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  • Partidos têm até o dia 15 para registrarem candidaturas nos tribunais

    Partidos têm até o dia 15 para registrarem candidaturas nos tribunais

    Termina às 19h do dia 15 de agosto o prazo para os partidos registrarem as candidaturas para as eleições deste ano. Com o fim das convenções partidárias, cujo prazo para realização terminou na quarta-feira (5), agora os partidos devem registrar os candidatos nos tribunais eleitorais.

    Para candidatos a presidente e a vice-presidente da República, as solicitações serão feitas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE); para senador, deputado federal, governador e vice-governador, deputado distrital e deputado estadual, nos tribunais regionais eleitorais. 

    Dos 30 partidos registrados no TSE, 13 têm candidatos à Presidência da República. Os demais anunciaram apoio a candidatos de legendas diferentes à sua ou declararam neutralidade na corrida presidencial.

    A decisão pela neutralidade é um sinal de que o partido volta seus esforços para os estados, em um trabalho para ter bancadas significativas nas assembleias legislativas, na Câmara dos Deputados e no Senado.

    Candidatos a presidente da República confirmados nas convenções nacionais:

    • Augusto Cury (Avante)
    • Clariana Barão (DC)
    • Edmilson Costa (PCB)
    • Flávio Bolsonaro (PL)
    • Hertz Dias (PSTU)
    • Leonardo Avalanche (PRTB)
    • Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
    • Renan Santos (Missão)
    • Romeu Zema (Novo)
    • Ronaldo Caiado (PSD)
    • Rui Costa Pimenta (PCO)
    • Samara Martins (UP)
    • Wilson Grassi Júnior (Democrata)

    Essas candidaturas, no entanto, precisam ser confirmadas com o registro junto ao TSE.

    Consulta

    Após registrado, o candidato aparece no sistema do tribunal eleitoral, que pode ser consultado por qualquer cidadão. No sistema DivulgaCand é possível encontrar informações detalhadas sobre todos os candidatos que pediram registro à Justiça Eleitoral, entre as quais as suas contas eleitorais e as dos partidos políticos.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • ONU promove direitos humanos durante Festival de Inverno no Rio de Janeiro

    ONU promove direitos humanos durante Festival de Inverno no Rio de Janeiro

    A ONU marcou presença no Festival de Inverno Rio com uma ativação dedicada aos direitos humanos, convidando o público a refletir sobre como esses direitos estão presentes no dia a dia de todas as pessoas: no acesso à educação, à saúde, à informação, à cultura e à água, além do direito de viver sem discriminação.

    Durante o Festival, o público pôde conhecer um pouco do trabalho da ONU e da sua atuação na promoção dos direitos humanos – através de um vídeo exibido no telão junto ao palco, um painel informativo e um espaço participativo, no qual as pessoas foram convidadas a escolher e fotografar palavras que representavam valores fundamentais dos direitos humanos.

    Foto: © PECK/Festival de Inverno Rio

    Direitos humanos: um compromisso permanente da ONU

    Desde sua criação, em 1945, a ONU atua para promover a paz, o desenvolvimento sustentável e os direitos humanos. A adoção da Declaração Universal dos Direitos Humanos, em 1948, consolidou princípios fundamentais que continuam guiando o trabalho das Nações Unidas e servindo de referência para governos, instituições e cidadãos em todo o mundo.

    Em um contexto global marcado por desafios como desigualdades, discriminação, conflitos e mudanças climáticas, a promoção dos direitos humanos permanece central para a construção de sociedades resilientes e sustentáveis.

    “O reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e de seus direitos iguais e inalienáveis é o fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo” — Declaração Universal dos Direitos Humanos.

    A ONU mais próxima da sociedade

    A presença das Nações Unidas no Festival de Inverno reforçou a importância do diálogo com diferentes públicos e espaços culturais, ampliando o conhecimento sobre o trabalho realizado pela ONU no Brasil e no mundo.

    “Participar de eventos culturais como o Festival de Inverno Rio é uma oportunidade valiosa para aproximar a ONU das pessoas e mostrar como os direitos humanos estão presentes no dia a dia de todos nós. A cultura tem um papel fundamental na promoção do diálogo, da diversidade e da inclusão, valores que estão no centro do trabalho das Nações Unidas”, explica o diretor interino do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), Damian Cardona.

    Foto: © PECK/Festival de Inverno Rio

    Uma parceria que une cultura e informação

    A presença da ONU no Festival de Inverno Rio é fruto de uma parceria com a PECK, que reforça o potencial da cultura como ferramenta de conscientização e transformação. Ao ocupar espaços de grande circulação e diálogo, a ONU busca ampliar o conhecimento do público sobre temas fundamentais para a construção de um futuro mais justo, inclusivo e sustentável.

    Sustentabilidade e acessibilidade no Festival

    O Festival de Inverno Rio é totalmente inclusivo e reforça sua responsabilidade socioambiental ao oferecer uma experiência acessível para o público PCD, com infraestrutura adaptada, equipe preparada e recursos que garantem conforto e autonomia em todos os espaços do evento. 

    O Festival também cumpre os 18 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), através da adoção de medidas concretas como a neutralização de carbono, gestão de resíduos, incentivo ao consumo consciente e a realização de ações de impacto social, como arrecadação de agasalhos.

    Para saber mais, siga @onubrasil nas redes! 

    Fonte: brasil.un.org

  • ONU Brasil e comunicadores indígenas se unem em ação pelo Dia Internacional dos Povos Indígenas

    ONU Brasil e comunicadores indígenas se unem em ação pelo Dia Internacional dos Povos Indígenas

    Em celebração ao Dia Internacional dos Povos Indígenas, comemorado em 9 de agosto, a ONU Brasil promoverá, pelo segundo ano seguido, uma ação especial em suas redes sociais para ampliar a visibilidade das vozes indígenas e valorizar seus conhecimentos, culturas e contribuições para o desenvolvimento sustentável.

    Durante o dia 9 de agosto, os perfis da ONU Brasil (@onubrasil) no Instagram e no TikTok publicarão exclusivamente conteúdos produzidos por Agentes do Verificado de diferentes povos e territórios indígenas do país. A iniciativa busca fortalecer a representatividade indígena na comunicação digital e ampliar o espaço para que os próprios povos indígenas compartilhem suas histórias, perspectivas e experiências diretamente com o público.

    Em 2025, a ação alcançou mais de 640 mil pessoas no Instagram. Neste ano, a expectativa é estimular uma reflexão ainda mais ampla sobre os direitos dos povos indígenas e sua contribuição para enfrentar desafios globais, como a crise climática e a preservação da biodiversidade.

    A data este ano presta uma homenagem às parteiras indígenas, reconhecendo seu papel na proteção da vida, da saúde e do bem-estar de suas comunidades. Além de acompanhar a gestação, o parto e o pós-parto, essas mulheres preservam conhecimentos ancestrais, fortalecem identidades culturais e transmitem saberes entre gerações, desempenhando um papel essencial na continuidade das tradições e no cuidado coletivo.

    “Os conhecimentos dos povos indígenas oferecem respostas fundamentais para alguns dos maiores desafios do nosso tempo, da proteção da biodiversidade à ação climática. Ao abrir nossas plataformas para comunicadores indígenas, reconhecemos seus direitos e, ao mesmo tempo, abrimos espaço para que suas próprias vozes contem suas histórias e compartilhem saberes que protegem vidas, fortalecem culturas e inspiram soluções”, explicou o coordenador residente da ONU no Brasil, Igor Garafulic.

    Os vídeos abordarão temas como saberes ancestrais, maternidade, infância, saúde, liderança feminina, preservação das línguas indígenas e os impactos da crise climática sobre os povos indígenas, além de prestar homenagem às parteiras. Ao mesmo tempo, destacarão como os conhecimentos tradicionais e a proteção dos territórios indígenas contribuem para soluções climáticas, conservação das florestas e proteção da biodiversidade.

    Os povos indígenas representam cerca de 476 milhões de pessoas em aproximadamente 90 países. Embora correspondam a menos de 6% da população mundial, são responsáveis pela proteção de alguns dos ecossistemas mais importantes do planeta e guardiões de uma parcela significativa da biodiversidade remanescente. Ao mesmo tempo, estão entre as populações mais afetadas pelas mudanças climáticas, apesar de terem contribuído muito pouco para suas causas.

    A ação integra a iniciativa Agentes do Verificado, parceria da ONU com a Purpose, que reúne criadores de conteúdo comprometidos com a promoção de informações confiáveis e com o combate à desinformação climática. Ao colocar comunicadores indígenas no centro da narrativa, a campanha reafirma o compromisso das Nações Unidas com a promoção dos direitos dos povos indígenas, a valorização da diversidade cultural e o fortalecimento de uma comunicação mais representativa, inclusiva e baseada em evidências.

    Ao longo deste dias de mobilização, o público poderá acompanhar histórias, conhecimentos e reflexões compartilhados pelos próprios comunicadores indígenas, fortalecendo o diálogo sobre a importância da proteção dos direitos, das culturas, das línguas e dos territórios indígenas para a construção de um futuro mais justo, sustentável e resiliente para todas as pessoas.

    Conheça os Agentes do Verificados, que participarão dessa ação:

    Cristian Wariu 
    Indígena do povo Xavante, comunicador e ativista. Faz graduação em Comunicação. É criador do canal no Youtube “Wari’u”, onde fala sobre povos indígenas na contemporaneidade, ressignificando a luta do movimento indígena através de câmeras digitais, celular e internet.

    José Kaeté
    Indígena Tupinambá do Pará, engenheiro de produção, apresentador, palestrante, comunicador e um criador de conteúdo viajante, que carrega o ativismo responsável em suas redes, sempre com o propósito de mostrar diferentes olhares sobre a Amazônia.

    Kaê Guajajara
    Cantora, compositora e ativista indígena maranhense, nascida em Mirinzal e criada no Complexo da Maré, no Rio de Janeiro. Seu trabalho cruza música popular originária, pop e rap com referências da cultura indígena e periférica.

    Maickson Serrão Pavulagem
    Indígena do povo Tupinambá, natural de Boim, na Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns. É jornalista, mestre em Ciências Humanas, doutorando em Antropologia Social, e tem dedicado sua trajetória à valorização das vozes e saberes da Amazônia. Criador do podcast Pavulagem, que narra histórias dos Seres Encantados da floresta a partir das memórias e vozes de ribeirinhos e indígenas. 

    Marciele Albuquerque
    Ativista indígena Munduruku e cunhã-poranga do Boi Caprichoso. Representa a cultura amazônica e luta pela preservação da floresta e pelos direitos indígenas.
     

    Verificado pelo Clima é uma iniciativa das Nações Unidas e da Purpose, apoiada pelo TikTok e outros parceiros. A iniciativa se baseia em estratégias globais de comunicação para promover informações confiáveis sobre mudança climática, alcançando públicos-chave por meio de narrativas criativas e culturalmente relevantes. 

    A Rede de Agentes do Verificado é uma parte essencial desse esforço, aproveitando a credibilidade de cientistas, ativistas, criadores e líderes comunitários para impulsionar ações climáticas significativas.

    Visite a página: https://shareverified.com/topics/climate/

    Para saber mais, siga a ONU Brasil no TikTok e no Instagram e visite a página sobre #EducaçãoClimática. 

    Fonte: brasil.un.org

  • FIDA reúne parceiros em Brasília para revisar carteira de projetos

    FIDA reúne parceiros em Brasília para revisar carteira de projetos

    O Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), agência especializada das Nações Unidas dedicada ao desenvolvimento rural e à agricultura familiar, realizou nesta terça-feira (4), em Brasília, a segunda edição da Revisão da Carteira de Projetos do FIDA no Brasil. O encontro reuniu representantes do FIDA, do Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO), Ministério da Fazenda (MF) e Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), governos estaduais (Bahia, Ceará, Paraíba, Piauí, Sergipe e Maranhão), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e equipes dos projetos financiados pelo Fundo para avaliar o andamento das operações, compartilhar experiências e fortalecer a coordenação institucional.

    A iniciativa consolida um espaço de diálogo entre o FIDA e seus principais parceiros nacionais para acompanhar a execução dos projetos, identificar desafios comuns e promover soluções conjuntas voltadas ao fortalecimento do desenvolvimento rural sustentável no país bem como identificar operações futuras.

    Presente desde 1980, o FIDA mantém uma atuação consolidada no Brasil, especialmente na região Nordeste, onde concentra investimentos superiores a US$ 1,1 bilhão. Atualmente, o Brasil abriga o quinto maior portfólio de projetos do FIDA no mundo e 40% da região da América Latina e Caribe.

    Mesa de abertura do evento, com o diretor do FIDA no Brasil, Arnoud Hameleers, e secretário de Assuntos Internacionais e Desenvolvimento do Ministério do Planejamento e Orçamento, Antônio Negromonte Nascimento Junior.
    Legenda: Mesa de abertura do evento, com o diretor do FIDA no Brasil, Arnoud Hameleers, e secretário de Assuntos Internacionais e Desenvolvimento do Ministério do Planejamento e Orçamento, Antônio Negromonte Nascimento Junior.
    Foto: © FIDA.

    As operações apoiadas pelo Fundo promovem o fortalecimento da agricultura familiar, a segurança alimentar, a adaptação às mudanças climáticas, a gestão sustentável dos recursos naturais e a ampliação do acesso à água por meio de tecnologias sociais. Os projetos priorizam agricultores familiares e famílias rurais em situação de vulnerabilidade, com atenção especial às mulheres, aos jovens, aos Povos e Comunidades Tradicionais, às pessoas LGBTQIAPN+ e às pessoas com deficiência.

    Na abertura do evento, o diretor do FIDA no Brasil, Arnoud Hameleers, destacou a importância da revisão da carteira como instrumento de aprendizagem institucional.

    “Esta segunda edição da revisão de carteira confirma o amadurecimento do diálogo entre o FIDA e o Governo brasileiro. Mais do que acompanhar a execução de cada projeto individualmente, o formato de hoje nos permite trocar experiencias, olhar para os desafios comuns às nossas operações e construir soluções coletivas para o meio rural brasileiro.”

    Já o secretário de Assuntos Internacionais e Desenvolvimento do MPO, Antônio Negromonte Nascimento Junior , ressaltou:

    “A consolidação da revisão de carteira como um exercício regular reflete o compromisso pela modernização da gestão dos financiamentos externos. Reunir FIDA, mutuários e ministérios num mesmo espaço fortalece a transparência e a efetividade na execução dos projetos.”

    Durante a programação, o coordenador do Programa do FIDA no Brasil, Hardi Vieira, a Oficial de Programa, Florencia Alejandre e Justina Tellechea, consultora especialista em Tecnologia e Inovação, apresentaram um panorama da atuação do Fundo no país, destacando a evolução do portfólio, os principais resultados alcançados e as perspectivas para ampliar a escala e cooperação com o Governo Federal, os estados da União e bancos regionais de desenvolvimento.

    Apresentação do projeto CompensAÇÃO.
    Legenda: Apresentação do projeto CompensAÇÃO.
    Foto: © FIDA.

    Ao longo do dia, foram discutidos projetos em diferentes estágios de implementação, incluindo o Piauí Sustentável e Inclusivo (PSI); o Parceiros da Mata, na Bahia; – ambos em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID); o CompensAÇÃO, no Sul da Bahia; o Projeto Amazônico de Gestão Sustentável (PAGES), no Maranhão; – ambos em parceria com o Governo da Alemanha; o Projeto Dom Helder Câmara III (PDHC III) no semiárido, coordenado pelo MDA;o Paulo Freire II (PPF II), no Ceará – em parceria com a Agência de Cooperação Internacional da Espanha (AECID); e o Sertão Vivo (PCRP), desenvolvido em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Fundo Verde do Clima (GCF) e os estados do nordeste (Bahia, Ceará, Paraíba, Piauí, e Sergipe). Também foi apresentado o  Projeto de Desenvolvimento Rural Sustentável da Paraíba (PROCASE II) e que está na iminência de entrar em vigor.

    Como principal novidade desta edição, a programação incluiu um Painel de Diálogo entre Projetos, reunindo representantes de todas as operações apoiadas pelo FIDA para debater temas transversais e desafios compartilhados. Entre os assuntos discutidos estiveram desembolso e execução financeira, aquisições, aspectos ambientais, sociais e de governança (ESG), além da troca de lições aprendidas e boas práticas entre os projetos.

    Esta edição foi realizada em paralelo com outras atividades do FIDA entre as quais a revisão anual do Marco Estratégico do FIDA no País (COSOP) em vigor de 2024 a 2030 e a primeira reunião do Fórum Gestor do Projeto Sertão Vivo (PCRP). 

    Piauí Sustentável e Inclusivo (PSI);
    Legenda: Apresentação do projeto Piauí Sustentável e Inclusivo (PSI).
    Foto: © FIDA.

    A primeira edição da Revisão da Carteira foi realizada em setembro de 2025, em formato híbrido, a partir da Casa da ONU, em Brasília. O encontro reuniu representantes do FIDA, da Secretaria de Assuntos Internacionais e Desenvolvimento do MPO e gestores estaduais dos projetos apoiados pelo Fundo. A realização da segunda edição reafirma o compromisso das instituições parceiras com o fortalecimento da governança, da transparência e da efetividade das operações financiadas pelo FIDA no Brasil.

    Para saber mais, siga @ifad_org nas redes e acesse a página do FIDA para o Brasil.

    Fonte: brasil.un.org

  • AGU se reúne com Discord e cobra proteção de crianças na plataforma

    AGU se reúne com Discord e cobra proteção de crianças na plataforma

    A Advocacia-Geral da União (AGU) informou nesta sexta-feira (7) que se reuniu com representantes da rede social Discord para tratar de falhas intensificadas na verificação de idade e proteção de crianças e adolescentes que utilizam a plataforma. 

    O encontro foi agendado após a repercussão do caso de uma adolescente que foi induzida a tirar a própria vida durante uma live transmitida pela plataforma. O episódio ocorreu no mês passado. 

    Durante a reunião, os representantes da AGU ressaltaram que a proteção de crianças e adolescentes é um dever legal que deve ser cumprido pelas empresas que operam as redes sociais e cobraram medidas concretas para prevenção de riscos, identificação de situações de vulnerabilidade e de proteção de menores de idade. 

    Segundo o órgão, os representantes do Discord manifestaram disposição para cumprir as exigências legais e corrigir as falhas identificadas. 

    A AGU avalia propor a assinatura de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para assegurar o cumprimento das regras.

    Em caso de descumprimento, o órgão estuda entrar com uma ação judicial contra a plataforma. 


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Familiares celebram legado de primeira medalha paralímpica do Brasil

    Familiares celebram legado de primeira medalha paralímpica do Brasil

    O Brasil encerrou a Paralimpíada de Paris (França), em 2024, entre as cinco potências do esporte adaptado pela primeira vez. O país já foi 462 vezes no pódio no maior evento paradesportivo do planeta. A trajetória começou há 50 anos, quando Robson Sampaio de Almeida e Luiz Carlos da Costa conquistaram a primeira medalha brasileira na história: a prata no lawn bowls, uma modalidade já extinta, semelhante à bocha, embora a tradução literal do inglês signifique “boliche de gramado”.

    As medalhas estiveram expostas no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, nessa quinta-feira (6). Uma homenagem simbólica. Foi justamente em um dia 6 de agosto, em 1976, em Toronto (Canadá), que Robson e Luiz Carlos abriram a contagem de pódios do Brasil em Paralimpíadas.

    “É o resgate de uma história que não era contada. Se hoje temos tudo isso [no esporte paralímpico], com televisão, entrevistas, esse momento de comemoração, é porque alguém lá no passado lutou para que isso acontecesse”, destacou Noêmia Almeida, sobrinha de Robson, à reportagem da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

    Criada como filha pelo medalhista paralímpico, Noêmia acompanhou de perto a trajetória do tio/pai, fundador do Clube do Otimismo, no Rio de Janeiro, em 1958. Falecido em 1987, Robson criou a instituição, que abrigava pessoas com deficiência sem recursos para reabilitação, com a indenização do acidente que sofreu três anos antes e o deixou paraplégico – ele trabalhava em uma fábrica de papéis nos Estados Unidos e teve a coluna comprimida por um rolo.

    “Naquela ocasião, não tinha recursos como hoje. O paradesporto não era uma política pública, então, tinha que sair batendo de porta em porta. Ele [Robson] batia na porta de deputados, de quem estava no poder, para ajudar a comprar uniforme, passagens, para representar o Brasil lá fora”, afirmou Noêmia.
     


    06.08.26 - Meeting Paralímpico Loterias Caixa de Atletismo, realizado no CT Paralímpico em São Paulo. Foto: Marcello Zambrana/CPB

    Noêmia Almeida (sobrinha de Robson Sampaio de Almeida), Yohansson Nascimento (vice-presidente do CPB) e Paulo Robson de Almeida (sobrinho de Robson Sampaio de Almeida), em homenagem no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo – Foto: Marcello Zambrana/CPB

    Luiz Carlos foi justamente um dos atendidos pelo Clube do Otimismo, onde estabeleceu uma grande amizade com Robson. “Curtinho”, como é conhecido, tem 79 anos e está em tratamento de Alzheimer.

    “Eles sempre formaram essa dupla dinâmica no esporte. Quando se formaram os primeiros times de basquete [em cadeira de rodas], meu tio foi o primeiro cestinha brasileiro, e o Luiz Carlos acompanhou. Foi um grande escudeiro do Clube do Otimismo. Ele [Luiz Carlos] também trabalhava com técnicas para recuperação das rodas das cadeiras. Nas disputas internacionais, dava sempre o apoio técnico para conserto”, recordou Paulo Robson de Almeida, sobrinho de Robson, em entrevista à EBC.

    Robson e Luiz Carlos foram aos Jogos de Toronto competir no basquete em cadeira de rodas e acabaram convidados para o lawn bowls – na época, era possível participar de mais de uma modalidade. A dupla brasileira fez bonito no Etobicoke Lawn Bowling Club e assegurou o segundo lugar, atrás dos australianos Eric Magennis e Bruce Thwaite. Os britânicos David Avis e Michael McCreadie completaram o pódio.

    “O Robson jogava o boliche tradicional, com a pista de madeira. E fazia vários strikes [quando todos os pinos são derrubados em uma única jogada]. Então, ele já tinha certa prática para segurar a bola. Mas o Luiz Carlos foi de primeira””, contou Paulo Robson.

    A história brasileira no movimento paralímpico mudou significativamente desde a medalha histórica de 1976. O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) foi criado em 1995. Três anos depois, a entidade foi incluída no Sistema Nacional do Desporto por meio da Lei 9.615, conhecida como Lei Pelé.

    A medida possibilitou a entrada do CPB na Lei 10.264, chamada Lei Agnelo Piva, de 2001, que passou a distribuir 2% (atualmente 2,7%) dos recursos de loterias federais para financiamento do esporte. Desse percentual, 15% são direcionados ao paradesporto. Os demais 85% vão para o Comitê Olímpico do Brasil (COB).

    Em 2016, surgiu o CT Paralímpico, uma das principais estruturas esportivas do país, considerada um legado dos Jogos do Rio de Janeiro. Além do impacto direto na evolução dos resultados do Brasil em Paralimpíadas, o centro de treinamento se tornou um polo de formação de atletas por meio da iniciação em modalidades adaptadas, de forma gratuita, a jovens de 7 a 17 anos com deficiências física, visual e intelectual.

    “Ele [Robson] lutava para as empresas admitirem [pessoas com deficiência], que tivessem uma política de acreditar que aquela pessoa era capaz de trabalhar. A gente teve nele o exemplo desse espírito, e o esporte foi a consequência. O que estamos comemorando é a realização de um sonho. A luta dele é a de todos nós”, concluiu Noêmia.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • PMs detêm motorista de ônibus em SP após desentendimento no trânsito

    PMs detêm motorista de ônibus em SP após desentendimento no trânsito

    Um motorista de ônibus foi retirado à força do veículo e detido por dois policiais militares após um desentendimento no trânsito na capital paulista. Segundo o motorista, o desentendimento teve início quando ele buzinou pedindo passagem à viatura da PM, que trafegava lentamente na faixa exclusiva de ônibus.

    O episódio ocorreu, segundo o Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo (Sindmotoristas), na altura do número 700 da Avenida Casa Verde. Um vídeo gravado por um passageiro mostra os policiais dentro do ônibus pedindo que o motorista descesse.

    O condutor nega e alega que não havia feito nada de errado. Os policiais então retiram o motorista à força do veículo e o levam a uma delegacia.

    “A diretoria do Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo (Sindmotoristas) está estarrecida e indignada com a truculência de agentes da polícia militar contra o motorista Edvagner e o cobrador Vilanova da Viação Santa Brígida”, disse o sindicato em comunicado nas redes sociais.

    De acordo com o sindicato, o episódio mostra truculência e falta de preparo dos policiais. “O fato em questão mostra a total falta de empatia e uso violento da função que cabe ao policial, que deveria agir com melhor atenção, respeito e prudência. E jamais prender um trabalhador, pai de família, por motivo banal, uma divergência.”

    O sindicato informou ainda que ingressará com denúncia na Corregedoria da Polícia Militar do Estado de São Paulo contra os policiais envolvidos.

    “Quando nossos operadores são agredidos por meliantes, pedimos providências para conter atos criminosos. E somos relegados ao silêncio. Agora, tristemente, estamos diante de um fato que nos assola, mas exigimos rigor em defesa à categoria que cumpre sua função.”

    Em nota, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) do estado de São Paulo disse que a Polícia Militar está apurando as circunstâncias dos fatos. “A corporação não compactua com desvios de conduta e adota as medidas cabíveis sempre que constatadas irregularidades”, diz o texto.

    A SSP informou ainda que a Polícia Civil devera instaurar inquérito no 40º Distrito Policial (Vila Santa Maria) sobre o caso e solicitar as imagens das câmeras corporais dos policiais para auxiliar no esclarecimento dos fatos.

    Matéria ampliada às 19h23 para incluir a manifestação da Secretaria de Segurança Pública.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Pais estão menos presentes na criação de filhos, aponta estudo

    Pais estão menos presentes na criação de filhos, aponta estudo

    Metade dos brasileiros acredita que os pais da atualidade estão menos presentes na criação dos filhos do que os das gerações anteriores. Em contrapartida, oito em cada dez brasileiros consideram alta ou muito alta a importância dos pais na vida dos filhos. 

    A constatação é de estudo do Instituto Nexus. Foram entrevistados 2.013 pessoas de diferentes regiões do país. Um fator que ficou evidente na pesquisa foi a divergência de percepções sobre o papel do pai entre os homens e as mulheres consultadas.

    Entre as mulheres, 56% acreditam que os pais participam menos do que antes, enquanto 31% acreditam que estão mais presentes. Entre os homens, a percepção é equivalente, com 44% achando que a participação é maior hoje, enquanto outros 44% afirmam que diminuiu.

    Quanto à importância na paternidade, 81% dos homens a classificam como alta ou muito alta no desenvolvimento dos filhos, em comparação com 73% das mulheres. 

    Ao analisar as faixas etárias, observa-se que 82% dos jovens de 16 a 24 anos de idade a consideram importante. Por outro lado, esse reconhecimento reduz-se para 62% entre as pessoas com 60 anos ou mais.

    O estudo também avaliou a definição prática do que é ser um “bom pai” e aponta que 49% da população considera “ser presente no dia a dia” como a principal característica. Em seguida surge educar/orientar com limites (19%), demonstrar carinho e afeto (8%), dar exemplo (7%) e oferecer segurança financeira (3%). 

    A presença diária é apontada por 53% das mulheres como o mais relevante para definir um bom pai, superando os 45% registrados entre os homens. 

    A imposição de limites na educação e orientação é tida como o principal atributo por 21% do público masculino e 17% do feminino.

    O convívio paterno no dia a dia é visto como mais importante entre a população de 25 a 40 anos (56%) e a de 16 a 24 anos (55%). Os mais velhos consideram a educação a caraterística mais importante. O índice é superior entre a faixa de 41 a 49 anos (24%) e de 60 anos ou mais (26%).

    “O brasileiro já consolidou a ideia de que o bom pai é aquele presente no dia a dia, deixando para trás a figura do mero provedor financeiro. O desafio agora está na prática”, avalia Marcelo Tokarski, CEO da Nexus. 

    “O fato de metade da população enxergar os pais de hoje como menos participativos do que os do passado mostra que o discurso avançou mais rápido do que a mudança real de comportamento dentro de casa”, acrescenta.

    * Estagiário sob supervisão de Odair Braz Junior


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • STM determina perda de patente de militar acusado de transmitir HIV

    STM determina perda de patente de militar acusado de transmitir HIV

    O Superior Tribunal Militar (STM) determinou a perda da patente de um segundo-tenente reformado do Exército acusado de transmitir intencionalmente o vírus HIV a duas mulheres. O julgamento foi realizado na última quarta-feira (5).

    De acordo com a representação do Ministério Público Militar (MPM), o militar ocultou de suas ex-companheiras que era soropositivo.

    Segundo o órgão, ele usou a condição de militar para transmitir confiança e garantir às vítimas que realizava exames periódicos de saúde.

    A partir do voto relator, ministro José Barroso Filho, o plenário do STM concordou com os argumentos da acusação e entendeu que o militar violou os princípios éticos e morais da corporação, além de comprometer o decoro da classe e a imagem do Exército.

    Na defesa apresentada ao tribunal, os advogados do militar afirmaram que a conduta diz respeito à vida privada do acusado e não tem relação com a função no Exército. 

    Além do processo no âmbito militar, o militar também foi condenado pela Justiça comum a seis anos de prisão por lesão corporal gravíssima. 


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • OAB/DF lança “violentômetro” sobre estágios da agressão a mulheres

    OAB/DF lança “violentômetro” sobre estágios da agressão a mulheres

    A Seccional do Distrito Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-DF) lançou nesta sexta-feira (7) o Violentômetro Jurídico, uma ferramenta que recomenda como um guia sobre os diferentes níveis de violência que uma mulher pode enfrentar.

    O lançamento foi no seminário “20 anos da Lei Maria da Penha: Inovações Legislativas, Desafios e Novos Horizontes”, realizado no dia em que a Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) completou duas décadas. 

    O material expõe os diferentes níveis de violência que uma mulher pode enfrentar, organizado em três estágios: “Fique Atenta”, “Proteja-se” e “Fuja”.

    A partir disso, são descritos, para cada situação, a ação violenta e o sentimento que a vítima costuma vivenciar. Desde sinais de violência psicológica e moral, como humilhação pública, controle da vestimenta e das redes sociais; evoluindo para violência patrimonial e a chantagem emocional e/ou sexual.

    No terceiro e mais grave dos três estágios, estão a violência física direta, o abuso sexual, a ameaça com armas e a até a tentativa de homicídio.

    Para a diretora de Mulheres da OAB/DF, Nildete Santana de Oliveira, que fez a apresentação do violentômetro, a ação é um avanço na proteção às mulheres do Distrito Federal.

    “O Violentômetro Jurídico nasce para dar nome ao que muitas mulheres ainda não conseguem identificar como violência. Ele mostra, de forma clara e didática, que a agressão não começa no tapa. Ela já começa na humilhação, no controle, na mentira. Ao reconhecer esses primeiros sinais, a mulher pode buscar ajuda antes que a situação se agrave. É um instrumento de prevenção e, sobretudo, de empoderamento”, disse Nildete.

    Durante o seminário, a OAB-DF foi certificada com o selo “Nós Por Elas”, entregue pelo instituto de mesmo nome. A certificação reconhece a seccional como uma organização comprometida com a construção de ambientes mais seguros, inclusivos e igualitários para as mulheres, sobretudo, para aquelas em situação de violência doméstica e familiar.

    Feminicídios no Brasil e no DF

    O Brasil registrou, em 2025, 1.571 vítimas de feminicídio, o maior número da série histórica iniciada em 2015. No Distrito Federal, foram 29 casos.

    A representante do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) Cláudia Braga Núñez avaliou que os números elevados no distrito decorrem de um protocolo da Polícia Civil, que investiga todos os homicídios contra mulheres sob a perspectiva de gênero.

    “Enquanto a média nacional de classificação como feminicídio gira em torno de 40%, aqui, esse índice chega a 60%. Isso demonstra que nossas instituições estão atentas e que temos menos subnotificação, o que evidencia uma atuação institucional integrada e eficaz”, pontuou a promotora de Justiça. 


    Brasília (DF) 07/08/2026 - A OAB/DF realiza o seminário

    A promotora Claudia Braga Tomelin Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

    20 anos de Lei Maria da Penha

    A presidente da Comissão de Combate à Violência Doméstica e Familiar da OAB/DF, Isabelle Duarte, destacou que, duas décadas depois da Lei Maria da Penha, é preciso debater as inovações da legislação e avançar para que o texto legal represente proteção de fato.

    “A Lei Maria da Penha é reconhecida por ser uma das melhores leis do mundo. Mas, percebemos que há, ainda, um número muito expressivo de casos [de violência contra mulheres], mesmo 20 anos depois da sua promulgação”, admite a advogada.

    Isabelle Duarte defende a educação da população como a melhor forma de lidar com o tema.

    “Há um problema estrutural, o machismo estrutural, o patriarcado, que infelizmente ainda oprimem muito as mulheres”, constata.

    A advogada aponta que a educação também serve para que as mulheres conheçam seus direitos e, sobretudo, identifiquem quando são vítimas de agressões”.

    A liderança destacou o fortalecimento do atendimento por meio das Delegacias Especiais de Atendimento à Mulher (DEAMs), das Patrulhas Maria da Penha e de equipes multidisciplinares (psicólogos e assistentes sociais), além do apoio da Casa da Mulher Brasileira e do trabalho conjunto da OAB com essas instituições.


    Brasília (DF) 07/08/2026 - A presidente da Comissão de Combate à Violência Doméstica e Familiar da OAB/DF, Isabelle Duarte, durante  o seminário

    A presidente da Comissão de Combate à Violência Doméstica e Familiar da OAB/DF, Isabelle Duarte, durante o seminário “20 Anos da Lei Maria da Penha: Memória, Resistência e os Próximos Passos” Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

    Onde buscar ajuda

    Mulheres em situação de violência e pessoas que desejam apoiá-las podem buscar orientação na Central de Atendimento à Mulher – o Ligue 180. A central fornece informações sobre os direitos das mulheres e indica os serviços de apoio mais próximos, como delegacias especializadas, centros de referência, defensorias públicas e unidades de saúde. Também recebe e encaminha denúncias aos órgãos competentes. 

    A mulher pode procurar qualquer delegacia de polícia para registrar a ocorrência e solicitar medidas protetivas de urgência.

    Em casos de emergências e ocorrências imediatas, o telefone 190 da Polícia Militar do Distrito Federal.

    Já a Patrulha Maria da Penha é um serviço realizado pelas polícias militares em diversos estados e municípios para acompanhar mulheres que possuem medidas protetivas de urgência. As equipes da Patrulha Maria da Penha podem realizar visitas periódicas, orientar as mulheres e fiscalizar o cumprimento das determinações judiciais.

    Atualmente, o Brasil conta com 13 Casas da Mulher Brasileira, que reúnem, em um mesmo espaço, diferentes serviços especializados de atendimento às mulheres em situação de violência. A integração dos serviços busca evitar que a mulher precise percorrer diferentes locais para receber atendimento e proteção.

    O Ministério das Mulheres contabiliza outras 38 Casas da Mulher Brasileira em diferentes etapas de obras e de contratação pelos gestores estaduais e municipais.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br