimilson Costa (PCB)

    Local: Internet

    Atividade: live no canal do Poder Popular no YouTube

    Horário: 19h20

    AGENDAS NÃO INFORMADAS

    Clariana Barão (DC)

    Leonardo Avalanche (PRTB)

    Rui Costa Pimenta (PCO)

    Wilson Grassi (Democrata)


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Campanha eleitoral nas ruas e propaganda virtual começam neste domingo

    Campanha eleitoral nas ruas e propaganda virtual começam neste domingo

    A campanha eleitoral para as Eleições 2026 está liberada a partir deste domingo (16). Os candidatos podem participar de carreatas, passeatas e panfletagem entre as 8h e as 22h. Estão permitidos também as propagandas na internet e os anúncios pagos na imprensa escrita.

    De acordo com a Lei das Eleições e resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os atos estão permitidos até 3 de outubro, um dia antes do primeiro turno. Os comícios estão autorizados entre as 8h e a meia-noite, até 1° de outubro. 

    As mobilizações devem manter distância mínima de 200 metros das sedes dos Poderes Executivo e Legislativo, além de tribunais, quarteis militares, hospitais, escolas e igrejas.

    A propaganda eleitoral gratuita no rádio e televisão será permitida entre 28 de agosto e 1° de outubro.

    Votação

    O primeiro turno do pleito ocorrerá no dia 4 de outubro, para a escolha de deputados federais, estaduais, distritais, governadores, senadores e do presidente da República.
     
    O segundo turno está marcado para o dia 25 de outubro e pode ocorrer na disputa para os cargos de governador e presidente. 

    Os eleitores voltarão às urnas se nenhum dos candidatos obtiver mais de 50% dos votos válidos, excluindo brancos e nulos, no primeiro turno.

    Veja a seguir, em ordem alfabética, os nomes dos candidatos ao cargo de presidente da República e seus perfis na página do TSE:

    1. Augusto Cury (Avante)
    2. Clariana Barão (DC)
    3. Edmilson Costa (PCB)
    4. Flávio Bolsonaro (PL)
    5. Hertz Dias (PSTU)
    6. Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
    7. Renan Santos (Missão)
    8. Romeu Zema (Novo)
    9. Ronaldo Caiado (PSD)
    10. Rui Costa Pimenta (PCO)
    11. Samara Martins (UP)
    12. Wilson Grassi (Democrata)


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Da Amazônia à Europa, seca avança e movimenta debates na COP17

    Da Amazônia à Europa, seca avança e movimenta debates na COP17

    A seca deixou de ser um problema apenas das regiões áridas do planeta e passou a atingir lugares antes considerados menos vulneráveis. Segundo a Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD), a frequência e a duração das secas aumentaram quase 30% desde 2000.

    Essa face da crise climática será um dos temas centrais da 17ª Conferência das Nações Unidas de Combate à Desertificação (COP17), que acontecerá em Ulaanbaatar, na Mongólia, entre este domingo (17) e 28 de agosto. Para a secretária executiva da UNCCD, Yasmine Fouad, o momento pede urgência na aplicação de soluções concretas nos territórios.

    “A questão já não é reconhecer a seca como um risco global, mas agir cedo o suficiente para evitar que seus impactos se espalhem pelas comunidades, economias e fronteiras”, afirma Fouad em entrevista à Agência Brasil.

    As projeções são de que, até 2050, três em cada quatro pessoas no mundo poderão ser afetadas, enquanto a demanda global por água deve superar a oferta em até 40% até 2030.

    No Brasil, todas as cinco regiões tiveram registros de seca, com diferentes intensidades, em julho de 2026. Pelo menos 157 municípios foram classificados em situação de “seca severa”, o que significa que sofreram queda acentuada de umidade no solo e estresse hídrico na vegetação, com perdas na agricultura. 

    O fenômeno no país é acompanhado pelo Monitor de Secas, coordenado pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), e por boletins mensais do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). O coordenador-geral de pesquisa e desenvolvimento do Cemaden, José Antonio Marengo, explica que o problema deve se intensificar nos próximos meses.

    “O que observamos em todo o país é uma tendência de ressecamento. Vemos a diminuição dos totais de chuvas e o aumento da temperatura. Há um risco de que o desequilíbrio entre precipitação e evaporação leve a situações de agravamento das secas”, analisa Marengo.

    Problema global

    Ao redor do mundo, o Observatório Global da Seca destacou que, em julho, a Europa registrou temperaturas acima da média, com uma onda de calor prolongada. Mas o problema é mais amplo.

    As condições de seca se apresentam de forma mais intensa nas seguintes regiões:

    • Europa: Reino Unido, Itália, França, Alemanha, Hungria e Romênia; 
    • África: Sul e Centro do continente, como Sudão, Etiópia, Zâmbia e Magadascar;
    • Oriente Médio: Irã e Omã;
    • Ásia: Centro e Sudeste, como Cazaquistão, China e Filipinas.

    O fenômeno pode assumir diferentes formas, como a seca meteorológica, que ocorre quando as precipitações permanecem abaixo da média durante um período prolongado.

    A seca agrícola, por sua vez, reduz a umidade disponível para as plantas e compromete lavouras e pastagens.

    Já a seca hidrológica afeta rios, reservatórios e aquíferos, e provoca impactos sobre o abastecimento humano, a geração de energia, a navegação e a biodiversidade.


    . Seca impacta agricultura, alimentação e segurança hídrica no Brasil. Crédito: ASA / Divulgação

    Seca impacta agricultura, alimentação e segurança hídrica no Brasil. Crédito: ASA / Divulgação

    Impacto desigual

    Não dá mais para tratar o problema como algo isolado, alerta o diretor do Departamento de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), Alexandre Pires.

    “Se pegarmos dados do Cemaden, que faz o monitoramento das secas no Brasil, nos últimos 30 anos, nós tivemos secas severas nas cinco macrorregiões do país”, diz o diretor.

    “É claro que, em determinadas regiões, o problema é mais grave, como é o caso da Região Nordeste e do Norte de Minas Gerais. Entre 2012 e 2017, tivemos uma seca muito impactante no semiárido do ponto de vista das reservas hídricas e da alimentação para os animais”.

    A seca costuma atingir com maior intensidade populações que dependem diretamente dos recursos naturais para sobreviver, como indígenas, quilombolas, ribeirinhos, extrativistas, pescadores artesanais e agricultores familiares.

    O caso da Amazônia é emblemático. Com a maior floresta tropical e a maior bacia hidrográfica do planeta, a região passou a enfrentar secas históricas. Em 2023 e 2024, rios de diversos municípios da região atingiram os menores níveis já registrados. Comunidades ficaram isoladas, transporte fluvial foi interrompido, houve dificuldades com o abastecimento de alimentos e de medicamentos.


    Tefé (AM) 21/10/2023 – Um indigena obserna o leito do rio Amazonas em Tefé (AM) praticamnete seco.
 Foto: Alex Pazuello/Secom

    Um indigena observa o leito do Rio Amazonas em Tefé (AM) praticamnete seco, em 2023. Foto: Alex Pazuello/Secom

    Para alertar sobre o tema, a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab) lançou um boletim no fim do ano passado em que alerta para os efeitos sobre os povos tradicionais da região.

    Segundo o coordenador-geral da Coiab, Toya Manchineri, secas e queimadas ameaçam os territórios e modos de vida que sustentam o planeta.

    “O que vivenciamos não foi uma estiagem isolada, mas um colapso ambiental em curso”, destacou Toya Manchineri quando o boletim foi lançado.

    “A crise climática se manifesta no cotidiano das comunidades. Quando o rio seca, o peixe desaparece, o barco não chega e a floresta, antes úmida, passa a queimar”.

    No monitoramento recente feito pelo Cemaden, os territórios indígenas afetados pela seca severa passaram de três, em junho, para 17, em julho. O órgão destaca o agravamento do problema nos distritos sanitários especiais indígenas de Alto Rio Negro (AM), Parintins (AM), Kaiapó do Pará (PA), Tocantins (TO) e Araguaia (MT e TO).

    Em relação aos assentamentos rurais, houve aumento de duas para 44 áreas afetadas pela seca extrema, e crescimento de 102 para 309 áreas afetadas pela seca severa. Pará, Tocantins, Mato Grosso, Rondônia e Amazonas concentram a maior parte das áreas afetadas.


    Porto Jofre (MT) 17/11/2023 – Detalhe de arvores queimadas durante incêndio florestal que atige o Pantanal.
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

    Detalhe de arvores queimadas durante incêndio florestal que atingiu o Pantanal em 2023. Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

    Seca relâmpago

    Além de mudanças na frequência e na intensidade, as secas passaram a apresentar diferenças expressivas também na duração. Impulsionadas pelo aquecimento global, essas estiagens severas estão mais longas, explica o pesquisador Humberto Alves Barbosa, coordenador e fundador do Laboratório de Análise e Processamento de Imagens de Satélites (Lapis), da Universidade Federal de Alagoas (Ufal).

    Humberto destaca também os impactos identificados mais recentemente de um tipo de seca de curta duração, conhecido como seca-relâmpago.

    “Essas secas costumam ocorrer durante o verão, acompanhadas de aumento do calor, com início rápido e forte intensidade. O fenômeno dura apenas alguns dias ou semanas. Porém, o efeito combinado da redução da cobertura vegetal e do aumento das temperatura durante as secas piora ainda mais a condição de aridez da região”, explica o pesquisador.

    El Niño

    Preocupações sobre a seca aumentaram este ano, com a previsão de chegada de um El Niño mais intenso do que os anteriores. Caracterizado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial, o fenômeno costuma alterar a circulação atmosférica em diferentes partes do planeta e modificar a distribuição das chuvas.

    Segundo as previsões mais recentes da Organização Meteorológica Mundial (OMM), o El Niño deve ficar mais forte entre agosto e outubro de 2026. O padrão esperado de chuvas indica condições mais secas que o normal principalmente na Índia e partes do sul da Ásia, na Austrália Meridional e Oriental, na América Central e Caribe, no Noroeste da América do Sul e no Norte da Europa.

    No Brasil, o fenômeno pode provocar secas mais severas em algumas regiões, alerta o pesquisador Humberto Barbosa.

    “Historicamente, um El Niño de intensidade muito forte está associado à redução das chuvas e ao aumento das temperaturas no Norte, Nordeste e áreas do Centro-Oeste. Ele deve afetar tanto a umidade do solo quanto a vazão dos rios. Estas regiões ficam mais vulneráveis às secas prolongadas ou às secas relâmpagos e às queimadas”, diz Humberto.

    O Programa Mundial de Alimentos (PMA) estima que a seca e os demais impactos climáticos associados ao El Niño podem agravar significativamente a insegurança alimentar em 45 países.

    A análise mais recente aponta que a população em insegurança alimentar aguda pode aumentar de cerca de 225 milhões para 275 milhões de pessoas, caso os impactos previstos se concretizem. Os maiores aumentos são esperados nas Américas Central e do Sul, no Caribe e no Sul da África.


    Brasília (DF) 26/08/2024- Brasília amanhece encoberta por fumaça de queimadas.
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

    Brasília amanhece encoberta por fumaça de queimadas em 2024. Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

    Seca na COP17

    Em vez de concentrar esforços apenas na resposta às emergências, governos têm sido estimulados a investir em monitoramento, sistemas de alerta precoce, recuperação de áreas degradadas, gestão integrada da água e fortalecimento da capacidade de adaptação das populações.

    A expectativa é que o tema ganhe força na conferência, prevê o diretor do Departamento de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca.

    “Existe hoje um fórum político, a Aliança Internacional para a Resiliência à Seca (IDRA, na sigla em inglês), da qual o Brasil passou a fazer parte em 2024. A expectativa é que essa articulação influencie as negociações e estimule os países a investir mais recursos para enfrentar as secas, porque esse é um problema que precisa ser tratado antes de virar uma emergência ainda maior”, diz Alexandre.

    Criada durante a COP27 do Clima, em 2022, a IDRA reúne governos e organizações internacionais. A iniciativa busca fortalecer a cooperação entre os países, ampliar o compartilhamento de informações e incentivar investimentos em ações de adaptação.

    Cobertura na Mongólia

    A Agência Brasil vai acompanhar as duas semanas da COP17 da Desertificação diretamente da Mongólia. A viagem é uma parceria com a UNCCD, que selecionou seis repórteres de diferentes continentes com uma bolsa de jornalismo para cobrir o evento.

    Nos próximos dias, a Agência Brasil publica uma série de matérias com informações sobre a conferência e como os temas debatidos nela afetam o Brasil.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br