Autor: Redação Qnews

  • Cidades do RS têm situação de emergência reconhecida pela Defesa Civil

    Cidades do RS têm situação de emergência reconhecida pela Defesa Civil

    A Defesa Civil Nacional reconheceu a situação de emergência das cidades de Ametista do Sul, Frederico Westphalen, Nova Bassano e Santa Tereza, no Rio Grande do Sul. Os locais foram atingidos por chuvas intensas, vendaval e inundações no final do mês de julho.

    Os municípios poderão acessar recursos para assistência à população e reconstrução de áreas atingidas, após a publicação do decreto de reconhecimento pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, no Diário Oficial da União.

    Para ter o reconhecimento da situação de emergência, é necessário que o município faça a declaração no Sistema Integrado de Informações sobre Desastres e apresente um plano de trabalho para as ações de Defesa Civil no local. Após análise, a medida é publicada e o recurso é disponibilizado ao município.

    As quatro cidades do Rio Grande do Sul que tiveram a situação de emergência reconhecidas foram atingidas pelos temporais que ocorrera a partir do dia 25 de julho. Foram registrados grandes volumes de  chuvas e fortes rajadas de ventos, que deixaram centenas de pessoas desabrigadas.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Ventos diminuem de intensidade e município do Rio volta ao Estágio 1

    Ventos diminuem de intensidade e município do Rio volta ao Estágio 1

    O município do Rio de Janeiro retornou ao Estágio 1 às 20h dessa quarta-feira, (5), devido à redução da intensidade dos ventos previstos, com rajadas de até 76 quilômetros por hora (km/h).

    O Estágio 1, em uma escala de cinco, significa que não há ocorrências de grande impacto. Nessa fase, podem ocorrer pequenos incidentes, que não interferem de forma significativa na rotina do cidadão.

    Ao longo do dia, o céu esteve claro a parcialmente nublado e não houve registro de chuva. Os ventos ficaram moderados. A temperatura mínima registrada foi de 16°C e a máxima atingiu 34,2°C.

    Para esta quinta-feira (6), o Alerta Rio prevê a atuação de áreas de instabilidade. Os ventos estarão moderados, entre 18,5 km/h e 51,9 km/h, com rajadas isoladas fortes, até 60 km/h de manhã, nas zonas oeste e sudoeste da cidade. O céu estará parcialmente nublado a nublado e há previsão de chuva fraca a moderada no final da tarde. A temperatura máxima pode chegar a 35ºC.

    Amanhã, (7), áreas de instabilidade associadas à aproximação de uma frente fria influenciarão o tempo no Rio. As rajadas de vento podem atingir intensidade forte, entre 52km/h, a muito forte, acima de 76 km/h. Há previsão de céu parcialmente nublado a nublado com pancadas isoladas de chuva no período da tarde. A temperatura entrará em elevação, com a temperatura máxima podendo chegar aos 38ºC.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Flipelô começa em Salvador com música, poesia e grande participação

    Flipelô começa em Salvador com música, poesia e grande participação

    O centro de histórico de Salvador (BA) recebeu a cerimônia de abertura da décima edição da Festa Literária Internacional do Pelourinho (Flipelô), na noite dessa quarta-feira (5), com muita música, poesia e participação.

    A festa contou com show musical da cantora e compositora Belô Velloso, além de uma intervenção teatral que apresentou ao público os versos da poetisa Myriam Fraga (1937-2016), a grande homenageada da Flipelô neste ano.

    Entre o público que compareceu à abertura estava a escritora baiana Maria do Carmo, da cidade de Mutuípe (BA), que veio para a Flipelô pela primeira vez para lançar seu mais novo livro, Trilhas de Alforria, que trata  do combate ao racismo.

    Em entrevista à Agência Brasil, ela celebrou as feiras e festas literárias que se espalham pelo país e que, assim como a Flipelô, se tornam importante espaço de encontro cultural e de resistência.

    “Feira literária, para mim, é espaço de representatividade cultural”, disse.

    “Vejo a Flipelô com muita alegria porque a população tem acesso a ela sem custo nenhum. É também uma mistura de culturas, não só literária, mas de música, dança, representação teatral. Isso engrandece ainda mais a literatura porque a literatura justamente é feita desse misto de vivências”, acrescentou.

    Ao seu lado, também segurando um livro, estava a escritora baiana Magnólia Gomes de Oliveira, autora da obra Destinos Entrelaçados, que será lançado na Casa Motiva, instalada no Vale do Dendê.

    “Meu livro é uma história que se passa em Feira de Santana, onde duas pessoas se encontram ao acaso. Eles se envolvem em uma grande paixão, uma paixão bem aflorada, mas há alguns impedimentos para que eles estejam juntos”, contou à reportagem.

    Magnólia é fundadora do coletivo Autores da Resistência, que pretende difundir a literatura na região do Recôncavo Baiano, e do Passeio Literário, grupo formado nas redes sociais. Para ela, que já acompanha a Flipelô há alguns anos, participar de um evento como este é muito importante para incentivar a leitura.

    “Esse evento é maravilhoso e muito importante, inclusive, para o incentivo à leitura, que é o que nós trabalhamos no nosso grupo dos escritores Autores da Resistência. Queremos transformar o Brasil em um país de leitores.

    Segundo Magnólia, a Flipelô ajuda muito a levar a literatura a todas as pessoas”, disse.

    Outro que também vai lançar seu livro na festa literária do Pelourinho é o escritor Domingos Ailton, secretário de Cultura e Turismo de Jequié (BA). Autor do livro Anésia Cauaçu, que aborda a história da primeira mulher que ingressou no cangaço e viveu no sertão de Jequié, ele também é responsável pela realização da Felisquié, a Festa Literária Internacional do Sertão de Jequié, que neste ano vai completar 10 anos de existência e homenagear o centenário do geógrafo Milton Santos.

    “A literatura é a essência da vida. Cada livro representa um episódio da vida, não é? Sem a literatura, a vida perde o sentido. Desde o tempo das narrativas orais, que depois se tornaram livros, a gente não pode pensar em falar, escrever, pensar ou refletir sem a literatura”, ressaltou.

    A Flipelô

    Maior evento literário da Bahia, a Flipelô é inpirada na Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) e realizada anualmente pela Fundação Casa de Jorge Amado. Neste ano, o evento ocorre em momento especial: além dos 10 anos de sua existência, a Flipelô também está celebrando os 25 anos da morte de Jorge Amado (1912-2001) e os 40 anos de criação de sua fundação.

    A festa, idealizada pela poeta Myriam Fraga (1937-2016), surgiu com o objetivo de preservar e valorizar a memória do escritor Jorge Amado, a cultura e arte da Bahia, além de estimular a literatura, principalmente entre os jovens.

    O evento acontece até domingo (9) e deverá contar com a presença de mais de 500 escritores brasileiros e nove estrangeiros, entre eles Ana Maria Gonçalves, Itamar Vieira Júnior, Carla Madeira, Milton Hatoum, Tracy Mann e Pablo Fidalgo.

    Mais informações sobre a programação da Flipelô podem ser acessadas no site oficial da festa.

    * A repórter e a fotógrafa viajaram a convite do Instituto Motiva, patrocinador e parceiro oficial de mobilidade da Flipelô 2026.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Copa do Brasil pode reunir somente campeões nas quartas de final

    Copa do Brasil pode reunir somente campeões nas quartas de final

    As quartas de final da Copa do Brasil deste ano podem reunir somente times que conquistaram o título da competição. Os últimos classificados serão conhecidos nesta quinta-feira (6). Três dos quatro clubes que vão a campo já foram campeões do torneio.

    A exceção é o Vitória, que recebe o Athletico-PR no Barradão, em Salvador, às 20h (horário de Brasília). O Furacão, campeão em 2019, ganhou a partida de ida na Arena da Baixada, em Curitiba, por 2 a 0 na última segunda-feira (3) e avança mesmo se perder por um gol de diferença.

    Se o Athletico passar, garante as quartas de final com 100% de campeões. Isso porque o outro confronto desta quinta, entre Corinthians e Internacional, já reúne times com títulos de Copa do Brasil no currículo. Os gaúchos ergueram a taça em 1992, enquanto o Timão, atual campeão, tem mais três conquistas (1995, 2002 e 2009 – esta última justamente contra o Colorado).

    O duelo será na Neo Química Arena, em São Paulo. Como venceu no Beira-Rio, em Porto Alegre, no último domingo (2), por 2 a 0, o Inter se classifica mesmo em caso de derrota – desde que por apenas um gol de diferença.

    Verdão e Vasco seguem

    Os times já assegurados na próxima fase acumulam 18 títulos de Copa do Brasil. Maior vencedor, com seis conquistas (1993, 1996, 2000, 2003, 2017 e 2018), o Cruzeiro se garantiu nessa quarta-feira (5) ao eliminar a Chapecoense. No mesmo dia, o Grêmio, que tem uma taça a menos que os mineiros (1989, 1994, 1997, 2001 e 2016), despachou o Mirassol.

    Os dois jogos que encerraram a noite de Copa do Brasil na quarta decidiram as classificações de Palmeiras e Vasco. O Verdão, tetracampeão (1998, 2012, 2015 e 2020), perdeu por 3 a 2 para o Fortaleza na Arena Pantanal, mas avançou graças à vitória de domingo, no Nubank Parque, por 3 a 0.

    O Leão do Pici, que acertou a venda do mando de campo para Cuiabá antes mesmo do revés em São Paulo, saiu na frente com Juan Miritello, aos 33 do primeiro tempo, em chute no ângulo. Sete minutos depois, o também atacante Flaco López empatou aproveitando cruzamento do meia Felipe Anderson pela direita.

    Aos 43, o lateral Mailton cruzou rasteiro pela direita e o goleiro Carlos Miguel tentou afastar, mas a bola desviou em Murilo e no meia Rodriguinho, do Fortaleza, antes de parar no gol. O zagueiro alviverde se redimiu aos 15 do segundo tempo, após cobrança de escanteio do volante Andreas Pereira.

    Foi também no jogo aéreo que o tricolor cearense chegou ao gol da vitória. Aos 42, Mailton bateu escanteio e o meia Lucas Emanuel, livre, cabeceou para as redes, sacramentando o primeiro triunfo da equipe sob comando de Paulo Autuori. 

    No Maracanã, Fluminense e Vasco se reencontraram após o empate sem gols do último sábado (1). Assim como no confronto pelas semifinais da edição do ano passado, melhor para o Cruzmaltino, que ganhou por 3 a 1. A partida foi transmitida pela Rádio Nacional.

    Campeão em 2011, o Gigante da Colina saiu na frente aos 33 minutos da etapa inicial em um belo chute de Brenner da entrada da área, que encobriu o goleiro Fábio e bateu no travessão antes de entrar. Ele próprio aumentou aos seis do segundo tempo, completando para as redes o cruzamento do também atacante Andrés Gómez pela direita.

    O Fluminense esboçou reação aos 31, com Martinelli. O volante recebeu do atacante Hulk pouco depois da marca do pênalti e chutou com a bola ainda no ar, vencendo o goleiro Léo Jardim, colocando fogo na partida.

    Nos acréscimos, porém, o Vasco saiu em contra-ataque pela esquerda. O meia Adson foi lançado pelo volante Thiago Mendes, entrou na área e rolou na direita para o lateral Puma Rodríguez concluir para o gol vazio e definir o placar no Rio de Janeiro.

    Na última terça-feira (4), os classificados foram Santos e Atlético-MG. O Peixe, que venceu o torneio 2010, superou o Remo, enquanto o Galo, campeão em 2014, passou pelo Juventude.

    Entre os oito melhores

    Os confrontos serão revelados na próxima terça-feira (11), às 11h (horário de Brasília), em sorteio na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. Os jogos serão nos dias 26 de agosto e 3 de setembro.

    A única vez que somente campeões da Copa do Brasil chegaram às quartas foi há dez anos. As equipes classificadas foram Cruzeiro, Grêmio, Corinthians, Palmeiras, Inter, Santos, Atlético-MG e Juventude (que venceu a edição de 1999). O Tricolor gaúcho levou a taça.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Busca por profundidade e dinamismo marca 40 anos do Revista Brasil

    Busca por profundidade e dinamismo marca 40 anos do Revista Brasil

    Naquele 6 de agosto, o repórter sergipano Aécio Amado, de 35 anos, acordou pouco depois das 4h da madrugada e chegou às 5h, antes do raiar do dia, à redação da Rádio Nacional do Rio de Janeiro, pronto para o que viesse. Ele iria estrear em um novo programa jornalístico, o Revista Nacional, e, dessa vez, falaria para o país inteiro. 

    Era normal, em sua rotina, carregar a tiracolo uma montanha de fichas telefônicas, um pesado carregador de fita, bloco de anotações e canetas. Pesquisou o que acontecia no trânsito e nas delegacias. E não faltariam notícias, mesmo sendo em um Rio de Janeiro diferente, naquele “inverno” quente de 1986. 

    Na estreia do novo programa, deixou qualquer nervosismo de lado e ouviu o chamado do apresentador goiano Valter Lima, também de 35 anos, direto de Brasília. Acompanhou o que se passava pelo país na voz dos colegas. O Revista Nacional ganharia o nome depois, em 1998, de Revista Brasil, com a mesma lógica de trazer informações instantâneas, aprofundadas e entrevistas com duas horas de duração. 

    Vida de reportagem

    Quarenta anos depois e aposentado recentemente, Aécio garante que o dia a dia na rádio é sempre recheado de emoções fortes, como a que ocorreu em 1988, na véspera do Ano Novo. Ele foi acionado para cobrir o naufrágio do navio Bateau Mouche IV, que provocou a morte de 55 pessoas na Baía de Guanabara.

    “Foi marcante e também muito triste. Quando cheguei, o portão do Salvamar, da Marinha, estava aberto. E vi os corpos chegando trazidos nas lanchas”. O programa começou às 8h da manhã, mas o repórter já havia passado a noite em claro com as notícias tristes que chegavam. “Faz parte da vida do repórter”, afirma. 

    Duas horas sem parar

    Quem conhece bem essa realidade é Valter Lima, que esteve à frente do programa nas últimas  quatro décadas de forma ininterrupta. Ele, que foi contratado para ajudar na formulação de um “projeto inovador” para um programa que priorizasse informação e dinamismo por duas horas a cada dia, também ficou conhecido entre os colegas por madrugar no estúdio em nome de dar notícia em primeira mão a partir da capital.

    “Nasceu a proposta de utilizar a rádio como veículo de aprofundamento das questões políticas, econômicas, sociais, internacionais e humanísticas”, afirmou Lima.  Por isso, o programa não era transmitido apenas de Brasília, mas também do Rio de Janeiro e até do Amazonas. “Mais de 200 emissoras ao vivo transmitiam desde o começo”.

    Segundo Valter Lima, um dos primeiros grandes desafios do programa foi traduzir ao público as discussões dos parlamentares para a formulação da Constituição de 1988. Ele recorda que tinha acesso a diferentes fontes de informação nessa época, em função de que, nas coberturas, chegou a participar, antes de 1985, do Movimento das Diretas Já.  

    Da Amazônia, outro desafio foi a cobertura da primeira epidemia do cólera no país, em 1991. A equipe se deslocou para diferentes pontos da Amazônia para registrar o problema. No ano seguinte, ele considerou também histórica a cobertura da “Eco 92”, Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento realizada no Rio de Janeiro de 3 a 14 de junho daquele ano. 

    “A equipe do Revista Brasil sabe da responsabilidade que é veicular conteúdos a partir de uma emissora pública porque esse material é replicado dentro e fora do Brasil graças à credibilidade que todos nós construímos. Não podemos falhar”.  Desde os primeiros programas, o Revista chegava a mais de 30 milhões de pessoas.

    A chacina da Candelária, em julho de 1993, quando oito crianças e adolescentes foram mortos em frente àquela igreja no centro do Rio, também sensibilizou o experiente jornalista. “Essa história tocou no coração da gente”. Ele lembra os detalhes de quando recebeu as primeiras notícias dos jovens.

    Vozeirão

    A juventude, em particular, é um tema que sempre tocava o apresentador. Ele Lembrou de quando saiu de Anápolis (GO) para tentar a vida em Brasília. Alistou-se como soldado da Aeronáutica e fazia bicos de locutor na rodoviária, no centro da capital. Em um desses anúncios, diretores de rádio queriam saber mais daquele vozeirão. 

    “Queria ganhar um dinheirinho para estudar”. De repente, já trabalhava na Rádio Alvorada. Depois, para a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), foi um pulo. Finalmente, teve a carteira assinada. Mais do que o sucesso profissional, orgulha-se de ter sido ouvido na rádio de pilha pelo pai, Adão, pedreiro, e pela mãe, Dalva, ambos já falecidos.

    “Fico orgulhoso de ser parte da história da comunicação pública”. 

    Nos bastidores

    Nem todos que se dedicam à rádio foram aos microfones. Entre essas pessoas, a produtora Fátima Araújo chegou à empresa em 1977. Ela começou como auxiliar administrativa da Rádio Nacional da Amazônia. De repente, passou a entrar nos estúdios. Inicialmente, recebia as cartas dos ouvintes para selecionar e serem lidas no programa. 

    Chegava de tudo, inclusive perfumadas com talco ou objetos de recordação – informações, pedidos e sugestões de mais pautas. “O Valter chegava muito cedo. Antes de todos. Acendia e apagava as luzes da rádio à noite”. 

    A internet mudou a forma de interação desde o final dos anos 90. As cartas perfumadas deram lugar a e-mails que lotaram a caixa de entrada e “a mensagens o tempo inteiro”. “Mas a correria nunca mudou”, diz a produtora.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • 34 municípios do RJ recebem oficinas participativas para Planos de Ação Climática

    34 municípios do RJ recebem oficinas participativas para Planos de Ação Climática

    Trinta e quatro municípios do Rio de Janeiro irão receber entre 5 de agosto e 11 de setembro, o primeiro ciclo de oficinas participativas para subsidiar o diagnóstico da elaboração dos Planos Locais de Ação Climática (PLACs) em 34 municípios das sete regiões hidrográficas do estado do Rio de Janeiro. 

    Os planos vão contribuir para um planejamento específico para redução dos impactos das mudanças do clima voltados para cada território, levando em consideração suas características locais.

    As ações são realizadas em parceria com o Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat) e o ICLEI.

    As oficinas vão incentivar o diálogo entre participantes sobre os impactos da mudança do clima em seus territórios, identificando vulnerabilidades, desafios e prioridades locais. As contribuições levantadas vão integrar diagnósticos climáticos municipais, que servirão de base para o segundo ciclo de oficinas participativas. Previsto para novembro de 2026, o novo ciclo vai discutir estratégias e prioridades para a elaboração dos 34 Planos Locais de Ação Climática. A conclusão dos planos está prevista para 2027.

    Os 34 municípios contemplados são: Angra dos Reis, Araruama, Barra do Piraí, Barra Mansa, Belford Roxo, Bom Jardim, Cabo Frio, Cachoeiras de Macacu, Duque de Caxias, Guapimirim, Itaboraí, Japeri, Mangaratiba, Maricá, Mesquita, Nova Friburgo, Nova Iguaçu, Paracambi, Paraíba do Sul, Paraty, Petrópolis, Queimados, Resende, Rio Bonito, Rio Claro, São Gonçalo, Sapucaia, Seropédica, Silva Jardim, Tanguá, Teresópolis, Três Rios, Valença e Volta Redonda.

    As oficinas serão abertas para a população local. Para participar, entre em contato com o ponto focal do seu município. Confira as datas, os locais e os contatos de cada oficina: tinyurl.com/34PLACsRJ.

    As oficinas participativas serão realizadas nos 34 municípios indicados no mapa, entre os meses de agosto e setembro de 2026.
    Legenda: As oficinas participativas serão realizadas nos 34 municípios indicados no mapa, entre os meses de agosto e setembro de 2026.
    Foto: © Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade do Rio de Janeiro.

    Metodologia dos PLACs

    A elaboração dos Planos Locais de Ação Climática tem como principal referência a ferramenta City Resilience Action Planning – Planejamento de Ações para Resiliência Urbana, em tradução livre (CityRAP), desenvolvida pelo ONU-Habitat e pelo Centro Técnico Sub-Regional para Gestão de Riscos de Desastres, Sustentabilidade e Resiliência Urbana (DiMSUR) para apoiar municípios na construção participativa de estratégias de resiliência urbana. 

    A metodologia oferece um passo a passo para integrar a participação popular ao planejamento climático local por meio de capacitações, exercícios e atividades colaborativas estruturadas em cinco pilares do planejamento para a resiliência:

    • Governança urbana e participação social;
    • Planejamento urbano e meio ambiente;
    • Infraestrutura resiliente e serviços básicos;
    • Economia urbana, finanças e sociedade;
    • Gestão de riscos de desastres.

    A construção dos planos envolve a participação de profissionais de diferentes setores da sociedade e de secretarias municipais, como gestão pública, fazenda, educação, cultura, saúde, infraestrutura, habitação, mobilidade, segurança pública, defesa civil, turismo, agricultura, biodiversidade e ecossistemas, dentre outros. A diversidade de conhecimentos e experiências contribui para a elaboração de planos mais abrangentes, viáveis e alinhados às necessidades locais, fortalecendo sua implementação integrada e participativa.

    “O CityRAP é uma excelente ferramenta que apoia o planejamento climático especialmente de cidades de pequeno e médio porte. Seu passo a passo pode ser replicado para diferentes realidades, e utilizado por pessoas de diferentes áreas. Esperamos um papel ativo dos municípios na construção dessa agenda transversal, para que os planos reflitam as especificidades territoriais, as oportunidades e os desafios de cada localidade”, ressalta a Chefe do Escritório do ONU-Habitat no Brasil, Rayne Ferretti Moraes.

    Cada município conta com dois pontos focais responsáveis por coordenar a implementação da metodologia CityRAP em nível local, apoiar a coleta e análise de dados, a elaboração e validação dos produtos técnicos, e por mobilizar atores estratégicos e incentivar o engajamento das comunidades ao longo do processo de elaboração dos PLACs.

    Vista do Monumento Natural Estadual da Serra da Beleza, localizado entre os municípios fluminenses de Barra do Piraí, Barra Mansa e Valença.
    Legenda: Vista do Monumento Natural Estadual da Serra da Beleza, localizado entre os municípios fluminenses de Barra do Piraí, Barra Mansa e Valença.
    Foto: © Raphael Carestiato/Wikimedia commons

    A ponto focal de Barra do Piraí (RJ) e diretora de licenciamento e gestão ambiental da Secretaria Municipal do Ambiente e Sustentabilidade, Elis de Souza Pinto, espera que a movimentação para a criação do Plano de Ação Climática fortaleça a resiliência da sua cidade.

    “A elaboração do Plano representa uma oportunidade estratégica para consolidar ações de prevenção, adaptação e resposta, com base nas necessidades e características locais. Nossa expectativa é que esse instrumento contribua para o fortalecimento da resiliência do município e para a construção de soluções mais eficazes diante dos impactos causados pelas mudanças climáticas”, diz.

    Contatos para imprensa: 

    Fonte: brasil.un.org

  • Ideb mostra avanço da educação básica no país

    Ideb mostra avanço da educação básica no país

    O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2025 registrou a maior evolução acumulada em 20 anos. As três etapas do ensino avaliadas (anos iniciais e finais do ensino fundamental e o ensino médio) atingiram o maior valor de toda a série histórica, iniciada em 2005.

    Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (5) pelo Ministério da Educação (MEC).


     Brasília - DF - 05/08/2026 -  Ideb avança em todas as etapas da educação básica // Indicadores de 2025 divulgados nesta quarta-feira crescem nos anos iniciais e finais do ensino fundamental e no
ensino médio. Foto: : Luís Fortes/MEC

    Brasília – DF – 05/08/2026 – Ideb 2025 é divulgado. Foto: Luís Fortes/MEC

    Para o ministro da Educação, Leonardo Barchini, a melhora dos indicadores é resultado de mais estudantes na escola, menos reprovações e ganhos de aprendizagem dos alunos.

    “Após 20 anos, a escola brasileira conseguiu ao mesmo tempo melhorar o acesso; melhorar a trajetória desses estudantes, melhorando o fluxo desses estudantes; e melhorar a proficiência”, disse.

    O Ideb avalia o desempenho dos estudantes em língua portuguesa e matemática no Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) e as taxas de aprovação apuradas pelo Censo Escolar. Os indicadores são divulgados a cada dois anos.

    Ensino fundamental

    A escala do Ideb varia de 0 a 10.

    >> Veja abaixo os indicadores:

    • De 2023 a 2025, o índice dos anos iniciais do ensino fundamental (1º ao 5º ano) passou de 6 para 6,3, superando a meta (6). Em 2005, era 3,8.
    • Esta foi a etapa da educação básica que registrou o avanço mais expressivo na série histórica de 20 anos.
    • Quando considerados os anos finais do ensino fundamental (6º ao 9º ano), o desempenho subiu de 5 para 5,3, mas ficou abaixo da meta de 5,5. Em 2005, o Ideb era de 3,5.

    Segundo o MEC, a melhora demonstra o crescimento contínuo das médias de proficiência e a redução das reprovações.

    Ensino médio

    O indicador do ensino médio cresceu de 4,3, em 2023, para 4,5, no ano passado. No entanto, a meta para a etapa é 5,2. Desde 2013, a meta não é atingida.

    A etapa encerrou o ciclo de 20 anos com seu patamar mais elevado, após subir dos 3,4, registrados em 2005.

    “Avançamos, mas ainda há muito o que fazer. Chegou a hora de um novo salto para o futuro, que é a melhoria da aprendizagem”, afirmou o ministro Barchini.

    Especialistas consideram que a etapa final representa o maior desafio para ganhos no indicador.


    Brasília - DF - 05/08/2026 - Ideb avança em todas as etapas da educação básica. ( Felipe Proto - vice-presidente de Educação da Fundação Lemann). Foto:  Divulgação da Fundação Lemann

    Brasília – DF – 05/08/2026 – Felipe Proto – vice-presidente de Educação da Fundação Lemann- Divulgação da Fundação Lemann

    O vice-presidente de Educação da Fundação Lemann, Felipe Proto, avaliou que os resultados de 2025 são avanços importantes, mas mostram também que o ritmo de avanço foi menor nos anos finais do que nos anos iniciais do ensino fundamental.  

    “Esse fato pode ser explicado por um possível acúmulo da defasagem. Isto é, quando os estudantes não aprendem nos anos iniciais conhecimentos muito básicos, eles poderão ter dificuldades ao longo de toda trajetória escolar. Além disso, o cotidiano escolar muda bastante nos anos finais: os alunos passam a ter mais de um professor por disciplina, por exemplo, o que pode dificultar a criação de vínculos.”

    Para o especialista, além do investimento na etapa de alfabetização, é necessário ter atenção aos anos finais do ensino fundamental, fase em que os alunos, entre 11 e 14 anos, passam por importantes transformações cognitivas, físicas, emocionais, sociais e identitárias.

    “Precisamos superar o estigma cultural que associa essa fase a conflito e desinteresse, e precisamos de escolas mais conectadas com os interesses dos estudantes, aumentando o engajamento dos jovens, e de mais tempo na escola”, afirmou Felipe Proto.

    Escolas públicas

    Nas escolas públicas, o Ideb passou de 5,7 para 6,1 nos anos iniciais em 2025.

    O indicador para os anos finais também subiu: de 4,7, em 2023, para 5, em 2025. E no ensino médio, de 4,1 para 4,3, em igual período.

    Estados e DF

    No Ideb, todos os estados e o Distrito Federal tiveram resultados superiores nos anos iniciais do ensino fundamental em 2025, na comparação com 2023.

    Os destaques foram Paraná, com 6,9; Ceará (6,8); e Espírito Santo, Minas Gerais e Goiás, empatados com 6,4.

    Nos anos finais do ensino fundamental, 24 unidades da Federação tiveram índices maiores em 2025 quando comparados a 2023.

    Os maiores índices foram atingidos do 6º ao 9 º ano pelos seguintes estados: Paraná (5,9); Ceará (5,7); Goiás (5,7); Minas Gerais (5,5) e Espírito Santo (5,4).

    No ensino médio, 23 estados subiram no indicador em relação à edição anterior. O Distrito Federal é o único que teve queda no Ideb na etapa final da educação básica.

    A maior nota foi novamente do Paraná (5,1), seguido por Piauí (5), Espírito Santo (4,9) e Goiás (4,8).

    Municípios  

    Em relação ao desempenho dos municípios, o Inep divulgou a evolução nos anos iniciais do ensino fundamental.

    Em 2005, a maioria das cidades brasileiras — um total de 4.110 municípios — registrava Ideb de até 4,9.

    Esse número caiu para 1.097 cidades, em 2023, e recuou em 2025 para 442 municípios.

    A secretária de Educação Básica do MEC, Kátia Schweickardt, destacou que apesar de mais de 400 municípios terem desempenho abaixo de 5, eles apresentaram avanços significativos.

    Segundo ela, cerca de 70% desse grupo registraram crescimento, embora em um ritmo inferior ao projetado pelas metas do Plano Nacional de Educação (PNE).

    Esses municípios terão assistência técnica individualizada.

    “Vamos reunir mais de 9 mil dos nossos articuladores, que já atuam [em regime de colaboração] nestas localidades em todos os nossos programas, para trabalhar junto com estados e municípios para ajudá-los a fazer um autodiagnóstico e estudar detalhadamente cada realidade para saber o porquê de ainda não estarem nesta média”, explicou a secretária.

    Próximo ciclo

    O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pelo cálculo do indicador, aguardava a sanção do novo Plano Nacional de Educação (2026–2036), em abril deste ano, para planejar as metas para o próximo Ideb, que ocorrerá em 2027.

    Segundo o presidente do Inep, Manuel Palacios, uma proposta sobre o próximo ciclo deve ser apresentada em outubro. O ministro da Educação adiantou que o novo ciclo será focado em aprendizagem e, principalmente, em equidade.

    O Ideb avaliou o desempenho de 14,5 milhões de estudantes nos anos iniciais do ensino fundamental, 11,2 milhões nos anos finais do ensino fundamental e 7,3 milhões no ensino médio.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Maiores campeões, Cruzeiro e Grêmio vão às quartas da Copa do Brasil

    Maiores campeões, Cruzeiro e Grêmio vão às quartas da Copa do Brasil

    Dois dos três maiores vencedores da Copa do Brasil seguem na briga pelo título da edição deste ano. Nesta quarta-feira (5), Cruzeiro e Grêmio se classificaram às quartas de final ao eliminarem Mirassol e Chapecoense, respectivamente.

    Os confrontos da próxima fase serão sorteados na próxima terça-feira (11), às 11h (horário de Brasília), na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. Os jogos pelas quartas estão previstos para os dias 26 de agosto e 3 de setembro.

    Maior vencedor da Copa do Brasil, com seis conquistas, o Cruzeiro despachou a Chapecoense no Mineirão. A Raposa ganhou por 2 a 0 e chega às quartas de final da Copa do Brasil pela terceira vez desde seu último título, em 2018. Os times não saíram do zero no jogo anterior, domingo passado, na Arena Condá, em Chapecó (SC).

    Em Belo Horizonte, a rede teimou em não balançar até os 45 minutos do primeiro tempo, quando o zagueiro Fabrício Bruno cruzou pela direita, Matheus Henrique cabeceou, o goleiro Anderson defendeu e o próprio volante, no rebote, abriu o placar. Atingido pelo zagueiro Doma na hora da conclusão, o atleta festejou o gol com um rastro de sangue no rosto.

    Aos 40 da etapa final, Kaio Jorge sacramentou a classificação. O atacante sofreu pênalti e ele próprio converteu a cobrança, para alegria dos 32 mil torcedores presentes no Mineirão.

    Imortal volta a vencer

    Dono de cinco títulos, o Grêmio recebeu o Mirassol e venceu por 1 a 0. O Tricolor, segundo maior ganhador do torneio ao lado do Flamengo (que já foi eliminado), não alcançava este estágio da competição desde 2023.

    As equipes vinham de um empate por 1 a 1 no Maião, em Mirassol (SP), no último domingo (2). Aquela foi a primeira vez, na curta história do confronto, que os gaúchos não saíram de campo superados. Antes, eram quatro triunfos do Leão Caipira em quatro jogos.

    Melhor nos 45 minutos iniciais na Arena do Grêmio, o time da casa inaugurou o marcador aos 36, com Cristian Pavón. O ponta argentino, que vinha sendo improvisado como lateral-direito, cobrou falta com precisão, no canto esquerdo do goleiro Alex Muralha.

    Aos 27 do segundo tempo, o Mirassol teve um gol anulado. Após cruzamento na área pela esquerda, André Luís ajeitou e o também atacante Bruno Santos concluiu. A arbitragem, no entanto, viu toque de mão de André Luís, para alívio da torcida da casa em Porto Alegre e ira dos visitantes.

    O Leão Caipira pressionou em busca do empate, sem sucesso. Após seis jogos, o Grêmio voltou a vencer na temporada. O Tricolor não ganhava desde 23 de maio, quando bateu o Santos por 3 a 2, na Arena.

    Alvinegros classificados

    Os dois primeiros classificados foram conhecidos na última terça-feira (4). Campeão em 2010, o Santos eliminou o Remo ao vencer por 1 a 0 no Mangueirão, em Belém. Na ida, sábado passado (1º), as equipes empataram sem gols na Vila Belmiro, em Santos (SP).

    O gol da classificação saiu aos 28 minutos do segundo tempo. Após ganhar uma disputa de bola com o volante Zé Welison pela esquerda, Neymar entrou na área e rolou para o também atacante Rony finalizar. O Remo atuou a maior parte do jogo com um a menos, por conta da expulsão do zagueiro e capitão Marllon aos 27 da etapa inicial.

    O Atlético-MG também se garantiu nas quartas com um triunfo fora de casa por 1 a 0. O Galo, que venceu o torneio em 2014, derrotou o Juventude no Estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul (RS), com um gol do atacante Alan Minda no último lance da partida, aos 49 do segundo tempo. No sábado, os times não tinham saído do zero na Arena MRV, em Belo Horizonte.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Lei garante frete mínimo no transporte de cargas; saiba o que muda

    Lei garante frete mínimo no transporte de cargas; saiba o que muda

    Lei sancionada nesta quarta-feira (5) traz garantias ao pagamento do piso mínimo do frete a motoristas no transporte rodoviário de cargas. O texto aumenta a fiscalização sobre o pagamento do frete e combate o comércio ilegal de mercadorias.

    A lei obriga a apresentação do Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT) antes de o caminhão iniciar a viagem.

    O CIOT garantirá, segundo a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que todas contratações de frete pagarão o piso mínimo. Caso contrário, o código não será emitido e fretes irregulares serão bloqueados ainda na fase de contratação.

    O código está vinculado ao Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais. De acordo com a ANTT, a fiscalização do cumprimento das novas regras será automática e em larga escala. Dessa forma, o CIOT também é um mecanismo de combate ao comércio ilegal, de produtos sem nota fiscal.

    Com a sanção pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a medida provisória editada em março vira uma regra permanente.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • CBF reforça paralisação das competições durante Copa Feminina em 2027

    CBF reforça paralisação das competições durante Copa Feminina em 2027

    A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) ratificou aos clubes, por meio de ofício, que competições profissionais organizadas pela entidade serão paralisadas durante a Copa do Mundo Feminina do ano que vem, no Brasil.

    A pausa contempla os torneios femininos e as Séries A e B do Campeonato Brasileiro masculino, além das Copas do Brasil nos dois naipes. Serão 31 dias de interrupção, entre 24 de junho e 25 de julho de 2027.

    A CBF já havia indicado a paralisação em outro ofício, encaminhado em 2024. Além disso, em outubro do ano passado, a entidade informou as agremiações sobre a interrupção das competições em meio à Copa durante a divulgação do calendário para o ciclo 2026-2029. As datas referentes à 2027 ainda serão divulgadas.

    São oito cidades-sede, todas elas também selecionadas para a Copa masculina, em 2014: Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

    Semanas antes e durante o Mundial, os estádios escolhidos ficam à disposição da Federação Internacional de Futebol (Fifa), o que inviabiliza a realização de jogos de outras competições. Essa pausa é uma das condições que o país deve observar para receber o evento.

    Além disso, outros estádios e centros de treinamento foram selecionados para serem as bases das 32 seleções. Em abril, a Fifa divulgou uma relação inicial com 38 locais aprovados para receberem as equipes.

    Nesta e na última temporada, a CBF também fez adaptações no calendário devido a competições internacionais masculinas. Em 2025, a interrupção da Série A do Brasileirão ocorreu entre 13 de junho e 11 de julho por conta da participação de Flamengo, Fluminense, Botafogo e Palmeiras na Copa do Mundo de Clubes, realizada nos Estados Unidos.

    Já em 2026, a paralisação durou cerca de 50 dias e também englobou as três divisões do Brasileirão Feminino, em razão da Copa do Mundo, disputada em Estados Unidos, Canadá e México. Apenas as Séries B, C e D masculinas seguiram com a programação normal.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br