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  • Bienal do Livro tem novo projeto para incentivar leitura no Brasil

    Bienal do Livro tem novo projeto para incentivar leitura no Brasil

    A Bienal do Livro do Rio de Janeiro inaugura neste mês de setembro um novo projeto, dentro da proposta de incentivar a leitura no Brasil e aumentar o alcance do festival mesmo em anos intermediários à sua realização. Trata-se do projeto Estação Bienal, que fará a aproximação dos leitores de seus autores preferidos e suas obras.
    A primeira parada da Estação Bienal está marcada para o dia 9 de setembro, no Teatro Clara Nunes, no Shopping da Gávea, zona sul do Rio de Janeiro. Nessa data, os fãs da escritora inglesa Alice Oseman, autora da série “Heartstopper”, terão a oportunidade de conhecê-la ao vivo e ganhar seu autógrafo. Esse primeiro programa da Estação Bienal tem a parceria da Companhia das Letras, por meio da Seguinte, selo jovem da editora.
    O diretor de Marketing e Conteúdo da GL events Exhibitions, que realiza a Bienal do Livro do Rio juntamente com o Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL), Bruno Henrique, disse à Agência Brasil que a ideia, no primeiro momento, é trazer para o novo projeto somente autores internacionais, a quem o público tem mais dificuldade de acesso.
    “A gente quer criar esse produto para aproximar autores mais difíceis do seu público, com certa periodicidade que ainda será definida”.
    Depois, a ideia é ampliar o projeto, como ocorreu com a Bienal nas Escolas, que leva autores a unidades da rede pública de ensino ao longo do ano e acabou se tornando uma proposta permanente. “A gente pretende ir evoluindo”, garantiu Bruno Henrique.
    Escritores demandados
    O diretor da GL events Exhibitions informou que a organização da Bienal tem uma lista de escritores que são muito demandados pelos leitores e a escritora Alice Oseman é uma das mais pedidas. Junto à Companhia das Letras, percebeu-se a oportunidade de trazê-la agora, já que sua agenda permitia a vinda ao Brasil e, em especial, ao Rio de Janeiro, para uma ação específica.
    “Foi uma questão de oportunidade, casando com a grande demanda que a gente já tinha por esse nome nas bienais anteriores”, disse Bruno Henrique.
    Alice Oseman atende uma parcela significativa do público jovem da Bienal do Livro do Rio. A inglesa é considerada “best seller” (mais vendido) e, em seus livros, trata com delicadeza de temas ligados aos jovens, especialmente da população LGBTQIA+.
    Segundo Bruno Henrique, a mobilização dos fãs para a compra de ingressos para o encontro com a escritora estrangeira, inclusive nas redes sociais, sinaliza a existência de um recorte específico do público bastante abrangente de uma geração de milhares de seguidores que ela já tem no país. Não há prazo determinado para encerramento das vendas de ingressos, informou o diretor.
    Os ingressos podem ser adquiridos no site da Sympla ou no próprio teatro. Há três preços: Simples, de R$ 85 (meia entrada) e R$ 170 (inteira) para acesso somente ao bate-papo; Master (acesso ao bate-papo + um exemplar de Heartstopper 6 previamente autografado): R$ 175,00 (meia) e R$ 350,00 (inteira); e Full Experience (acesso ao bate-papo + um exemplar de Heartstopper 6 + participação na sessão de autógrafos, podendo tirar foto do momento): R$ 199,90 (meia) e R$ 399,90 (inteira).
    Bruno Henrique destacou que haverá também a meia entrada social, acessível a qualquer pessoa, desde que faça a doação de um livro, em bom estado, que será destinado a uma instituição apoiada pela Bienal do Livro Rio. “A ideia, disse, é fazer os livros girarem também, estimulando a leitura sob todas as perspectivas”.
    Itinerância
    A Estação Bienal pretende ser itinerante, abrindo a possibilidade de transformar teatros, centros culturais e outros espaços da cidade em pontos de encontro para vários locais e segmentos da população carioca. “Daí ser uma Estação Bienal, com o propósito de ir parando em vários locais diferentes, com obras e autores diversos”.
    O nome de um novo escritor estrangeiro já foi levantado para a próxima edição do projeto. A GL events Exhibitions já está em conversa com os agentes do autor e seu editor, mas não pode adiantar o nome, por se tratar de uma operação complexa, que depende da logística e agenda dos escritores estrangeiros.
    A ideia é conseguir fazer, “ainda este ano, mais uma Estação Bienal, com outro nome conhecido do público e cuja presença é bastante pedida nas bienais do Livro Rio”.
    Todos os participantes receberão um pin especial em cada edição da Estação Bienal. A peça é colecionável e a primeira terá a capa do sexto volume de “Heartstopper”. Cada nova parada terá seu próprio pin, com identidade exclusiva, para que os leitores possam guardar e colecionar as experiências vividas ao longo do projeto.
    Incentivo à leitura
    A trajetória de incentivo à leitura da Bienal do Livro do Rio é feita também no ano do festival e um pouco antes, por meio de parcerias, visando a doação de livros. Com o Hemorio, por exemplo, o resultado do projeto “Ler tá no Sangue” tem sido super positivo, resultando no aumento do número de doadores para o instituto.
    Com o Metrô Rio, são distribuídos livros pelos vagões, com a sugestão “Embarque na Leitura”. “Porque a gente entende que esse é um lugar de muita leitura. As pessoas usam livros como companheiros nessa locomoção diária”.
    Outro projeto, com o objetivo de estimular a leitura, denominado “Invasão dos Livros”, é realizado com a Voz das Comunidades, no Complexo do Alemão. “A gente retoma ali a questão de uma ação social com a distribuição de livros no local e o apoio da comunidade”.
    Para o diretor, isso significa tentar ampliar o propósito da Bienal para outros momentos, para mais lugares da cidade, em outros tempos, “para mais pessoas ficarem em contato com esse hábito da leitura, com os livros. O propósito é ir caminhando no sentido de tornar cada vez mais o Brasil um país leitor”, concluiu Bruno Henrique.

    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Confira a agenda dos presidenciáveis nesta terça-feira (1º)

    Confira a agenda dos presidenciáveis nesta terça-feira (1º)

    A agenda dos candidatos à Presidência da República nesta terça-feira (1º) inclui visitas a instituições e eventos, entrevistas à imprensa e encontros com representantes da sociedade.
    Também estão previstas caminhadas e panfletagens pelas ruas, além de atividades voltadas a temas como educação e saúde.
    Wilson Grassi (Democrata)
    Em Brasília, concede entrevista ao Poder 360, e às 18h, ao Metrópoles.
    Augusto Cury (Avante)
    Participa de café da manhã no Centro das Indústrias em Cachoeirinha (RS) e de visita à 46ª edição da Expointer, em Esteio (RS). À noite, participa da inauguração da primeira Casa Cury em Belo Horizonte (MG).
    Edmilson Costa (PCB)
    Faz caminhada pelo centro de São Paulo, iniciando no Teatro Municipal.
    Hertz Dias (PSTU)
    Em Santa Cruz do Sul (RS), participa de entrevista coletiva e almoço com militantes e convidados no Sindicato dos Comerciários. À tarde, faz caminhada pelo centro da cidade e panfletagens.
    Romeu Zema (Novo)
    Conversa com pais e representantes de Joinville (SC) para falar sobre educação em uma das escolas referência no Ideb em Santa Catarina.
    Ronaldo Caiado (PSD)
    Visita à Santa Casa de Misericórdia em São Paulo, com coletiva de imprensa ao final.
    Rui Costa Pimenta (PCO)
    Viaja para Brasília, onde participa, às 12h, de panfletagem em frente ao restaurante universitário da Universidade de Brasília (UnB), com militantes e apoiadores. Às 16h30, concede entrevista ao Metrópoles e, às 19h, retorna para São Paulo.
    Os candidatos Flávio Bolsonaro (PL), Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Samara Martins (UP) não têm agenda pública de campanha nesta terça-feira (1º).
    Os candidatos Renan Santos (Missão) e Clariana Barão (Democracia Cristã) não divulgaram a agenda de campanha até o momento desta publicação.
    A ordem de apresentação da cobertura da agenda dos candidatos a presidente segue rodízio diário em ordem alfabética.

    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • De virada, Coritiba vence Remo no fim da 25ª rodada do Brasileirão

    De virada, Coritiba vence Remo no fim da 25ª rodada do Brasileirão

    A 25ª rodada do Campeonato Brasileiro terminou na noite desta segunda-feira (31). No Mangueirão, em Belém, o Coritiba superou o Remo por 3 a 2, em jogo com duas viradas no marcador e decidido nos acréscimos do segundo tempo.
    O Coxa se aproximou da zona de classificação à Libertadores, que envolve as cinco melhores campanhas da competição (o G-5). O clube paranaense foi a 37 pontos e assumiu o sétimo lugar. São três pontos de diferença para o Bahia, quinto colocado.
    O Leão Azul, que atuou em casa e nutria a esperança de sair da zona de rebaixamento após pouco mais de cinco meses e meio, permanece no grupo das quatro piores campanhas da competição (o Z-4). A equipe paraense, que não vence há cinco jogos, está em 19º lugar, com 23 pontos.
    As redes balançaram somente na etapa final. Aos dois minutos, o atacante Pedro Rocha cobrou escanteio pela esquerda e o volante José Welison, ao tentar afastar o perigo, cabeceou para a própria meta, abrindo o placar para o Coritiba.
    O Remo empatou aos 15, em um golaço de Zé Ricardo. O meia recebeu pela esquerda, no bico da entrada da área, escapou da marcação do lateral JP Chermont e do volante Sebastián Gómez e chutou forte. A bola ainda bateu no travessão antes de entrar.
    A virada saiu quatro minutos depois, em pênalti cometido por JP Chermont em cima de Gabriel Taliari. O também atacante Yago Pikachu teve a cobrança defendida pelo goleiro Pedro Morisco, mas ele próprio aproveitou o rebote para marcar o segundo do Leão Azul.
    Por 12 minutos, o Remo estava saindo da zona de rebaixamento pela primeira vez desde a quinta rodada. Mas aos 31, Paulo Roberto evitou que a bola saísse pela linha de fundo, quase na pequena área, e rolou para o também atacante Fabinho completar para as redes e deixar tudo igual.
    Nos acréscimos, veio o gol da vitória paranaense. Aos 48, em contra-ataque puxado por Paulo Roberto, Pedro Rocha recebeu de Gómez e finalizou no canto esquerdo do goleiro Marcelo Rangel, garantindo os três pontos ao Coxa.
    Confira os demais resultados da 25ª rodada:
    Atlético-MG 2×1 Vitória
    São Paulo 2×1 Red Bull Bragantino
    Vasco 3×1 Cruzeiro
    Athletico-PR 3×3 Fluminense
    Flamengo 3×0 Botafogo – transmissão Rádio Nacional
    Corinthians 0x1 Santos
    Mirassol 1×1 Palmeiras
    Grêmio 3×1 Chapecoense
    Bahia 3×2 Internacional

    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Corinthians vence Cruzeiro e fica a um empate das semifinais

    Corinthians vence Cruzeiro e fica a um empate das semifinais

    O Corinthians saiu na frente do Cruzeiro pelas quartas de final da Série A1 (primeira divisão) do Campeonato Brasileiro Feminino de futebol. Nesta segunda-feira (31), as Brabas venceram as Cabulosas por 1 a 0 na Arena Independência, em Belo Horizonte.
    O duelo foi amplamente dominado pelas paulistas, que balançaram as redes nos instantes finais, mas poderiam ter vencido por uma margem de gols até maior se não fosse Cláudia. A goleira do Cruzeiro fez pelo menos três defesas fundamentais, que vinham garantindo o empate às donas da casa até os acréscimos.
    Os times se reencontram na próxima segunda-feira (7), às 17h (horário de Brasília), em local a ser definido. O Timão, anfitrião da partida, costuma jogar no Parque São Jorge, mas o estádio tem capacidade menor que a exigida pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para o mata-mata, que é de 10 mil lugares.
    As alvinegras têm a vantagem do empate para o duelo de volta. As mineiras precisam vencer por dois ou mais gols de diferença para se classificarem no tempo normal. Se o placar agregado terminar empatado, a decisão será nos pênaltis.
    O confronto reedita a final do último Brasileirão Feminino. Em 2025, o primeiro jogo também foi no Independência e as equipes empataram em 2 a 2. Na partida de volta, disputada na Neo Química Arena, em São Paulo, o Corinthians venceu por 1 a 0 e ficou com o título pela sétima vez, sendo a sexta consecutiva.
    Água mole em pedra dura…
    As Brabas mostraram, desde os primeiros movimentos, qual seria a tônica do jogo. Aos 11 minutos, a lateral Tamires cobrou falta pela direita e a atacante Jhonson desviou, de cabeça, na pequena área, parando em Cláudia.
    Aos 33, Jhonson escorou pelo alto, perto da meia-lua, e deixou Gabi Zanotti na cara do gol. A meia escapou da zagueira Vitória Calhau e chutou na saída da goleira, mas a volante Capelinha, em cima da linha, evitou que as Brabas abrissem o placar.
    Seis minutos depois, Gabi Zanotti tentou surpreender Cláudia, que estava um pouco adiantada, e arriscou da intermediária pela esquerda. A goleira do time mineiro conseguiu se recuperar e mandou para escanteio com a ponta dos dedos.
    … tanto bate até que fura
    O cenário se manteve na volta do intervalo. O Corinthians aproveitou os muitos erros de passe do Cruzeiro para “alugar” o campo de ataque. A primeira boa chance do segundo tempo veio aos 22 minutos, em chute de primeira de Belén Aquino, de fora da área, que passou muito perto do travessão.
    No lance seguinte, a atacante uruguaia invadiu a área pela esquerda e rolou para Gisela Robledo, livre, na pequena área. A meia concluiu de primeira, no lado oposto de onde estava Cláudia, mas a goleira, esticando o pé direito, fez uma defesa espetacular, desviando para a trave.
    Aos 40 minutos, após cobrança de escanteio, Vic Alburquerque venceu a disputa pelo alto e cabeceou buscando o ângulo esquerdo. A também atacante Marília, ajudando o sistema defensivo, salvou quase em cima da linha, também de cabeça.
    Quando o jogo caminhava para o empate, o Corinthians, enfim, abriu o placar. Aos 50, Vic Albuquerque tentou acionar Robledo na área, a zaga afastou mal e a bola sobrou com a própria atacante, que teve tempo de dominar a bola e acertar um belo chute, indefensável para Cláudia. Foi o gol da vitória.

    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Instituto Vladimir Herzog alerta Fachin sobre interferência dos EUA

    Instituto Vladimir Herzog alerta Fachin sobre interferência dos EUA

    O presidente do Instituto Vladimir Herzog, Rogério Sottili, alertou, em carta enviada ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, para o risco de interferência dos Estados Unidos nas eleições brasileiras de 2026. O documento foi enviado dia 19 de agosto.
    Segundo Sottili, há sinais de que o resultado das eleições para a Presidência da República poderá não ser reconhecido pelo governo do presidente Donald Trump. A avaliação, segundo ele, foi feita após viagem aos Estados Unidos, onde conversou com lideranças políticas e representantes de entidades da sociedade civil.
    “Já existe ingerência externa por parte dos Estados Unidos e há um indício muito forte de que, sim, a tendência seguirá nesta crescente com relação às eleições brasileiras para a presidência e o possível não reconhecimento do resultado ao pleito”, afirma Sottili na carta.
    O documento também manifesta preocupação com a atuação da Organização dos Estados Americanos (OEA), que acompanha processos eleitorais nos países-membros. O instituto pede atenção preventiva das instituições brasileiras para garantir que a organização possa exercer suas funções com autonomia, rigor técnico e postura republicana diante das pressões políticas internacionais.
    O Instituto Vladimir Herzog pede que o STF se posicione diante das ameaças. Segundo a entidade, um eventual questionamento internacional do resultado eleitoral poderia afetar a legitimidade da Corte e ser utilizado internamente para contestar decisões judiciais.
    “Um eventual questionamento internacional do resultado eleitoral pode deixar de ser apenas um problema diplomático quando passa a ser utilizado internamente para deslegitimar decisões judiciais, estimular o descumprimento da Constituição, atacar a independência do Poder Judiciário ou sustentar iniciativas voltadas à ruptura da ordem democrática”, afirma a carta.

    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Confira como foi a segunda-feira (31) dos candidatos a presidente

    Confira como foi a segunda-feira (31) dos candidatos a presidente

    Os candidatos à Presidência da República cumpriram agendas de campanha nesta segunda-feira (31) com entrevistas, sabatinas, reuniões, panfletagens e encontros com apoiadores e trabalhadores.
    Entre os temas abordados estiveram o desenvolvimento econômico, o incentivo aos pequenos negócios, a defesa dos Correios como empresa pública e o combate à corrupção. Candidatos também se reuniram com representantes dos setores automotivo e da construção civil. As atividades foram realizadas principalmente em Curitiba, Porto Alegre e São Paulo.
    >> Veja como foi o dia dos candidatos a presidente:
    Augusto Cury (Avante)
    Em Curitiba (PR), Cury defendeu uma mudança no modelo de desenvolvimento econômico brasileiro, com maior incentivo à produção, à agregação de valor e ao fortalecimento dos empreendedores. “Precisamos mostrar o Brasil como um supermercado do mundo, e não apenas como uma fazenda do mundo”, afirmou.
    Cury também defendeu a ampliação do acesso ao financiamento para os pequenos negócios.
    Em Gravataí (RS), participou da inauguração do Comitê do Avante.
    Clariana Barão (Democracia Cristã)
    A candidata foi entrevistada pela Rádio Pinel, no Rio Grande do Sul.
    Hertz Dias (PSTU)
    Em Porto Alegre (RS), participou de panfletagem e conversa com trabalhadores dos Correios. Durante o diálogo, Dias reafirmou sua defesa de uma empresa pública, estatal e voltada ao atendimento das necessidades da população.
    Segundo o candidato, os Correios cumprem uma função estratégica para a integração. “Os Correios são patrimônio do povo brasileiro. É uma empresa que chega aos lugares mais distantes do país, presta serviços essenciais e garante a integração nacional. Somos contra qualquer tentativa de privatização”, afirmou.
    O candidato também teve atividades no centro da cidade, na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), em sindicatos e no Hospital de Clínicas
    Renan Santos (Missão)
    Participou de entrevista no jornal O Estado de São Paulo e, mais tarde, de uma sabatina na Gazeta do Povo.
    À tarde, Renan Santos convocou uma coletiva de imprensa para falar sobre a suspensão de sua propaganda eleitoral, decisão tomada pelo ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
    “Foi uma inflexão autoritária. Não dá para justificar de maneira racional”, declarou Renan. O partido Missão pretende entrar com recurso contra a decisão do TSE.
    Romeu Zema (Novo)
    Pela manhã, o candidato esteve em frente à sede da Polícia Federal, em Curitiba (PR), para conversar com apoiadores e integrantes de movimentos ligados à Lava Jato. À tarde, se reuniu com moradores do bairro Santa Cândida, na capital paranaense, para conversar sobre corrupção.
    Ronaldo Caiado (PSD)
    Pela manhã, participou de sabatina na rádio Jovem Pan, em São Paulo (SP). Em seguida reuniu-se com a diretoria da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Em outro compromisso, esteve com membros do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP).
    Na reunião, Caiado disse que os empresários não têm dificuldade com relação à questão da escala 6X1 e sim com a maneira como a matéria foi discutida, segundo ele, não permitindo que os empresários pudessem adaptá-la à condição de trabalho do setor.
    “Eu pretendo dar viabilidade para a indústria, para o comércio, para os varejistas e para o pequeno e microempresário. Lógico que ninguém vai insistir em situações que amanhã possam provocar o colapso do setor industrial brasileiro”, disse.
    Wilson Grassi (Democrata)
    O candidato participou pela manhã de reunião de alinhamento com comitê de campanha. No período da tarde, gravou vídeos para campanha com a área de marketing.
    Os candidatos Edmilson Costa (PCB), Flávio Bolsonaro (PL), Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Samara Martins (UP) e Rui Costa Pimenta (PCO) não tiveram agenda pública de campanha nesta segunda-feira.
    A ordem de apresentação da cobertura da agenda dos candidatos a presidente segue rodízio diário em ordem alfabética.

    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Arrecadação com ‘imposto do pecado’ deve chegar a R$ 41,9 bi em 2027

    Arrecadação com ‘imposto do pecado’ deve chegar a R$ 41,9 bi em 2027

    Criado pela reforma tributária, o Imposto Seletivo (IS), apelidado como “imposto do pecado”, deverá arrecadar R$ 41,9 bilhões em 2027. A previsão foi incluída no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), enviado nesta segunda-feira (31) ao Congresso Nacional.
    O tributo será aplicado a produtos e atividades considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente. Entre eles estão cigarros, bebidas alcoólicas, refrigerantes, alguns tipos de veículos, além da extração de bens minerais, loterias, apostas e jogos de fantasy sports.
    A cobrança começa em 2027, mas a regulamentação do imposto ainda precisa ser aprovada pelo Congresso. O governo ainda não enviou a proposta específica que definirá as regras de funcionamento do tributo.
    Produtos taxados
    A lista prevista para o Imposto Seletivo inclui:
    • Cigarros e outros produtos de tabaco;
    • Bebidas alcoólicas;
    • Refrigerantes e outras bebidas açucaradas;
    • Veículos, conforme características e nível de emissão de poluentes;
    • Extração de bens minerais;
    • Loterias e apostas;
    • Bets e fantasy sports.
    Segundo o Ministério da Fazenda, a estratégia inicial é preservar, durante o período de transição, uma carga tributária semelhante à atualmente aplicada aos produtos. Em uma etapa posterior, as alíquotas poderão ser elevadas pelo chamado efeito regulatório, com o objetivo de desestimular o consumo de produtos considerados nocivos.
    Em entrevista coletiva para explicar o PLOA de 2027, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a estimativa de arrecadação busca preservar a carga atual incidente sobre setores que são tributados pelo Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).
    No caso das apostas, a tributação será uma novidade, porque as chamadas bets não estão sujeitas ao IPI. Segundo Durigan, o governo pretende evitar uma alíquota tão baixa que seja irrelevante ou tão alta que estimule a migração das plataformas para a ilegalidade.
    Impacto na saúde
    O governo utiliza também argumentos relacionados aos custos provocados pelo consumo desses produtos para justificar a tributação.
    Segundo o Ministério da Saúde, um estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) estimou que o consumo de álcool gerou, em 2019, R$ 18,8 bilhões em custos. Desse total, R$ 1,1 bilhão correspondeu a despesas federais diretas com hospitalizações e procedimentos ambulatoriais no SUS.
    No caso do tabagismo, as doenças relacionadas ao consumo de cigarros geram R$ 153,5 bilhões em custos anuais, segundo estimativa do Ministério da Saúde. O valor inclui despesas diretas e perdas de produtividade.
    Os números apresentados pelo Ministério da Saúde mostram ainda que:
    • R$ 86,3 bilhões são custos indiretos associados ao tabagismo;
    • R$ 8 bilhões são arrecadados anualmente em tributos federais sobre cigarros;
    • R$ 3 bilhões são os custos estimados ao SUS com doenças relacionadas ao consumo de bebidas ultraprocessadas, como refrigerantes.
    Reforma tributária
    O Imposto Seletivo integra o novo sistema de tributação sobre o consumo aprovado pelo Congresso em 2023 e regulamentado posteriormente. A implementação ocorrerá de forma gradual, com transição prevista até 2033.
    A partir de 2027, o IS passará a coexistir com a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), que substituirá o Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e parte do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).
    No Orçamento de 2027, o governo estima R$ 636 bilhões de arrecadação com a CBS. Somados aos R$ 41,9 bilhões previstos para o Imposto Seletivo, os dois novos tributos devem gerar R$ 677,9 bilhões no próximo ano.
    A previsão de receitas com os novos tributos é considerada importante para o equilíbrio das contas públicas durante a transição para o novo modelo tributário.
    Críticas do setor
    Produtores dos segmentos atingidos pelo Imposto Seletivo alegam que cigarros, bebidas alcoólicas e outros produtos têm elevada carga tributária no Brasil.
    Representantes do setor avaliam que aumentos adicionais podem reduzir margens de lucro e provocar repasses aos preços. Também apontam riscos de demissões e crescimento do mercado ilegal caso a tributação seja considerada excessiva.
    O governo, por outro lado, sustenta que o Imposto Seletivo terá não apenas função arrecadatória, mas também regulatória, justamente para reduzir o consumo de produtos com impactos negativos sobre a saúde e o meio ambiente.

    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Violência contra a mulher: 7,5 mil agentes serão capacitados

    Violência contra a mulher: 7,5 mil agentes serão capacitados

    Pelo menos 7,5 mil agentes de segurança pública das 27 capitais brasileiras e de 81 cidades do interior vão passar, na próxima quarta (2), por um dia de capacitação, via transmissão simultânea, para atendimento de mulheres vítimas de violências.
    A diretora de Ensino e Pesquisa da Secretaria Nacional de Segurança Pública, Michele Gonçalves dos Ramos, explica que pelo menos outros dois mil profissionais já realizaram esse curso ao longo dos últimos três anos.
    “Esse Dia C de Capacitação é uma grande mobilização educacional e nacional com foco no atendimento, na proteção e na perspectiva de gênero na segurança pública”, acrescentou.
    O ministro da Justiça e Segurança Pública Wellington César Lima e Silva considera o dia de capacitação fundamental para colocar em prática iniciativas de proteção, visto que são necessários profissionais preparados.
    “Isso é muito importante porque estamos falando justamente de quem está todos os dias nas ruas, nas delegacias e nos serviços públicos, atendendo a população e sendo o primeiro contato de uma mulher com o Estado.”
    Ele explicou que vão participar da capacitação policiais civis, militares e penais, dos Corpos de Bombeiros, das guardas municipais e das perícias oficiais.
    Protocolo de atendimento
    Além da confirmação da capacitação na quarta-feira, o ministro da Justiça e a ministra das Mulheres, Márcia Lopes, assinaram também duas portarias sobre o tema. A primeira regulamenta procedimento de análise e de aprovação dos planos estaduais e do plano distrital de combate à violência contra a mulher.
    Segundo Michele Gonçalves dos Ramos, a portaria assegura uma aplicação mais transparente e rápida dos recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública para essa finalidade.
    A segunda portaria institui o Grupo de Trabalho interministerial para a elaboração de um protocolo nacional de atendimento às mulheres vítimas de violência sexual.
    “O objetivo desse protocolo é de servir como uma referência para o atendimento realizado nas delegacias de todo o país”, disse Michele Gonçalves dos Ramos.
    Assim, a ideia é avançar na uniformização de procedimentos para as delegacias de Polícia Civil de todo o país.
    “Para que esse atendimento realizado nessas delegacias seja feito de forma ainda mais qualificada, humanizada e articulada entre os diferentes serviços, incluindo a saúde e outros órgãos de rede de proteção.”
    Pesquisa
    Os ministérios ainda entregaram um dossiê com o título Mulheres e Meninas Seguras, Evidências para o Enfrentamento da Violência de Gênero com 14 artigos escritos por pesquisadores do tema.
    “Quando a gente publica uma revista, isso tem que fazer chegar lá na ponta para melhorar a qualidade das reflexões, do pensamento e das mudanças que a gente tem que ter”, disse a ministra Márcia Lopes.
    Ela destacou que houve queda do número de feminicídios, conforme o governo divulgou neste mês. O Brasil registrou 848 vítimas entre janeiro e julho deste ano, contra 876 no mesmo período de 2025. O resultado representou uma redução de 3,2%.

    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Governo prevê arrecadar R$ 636 bilhões com nova CBS em 2027

    Governo prevê arrecadar R$ 636 bilhões com nova CBS em 2027

    Enviado nesta segunda-feira (31) ao Congresso Nacional, o projeto da Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027 trouxe as primeiras projeções de arrecadação dos tributos criados pela reforma tributária. O governo federal estima arrecadar R$ 636 bilhões no próximo ano com a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), tributo a ser administrado pela União.
    Apesar de incluir a receita esperada, o governo não informou no Orçamento qual será a alíquota da CBS. O percentual será calculado a partir de uma metodologia definida pela reforma tributária e deverá ser fixado pelo Senado até 15 de dezembro para entrar em vigor em janeiro de 2027.
    Com introdução gradual até 2032 e passando a valer definitivamente em 2033, a CBS substituirá o Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), além de assumir parte da função atualmente exercida pelo Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).
    Alíquota em definição
    Pelas regras da reforma, a Receita Federal deve enviar ao Tribunal de Contas da União (TCU), até 14 de setembro, uma proposta de cálculo da alíquota de referência da CBS.
    O TCU terá até 30 de outubro para analisar e homologar os cálculos. Depois, caberá ao Senado fixar a alíquota de referência para 2027.
    O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o percentual não será definido diretamente pelo Ministério da Fazenda.
    “A gente vai cumprir nosso itinerário discutindo isso, lembrando que a metodologia prevista na Constituição Federal, já aprovada pelo TCU, não diz a alíquota, mas estabelece a metodologia de uma transição de longo prazo.”
    Segundo Durigan, a metodologia considera a ampliação da base de contribuintes e os diferentes regimes especiais previstos na reforma.
    Novos tributos
    A CBS começará a ser cobrada integralmente em 2027 e substituirá PIS e Cofins. O IPI será zerado para a maior parte dos produtos e permanecerá para itens ligados à Zona Franca de Manaus, dentro das regras de preservação da competitividade da região.
    Em 2027, também começará a cobrança do Imposto Seletivo, cuja arrecadação é estimada em R$ 41,9 bilhões no próximo ano. Esse tributo será aplicado a produtos e atividades considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente.
    A estimativa apresentada pelo governo para a cobrança do Imposto Seletivo considera setores como veículos, tabaco, bebidas alcoólicas, bebidas açucaradas e apostas.
    Transição tributária
    A reforma também cria o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), de competência de estados e municípios. A implementação será gradual e haverá um período de convivência entre o sistema atual e o novo modelo.
    A CBS e o IBS seguirão o sistema de Imposto sobre Valor Agregado (IVA), com cobrança não cumulativa. Nesse modelo, o tributo pago em etapas anteriores da cadeia produtiva pode ser compensado, reduzindo o efeito cumulativo da tributação.
    Outra mudança é a cobrança no destino: os impostos passam a ser vinculados ao local de consumo, e não à origem da produção. A transição busca reduzir a chamada guerra fiscal entre estados.
    Outras receitas
    A inclusão das novas receitas é relevante para as projeções fiscais do governo. O ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, afirmou que a arrecadação com recursos naturais, incluindo royalties de petróleo, deve somar R$ 176 bilhões em 2027.
    Já a receita com dividendos deve ficar pouco acima de R$ 31 bilhões, abaixo da previsão de R$ 55,5 bilhões para 2026.
    Principais números
    – R$ 636 bilhões: arrecadação estimada com a CBS em 2027;
    – R$ 41,9 bilhões: previsão de receita com o Imposto Seletivo;
    – R$ 677,9 bilhões: total estimado com os dois novos tributos;
    – R$ 176 bilhões: receita prevista com exploração de recursos naturais, incluindo royalties de petróleo;
    – R$ 31 bilhões: previsão de arrecadação com dividendos.
    Superávit primário
    Moretti também afirmou que o governo trabalha com um superávit primário efetivo de R$ 18,6 bilhões em 2027. Ao excluir gastos com precatórios e algumas despesas de saúde, educação e defesa, atualmente fora do arcabouço fiscal, a precisão de superávit sobe para R$ 83,4 bilhões.
    O valor representa uma folga de R$ 10,2 bilhões em relação à meta do arcabouço fiscal, que considera um resultado positivo equivalente a 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB), estimada em R$ 73,2 bilhões.
    Segundo o ministro do Planejamento, essa margem aumenta a capacidade de contingenciamento (congelamento temporário de gastos em caso de frustração de receitas) caso seja necessário ajustar as despesas ao longo do ano.
    Durigan afirmou que a folga fiscal pode “dar liberdade” ao governo para administrar a execução do Orçamento de 2027.

    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • EBC lança Centro de Inovação e Pesquisa em Comunicação Pública

    EBC lança Centro de Inovação e Pesquisa em Comunicação Pública

    A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) passa a contar com um novo espaço dedicado à inovação e à produção de conhecimento, a partir desta segunda-feira (31).
    O Centro de Inovação e Pesquisa em Comunicação Pública (CIPública) vai coordenar e promover ações de ciência, tecnologia e inovação, além de facilitar o desenvolvimento de projetos e parcerias da EBC com outras organizações.
    A proposta é promover iniciativas de pesquisa, desenvolvimento e inovação e criar uma cultura que estimule novas ideias e projetos em diferentes áreas. O Centro irá estimular projetos em temas de ponta na comunicação pública, como Inteligência Artificial, TV 3.0 e plataformização, entre outros. Outra frente será a produção e socialização de conhecimento sobre o campo público de comunicação.
    “O CIPública representa um passo importante para consolidarmos na EBC uma cultura permanente de inovação, pesquisa e produção de conhecimento. Como Instituição Científica e Tecnológica, temos a oportunidade de aproximar ainda mais a empresa de universidades, pesquisadores e outras organizações, transformando conhecimento em soluções para os desafios da comunicação pública”, explica Thiago Regotto, diretor-geral da EBC.
    “Ao mesmo tempo, queremos valorizar a capacidade e a experiência dos nossos empregados e ampliar a contribuição da EBC para o desenvolvimento do campo público de comunicação no Brasil”, completa.
    Jonas Valente, gerente de Inovação e Tecnologia da empresa, acrescenta que o “objetivo é facilitar projetos de CT&I que envolvam o campo público, pesquisadores e outras instituições para fortalecer a comunicação pública no Brasil”, detalha.
    O CIPública vai ser o principal espaço de articulação das ações para a implementação da Política de Inovação da EBC, aprovada em maio deste ano pela Diretoria Executiva da empresa.
    A Política estabelece frentes de atuação para que a empresa possa contribuir com a reflexão e modernização das atividades desempenhadas por seus veículos e serviços e no âmbito da Rede Nacional de Comunicação Pública e das instituições e grupos de pesquisa interessados no tema.
    Como uma das tarefas do CIPública é prospectar parcerias que possam colaborar com a inovação na EBC, Valente detalha que a equipe do Centro já iniciou diálogos com algumas instituições, como o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), a Secretaria de Comunicação da Presidência da República, o Ministério da Cultura, a Fiocruz e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
    Repositório de pesquisas
    Uma das primeiras iniciativas do CIPública é a criação do Repositório de Pesquisa em Comunicação Pública, que ficará disponível no site do CIPública. A plataforma vai reunir produções acadêmicas e técnicas relacionadas ao tema, dando visibilidade a pesquisadores da EBC e de outras instituições.
    Em um primeiro momento, o CIPública convocou os empregados da EBC a compartilharem trabalhos e pesquisas já produzidos. Depois, pesquisadores de fora serão chamados para cadastrar seus trabalhos.
    A iniciativa também pretende ampliar continuamente a base a partir de pesquisas disponíveis em periódicos, bancos de teses e dissertações e outras fontes acadêmicas.
    “A ideia é exatamente dar visibilidade para os pesquisadores, sejam eles da casa ou de fora, e criar um hub de conhecimento sobre comunicação pública que as pessoas possam usar mais facilmente”, afirma Valente.
    “O Centro chega para fortalecer a capacidade da EBC, do campo público e de instituições de pesquisa de experimentar, produzir conhecimento e desenvolver soluções para os desafios da comunicação pública, aproximando empregados, pesquisadores, universidades e outras organizações”, completa.
    Os trabalhos enviados serão analisados para conferir requisitos básicos (se é produção acadêmica ou técnica, se pode ser divulgada), mantido o respeito à independência de pesquisa dos autores. Depois, os pesquisadores poderão ser convidados a apresentar seus trabalhos no Grupo de Pesquisa em Mídias Públicas do CIPública.
    Pitching interno
    Outra iniciativa lançada pelo CIPública é um pitching interno de inovação, voltado à melhoria de processos da EBC. Empregados poderão inscrever projetos que proponham novas formas de realizar processos existentes na empresa.
    Serão escolhidas as três propostas que melhor atenderem aos critérios de avaliação, buscando contemplar diferentes áreas da casa.
    O CIPública fornecerá apoio metodológico para qualificar as propostas e discutir a possibilidade de implementação nas áreas. O cronograma completo do pitching vai de 1º de setembro à segunda semana de novembro, com a apresentação dos pilotos às áreas ocorrendo na segunda semana de novembro.

    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br