Categoria: Brasil

  • Petrobras atinge recorde de valor de mercado após descoberta no Amapá

    Petrobras atinge recorde de valor de mercado após descoberta no Amapá

    A Petrobras atingiu R$ 700,08 bilhões no encerramento do pregão na B3, a Bolsa de Valores de São Paulo, nesta sexta-feira (2), batendo o recorde de valor de mercado, como informado pela própria companhia. 

    O recorde ocorreu após o anúncio de uma nova descoberta de petróleo em águas ultraprofundas, na Bacia Sedimentar da Bacia da Foz do Amazonas, na Margem Equatorial brasileira.

    Somente na sexta-feira, a empresa adicionou R$ 20,9 bilhões ao seu valor de mercado. As ações preferenciais avançaram 2,81%, enquanto as ordinárias registraram alta de 3,25%. 

    Em coletiva de imprensa, também na sexta, a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, disse que a segunda descoberta de petróleo no poço Morpho, na bacia da Foz do Amazonas, aumenta as expectativas pela abertura de uma nova fronteira exploratória no país. 

    Estudo da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), ligada ao Ministério de Minas e Energia, estima que o volume potencial total recuperável da Bacia da Foz do Amazonas pode chegar a 10 bilhões de barris de óleo equivalente ─ medida que soma barris de petróleo e metros cúbicos de gás natural.

    Recordes anteriores

    Ao longo de 2026, a Petrobras atingiu recorde de valor de mercado três outras vezes: em 15 de setembro, quando atingiu R$ 692,35 bilhões; em 14 de abril, com R$ 680,10 bilhões; e em 30 de março, com R$ 677,24 bilhões. 

    De janeiro a setembro, a soma do aumento de valor de mercado da Petrobras com os proventos (dividendos e juros sobre capital próprio) gerados representaram um resultado de cerca de 185% (em dólar) de geração de valor. O resultado, como informou a empresa, está acima do registrado por outras grandes petroleiras, como Chevron (138%), ExxonMobil (138%), TotalEnergies (135%), Shell (133%) e BP (131%).

    Impactos ambientais

    Na segunda-feira (28), o Ministério Público Federal (MPF) voltou a pedir na Justiça a suspensão da licença ambiental concedida à Petrobras para explorar petróleo na bacia da Foz do Amazonas. 

    A ação, protocolada no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), pede a paralisação imediata de qualquer atividade de perfuração ou teste no bloco marítimo FZA-M-59.

    O MPF argumenta que fatos recentes comprovam a insegurança da atividade na região, como o vazamento de mais de 18 mil litros de fluido químico no mar na operação de uma sonda em janeiro deste ano.

    Para os procuradores, outro ponto central é a ausência de consulta prévia, livre e informada aos povos indígenas e às comunidades quilombolas e de pescadores artesanais do Amapá e do Pará, um direito garantido pela Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT).


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Idosos votam primeiro: conheça outros eleitores com prioridade

    Idosos votam primeiro: conheça outros eleitores com prioridade

    Neste domingo (4), os 158,7 mil eleitores que comparecerão às urnas deverão votar em cinco cargos em disputa no primeiro turno – deputado federal, deputado estadual ou distrital, dois senadores, governador e presidente da República. Caso haja fila nas seções de votação, a legislação estabelece públicos prioritários que podem votar antes dos demais. 

    Idosos 80+

    A prioridade absoluta, ou seja, aqueles que passam na frente de qualquer pessoa na fila, são os eleitores com mais de 80 anos. Independentemente do horário de chegada, ele deve passar na frente dos demais e essa prioridade é estendida ao acompanhante do eleitor prioritário. 

    Outros públicos também têm prioridade na fila. Confira a lista: 

    • idosos (60+); 
    • pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida; 
    • enfermos; 
    • autistas; 
    • obesos; 
    • gestantes; 
    • lactantes; 
    • pessoas com crianças de colo; 
    • doadores de sangue. 

    Profissionais envolvidos na organização do pleito também terão prioridade. São eles: 

    • candidatas e candidatos; 
    •  juízes eleitorais e seus auxiliares; 
    • servidores da Justiça Eleitoral; 
    • promotores eleitorais; 
    • militares/agentes de segurança em serviço.  

    Leia também: 

    >>> Conheça os direitos das pessoas com deficiência no dia das eleições 

    >>> Nem SP, nem Rio: saiba seção que reúne mais eleitores brasileiros

    >>> Saiba em quantos candidatos votar e a ordem de votação


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Eleição no Rio terá monitoramento conjunto de forças de segurança

    Eleição no Rio terá monitoramento conjunto de forças de segurança

    O governo do estado do Rio de Janeiro montou um quartel-general no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), na Cidade Nova, zona central da cidade, onde serão monitoradas e coordenadas as ações de segurança pública durante o primeiro turno das eleições, neste domingo (4). 

    Desde a manhã deste sábado (3) até a noite de domingo, integrantes de órgãos de segurança pública dos governos federal e estadual acompanharão o desenvolvimento do pleito, incluindo as vias públicas e os locais de votação.

    A partir do Gabinete de Gestão de Crise do CICC, os gestores de segurança poderão contar com um esquema tecnológico com mais de 50 mil câmeras, muitas com dispositivo de reconhecimento facial e leitura de placas. Esses equipamentos estão espalhados por todo o estado para transmitir imagens em tempo real para a central de monitoramento.

    “Os ‘olhos’ da segurança pública estarão espalhados por toda a parte. São 33.900 câmeras do Sistema 190 Integrado, composto por equipamentos disponibilizados por instituições públicas e privadas e 15.300 câmeras corporais acopladas aos uniformes dos policiais militares”, informou, em nota, o governo do estado, acrescentando que há ainda 1.544 câmeras em viaturas da Polícia Militar.

    As decisões em conjunto com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) serão com representantes do comando das forças de segurança do estado, como as polícias Militar e Civil, Corpo de Bombeiros e Gabinete de Segurança Institucional, além do Exército, polícias Federal e Rodoviária Federal, Correios e Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

    Estarão presentes no CICC, a cúpula da Polícia Militar e os oficiais dos quatro Comandos de Policiamento de Área (CPA) da região metropolitana; do Comando de Policiamento Especializado e do Comando de Polícia de Proximidade. 

    “A presença dos comandantes intermediários será fundamental para acionar com mais agilidade as unidades operacionais”, explicou o governo do estado.

    De acordo com o governo, o planejamento de segurança das eleições foi articulado com o TRE para assegurar tranquilidade aos eleitores. 

    Em cada uma das 165 zonas eleitorais, sendo 49 na capital e 116 nos demais municípios, haverá um oficial da Polícia Militar atuando ao lado do juiz eleitoral responsável.

    Esse contato permanente com o juiz, conforme o governo estadual, “permitirá que o comando das ações de segurança seja informado com antecedência de qualquer fato que possa afetar a rotina da votação”.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Maestro Roberto Tibiriçá morre aos 72 anos em São Paulo

    Maestro Roberto Tibiriçá morre aos 72 anos em São Paulo

    O maestro paulista Roberto Tibiriçá morreu na madrugada deste sábado (3), em São Paulo, aos 72 anos. Desde 2022, o artista era o regente titular e o diretor musical da Orquestra Sinfônica do Paraná (OSP).

    Tibiriçá estava internado em São Paulo, em decorrência de um câncer. O velório ocorrrerá em São Paulo, em local a ser divulgado.

    A OSP e o Teatro Guaíra lamentaram a morte do regente. Pela rede social, o diretor-presidente do Centro Cultural Teatro Guaíra, Cleverson Cavalheiro, homenageou o amigo.

    “Perdemos um grande maestro, mas seu legado permanecerá vivo em cada músico, em cada concerto e em cada pessoa que foi tocada por sua música.”

    A Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira lamentou, por meio das redes sociais, a morte do maestro. Em 1994, Roberto Tibiriçá assumiu a direção artística da Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB) e, posteriormente, a regência titular da instituição musical.  

    A última apresentação do maestro ocorreu em 16 de julho, em Londrina (PR), à frente da Orquestra Sinfônica do Paraná, no projeto Guaíra para Todos.
     

    Trajetória artística

    Roberto Tibiriçá começou sua carreira erudita como pianista, aos 8 anos. Ele também estudou regência com Eleazar de Carvalho, com quem trabalhou por 18 anos na Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp).

    Ao longo de mais de quatro décadas de carreira, ele comandou algumas das principais orquestras do Brasil e do exterior, como a Orquestra Metropolitana de Lisboa. Entre 1984 e 1985, atuou como regente assistente no Teatro Nacional de São Carlos, na capital portuguesa.  

    No Brasil, regeu instrumentistas e músicos da Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB); da Orquestra Sinfônica Petrobrás Pró Música; Sinfônica Heliópolis (Instituto Baccarelli) e ainda dirigiu as orquestras sinfônicas de Campinas, São Bernardo do Campo e Minas Gerais (2010 a 2013).

    Desde 1974, paralelamente atuou como diretor artístico em gravadoras brasileiras e foi o responsável pelo pioneirismo nas gravações clássicas, com destaque para o único LP gravado no Brasil pela pianista Guiomar Novaes, somente com músicas brasileiras, gravado no Museu de Arte de São Paulo (Masp).

    O artista participou de diversas edições do Projeto Aquarius, entre as quais a Missa Campal celebrada pelo Papa João Paulo II, no Aterro do Flamengo, em 1997, data da última viagem do pontífice ao país. Na ocasião, o público estimado foi de cerca de 2 milhões de pessoas.

    Roberto Tibiriçá ainda fundou, no fim dos anos 1980, em São Paulo, a Orquestra Nova Filarmonia, que entre outros artistas acompanhou o cantor lírico (tenor) italiano, Luciano Pavarotti.

    Em 1995, Roberto Tibiriçá foi eleito pela crítica especializada do Rio de Janeiro como o Músico do Ano e recebeu do Governo do Estado do Rio de Janeiro o Prêmio Estácio de Sá pelo seu trabalho com a Orquestra Sinfônica Brasileira. 

    De 2000 a 2003, passou a ocupar o cargo de diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Sinfônica Petrobrás Pró-Música.

    Em de março de 2003, virou titular da Cadeira nº 5 da Academia Brasileira de Música e, desde 2018, era membro honorário da Academia Nacional de Música (ANM), no Rio de Janeiro. 

    *Com informações do Centro Cultural Teatro Guaíra e da Orquestra Sinfônica Brasileira.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • TRE-RJ alerta eleitores sobre alteração no local de votação

    TRE-RJ alerta eleitores sobre alteração no local de votação

    O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) não enviará quaisquer avisos pessoais ao eleitorado do estado sobre as mudanças do local de votação. Por isso, recomendou que os eleitores verifiquem, previamente, se o local foi alterado. Conforme o órgão, a consulta deve ser feita no site oficial do TRE-RJ informando o número do CPF ou do Título de Eleitor, a data de nascimento e o nome da mãe.

    As mudanças foram determinadas com o objetivo de retirar as seções eleitorais de áreas consideradas de alto risco ou dominadas pelo crime organizado. Os novos locais estão fora de territórios controlados por facções, tráfico ou milícias, longe de áreas de confronto e o mais próximo possível dos endereços originais.

    No Rio de Janeiro, a Justiça Eleitoral mudou 277 locais de votação em relação à eleição de 2024. De acordo com o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), a medida impacta cerca de 670 mil eleitores fluminenses.

    “Consultar o local de votação é essencial para que o eleitor possa se planejar para exercer da melhor maneira o direito ao voto. Essa verificação pode ser feita de modo muito simples e rápido”, disse o presidente do TRE-RJ, o desembargador Claudio de Mello Tavares, em nota divulgada no site do Tribunal.

    A medida atinge eleitores de Rio de Janeiro, Araruama, Bom Jesus do Itabapoana, Cabo Frio, Campos dos Goytacazes, Itaboraí, Itaguaí, Itaperuna, Japeri, Macaé, Nilópolis, Niterói, Nova Iguaçu, Pinheiral, Resende, Rio Bonito, Rio das Ostras, São Gonçalo, São João de Meriti e Volta Redonda. São dez municípios a mais em relação às Eleições de 2024.

    “Em função do volume de alterações, o TRE-RJ recomenda que todos os eleitores, destas 20 e das demais cidades, façam uma consulta para saber se houve alguma mudança em seu local de votação”, reforçou o Tribunal.

    A consulta também pode ser feita por meio do aplicativo e-Título ou pelo WhatsApp do TRE-RJ no telefone (21) 3436-9000, cujo autoatendimento funciona 24 horas.

    Nas Eleições 2026 cada eleitor votará em seis candidatos: deputado(a) federal, deputado(a) estadual, primeira vaga de senador(a), segunda vaga de senador(a), governador e presidente. A recomendação do presidente do TRE-RJ é que todos saiam de casa com os números anotados em papel, utilizando uma “cola”.

    “Embora seja permitido o uso do celular para a identificação do eleitor biometrizado, por meio do e-Título, não é possível entrar com o aparelho na cabine de votação. Ele deve ser deixado com o mesário e retirado após o eleitor votar. Portanto, nossa recomendação é que cada um leve uma cola, um lembrete com os números de seus candidatos anotados”, indicou o desembargador Claudio Mello.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Votos para o Senado exigem atenção redobrada do eleitor

    Votos para o Senado exigem atenção redobrada do eleitor

    Há um voto que precisa de especial atenção dos eleitores: o voto para senador.

    Diferentemente dos demais cargos, será necessário votar duas vezes. Além disso, não será possível optar pelo voto de legenda, no qual se digita apenas o número do partido.

    >> Saiba em quantos candidatos votar e a ordem de votação.

    E as peculiaridades do cargo vão além do voto. Apesar de o Senado compor o Poder Legislativo federal, ao lado da Câmara dos Deputados, os senadores eleitos terão mandato de oito anos, enquanto o dos deputados federais é de quatro anos.

    Há diferenças também de atribuições, uma vez que o Senado representa as unidades federativas, os estados e o Distrito Federal, enquanto a Câmara dos Deputados representa a população.

    >> Saiba como baixar o e-Título para votar.

    Não há voto de legenda para o Senado

    A eleição para o Senado é majoritária, o que não permite o voto de legenda ─ uma possibilidade nas eleições proporcionais, que é o caso das disputas para deputado federal, estadual e distrital.

    O voto no sistema majoritário é obrigatoriamente nominal, registrado diretamente no número do candidato. Serão eleitos os dois candidatos mais votados, sem quociente eleitoral, distribuição de vagas por partido nem segundo turno.

    Portanto, se o eleitor digitar apenas o número do partido, o voto será nulo para senador.

    >> Lei Seca: confira onde haverá restrição a bebidas nas eleições 2026.

    Voto duplo

    Neste ano, estarão em disputa 54 das 81 cadeiras do Senado, o equivalente a dois terços da composição da Casa.

    A renovação ocorre de forma alternada: em uma eleição é renovado um terço das vagas e, na seguinte, dois terços. Cada unidade da Federação tem, portanto, três representantes – independentemente do número de habitantes.

    Na urna eletrônica, a votação para o Senado será em duas etapas. O eleitor registrará um voto para a primeira vaga e outro para a segunda.

    A Justiça Eleitoral esclarece que os votos devem ser destinados a candidatos diferentes.

    Caso o mesmo número seja digitado duas vezes, apenas o primeiro voto será considerado válido. O segundo será anulado.

    >> Conheça os direitos das pessoas com deficiência no dia das eleições.

    Como votar para senador

    A Justiça Eleitoral orienta que o eleitor:

    1. Digite o número de três dígitos do primeiro candidato.
    2. Confirme o voto.
    3. Digite o número de três dígitos de um segundo candidato.
    4. Confirme novamente.

    O eleitor deve sempre conferir os números de todos os candidatos escolhidos.

    Atribuições

    Os senadores exercem funções legislativas e de fiscalização, além de competências exclusivas previstas na Constituição. Entre suas atribuições estão:

    • Elaborar e votar leis federais;
    • Analisar e, se for o caso, revisar projetos aprovados pela Câmara dos Deputados;
    • Fiscalizar a atuação do governo federal;
    • Discutir e votar matérias orçamentárias;
    • Aprovar autoridades indicadas pelo presidente da República, como ministros do STF, dirigentes do Banco Central, procurador-geral da República;
    • Processar e julgar autoridades em casos previstos pela Constituição, como nos processos de impeachment;

    Suplentes

    Cada candidatura ao Senado é formada por um titular e dois suplentes. Na tela da urna eletrônica, aparecerão nomes e fotografias do candidato e de seus dois suplentes.

    Os suplentes poderão assumir o mandato em situações previstas em lei, como afastamentos temporários, renúncia, morte ou perda do mandato do titular. São eles os que assumem o cargo quando, por exemplo, um senador assume o cargo de ministro.

    A relevância, portanto, do papel exercido pelos suplentes tem levado a Justiça Eleitoral a ressaltar a importância de o eleitor conhecer também quem são os suplentes de seu candidato.

    Voto consciente

    A Justiça Eleitoral destaca a necessidade de o eleitor conhecer os candidatos e seus números antes de ir à urna.

    Como os senadores participam da elaboração das leis federais, da fiscalização do governo e de decisões relevantes para o funcionamento das instituições, a escolha influencia diretamente a representação do estado no Congresso Nacional pelos próximos oito anos.

    Curiosidades

    • O Senado tem renovação parcial de suas cadeiras a cada eleição;
    • Todos os estados têm três senadores, independentemente da população;
    • O mandato de senador dura oito anos;
    • Ao votar em um candidato ao Senado, o eleitor também vota automaticamente na chapa composta pelo titular e dois suplentes;
    • Em eleições com duas vagas em disputa, pode ocorrer o chamado voto incompleto, quando o eleitor vota em apenas um candidato ao Senado

    O que é o Senado Federal?

    O Senado Federal é uma das duas casas que compõem o Congresso Nacional, ao lado da Câmara dos Deputados.

    Enquanto a Câmara representa a população, o Senado representa os estados e o Distrito Federal. Cada unidade da Federação tem exatamente três senadores, independentemente de sua população.

    Diferenças entre os Três Poderes

    O artigo 2º da Constituição de 1988 define que o Legislativo, o Executivo e o Judiciário são Poderes da União, independentes e harmônicos entre si. 

    • Legislativo – É exercido pelo Congresso Nacional, formado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal. Sua principal função é elaborar leis e fiscalizar os atos do Poder Executivo.
    • Executivo – É responsável por governar e administrar o país. No âmbito federal, é chefiado pelo presidente da República. Entre suas funções, estão executar políticas públicas, administrar recursos e sancionar ou vetar leis aprovadas pelo Congresso.
    • Judiciário – Tem a função de aplicar a Constituição e as leis, resolvendo conflitos e garantindo sua observância. A Justiça Eleitoral integra esse Poder.

    Tira-dúvidas

    Posso votar duas vezes no mesmo candidato?

    Não. Se o eleitor repetir o mesmo número, apenas o primeiro voto será válido. O segundo será automaticamente anulado pela urna eletrônica.

    É possível votar apenas no partido?

    Não. Para senador não existe voto de legenda. O voto é necessariamente nominal, ou seja, dado diretamente ao candidato. Digitar apenas o número do partido resultará em voto nulo.

    Como os eleitos são definidos?

    A eleição para o Senado segue o sistema majoritário. Em 2026, serão eleitos os dois candidatos mais votados de cada estado e do Distrito Federal. Não há cálculo de quociente eleitoral, distribuição de vagas por partido nem segundo turno.

    Por que haverá dois votos para senador em 2026?

    A renovação do Senado ocorre de forma alternada. Como cada estado possui três senadores e o mandato é de oito anos, não há renovação total da Casa a cada eleição.

    Em uma eleição, são renovadas 27 cadeiras (um terço do Senado). Na eleição seguinte, são renovadas 54 cadeiras (dois terços).

    Em 2026, estarão em disputa duas vagas por estado e pelo Distrito Federal, totalizando 54 vagas. Por isso, cada eleitor terá direito a dois votos para senador.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Campanha busca engajamento para reduzir desperdício de alimento

    Campanha busca engajamento para reduzir desperdício de alimento

    A campanha #FazAXepa chega às redes sociais de restaurantes, empresas e às feiras e mercados com o objetivo de reduzir o desperdício de alimentos e transformar a forma como as pessoas percebem os alimentos que estão fora dos padrões estéticos, por causa de desafios logísticos ou falhas operacionais.

    A iniciativa do programa Brasil Sem Desperdício, uma cooperação das organizações sociais WWF-Brasil e o Waste & Resources Action Programme (Wrap), chama a atenção para a disparidade entre o desperdício de 30% do que é produzido pelo Brasil e a existência de 55 milhões de brasileiras e brasileiros, que vivem algum nível de insegurança alimentar, segundo dados do IBGE.

    “A iniciativa parte da compreensão de que o desperdício não acontece apenas por falta de planejamento, mas também por padrões culturais que nos levam a rejeitar alimentos perfeitamente próprios para consumo por questões estéticas ou pela ideia equivocada de abundância”, destaca Luiza Soares, líder do programa Brasil Sem Desperdício.

    Para aproximar o conceito do dia a dia das pessoas, a campanha faz uso do termo xepa, aplicado às sobras do fim da feira, para propor uma mudança de comportamento em que o que está fora de padrão ganha o valor de ingrediente fundamental na alimentação e nos negócios de todo o país.

    Ao longo de todo o mês de outubro, marcado pelo Dia Mundial da Alimentação, dia 16, a campanha terá ações com a atriz Laila Zaid e a chef Bel Coelho em feiras e restaurantes populares para debater o assunto.

    Também serão veiculados nas redes sociais do programa das empresas parceiras vídeos com entrevistas, declarações e receitas com alimentos maduros, rejeitados, fora do padrão estético ou próximos do descarte.

    De acordo com Luiza Soares, a expectativa é estimular uma reflexão coletiva sobre a forma como atribuímos valor aos alimentos e incentivar mudanças concretas de comportamento. 

    “Queremos que mais pessoas passem a enxergar o aproveitamento dos alimentos como uma prática simples, possível e desejável”, diz.

    Para os organizadores da campanha, além da segurança alimentar, o desperdício de alimento também significa desperdício de recursos naturais e energéticos empregados na produção e descarte, que causam impactos ambientais e climáticos.

    “O desperdício de alimentos é, ao mesmo tempo, uma ineficiência econômica, uma pressão ambiental e uma injustiça social”, reforça Luiza.

    Para responder a essa ineficiência, a campanha busca o engajamento de todos os setores da sociedade, desde o consumidor até as grandes empresas que comercializam alimentos e as organizações sociais e pesquisadores que possam propor inovações e soluções para estancar o desperdício.

    “A transformação não virá de iniciativas isoladas, ela depende da capacidade de empresas, governos, academia e sociedade colaborarem em torno de um objetivo comum, compartilhando aprendizados e definindo novos padrões”, avalia Luiza Soares.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Mulheres com medidas protetivas terão prioridade para votar no RN

    Mulheres com medidas protetivas terão prioridade para votar no RN

    No Rio Grande do Norte, mulheres amparadas por medidas protetivas terão atendimento prioritário no primeiro turno das eleições no dia 4 de outubro.

    A medida foi determinada pelo Tribunal Regional Eleitoral e vale para todo o estado. 

    A iniciativa estende os efeitos de uma decisão anterior, que havia assegurado prioridade às mulheres assistidas pela Patrulha Maria da Penha da Guarda Municipal do Natal.

    Com a ampliação, todas as eleitoras do estado em situação de vulnerabilidade, protegidas por medidas protetivas, terão direito ao atendimento prioritário no domingo. 

    A medida também considera a necessidade de organização logística dos deslocamentos e da proteção das mulheres assistidas pelos órgãos de segurança.

    De acordo com o TRE potiguar, a prioridade será para toda eleitora, independentemente do domicílio eleitoral e mesmo que ela esteja ou não acompanhada por forças de segurança no momento da votação.

    Segundo o documento, o respaldo jurídico busca resguardar a isonomia e a integridade física das eleitoras, além de assegurar condições para o exercício seguro do direito fundamental ao voto.

    Dados da Polícia Civil estadual revelam que mais de 5 mil mulheres solicitaram medidas protetivas por causa de violência doméstica no período de janeiro a início de agosto deste ano.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Conheça os instrumentos de planejamento sucessório

    Conheça os instrumentos de planejamento sucessório

    Falar sobre a transmissão dos bens para herdeiros costuma ser um tema recebido com desconforto, resistência e, muitas vezes, até como um tabu no ambiente familiar. Afinal, planejar a sucessão significa pensar na própria ausência.

    Entretanto, mais do que falar da morte, o planejamento sucessório significa falar sobre organização, proteção do patrimônio e tranquilidade para a família. O planejamento sucessório é a organização antecipada da forma como o patrimônio será transmitido aos sucessores, ainda em vida ou após o falecimento, levando em consideração a realidade familiar, a composição do patrimônio e os aspectos jurídicos, tributários e, quando for o caso, empresariais envolvidos.

    A advogada especialista em planejamento sucessório e direito tributário, Carla Veiga, segunda vice-presidente da Comissão de Ensino Jurídico da Ordem dos Advogados do Brasil – seccional Rio de Janeiro, destaca que é justamente pelas variáveis que não existe uma única resposta sobre qual a melhor forma de planejar a herança em vida. A escolha dependerá das particularidades e dos objetivos de cada família.

    Segundo Carla, de um lado, está a pessoa que decide antecipar a transmissão do patrimônio por meio da doação em vida, podendo reservar para si o usufruto dos bens. De outro, aquela que mantém o patrimônio em seu nome e organiza a sua vontade por meio do testamento, deixando desta forma a efetiva transmissão para o momento da sucessão, quando será necessário realizar o inventário.

    “São caminhos diferentes e, para compará-los, é preciso olhar para a tributação, para os custos cartorários, a burocracia envolvida, o momento em que esses custos serão suportados e, o grau de controle que o titular pretende manter sobre o seu patrimônio durante a vida”, afirma a advogada.


    Brasília (DF), 01/10/2026 - Conheça os instrumentos de planejamento sucessório. Foto: Arte/Agência Brasil
    Foto: Arte/Agência Brasil – Arte/Agência Brasil

    A partir desses aspectos, é possível compreender melhor como funciona cada uma dessas alternativas na prática:

    Doação em vida com reserva de usufruto 

    É a antecipação da transmissão patrimonial feita em vida pelo titular a um beneficiário (donatário) de modo que o titular dos bens não perca o controle e a segurança sobre o patrimônio, até a sua morte. Há a possibilidade de incluir cláusulas restritivas, como incomunicabilidade (proteção em caso de divórcio ou dissolução de união estável do donatário), inalienabilidade (impedimento que o donatário venda, permute ou doe o imóvel recebido), impenhorabilidade (impedimento que o bem seja alvo de penhora) e reversão (o bem doado retorna ao patrimônio do doador caso o donatário venha a falecer antes dele).

    Principais vantagens:

    a) Antecipa e organiza a sucessão;
    b) Preserva o uso e os rendimentos do bem ao doador;
    c) Evita que o bem doado tenha que ser partilhado no futuro inventário;
    d) Permite a inclusão de cláusulas de proteção.

    Principais desvantagens:

    a) Antecipação de custos e tributos: o ITCMD (imposto sobre transmissão causa mortis e doação) e as despesas com escritura e registro;
    b) Perda da propriedade plena;
    c) Irrevogabilidade da doação, exceto em casos específicos previstos em lei;
    d) Necessidade de respeito à metade do patrimônio, a chamada legítima.

    Dados do Colégio Notarial do Brasil revelaram um recorde na lavratura de escrituras públicas de doação de imóveis em todo o país

    “Muitas famílias optaram por antecipar a sucessão patrimonial, diante das novas regras do ITCMD (imposto sobre transmissão causa mortis e doação). Entretanto, é preciso cautela: antecipar a doação apenas em razão da tributação, sem um planejamento adequado que considere aspectos como governança, usufruto e liquidez para o pagamento do próprio imposto, pode gerar outros problemas”, pondera Carla.


    29/09/2026 - A advogada Carla Veiga, especialista em planejamento sucessório e direito tributário.
Foto: Carla Vieira/ Arquivo Pessoal
     A advogada Carla Veiga, especialista em planejamento sucessório e direito tributário. Foto: Carla Vieira/ Arquivo Pessoal – Carla Vieira/ Arquivo Pessoal

    Testamento 

    Diferentemente da doação que é feita no momento presente e produz efeitos imediatos, o testamento é feito no momento presente, mas com a produção dos seus efeitos apenas após a morte, no futuro.

    “É um importante instrumento de planejamento sucessório por meio do qual a pessoa manifesta a sua vontade sobre a destinação de seu patrimônio para depois da morte, observados os limites previstos em lei. Pode ser utilizado para confirmar projetos patrimoniais e declarar vontades específicas”, aponta a especialista.

    Principais vantagens:

    a) Preserva integralmente a propriedade dos bens;
    b) Permite organizar a destinação dos bens;
    c) Evita conflitos familiares;
    d) Possibilidade de revogação a qualquer tempo pelo testador;
    e) Pode versar também sobre questões extrapatrimoniais.

    Principais desvantagens:

    a) Não evita o inventário;
    b) A lavratura do testamento público envolve custos cartorários cujos critérios variam de acordo com a legislação de cada estado;
    c) Possibilidade de questionamento judicial;
    d) Necessidade de reserva à legitimam que é a metade que necessariamente vai pra os herdeiros legítimos.

    Além das formas clássicas de planejamento sucessório, outros instrumentos podem ser utilizados com o intuito de organizar e transmitir o patrimônio. Entre eles destacam-se o seguro de vida, o plano de previdência privada aberto VGBL e a constituição de holding familiar.

    Seguro de Vida 

    De acordo com Carla, o seguro de vida proporciona liquidez aos beneficiários, após o falecimento do titular. Nas situações em que parte do patrimônio permanece em nome do titular e haverá o inventário, a indenização securitária irá garantir que os custos associados a este inventário sejam cobertos, aliviando desta forma o ônus financeiro dos herdeiros.

    Principais vantagens:

    a) Não há incidência de Imposto de Renda (Lei nº7713/1998);
    b) A indenização paga aos beneficiários não estará sujeita às dívidas do segurado, é isento de inventário e não é necessário respeitar a legítima (art. 794, Código Civil);
    c) Não há incidência do imposto sobre a transmissão;
    d) O capital é garantido de imediato, condicionado ao óbito, e corrige anualmente, até o pagamento do beneficiário.

    Uma das formas mais simples de planejamento sucessório é a efetivação de planos de previdência privada em que o constituinte define os beneficiários, afirma Carla.

    Plano de Previdência Privada 

    O plano de previdência Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL), modalidade de previdência privada aberta que, além da sua finalidade previdenciária, apresenta um seguro de vida acoplado irá facilitar a transmissão de recursos aos beneficiários indicados.

    Principais vantagens:

    a) No falecimento do titular os valores transmitidos aos beneficiários não entrarão no inventário;
    b) O imposto de renda incide apenas sobre os lucros no momento do resgate;
    c) Possibilidade de formar recursos ao logo do tempo;
    d) Não há incidência de ITCMD sobre o repasse dos valores aos beneficiários em razão da morte do titular, conforme entendimento firmado pelo STF (tema 1214).

    Principais desvantagens:

    a) Há dedução no Imposto de Renda;
    b) Taxas de administração elevadas;
    c) Baixa liquidez.

    Holding familiar

    A especialista aponta que a holding familiar tem sido usada como instrumento de planejamento patrimonial e sucessório, por uma série de vantagens que ela oferece para pessoas e famílias que desejam organizar, proteger e otimizar o patrimônio.

    “No entanto, é necessário ter em mente, que o instrumento não se aplica a qualquer situação ou família, sendo indispensável uma correta avaliação de ônus e bônus, para que seja definido se efetivamente a ferramenta é a mais indicada.”

    A sua constituição envolve a criação e o registro da pessoa jurídica, a integralização dos bens ao capital social e, quando houver imóveis, a análise da incidência ou da imunidade do ITBI (imposto sobre a transmissão de bens imóveis). A organização da sucessão ocorrerá por meio da doação de quotas aos sucessores, inclusive com reserva de usufrutos, gravame e cláusulas restritivas.

    Principais vantagens:

    a) organização e gestão do patrimônio familiar;
    b) organização antecipada da sucessão e prevenção de conflitos;
    c) possibilidade de adoção de mecanismos de proteção patrimonial e dos herdeiros;
    d) possibilidade de eficiência tributária;
    e) preservação da atividade empresarial familiar;
    f) segregação do patrimônio empresarial e familiar.

    Principais desvantagens:

    a) custos de constituição e registro;
    b) custos de manutenção;
    c) necessidade de planejamento e assessoria especializada;
    d) ônus tributário na constituição e sucessão.

    “O importante é se antecipar e organizar a sucessão patrimonial, buscando prevenir conflitos familiares, preservar o patrimônio e reduzir custos e burocracias. Um planejamento bem estruturado permite assegurar a vontade do titular e a futura transmissão dos bens aos herdeiros. Planejar a sucessão é um ato de responsabilidade, proteção familiar e amor”, completa Carla Veiga.

    Para o professor Sidney Guerra, do Departamento de Direito Privado da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Ceará, em planejamento sucessório, a melhor solução raramente é um único instrumento isolado. No direito brasileiro, a organização da transmissão patrimonial deve respeitar a legítima dos herdeiros necessários — que corresponde a 50% do patrimônio — e a parte disponível, que pode ser livremente disposta pelo titular por testamento ou por outros procedimentos.

    “Sob a ótica jurídica, o melhor planejamento sucessório é o que combina segurança, economia, controle e respeito à legítima. Quando o objetivo é reduzir burocracia futura e manter o titular com poderes sobre o patrimônio, a doação com usufruto tende a ser a solução mais eficiente; quando a intenção é apenas ordenar a sucessão e preservar flexibilidade, o testamento é mais adequado; e quando não houve planejamento prévio, o inventário será inevitável”, explica o professor.

    Guerra também destaca que é preciso lembrar que o planejamento sucessório não pode ser usado para fraudar credores, burlar a legítima ou mascarar transmissão patrimonial incompatível com a lei. “Em outras palavras, a economia de tempo e custos existe, mas ela deve ser construída dentro dos limites do Código Civil e da legislação tributária aplicável”.

    O ponto jurídico decisivo é que metade do patrimônio, a chamada legítima, pertence aos herdeiros necessários e não pode ser livremente afastada.

    “Por isso, o melhor planejamento sucessório é aquele que combina segurança, economia e respeito aos limites legais, inclusive os tributários, como o ITCMD”, completa Guerra.


    Brasília (DF), 01/10/2026 - Conheça os instrumentos de planejamento sucessório. Foto: Arte/Agência Brasil
    Foto: Arte/Agência Brasil – Arte/Agência Brasil

    Inventário 

    Outro cenário a ser considerado é aquele em que não há a antecipação da transmissão patrimonial. Nesse caso, será necessária a realização de inventário para a apuração do patrimônio e posterior partilha dos bens.

    O inventário pode ser judicial ou extrajudicial, e envolverá despesas como o pagamento do ITCMD, honorários advocatícios e, conforme a via adotada, custas judiciais e despesas com avaliações, no inventário judicial, ou custos cartorários, no extrajudicial. Tais custos ficam concentrados no momento da sucessão.Quando há consenso entre os herdeiros e estão presentes os requisitos legais, a via extrajudicial tende a ser mais célere e menos burocrática.Carla Veiga explica que, especialmente quando há divergência entre os herdeiros, o inventário judicial pode se prolongar por anos.

    “A demora na definição e na partilha dos bens pode acentuar o conflito entre os interessados, além de contribuir para a deterioração do patrimônio e gerar despesas com a sua manutenção. Dessa forma, o inventário judicial pode se tornar mais oneroso em razão da sua maior complexidade, do tempo de duração e dos conflitos envolvidos”, alerta a advogada. 


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Confira a agenda dos presidenciáveis neste sábado (3)

    Confira a agenda dos presidenciáveis neste sábado (3)

    No último dia antes do primeiro turno das Eleições 2026, a agenda dos presidenciáveis neste sábado (3) inclui caminhadas e atos de campanha em diferentes cidades.

    Também estão previstos encontros com apoiadores, com atividades concentradas principalmente em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Goiás.

    Augusto Cury (Avante)
    Às 10h30, participa da Caminhada pela Pacificação, no centro da cidade de Colina (SP). 

    Flávio Bolsonaro (PL)
    Participa, pela manhã, de moto-carreata entre os municípios paulistas de Santa Bárbara D’Oeste e Americana, pela Rodovia SP-304. Às 15h, tem moto-carreata no Rio de Janeiro, entre os bairros de Campo Grande e Bangu.

    Hertz Dias (PSTU)
    Tem reunião on-line com apoiadores de todo o país, às 10h. Às 16h, participará do ato Pane no Sistema, na sede do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, na capital paulista.

    Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
    A partir das 10h, participa da caminhada Brasil Pronto pra Mais, em São Paulo.

    Renan Santos (Missão)
    Às 12h, estará no Panteão dos Andradas, no centro de Santos (SP). Às 15h, participa de concentração com apoiadores na Praça da Liberdade, em São Paulo, com caminhada até o Largo São Francisco.

    Ronaldo Caiado (PSD)
    Em Goiânia (GO), o candidato faz uma caminhada na Avenida 24 de Outubro, no início da manhã. Às 10h30, participa de carreata da região Noroeste da capital goiana. À tarde, o candidato circula em um palanque móvel pelas ruas de Goiânia. Em seguida, faz ato de encerramento da campanha eleitoral na Basílica do Divino Pai Eterno, no município de Trindade (GO).

    Samara Martins (UP)
    A candidata Samara Martins faz caminhada com a militância e apoiadores, a partir da Praça do Relógio, em Natal, no início da manhã.

    Os candidatos Clariana Barão (DC), Edmilson Costa, Romeu Zema (Novo), Rui Costa Pimenta e Wilson Grassi não divulgaram a agenda pública de campanha até o momento desta publicação. 

    A ordem de apresentação da cobertura da agenda dos candidatos a presidente segue rodízio diário em ordem alfabética.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br