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  • Pesquisa mostra que vacinação diminuiu prevalência de HPV ente jovens

    Pesquisa mostra que vacinação diminuiu prevalência de HPV ente jovens

    A prevalência dos principais tipos de HPV caiu quase à metade no Brasil após a vacinação, aponta o maior estudo sobre a eficácia do imunizante já realizado na América Latina.

    Dados coletados em 2016 e 2017 mostram que 14,98% dos participantes já tinham sido infectados por pelo menos um dos quatro tipos cobertos pela vacina. Já nas amostras coletadas entre 2020 e 2023, essa proporção ficou em 7,95%. 

    A pesquisa Pop-Brasil foi realizada pelo Hospital Moinhos de Vento, em parceria com o Ministério da Saúde. Na primeira fase, foram analisadas amostras de 6.388 participantes não vacinados de ambos os sexos. Já na segunda fase, foram mais de 10 mil participantes, vacinados e não vacinados. As amostras foram coletadas em unidades de saúde.

    Nos dois períodos, o foco foram os jovens de 16 a 25 anos, como explica a médica epidemiologista e líder da pesquisa Eliana Wendland:

    “Essa faixa etária é a que tem a maior prevalência de HPV, porque é o início da atividade sexual. Essa faixa etária também foi escolhida porque todo mundo ali já deveria ter sido vacinado”

    Infelizmente, não foi isso o que aconteceu. Entre as meninas e mulheres da pesquisa, apenas 61,8% estavam vacinadas, e a proporção foi ainda menor entre os participantes do sexo masculino: 31,1%. A taxa de cobertura ideal é de 90%. 

    Ainda assim, a vacina comprovou o seu potencial. Entre as meninas e mulheres, a prevalência dos tipos de HPV cobertos pelo imunizante foi de 15,6% na primeira fase, quando apenas pessoas não vacinadas participaram da pesquisa. Já na segunda fase, a detecção do vírus entre as participantes vacinadas caiu para 3,1%. 

    De acordo com Eliana, a pesquisa verificou ainda que o imunizante já foi capaz de produzir um certo “efeito rebanho”:

    “Nós também percebemos nas meninas um efeito populacional da vacinação. Mesmo entre aquelas que não foram vacinadas, nós tivemos uma diminuição da prevalência de HPV.”

    Isso acontece porque a vacinação em altas coberturas diminui a circulação dos agentes causadores de doença, protegendo indiretamente toda a população. Na parcela de meninas e mulheres não vacinadas, a prevalência dos quatro tipos de HPV combatidos pela vacina foi de 10,5% na segunda fase da pesquisa. 

    Já entre os homens, a prevalência desses subtipos do vírus caiu de 13,8% para 4,6% entre os vacinados, mas não houve mudança estatisticamente significativa entre os participantes não vacinados da segunda fase. De acordo com Eliana, a explicação é a baixa cobertura vacinal desse público. 

    “Esse achado não é inesperado, uma vez que os meninos costumam receber menos incentivo à vacinação contra o HPV do que as meninas, em parte porque o vírus ainda é amplamente percebido como uma causa predominantemente do câncer do colo do útero”, destaca a prévia do artigo que será publicado na revista npj Vaccines com os resultados da pesquisa. 

    Vacinação eficaz

    Outro dado reforça o poder e a importância da vacina é que, entre as duas fases da pesquisa, a prevalência geral de HPV na população, considerando todos os subtipos existentes, subiu de 46,7% para 56,6%, ao contrário do que aconteceu com os quatro subtipos combatidos pelo imunizante. 

    A pesquisa também encontrou evidências de que o esquema atual oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS), de apenas uma dose, é eficaz, porque não encontrou diferença na prevalência do vírus comparando pessoas vacinadas com uma, duas ou três doses. 

    A vacinação contra o HPV pelo Sistema Único de Saúde começou em 2014, apenas com meninas, mas passou a englobar também os meninos a partir de 2017, com algumas mudanças na faixa etária ao longo dos anos. Em 2024, o esquema básico mudou de duas doses para uma. 

    Hoje, o público-alvo são todas as crianças e adolescentes de 9 a 14 anos, além de alguns públicos adultos vulneráveis, como imunossuprimidos, vítimas de violência sexual, usuários de profilaxia pré-exposição para prevenção do HPV e pessoas que já tiveram lesões precursoras no colo do útero. 

    O HPV, sigla para papilomavírus humano, é o principal causador do câncer do colo do útero, mas também pode provocar a doença em outros órgãos como pênis, ânus e garganta. Nem todo subtipo do vírus têm potencial cancerígeno, mas a vacina disponível no sistema público protege contra os quatro principais tipos oncogênicos. 


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Receita libera consulta ao terceiro lote de restituição do IR 2026

    Receita libera consulta ao terceiro lote de restituição do IR 2026

    A Receita Federal libera nesta sexta-feira (24) a consulta ao terceiro lote de restituição do Imposto de Renda 2026. Um total de 2.743.200 contribuintes receberão R$ 4,61 bilhões no dia 31 de julho.

    Os dois primeiros lotes de 2026, informou o órgão, representaram 80% das restituições previstas para este ano, tanto em valores quanto em número de contribuintes.

    Segundo o Fisco, a agilidade no processamento das declarações e o avanço das ferramentas de modernização e automação permitiram a concentração dos pagamentos nos dois primeiros lotes.

    A consulta pode ser feita na página da Receita Federal na internet. Basta o contribuinte clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no botão “Consultar a Restituição”. Também é possível fazer a consulta no aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones.

    As restituições o terceiro lote estão distribuídas da seguinte forma:

    • 1.396.474 contribuintes sem prioridade;
    • 839.464 contribuintes que usaram a declaração pré-preenchida ou optaram simultaneamente por receber a restituição via Pix (prioridade não determinada por lei);
    • 309.441 contribuintes que usaram a declaração pré-preenchida e optaram simultaneamente por receber a restituição via Pix (prioridade não determinada por lei);
    • 197.821 contribuintes com prioridade legal.

    As prioridades legais são as seguintes: idosos a partir de 80 anos, idosos de 60 a 79 anos, pessoas com deficiência física ou mental ou doença grave e contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério.

    Em relação aos contribuintes sem prioridade, esse será o primeiro pagamento de restituição para quem declarou em 2026. Os outros dois lotes só abrangeram contribuintes com prioridade legal e não determinada por lei.

    Encerramento de restituições regulares

    Neste ano, a Receita reduziu de cinco para quatro o número de lotes regulares de restituições da declaração, com pagamentos no fim de maio, de junho, de julho e de agosto.

    O Fisco informou que o lote de julho encerra a fila de restituições relativas ao Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2026.

    Após o processamento, permanecerão pendentes apenas restituições retidas em malha fiscal ou que apresentam inconsistências nos dados bancários informados para o recebimento, como casos relacionados à chave PIX.

    Segundo a Receita, cerca de 165 mil restituições não foram creditadas porque o contribuinte informou o CPF como chave Pix para recebimento, mas não possui conta bancária vinculada a essa chave.

    Para regularizar a situação, o contribuinte tem três alternativas:

    • cadastrar uma chave Pix CPF numa instituição financeira;
    • alterar a conta para crédito da restituição por meio do serviço Meu Imposto de Renda;
    • retificar a declaração, informando uma conta bancária de sua titularidade.

    Pagamento

    O pagamento será feito em 31 de julho, na conta ou na chave Pix do tipo CPF informada na declaração do Imposto de Renda. Caso o contribuinte não esteja na lista, deverá entrar no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) e tirar o extrato da declaração. Se verificar uma pendência, pode enviar uma declaração retificadora e esperar os próximos lotes.

    Se, por algum motivo, a restituição não for depositada na conta informada na declaração, como no caso de conta desativada, os valores ficarão disponíveis para resgate por até um ano no Banco do Brasil.

    Nesse caso, o cidadão poderá agendar o crédito em qualquer conta bancária em seu nome, por meio do Portal BB ou ligando para a Central de Relacionamento do banco, nos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).

    Caso o contribuinte não resgate o valor de sua restituição depois de um ano, deverá requerer o valor no Portal e-CAC. Ao entrar na página, o cidadão deve acessando o menu “Declarações e Demonstrativos”, clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no campo “Solicitar restituição não resgatada na rede bancária”.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Justiça do Rio determina bloqueio de contas do Banco Master

    Justiça do Rio determina bloqueio de contas do Banco Master

    A Justiça do Rio determinou o bloqueio das contas do Banco Master, da Trustee Dismtribuidora de Títulos e Valores Mobiliáros LTDA., da Axor Asset LTDA., de Alexandre Marchesani Canata e de Felipe Mota Separovic Rodrigues, até o valor de R$ 135 milhões.

    A decisão dessa quinta-feira (23) decorre de pedido do próprio estado e do Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro (Rioprevidência).

    Entre os dias 4 de julho e 8 de agosto de 2025, o Rioprevidência realizou um aporte de R$ 150 milhões no Fundo de Investimento “Texas i Fia”, cuja carteira encontrava-se, quase em sua totalidade, exposta às ações da Ambipar Participações e Empreendimentos S.A.  

    Após cerca de um ano, no entanto, as ações sofreram grande desvalorização, o que determinou perda financeira para a Rioprevidência, com redução de quase R$ 15 milhões no saldo de seus investimentos.

    “A sofisticação dos atos fraudatórios revela que a sua execução não seria possível sem o domínio do fato pelos evolvidos durante a operação que culminou com a pulverização do dinheiro público alocado”, destacou o juiz Wladimir Hungria, da Vara de Fazenda Pública, na decisão.

    O magistrado também identificou indícios de gestão temerária no aporte praticado pelos gestores do Rioprevidência.

    “A escolha por um aporte massivo em um único ativo revela, segundo a peça inicial, um forte indício da gestão temerária alegada pela autarquia estadual, seja porque ela pode ter sido utilizada como mecanismo de fabricação de demanda com vistas a elevar artificialmente o valor das ações, seja porque expôs o ente à fragilidade manifesta, abrangendo a captura fraudulenta do fundo de pensão como instrumento para viabilizar a manobra artificialmente produzida.”


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Beneficiários com NIS de final 5 recebem Bolsa Família de julho

    Beneficiários com NIS de final 5 recebem Bolsa Família de julho

    A Caixa Econômica Federal paga nesta sexta-feira (24) a parcela de julho do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 5. Neste mês, o valor médio do benefício está em R$ 679,19.

    Os moradores de 175 municípios de seis estados receberam o crédito na segunda (20), independentemente do número final do NIS. O pagamento unificado beneficiou localidades em situação de emergência ou em estado de calamidade pública nos seguintes estados: Amazonas (três municípios), Paraíba (31), Paraná (8), Rio Grande do Norte (120), Roraima (6) e Sergipe (7).

    >> A lista dos municípios com pagamento unificado está disponível aqui.

    O valor mínimo do Bolsa Família corresponde a R$ 600. Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais: 

    • o Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança;
    • há também um acréscimo de R$ 50 a famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos;
    • outro adicional, de R$ 150, é para famílias com crianças de até 6 anos.

    No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

    No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

    Além do benefício integral, há o pagamento da regra de proteção. Em vigor desde junho de 2023, essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo.

    Desde junho do ano passado, o tempo de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois para um ano. No entanto, quem entrou na regra até maio de 2025 recebe metade do benefício por dois anos.

    Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).

    Veja calendário de pagamentos de julho:


    Brasília (DF), 20/07/2026 - Calendário do Bolsa Família em 2026. Arte/Agência Brasil


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Relatório denuncia violência em ações policiais na Baixada Fluminense

    Relatório denuncia violência em ações policiais na Baixada Fluminense

    Operações policiais na Baixada Fluminense, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, deixaram 282 mortos entre 2020 e 2025, segundo um levantamento divulgado nesta sexta-feira (24) pela Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial (IDMJRacial). 

    Com base em dados de redes sociais da Polícia Civil e da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, a organização não governamental contabilizou 5.298 operações, nas quais também houve 5.783 presos e 652 feridos. As ações resultaram ainda na apreensão de 41 adolescentes. 

    A Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial (IDMJRacial) é uma organização nascida na Baixada Fluminense e com sete anos de atuação, com foco no enfrentamento à violência do Estado, à violência policial e ao racismo estrutural. 

    De acordo com a mestre em sociologia e pesquisadora da IDMJRacial Kharine Gil, “os números evidenciados no relatório demonstram qual é o modus operandi do Estado nos territórios favelados e periféricos”. 

    “É preciso ver além da propaganda sobre as operações policiais na segurança pública e entender o que elas trazem de fato para a população submetida a esse tipo de ação violenta, e até mesmo saber se elas são efetivas dentro do que elas se propõem”.

    Polícia Militar

    A maioria das ações (86%) foi realizada pela Polícia Militar, responsável pelo policiamento ostensivo e repressivo. As outras 14% foram da Polícia Civil. 

    O dossiê aponta que o 15º Batalhão da PM, em Duque de Caxias, foi responsável por 1.289 ações, resultando em 71 mortes e 142 feridos, em 5 anos. 

    Já o 20º BPM, que abrange Mesquita, Nova Iguaçu e Nilópolis, fez 1.034 operações, com 51 mortes e 156 feridos. 

    O 39º Batalhão, de Belford Roxo, por sua vez, realizou 569 ações, com 45 mortes e 120 feridos.  

    Por meio de nota, a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informou que a corporação não comenta dados ou levantamentos produzidos por instituições externas que não utilizem a base oficial de registros da Polícia Militar.

    Apesar disso, a secretaria afirma que a Polícia Militar emprega seu efetivo com base em critérios técnicos, estratégicos e de inteligência, considerando indicadores criminais, análises de risco, demandas operacionais e a necessidade de preservação da ordem pública em cada região do estado. 

    A corporação informou ainda que “as áreas que recebem maior incidência de operações são justamente aquelas que apresentam maiores índices de violência e atuação de organizações criminosas fortemente armadas, responsáveis por disputas territoriais, ataques às forças de segurança e graves impactos à população local”. 

    A Polícia Militar ressalta ainda que toda intervenção policial deve observar os protocolos operacionais vigentes e a legislação. “Sendo eventuais ocorrências com resultado de morte rigorosamente apuradas pelos órgãos competentes, com acompanhamento do Ministério Público e do Poder Judiciário, quando cabível”, concluiu a corporação.

    Polícia Civil

    O relatório da IDMJRacial aponta que houve um aumento das operações da Polícia Civil na Baixada Fluminense, onde também cresceu a letalidade policial.

    Em 2020, o relatório identifica 47 ações policiais realizadas pela Civil na região, número que aumentou até 2024, quando foram 336 ações ─ uma alta de 614%.

    De 2020 a 2025, o índice de letalidade policial também cresceu. Em 2024, a instituição realizou 336 operações, com o índice de letalidade em 2%. No ano seguinte, o número de operações diminuiu para 66, mas a letalidade subiu para 18%.

    O documento observa que cada ação da Polícia Civil foi proporcionalmente mais letal que as da Polícia Militar. Em 2025, das 66 ações realizadas, 12 delas terminaram com pelo menos uma morte. 

    “A queda na quantidade de operações não significa que menos vidas estão sendo perdidas, mas, sim, que as operações são mais concentradas e mais letais. Entendemos que a redução de operações não reduz a violência de Estado”.

    Em resposta, a Polícia Civil atribuiu o aumento à retomada plena das atividades policiais após as restrições impostas durante a pandemia e à recente criação de delegacias especializadas na Baixada Fluminense. 

    Segundo a corporação, o objetivo dessas ações é cumprir mandados judiciais, prender criminosos e proteger a população. A Polícia Civil afirmou que não planeja confrontos, mas operações de polícia judiciária. 

    “Quando há rendição, há prisão; quando há ataque com armas de guerra, a resposta policial ocorre nos estritos limites da lei”, afirma.

    A nota informa também que “a concentração de ocorrências em determinados territórios reflete a presença de organizações criminosas fortemente armadas nessas áreas, e não um critério de atuação da Polícia Civil, que age com base em inteligência, investigação e mandados judiciais, sem qualquer distinção quanto ao território ou à população”.

    Apreensões de motos

    O relatório da IDMJRacial aponta ainda a predominância das apreensões de motocicletas entre os veículos retirados de circulação nas operações. Dos veículos confiscados ao longo dos cinco anos na Baixada Fluminense, motos foram apreendidas em 60% das ações, seguidas por carros (20%), caminhões (15%) e vans (5%).

    O diretor executivo da IDMJRacial, Fransergio Goulart, diz que o crescimento das apreensões de motos evidencia como a política de segurança pública incide sobre a economia popular.

    Ele argumenta que, em um cenário de intensificação da uberização do trabalho, em que a motocicleta é o principal ativo produtivo de milhares de entregadores, mototaxistas e trabalhadores informais, sua apreensão significa, na prática, a suspensão da capacidade de produzir renda.

    “Dessa forma, o controle sobre esses veículos deixa de ser apenas uma ação administrativa e passa a integrar uma dinâmica de gestão da pobreza, produzindo novos mercados e formas de extração de recursos sobre populações já precarizadas”.

    Armas apreendidas

    O documento aponta que, de 2020 a 2025, a apreensão de fuzis em operações significou apenas 5,5% do total dos artefatos recolhidos nas operações na Baixada Fluminense. Pistolas (21%) e rádios comunicadores (19,9%) estão entre os itens mais apreendidos.

    A socióloga Kharine Gil critica que “o Estado, para justificar operações de grande porte, costuma alegar a necessidade de enfrentamento ao ‘arsenal de guerra’ nas favelas”. 

    “Os dados mostram que a apreensão desse tipo de armamento é pontual, visto que fuzis apareceram em apenas 5,5% das apreensões e metralhadoras, em 0,8%. O que predomina são as armas de médio porte como pistolas e revólveres. 

    “Esses dados nos fazem refletir se a violência empregada nas operações é condizente com a ameaça que o Estado alega enfrentar”, concluiu.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • TV Brasil transmite 1ª final entre Sampaio Basquete e Unimed Campinas

    TV Brasil transmite 1ª final entre Sampaio Basquete e Unimed Campinas

    A TV Brasil transmite neste sábado (25), a partir das 10h45, a primeira partida da final da Liga de Basquete Feminino (LBF) 2026, entre Sampaio Basquete e Unimed Campinas Basquete. O confronto de abertura da série melhor de cinco será em São Luís, no Ginásio Costa Rodrigues.

    Por ter conquistado a melhor campanha durante a primeira fase do torneio, a equipe de São Luís garantiu a vantagem de ser mandante (sediar) em até três jogos da decisão. 

    O Sampaio Basquete assegurou sua classificação para a decisão ao derrotar o Cerrado BRB por 61 a 46 no jogo 3 da semifinal, fechando a série em 2 a 1. Esta será a quinta final consecutiva da equipe na LBF, e a oitava no total.

    O Unimed Campinas Basquete garantiu vaga ao vencer o Sesi Basquete Araraquara por 70 a 67 no segundo jogo da semifinal e fechar a série por 2 a 0. 

    Esta será a quarta vez que Campinas e Sampaio se enfrentam na decisão da LBF. No histórico do duelo, a equipe paulista levou a melhor e ficou com o título em 2018, enquanto o troféu de campeão ficou com o time maranhense nas edições de 2019 e 2022.  

    Entenda os playoffs da LBF     

    A fase reúne as oito melhores equipes da temporada regular, que avançaram para as quartas de final. O caminho até a taça funciona da seguinte forma:     

    • Quartas de Final: Disputadas em séries de melhor de três jogos;    
    • Semifinais: Seguem a mesma estrutura de melhor de três; 
    • Fase Final: A temporada é decidida em melhor de cinco partidas.     

    A tela do esporte feminino      

    As transmissões da LBF integram a estratégia da EBC, gestora da TV Brasil, de valorizar o esporte feminino no país, ampliar o acesso das pessoas às competições e promover a aproximação entre o público do canal e a modalidade.      

    Além dos duelos da LBF, a emissora já está exibindo as partidas do Brasileirão Feminino de Futebol da Série A1. Durante o ano, além da elite da modalidade, a TV Brasil mostra as fases decisivas das Séries A2 e A3, a partir das semifinais, e traz para a tela as emoções dos confrontos finais das categorias de base com a disputa pelo título do Brasileirão Feminino Sub-17 e Sub-20.      

    As competições ganham visibilidade ainda maior por meio da parceria com os canais que fazem parte da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP) e retransmitem a programação da TV Brasil em seus estados. Em 2025, a emissora também compartilhou com o público as partidas da Conmebol Copa América de Futebol Feminino.      

    Ao vivo e on demand     

    Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Clique aqui e saiba como sintonizar.

    Seus programas favoritos estão no TV Brasil Play, pelo site ou por aplicativo no smartphone. O app pode ser baixado gratuitamente e está disponível para Android e iOS. Assista também pela WebTV.          

    TV Brasil na internet e nas redes sociais:
    Site – https://tvbrasil.ebc.com.br
    Facebook – https://www.facebook.com/tvbrasil
    Instagram – https://www.instagram.com/tvbrasil
    YouTube – https://www.youtube.com/tvbrasil
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    TV Brasil Play – http://tvbrasilplay.com.br


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Juíza suspende perícia em celular apreendido em cela de Jairinho

    Juíza suspende perícia em celular apreendido em cela de Jairinho

    A 2ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro negou pedido da defesa do ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Dr. Jairinho, para anular a decisão que autorizou a quebra do sigilo dos dados do celular dele, que foi apreendido na cela do presídio onde cumpre pena.

    No entanto, a juíza Elizabeth Machado Louro determinou a suspensão dos efeitos da decisão até o julgamento do habeas corpus apresentado pela defesa. Com isso, a juíza ordenou que o Ministério Público interrompa qualquer providência para a perícia do aparelho.

    “Ante o exposto, indefiro o pedido de reconsideração/anulação da decisão. Por outro lado, verificando que a questão interligada à competência do juízo já é objeto de habeas corpus impetrado pela defesa, tenho por bem deferir o pedido subsidiário da defesa, para suspender os efeitos da decisão até o julgamento”, escreveu na decisão.

    A apreensão é para verificar se Jairinho tentou interferir no andamento do processo. 

    Condenação

    Em junho deste ano, o Conselho de Sentença do 2º Tribunal do Júri do Rio condenou Dr. Jairinho a 43 anos, nove meses e 20 dias de prisão pela morte do menino Henry Borel Medeiros, ocorrida em 8 março de 2021. Monique Medeiros da Costa e Silva, mãe da criança, teve seu crime desclassificado para homicídio culposo (quando não há intenção de matar) e recebeu o perdão judicial.

    A professora Monique Medeiros teve o crime desclassificado de homicídio doloso (com intenção de matar) para homicídio culposo (quando não há intenção de matar) e recebeu o perdão judicial. Ela foi condenada a um ano e quatro meses de prisão pelo crime de omissão em relação à tortura sofrida pelo filho. Como Monique já havia cumprido tempo de prisão preventiva, a pena dela foi considerada encerrada.

    O julgamento durou 11 dias e é considerado o mais longo da história do Judiciário fluminense.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Pilotos da Voepass não relatavam falhas nas aeronaves, diz Cenipa

    Pilotos da Voepass não relatavam falhas nas aeronaves, diz Cenipa

    Falhas no sistema, alertas ignorados, revisões mecânicas insuficientes e uma cultura organizacional de não reportar falhas em voos anteriores estão entre as causas da queda da aeronave PS-VPB, da Voepass, em 2024.

    O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) concluiu as investigações e divulgou os resultados nesta quinta-feira (23).

    No dia 9 de agosto de 2024, o turboélice da marca francesa ATR, da empresa Voepass, caiu em Vinhedo, município vizinho de Campinas, no interior de São Paulo, vindo de Cascavel, no Paraná. A aeronave seguia para Guarulhos (SP). Foram 62 mortos no acidente, sendo 4 deles tripulantes.

    Na ocasião, um representante da empresa afirmou que a aeronave havia passado por manutenção de rotina antes do voo e não apresentava nenhum problema técnico. As investigações, no entanto, mostraram “várias fragilidades nas atividades de manutenção”.

    O Cenipa analisou os últimos voos anteriores da mesma aeronave com tripulações diferentes. Em todos eles, realizados entre cidades do estado de São Paulo, houve detecção de gelo e falha no sistema que retira esse gelo das partes do avião. Porém, não houve relato dessas falhas no registro de bordo.

    “Três tripulações diferentes realizando normalização de desvio [de procedimento]. Fizemos uma análise mais ampla e notamos que outras tripulações também faziam isso, o que demonstra uma cultura organizacional”, afirmou o Investigador-Encarregado do Cenipa, Tenente-Coronel Fróes.

    As investigações também mostraram que as manutenções nas aeronaves da empresa não cumpriam requisitos necessários de segurança. Mecânicos entrevistados afirmaram que havia troca de componentes em falha entre aeronaves. Pegavam componentes em falha de uma aeronave, instalavam em outra e liberavam para voo.

    Cultura organizacional

    O Cenipa concluiu também que havia uma cultura dentro da empresa de normalizar os desvios nas aeronaves. Pilotos e copilotos, inclusive aqueles envolvidos no acidente, recebiam alertas do sistema e desligavam os alertas, percebiam falhas nos sistemas de correção, mas não reportavam essas falhas.

    “O que podemos afirmar é que essa ocorrência foi um acidente com peso elevadíssimo da parte da cultura organizacional. Foram 19 fatores contribuintes, mas a cultura organizacional foi muito presente”, disse o Brigadeiro do Ar Avellar, chefe do Cenipa.

    Alerta de gelo

    Durante o voo de Cascavel para Guarulhos, o sistema da aeronave alertou para o acúmulo de gelo várias vezes. O sistema também avisou, por oito vezes, que a velocidade da aeronave estava caindo em virtude do peso do gelo na fuselagem.

    O sistema de degelo da aeronave chegou a ser acionado, mas apresentou falha e, por isso, foi desligado pelos pilotos. Não houve mudança no plano de voo em virtude dessas falhas.

    O procedimento correto, de acordo com o Cenipa, é reiniciar o sistema. Caso haja uma segunda falha, o sistema tem que ser desligado e a aeronave levada a voar em níveis mais baixos, onde as temperaturas são menos extremas. Esse procedimento, no entanto, não foi adotado.

    Além das falhas no sistema, a aeronave não poderia ter voado naquele momento por um problema nos limpadores de para-brisa. Essa pane limitava a aeronave a voar apenas quando não estivesse chovendo e não houvesse previsão de chuva por uma hora antes da decolagem e uma hora após o pouso.

    O Cenipa analisou 15 mil voos da Voepass para entender possíveis padrões. Desses 15 mil, 1.674 voos tiveram algum tipo de alerta de degradação de performance. Um desses voos teve perda de controle em algum momento. O Cenipa, no entanto, nunca foi informado desse episódio, algo que deveria ter ocorrido.

    Componente humano

    Durante o voo, piloto e copiloto falavam sobre os alertas dados no painel. Depois de pouco mais de uma hora de voo, o copiloto aviou o piloto que havia esquecido de ligar o sistema de degelo, mesmo depois dos alertas. Minutos antes da queda, o copiloto comentou que havia “bastante gelo” na aeronave. Em outros momentos, antes desse ponto, o sistema de degelo já havia apresentado falha.

    Próximo do destino, quando a aeronave passou a emitir vários alertas, como de excesso de gelo e de queda na velocidade em virtude do peso excessivo provocado por esse gelo, os pilotos passaram a lidar com várias questões ao mesmo tempo, como o procedimento de descida e os problemas com o gelo. Além disso, conversavam com a torre de comando sobre autorização para pouso.

    “O cérebro não consegue gerenciar aquelas informações em excesso. Isso pode ter comprometido a reação deles aos alertas”, disse Fróes.

    A demora em obter a liberação para pouso, o acúmulo de gelo, as falhas no sistema e a reação tardia dos pilotos aos problemas contribuíram para a perda gradual de controle. O ATR-72 212A da Voepass acabou entrando em rotação em parafuso, colidindo contra o solo.

    Acesse aqui o relatório completo do Cenipa. 


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Ministro chama tarifa dos EUA de “indevida” e promete reação

    Ministro chama tarifa dos EUA de “indevida” e promete reação

    O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, classificou como “indevida” a nova tarifa de 12,5% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros e afirmou que a medida se baseia em argumentos que “não são reais”.

    Segundo ele, o governo brasileiro buscará reverter a decisão por meio de negociações, mas não descarta adotar medidas de reciprocidade.

    A nova sobretaxa foi anunciada nesta quinta-feira (23) pelo governo estadunidense sob a justificativa de que o Brasil não adota mecanismos suficientes para impedir a importação de produtos fabricados com trabalho forçado.

    A alíquota entra em vigor nesta sexta-feira (24) e, para parte das exportações brasileiras, será somada à tarifa de 25% que começou a valer nesta semana.

    Brasil contesta

    Márcio Elias Rosa afirmou que o Brasil possui uma política consolidada de combate ao trabalho escravo e rejeitou as justificativas apresentadas pelos Estados Unidos.

    “O Brasil tem compromissos históricos com o combate ao trabalho forçado, com a prevenção, o controle, a fiscalização e o acolhimento das vítimas. O Brasil é signatário de todos os instrumentos da Organização Internacional do Trabalho. Não abona nem apoia essa prática e, mais do que isso, tem compromisso com os direitos humanos e com o trabalho digno”, declarou o ministro em entrevista coletiva esta noite.

    Para o ministro, a nova tarifa foi construída sobre uma premissa equivocada.

    “É uma tarifa indevida, baseada em fatos que não são reais”, acrescentou.

    Setores afetados

    Apesar de uma extensa lista de produtos isentos das novas tarifas, o ministro afirmou que diversos setores da indústria brasileira serão atingidos pela cobrança acumulada de 37,5%.

    “Lamentavelmente, muitos setores estarão sujeitos à dupla tributação, à dupla taxação, como é o caso, por exemplo, de calçados, máquinas, equipamentos, peças, componentes, confecções e produtos químicos que não sejam farmacêuticos. Para esses, infelizmente, a tarifa passa a ser de 37,5%”, destacou.

    Segundo o MDIC, produtos como carne bovina, café, suco de laranja e frutas permanecem fora tanto da tarifa de 25% quanto da nova sobretaxa de 12,5%.

    Ao todo, cerca de 2 mil produtos exportados pelo Brasil aos Estados Unidos ficaram isentos das duas medidas.

    O MDIC informou que ainda não existe ainda uma lista completa dos produtos que sofrerão dupla tarifação. Segundo a pasta, o governo continuará nos próximos dias a fazer o levantamento de todos os itens afetados simultaneamente pelas sobretaxas de 25% e de 12,5%.

    Negociação primeiro

    O ministro afirmou que o governo brasileiro continuará priorizando o diálogo com Washington para tentar reverter as tarifas.

    Ao mesmo tempo, ressaltou que o país não abrirá mão dos instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade Econômica, sancionada neste ano para permitir resposta a medidas comerciais consideradas injustificadas.

    “O Brasil não pode renunciar à possibilidade de usar o instrumento da reciprocidade. Seria abrir mão de um direito que protege a economia brasileira e os interesses do Brasil”, disse.

    Segundo ele, a adoção de eventuais medidas dependerá da evolução das negociações.

    “O momento e a forma de fazê-lo é que o tempo vai determinar. É óbvio que o interesse primário é negociar. É óbvio que o objetivo é evitar e afastar essas tarifas, porque elas são extremamente injustas e muito danosas”, afirmou.

    Próximos passos

    De acordo com Márcio Elias Rosa, a prioridade do governo neste momento é apoiar os setores mais afetados pelas tarifas, ampliar a busca por novos mercados e preparar a estratégia jurídica e diplomática do Brasil.

    O ministro informou que o governo pretende retomar as conversas com as autoridades americanas no próximo mês, após concluir o levantamento dos impactos da nova medida sobre as exportações brasileiras.

    Enquanto isso, empresas atingidas poderão contar com recursos do programa Brasil Soberano, que disponibilizou R$ 18,5 bilhões em crédito para capital de giro, investimentos, inovação e abertura de novos mercados.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Rio de Janeiro sedia 26ª Conferência Internacional da AIDS

    Rio de Janeiro sedia 26ª Conferência Internacional da AIDS

    A Conferência Internacional da AIDS (AIDS 2026) será o primeiro grande encontro global após a Reunião de Alto Nível da Assembleia Geral das Nações Unidas sobre HIV e AIDS, na qual os países se reuniram e assumiram novos compromissos e metas para acabar com a AIDS como ameaça à saúde pública até 2030. A conferência acontece em um momento crítico, em que esses compromissos globais precisam implementados nos países. O UNAIDS estará presente na Conferência.

    Será necessária uma liderança política sustentada, além de compromissos concretos de financiamento tanto por parte de organismos doadores quanto dos países mais afetados pelo HIV, especialmente em um contexto de restrição de recursos.

    Em 27 de julho, dia da abertura oficial da conferência, o UNAIDS lançará o relatório especial “Unidas e unidos para acabar a AIDS”, que apresenta os dados mais recentes sobre HIV no mundo. 

    O UNAIDS concentrará sua atuação em três áreas estratégicas:

    • Apoiar todos os países no alcance das metas estabelecidas na Estratégia Global para a AIDS 2026–2031 e na Declaração Política sobre HIV e AIDS de 2026.
    • Proteger os serviços de prevenção do HIV e liderados pela comunidade, especialmente para populações-chave, mulheres, meninas e jovens.
    • Mobilizar financiamento sustentável para a resposta ao HIV, incluindo a manutenção de recursos internacionais, o fortalecimento do financiamento doméstico e o planejamento da transição.
    Winnie Byanyima, diretora executiva da UNAIDS, discursa na reunião de alto nível da Assembleia Geral de 2026 sobre HIV/AIDS. A reunião tratou da implementação da Declaração de Compromisso sobre HIV/AIDS e das declarações políticas sobre HIV/AIDS.
    Legenda: A diretora executiva do UNAIDS, Winnie Byanyima, discursa na Reunião de Alto Nível sobre HIV/AIDS de 2026, em 22 de junho, em Nova Iorque.
    Foto: © ONU/Manuel Elías.

    PROGRAMAÇÃO

    Sábado, 25 de julho

    • Living 2026 – Pré-conferência | 08h00 às 17h00

    A LIVING2026 é organizada pela GNP+ em parceria com a Prevention Access Campaign (PAC), marcando os dez anos da campanha Indetectável = Intransmissível (I=I).

    Domingo, 26 de julho

    • Repensar, Reconstruir, Avançar: integração entre SSR e HIV e liderança comunitária em uma nova era de financiamento | Sala 103 | 14h00 às 15h00

    Diálogo de abertura sobre o contexto político da resposta ao HIV, com foco em direitos humanos, equidade global e na coragem política necessária para repensar e reconstruir sistemas de saúde resilientes.

    Segunda-feira, 27 de julho

    • Tornando a eliminação do HIV nas Américas uma realidade: liderança, evidências e ação | Sala 204 | 11h30 às 12h30

    O simpósio apresentará a eliminação do HIV como uma prioridade urgente de saúde pública e uma meta realista para as Américas. Também destacará experiências nacionais e lançará oficialmente a Aliança para a Eliminação do HIV nas Américas, plataforma regional criada para acelerar o progresso rumo a 2030.

    • Coletiva de imprensa de abertura: lançamento do relatório especial do UNAIDS – Unidas e unidos para acabar com a AIDS | Sala de imprensa | 14h00 às 15h00

    No primeiro dia de eventos oficiais da AIDS 2026, o UNAIDS divulgará um novo relatório que apresenta o impacto dos cortes e interrupções no financiamento ocorridos em 2025, bem como os avanços globais na resposta à AIDS.

    • Cerimônia de abertura da Women’s Networking Zone 2026 | Global Village | 15h00 às 16h30
    A diretora executiva da UNAIDS, Winnie Byanyima, participa de coletiva de imprensa sobre a Reunião de Alto Nível de 2026 sobre HIV/AIDS, em 22 de junho de 2026, em Nova Iorque.
    Legenda: A diretora executiva da UNAIDS, Winnie Byanyima, participa de coletiva de imprensa sobre a Reunião de Alto Nível de 2026 sobre HIV/AIDS, em 22 de junho de 2026, em Nova Iorque.
    Foto: © ONU/Mark Garten.

    Terça-feira, 28 de julho

    • Um alerta para as respostas ao HIV lideradas por jovens: a juventude está ficando para trás? | Youth Pavilion | 13h00 às 14h00

    Painel que reunirá representantes dos programas da Y+ Global e parcerias para discutir a evolução das respostas lideradas por jovens no cenário atual. O debate abordará os desafios vivenciados por organizações juvenis, discutirá o que caracteriza uma resposta verdadeiramente inclusiva e integrada e destacará soluções para garantir que os jovens permaneçam no centro do desenho, implementação, incidência política e tomada de decisões.

    Quarta-feira, 29 de julho

    • Liderança no ponto de inflexão: protegendo conquistas e acelerando o progresso em uma nova era da resposta ao HIV | Sala 201 | 10h30 às 11h30

    O simpósio discutirá formas de equilibrar solidariedade global e soberania nacional diante do cenário atual, apresentando estratégias para fortalecer a resposta ao HIV por meio de investimentos nacionais, coordenação regional e financiamento da inovação.

    • Liderando o futuro: recolocando mulheres, crianças e adolescentes no centro do controle sustentável da epidemia de HIV | Sala 201 | 18h00 às 19h30

    Neste simpósio, a diretora executiva do UNAIDS, Winnie Byanyima, fará a palestra principal sobre a liderança e o compromisso coletivo necessários para construir o futuro da resposta ao HIV, em consonância com a nova Declaração Política das Nações Unidas e com protagonismo das comunidades.

    Quinta-feira, 30 de julho

    • Reunião de Alto Nível do Conselho Global sobre Desigualdade | Ebola, AIDS, COVID e além: rompendo o ciclo entre desigualdade e pandemias | 10h30 às 11h30

    Da Declaração Política à ação comunitária: utilizando a Reunião de Alto Nível da ONU sobre HIV e AIDS de 2026 como ferramenta de incidência política. 

    • Encontro com participação de Joseph Stiglitz. | Sala 101C | 16h30 às 17h30

    O workshop discutirá os resultados da Reunião de Alto Nível da ONU sobre HIV e AIDS de 2026 e o significado da nova Declaração Política para comunidades, incidência política, prestação de contas e o futuro da resposta ao HIV. Participantes analisarão como o documento pode ser utilizado como instrumento prático de advocacy em diferentes países e regiões.

    Sexta-feira, 31 de julho

    • Liderança política importa: renovando a ação parlamentar na resposta ao HIV | Sala 205 | 16h30 às 17h30

    Após a Reunião de Alto Nível da ONU, esta sessão da Plataforma Parlamentar Global sobre HIV e AIDS mostrará como a liderança parlamentar pode contribuir para renovar estratégias, reconstruir o compromisso político e enfrentar os desafios futuros da resposta global ao HIV.

    Para saber mais, siga @unaidsbrasil nas redes e visite a página da Conferência Internacional da AIDS 2026. 

    Fonte: brasil.un.org