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  • FIFA Impõe Pesadas Sanções à Argentina por Faixa das Malvinas e Brigas na Copa

    FIFA Impõe Pesadas Sanções à Argentina por Faixa das Malvinas e Brigas na Copa

    A Associação de Futebol da Argentina (AFA) e diversos jogadores da seleção albiceleste foram duramente penalizados pela Comissão Disciplinar da FIFA, em uma decisão que ressoa além dos gramados e afeta diretamente a imagem do esporte. As sanções, que incluem uma multa milionária e a restrição de público em jogos em casa, foram impostas por incidentes ocorridos após a Copa do Mundo, como a exibição de uma faixa com referência às Ilhas Malvinas e brigas pós-partida, levantando questões sobre fair play e a conduta de atletas e torcedores no cenário mundial. A medida impacta diretamente os torcedores argentinos, que verão a capacidade dos estádios reduzida nas próximas partidas eliminatórias.

    FIFA pune AFA por conduta de torcedores e faixa das Malvinas

    A entidade máxima do futebol mundial aplicou uma multa de 321 mil dólares (equivalente a R$ 1,9 milhão) à Associação de Futebol da Argentina. A punição se deu após jogadores da seleção exibirem uma faixa alusiva à disputa pelas Ilhas Malvinas, gesto ocorrido logo após a vitória sobre a Inglaterra na Copa do Mundo. Além disso, a AFA foi responsabilizada por cantos e gestos discriminatórios proferidos por seus torcedores durante o torneio.

    Como parte das sanções, a Comissão Disciplinar da FIFA determinou que a AFA deverá disputar as próximas duas partidas em casa com uma restrição de 50% no número de espectadores. Esta medida visa coibir futuras manifestações consideradas inadequadas e reforçar o compromisso com o respeito e a ética esportiva.

    Sanções individuais a jogadores e equipe técnica argentina

    As punições não se limitaram à federação. Jogadores e membros da comissão técnica também foram alvo de medidas disciplinares por incidentes ocorridos após a final da Copa do Mundo, quando a Espanha sagrou-se campeã mundial ao vencer a Argentina por 1 a 0.

    A penalidade mais severa recaiu sobre o meio-campista argentino Leandro Paredes, que recebeu 10 partidas de suspensão e uma multa de 90 mil dólares (cerca de R$ 547,2 mil). Outros nomes da seleção argentina também foram multados e suspensos pela FIFA, incluindo os jogadores Nahuel Molina e Thiago Almada, além do auxiliar técnico Roberto Ayala. As razões específicas para as punições individuais estão relacionadas a comportamentos antidesportivos e confrontos ocorridos no pós-jogo.

    Meio-campista espanhol Gavi também é penalizado

    A Comissão Disciplinar da FIFA também impôs uma sanção ao meio-campista espanhol Gavi. O jogador recebeu uma suspensão de uma partida e foi multado em 30 mil dólares (aproximadamente R$ 182,4 mil) por motivos disciplinares, embora os detalhes específicos do incidente envolvendo Gavi não tenham sido divulgados na decisão.

  • Mega-Sena acumula e próximo concurso deve pagar R$ 58 milhões

    Mega-Sena acumula e próximo concurso deve pagar R$ 58 milhões

    Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 3047 da Mega-Sena sorteadas na noite desta quinta-feira (20), no Espaço da Sorte, em São Paulo.

    Os números sorteados foram 04 – 18 – 22 – 26 – 31 – 58.

    Com isso, o prêmio principal acumulou. A estimativa para o próximo concurso é de R$ 58 milhões. 

    A quina teve 63 apostas ganhadoras, e cada uma receberá R$ 33.112,49.

    A quadra registrou 4.395 apostas vencedoras, com prêmio individual de R$ 782,39.

    *A matéria foi corrigida às 12h02 do dia 21 de agosto


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Defesa conclui exercício militar com participação de mais cinco países

    Defesa conclui exercício militar com participação de mais cinco países

    Cerca de 740 militares do Brasil e de outras cinco nações que integram a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) encerram hoje (21), em Foz do Iguaçu (PR), a edição 2026 do chamado Exercício Felino – treinamento militar conjunto que ocorre desde 2000.

    Coordenada pelo Ministério da Defesa, a atividade voltada às operações de paz simula, em campo, a pronta resposta dos militares das Forças Armadas (Aeronáutica, Exército e Marinha) brasileiras e dos países participantes em cenários de instabilidade e de conflito armado.

    Segundo o Ministério da Defesa, neste ano o exercício reuniu, além dos quase 700 militares brasileiros, outros 38 de Angola, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal e Timor-Leste.

    “O Felino 2026 pode ser entendido como um instrumento de preparação militar, cooperação internacional e proteção da sociedade”, informou, em nota, o general Julio Cesar Belaguarda Nagy de Oliveira, oficial condutor da atividade.

    Segundo o general, além de ampliar a capacidade de atuação conjunta, o simulado fortalece os laços diplomáticos e de defesa entre os países-membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa e contribui para preparar os militares brasileiros para participarem de missões de paz internacionais da Organização das Nações Unidas (ONU).

    Atualmente, 71 militares brasileiros integram operações de paz no Chipre, na Colômbia, no Líbano, na República Centro-Africana, República Democrática do Congo, no Saara Ocidental, na Somália, no Sudão do Sul e na região de Abiey, na fronteira entre Sudão e Sudão do Sul.

    A programação contempla manobras voltadas à desativação de artefatos explosivos, proteção de civis e ameaças químicas, além de abordagens como as novas tendências dos conflitos armados, assistência humanitária a refugiados, medidas de prevenção à exploração e ao abuso sexual.

    Iniciadas no último dia 10, as ações mobilizaram também 119 viaturas (22 da Marinha, 86 do Exército e 11 da Força Aérea), oito embarcações da Marinha e duas aeronaves da Força Aérea.

    O próximo treinamento está previsto para ocorrer no Timor-Leste, na Ásia, em 2027.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Petrobras negocia exploração em Gana para ampliar presença na África

    Petrobras negocia exploração em Gana para ampliar presença na África

    A Petrobras anunciou nesta sexta-feira (21) o interesse em atuar na exploração de petróleo em Gana, país de cerca de 35 milhões de habitantes na costa Oeste da África.

    A decisão faz parte do movimento da companhia de encontrar novas fronteiras para a produção de óleo e gás, tendo o continente africano como uma das áreas escolhidas.

    A nova intenção da empresa foi divulgada por meio de um comunicado a investidores. A manifestação de interesse é direcionada a blocos exploratórios, fase anterior à produção, em áreas offshore, ou seja, no mar, da Bacia de Keta.

    De acordo com a Petrobras, o Ministério de Energia e Transição Verde de Gana aprovou a habilitação para negociar contratos referentes a quatro blocos.

    A estatal explica que a aprovação faz a empresa ingressar “na fase de negociação direta dos termos dos contratos de exploração”.

    Petrobras no mundo

    Atualmente na África, a Petrobras tem atuação na Namíbia, São Tomé e Príncipe e África do Sul.

    Em São Tomé e Príncipe, há participação em quatro blocos exploratórios, sendo três operados pela anglo-holandesa Shell.  

    Na África do Sul, há participação no bloco Deep Western Orange Basin (Dwob), operado pela francesa TotalEnergies. 

    Na Namíbia, a Petrobras assinou um contrato para adquirir participação no Bloco 2613 e aguarda confirmação de entrada pelas autoridades governamentais do país. Uma vez aprovado o consórcio, a operadora será também a TotalEnergies. 

    A empresa brasileira está presente também na Argentina, Bolívia, Colômbia e Estados Unidos. Em junho de 2026, a companhia firmou um entendimento para estabelecer uma cooperação estratégica e técnica com a estatal Pemex, com foco no Golfo do México. 

    Margem Equatorial

    O movimento da Petrobras ocorre no momento em que a empresa avança na exploração de petróleo na Margem Equatorial, no litoral extremo norte do Brasil.

    A região é apontada como de grande potencial, assim como foi o pré-sal, no mar do Sudeste, de onde saem mais de 83% da produção própria (descontada a parte de empresas consorciadas) de óleo e gás da Petrobras.

    Esta semana, a companhia detalhou os primeiros achados de petróleo no poço Morpho, no bloco BM-FZA-59, a 175 quilômetros (km) do Oiapoque, no Amapá, e a cerca de 500 km de distância da foz do Rio Amazonas. 

    A empresa continua o trabalho de perfuração para identificar a capacidade do reservatório e análises laboratoriais para verificar a qualidade do óleo.

    A Petrobras tem dito que o pré-sal deve entrar em declínio (atingimento do ponto máximo de produção) perto de 2034, caso não haja expansão das reservas.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Empresas com 100 ou mais empregados devem atualizar dados até dia 31

    Empresas com 100 ou mais empregados devem atualizar dados até dia 31

    As empresas privadas com 100 ou mais empregados devem atualizar suas informações até 31 de agosto. Os dados servirão para elaboração do 6º Relatório de Transparência Salarial e de Critérios Remuneratórios, elaborado e publicado semestralmente pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

    O procedimento obrigatório deve ser feito diretamente no Portal Emprega Brasil, na área do empregador. Para atualização dos dados, é preciso fazer login da plataforma Gov.br.

    As informações são sobre critérios remuneratórios, ações voltadas à promoção da diversidade e iniciativas de apoio à família e à parentalidade.

    As empresas com 100 ou mais empregados que não apresentarem os dados para o Relatório de Transparência Salarial e de Critérios Remuneratórios duas vezes ao ano estarão sujeitas à multa.

    Relatório de Transparência Salarial

    O documento semestral de preenchimento obrigatório está previsto na Lei da Igualdade Salarial (nº 14.611/2023) que termina que homens e mulheres devem receber a mesma remuneração para a realização de trabalho de igual valor ou no exercício da mesma função.

    De acordo com o 5º Relatório de Transparência Salarial e Critérios Remuneratórios, divulgado no fim de abril pelo MTE, as mulheres recebem, em média, 21,3% menos que os homens no setor privado do país, com a análise das informações prestadas por 53 mil empresas.

    Uma vez constatada a desigualdade salarial, as empresas devem elaborar um plano de ação para mitigá-la, com metas e prazos.  

    Lei constitucional

    Em maio deste ano, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) validou as regras desta legislação e a julgou constitucional.

    A Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Confederação Nacional do Comércio, Bens, Serviços e Turismo (CNC) questionaram a lei por meio da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7612.

    A ADI 7631 é autoria do Partido Novo. Já a Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC) 92 foi proposta pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), pela Confederação Nacional dos Metalúrgicos e pela Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias Têxtil, Couro, Calçados e Vestuário.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Governo Espriella encerra jornalismo da mídia pública da Colômbia

    Governo Espriella encerra jornalismo da mídia pública da Colômbia

    O novo governo da Colômbia, do presidente Abelardo de la Espriella, pôs fim ao jornalismo da mídia pública do país encerrando o noticiário das 20 Emissoras da Paz – veículos previstos no Acordo de Paz firmado em 2016 com as Forças Armadas Revolucionária da Colômbia (Farcs).

    No lugar dos noticiários, o governo incluiu uma programação exclusivamente musical e centralizada a partir de Bogotá. Organizações ligadas à liberdade de expressão e de imprensa rechaçaram a medida alegando que ela prejudica o acesso à informação local de diversas comunidades. 

    O Ponto 6.5 do Acordo de Paz da Colômbia prevê que essas emissoras divulguem o progresso da implementação dos termos do acordo, promovam a educação da convivência e ofereçam espaços de informação às comunidades impactadas por mais de 50 anos de conflitos armados internos na Colômbia.

    De acordo com o Ministério da Tecnologia, Inovação e Comunicações da Colômbia, a medida busca a “transformação integral do Sistema de Mídias Públicas” para “recuperar” o caráter “público, plural e independente” do sistema.

    O governo Espriella, que é crítico do Acordo de Paz de 2016, acusou o noticiário das emissoras de funcionarem como “aparato de propaganda” supostamente a serviço de “interesses particulares ou políticos”.

    “A entidade será um Sistema de Mídia Pública, não um instrumento político”, comunicou, em nota, o ministério responsável pela empresa Inravisón, que administra o sistema público de comunicação colombiano.

    O governo ainda destacou que o jornalismo consumia “aproximadamente 90% dos recursos e do pessoal disponível”.

    Entidades criticam

    A Fundação para a Liberdade de Imprensa (FLIP), a Missão de Observação Eleitoral (MOE) e a Associação Mundial de Rádios Comunitárias (Amarc) rechaçaram, em nota, a decisão do governo colombiano alegando que ela restringe o acesso de comunidades inteiras à informação sobre seus próprios territórios.   

    “As rádios comunitárias são a principal — ou até mesmo a única — fonte de informações locais e notícias de interesse público. Essas emissoras beneficiam mais de 463 mil pessoas em áreas rurais e em comunidades indígenas, afrodescendentes e camponesas”, diz o comunicado das entidades.

    As organizações acrescentaram que a decisão “desconsidera” a natureza das rádios da paz, criadas pelo Acordo de 2016 “para operar em áreas particularmente afetadas pelo conflito”.

    A decisão do governo Espriella, ainda que anunciada como transitória, repete a política do governo de Javier Milei para a comunicação pública da Argentina, que levou ao fechamento, em 2024, da Agência Telám, o principal veículo da mídia pública argentina.  

    A medida tem ainda o potencial de limitar a pluralidade da mídia colombiana, dominado por três grandes conglomerados empresariais. Segundo a organização Repórteres Sem Fronteira (RSF), o ecossistema midiático colombiano deixa “60% do país sem cobertura midiática local”.

    Mídia Pública

    Inspirada no modelo de comunicação pública da Europa, a mídia pública dos países da América Latina surge com a promessa de oferecer à população um conteúdo que, por não ter interesse comercial envolvido, não seria oferecido pela mídia privada empresarial.

    No Brasil, a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), que controla a Agência Brasil, é a responsável por gerir os veículos públicos federais do país.

    Criada em 2007, a EBC atende ao Artigo 223 da Constituição Federal que determina que o serviço de radiodifusão deve observar o princípio da complementaridade entre os sistemas privado, público e estatal de comunicação.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Artistas de diferentes gerações interpretam clássicos de Chico Buarque

    Artistas de diferentes gerações interpretam clássicos de Chico Buarque

    Artistas de diferentes gerações e gêneros da música brasileira se reuniram em um projeto para reinterpretar e incluir novas batidas em clássicos de Chico Buarque. A audição de Chico 2.0 ocorreu nesta quinta-feira (20), na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

    A iniciativa reúne Central Única das Favelas (Cufa), FRecords, Tha House e Universal Music Brasil. A produção musical é de Felipe Poeta e Alê Siqueira.

    Entre as canções revisitadas estão Construção, Cálice, Roda Viva e Geni e o Zepelim. As novas versões incorporam elementos de rap, trap, funk, R&B, samba, soul e nova MPB.


    Brasília (DF), 21/08/2026 - Álbum de regravações do Chico Buarque.
Frame Universal Music

     Audições nos estúdios da Universal Music – Frame Universal Music

    Para Felipe Poeta, diretor musical do projeto, a proposta é criar uma ponte entre a obra de Chico Buarque e a música urbana atual.

    “Desde o começo, a ideia foi criar essa ponte entre a obra do Chico e a música urbana de hoje. Mesmo sendo letras escritas em outros contextos, as histórias, os amores e os temas que ele aborda continuam muito atuais”, destaca.

    “Trazer essas músicas para artistas de diferentes gerações e estilos fez muito sentido. A gente quis inovar sonoramente, mas sempre com muito respeito pela obra, principalmente pelas harmonias e melodias do Chico. Acho que o mais legal é justamente conseguir levar essas histórias, que já são tão conhecidas, para uma geração mais nova que acompanha a música urbana”, completa Felipe Poeta.

    Entre as novas versões está O Que Será (À Flor da Terra), interpretada pelos rappers Vandal e Don L. A faixa também conta com a participação de Milton Nascimento e do próprio Chico Buarque.  

    “Estou de coração preenchido e grato por participar de um projeto tão importante, ao lado de nomes tão relevantes da música brasileira. O que mais me toca é poder interpretar uma faixa com Milton Nascimento e o próprio Chico Buarque. Também fico muito feliz em dividir esse momento com Don L, uma voz nordestina que admiro”, afirma Vandal, músico nascido em Salvador.

    “Essa conexão entre dois artistas do Nordeste era muito esperada e, para mim, representa uma entrega muito especial ao nosso povo”, destaca o rapper.

    A aproximação entre diferentes gerações e territórios da música brasileira é uma das marcas do projeto. Participam ainda Dexter, MC Livinho, Xênia França, MC Cabelinho, Budah, Júlia Mestre, TZ da Coronel, Tasha & Tracie, Grag Queen, Bela Maria e Maurício Pazz.

    A ideia de levar a obra de Chico para novos públicos partiu, entre outros articuladores, de Celso Athayde, fundador da Cufa e um dos idealizadores do projeto:

    “Dirigir artisticamente o projeto Chico 2.0 é uma responsabilidade imensa com a história da nossa música. Os grandes clássicos do gênero sempre beberam na fonte da cultura popular. O que estamos fazendo aqui é dar continuidade a essa linhagem, garantindo que a nova geração de artistas e ouvintes ocupe esse espaço com propriedade, qualidade técnica e autonomia narrativa”, afirma Athayde.

    Para Athayde, o projeto representa uma forma de dar continuidade à tradição da música popular brasileira por meio de novos artistas e linguagens.

    Serviço

    • Álbum: Chico 2.0
    • Lançamento: 21 de agosto, à meia-noite
    • Segunda parte: prevista para outubro
    • Onde ouvir: Chico 2.0 – plataformas digitais
    • Clipe: O Que Será (À Flor da Terra) – YouTube
    • Faixas: Construção, O Que Será (À Flor da Terra), Olê, Olá, Meu Caro Amigo, Pivete, Roda Viva, João e Maria, Deus Lhe Pague, Cálice e Geni e o Zepelim.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Passagem de frente fria pelo estado de SP pode causar temporais

    Passagem de frente fria pelo estado de SP pode causar temporais

    A passagem de uma frente fria no estado de São Paulo ao longo desta sexta-feira (21) provocará mudança no tempo, com possibilidade de tempestades, raios e granizo em áreas isoladas, segundo a Defesa Civil estadual.

    As rajadas de vento podem superar os 75 km/h em parte do estado, principalmente nas faixas sul, leste e central.  

    Devido à sequência de dias muito secos e à presença de grande quantidade de poeira e material particulado sobre a superfície, a intensificação dos ventos poderá favorecer a formação de tempestades de poeira, principalmente em áreas do interior paulista. 

    Tempo na capital

    A temperatura na cidade de São Paulo deve cair gradualmente na noite desta sexta-feira (21) e chegar a 15 graus Celsius (ºC), prevê o Centro de Gerenciamento de Emergências da prefeitura de São Paulo (CGE). Não há previsão de chuva, mas a frente fria fraca deve provocar rajadas de vento com até 45 Km/h.

    A manhã desta sexta terminou com céu nublado, sol entre muitas nuvens, temperaturas agradáveis e umidade relativa do ar em índices confortáveis na capital paulista.

    Segundo o CGE, os termômetros marcavam 24,5°C em média no início da tarde, e a máxima pode chegar aos 25°C. A umidade relativa do ar oscila em torno de 53% e pode marcar até 45%.  

    Até o momento, agosto acumula 27,2 milímetros (mm) de chuva, o que corresponde a 91,6% da média do mês, que é de 29,7mm.

    Frio no fim de semana 

    O sábado (22) será de muitas nuvens, períodos de sol e queda da temperatura, mas sem previsão de chuva. Os termômetros devem oscilar entre a mínima de 13°C, na madrugada, e a máxima de 21°C, à tarde. Os menores percentuais de umidade se aproximam dos 60%. 

    No domingo (23), o período da manhã terá nuvens e formação de névoa úmida, com o sol aparecendo até o final da manhã e permitindo a elevação da temperatura. A mínima deve ser de 12°C, na madrugada, e a máxima de 22°C, no início da tarde. O dia termina com aumento de nuvens e queda da temperatura. A umidade do ar será superior a 50%, e não há previsão de chuva. 


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Desigualdades marcam formalização do trabalho entre jovens brasileiros

    Desigualdades marcam formalização do trabalho entre jovens brasileiros

    A formalização no mercado de trabalho entre os jovens brasileiros de 16 a 29 anos é marcada por desigualdades, descreve a pesquisa Juventudes e o Mundo do Trabalho, realizada pela Fundação Itaú com apoio técnico do Datafolha e do Instituto Locomotiva.

    Divulgada nesta sexta-feira (21) durante o evento Trampos do Futuro, realizado no Pavilhão da Fundação Bienal de São Paulo, no Parque do Ibirapuera, a sondagem ouviu 1.816 jovens de todo o país, entre os dias 11 e 23 de maio deste ano.

    A pesquisa detalha que, entre os 70% de jovens que declararam estar trabalhando, 44% têm carteira assinada. Há ainda 15% de assalariados sem registro formal, 13% de autônomos e freelancers, 10% em trabalhos informais e 8% como estagiários e aprendizes remunerados.

    O levantamento mostra também que 20% dos jovens de 16 a 29 anos estão em busca de trabalho no Brasil atualmente. Outros 29% buscaram trabalho nos últimos seis meses e 61% tentaram uma nova colocação no último ano. 

    Desigualdades sociais, regionais e raciais

    Os jovens das classes A/B correspondem a 43% dos que trabalham em empregos formais, enquanto os das classes D/E são 35%.

    Por outro lado, 21% dos jovens das classes D/E trabalham sem registro, percentual que é de 13% nas classes A/B.

    A formalização é mais frequente entre os jovens do Sul (58%) e do Sudeste (55%) do que no Norte (29%) e no Nordeste (20%). 

    Quando é observada a raça, há 49% de jovens brancos com emprego formal. Entre os negros, são 41%.

    Já o percentual de jovens negros que dependem de bicos informais é de 12%, enquanto o de brancos é de 5%.

    Trabalhar em bicos é a realidade de 34% dos jovens de 16 a 29 anos que estudaram até o ensino fundamental. Entre os que têm nível superior, só 3% têm esse tipo de ocupação.


    Rio de Janeiro (RJ) 06/03/2024 – Entregadores de aplicativo trabalham na região do Centro. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

    Entregadores de aplicativo trabalham na região do Centro do Rio de Janeiro. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

    Dificuldades para conseguir um emprego

    Quase metade (49%) dos entrevistados disseram que a falta de experiência é a principal dificuldade para conseguir um emprego, seguida da quantidade de pessoas que disputam uma mesma vaga (39%).

    Para 96% dos jovens, conhecer alguém em uma empresa ou ser indicado por familiares ou amigos ajuda a conseguir um emprego atualmente.

    Essa percepção é confirmada pelo fato de que 77% afirmaram ter conseguido seu emprego atual por meio de uma indicação. Entre os mais velhos (25 a 29 anos), o índice sobe para 81%. Aqueles que nunca tiveram uma oportunidade por indicação totalizam 23%.

    A indicação para o trabalho é considerada decisiva para 32% da classe A/B e para 16% para a D/E. 

    Planos para o futuro

    A pesquisa revela que 30% dos jovens brasileiros consideram que um emprego com carteira assinada é o que eles querem atualmente. 

    Contudo, em uma avaliação para os próximos cinco anos, esse percentual cai para 16%, enquanto a preferência por um trabalho autônomo cresce de 28% para 42%.

    A gerente do Observatório da Fundação Itaú, Carla Chiamareli, avalia que a mudança faz parte do processo de amadurecimento. 

    “O jovem entende que tem que começar a vida profissional com estabilidade para adquirir experiência e, depois, ele pode escolher estar dentro de uma empresa ou não”, disse à Agência Brasil. “Eu não acho que eles não queiram ter um trabalho estável mas, talvez, desejem ter outras formas de trabalhar”. 

    Carla entende que o fato de o jovem preferir o trabalho de carteira assinada no presente e o por conta própria no futuro compõe uma linha de pensamento de que a experiência atual vai fazê-lo ter sucesso adiante. Nesse sentido, o trabalho autônomo não significa um trabalho precário.

    “Ele é um trabalho de sucesso, é ter uma empresa, ser dono de um negócio. Eu acho que faz parte do sonhar. O que me deixa feliz é ver que, hoje, a maioria quer esse trabalho estável, bem remunerado, com garantias e, ao mesmo tempo, tem uma visão da saúde mental”.

    O interesse pelo trabalho por conta própria nos próximos cinco anos é mais elevado entre jovens com filhos (50%), residentes nas regiões Sul (49%) e Centro-Oeste (48%) e no interior (45%), além dos jovens brancos (45%). 

    Já o desejo por um emprego com carteira assinada é relativamente mais frequente entre pessoas das classes D/E (23%), jovens com ensino fundamental (22%) e juventudes negras (18%).

    Para 91% dos jovens brasileiros, sua situação financeira estará melhor daqui a cinco anos. Outros 88% confiam que terão uma condição financeira melhor que a dos pais e concordam que hoje é preciso estudar mais para conseguir um bom trabalho. Já 46% acreditam que conseguirão uma boa oportunidade de trabalho no futuro.

    Entre as áreas em que os jovens gostariam de trabalhar futuramente, a saúde aparece em primeiro lugar, com 25%. Em seguida, vêm tecnologia, com 22%; comércio e trabalho administrativo (19% cada); educação (16%); beleza e estética (14%) e comunicação e redes sociais (13%).

    Prioridades

    O salário é apontado por 64% dos jovens como o fator prioritário na escolha de um trabalho, seguido por benefícios, plano de carreira e ambiente de trabalho agradável (31% cada). 

    Ao mesmo tempo, 62% dos jovens afirmaram que aceitariam ganhar um pouco menos para trabalhar em um ambiente mais saudável, com menos pressão e estresse.

    Entre os jovens que trabalham ou já trabalharam, 69% já saíram de um emprego por vontade própria. Entre os principais motivos para essa decisão, 43% citaram falta de respeito ou tratamento inadequado de líderes ou chefes. 

    Outras razões foram jornadas longas ou acúmulo de funções (36%); excesso de cobrança ou pressão por resultados (32%); falta de oportunidade de crescimento ou de plano de carreira (28%); e dificuldade de conciliar trabalho e estudo (16%).

    Estudo e trabalho

    De acordo com o levantamento, 48% dos jovens ouvidos pelos pesquisadores estudam, 32% conciliam trabalho e estudo, 39% apenas trabalham e 13% não estudam nem trabalham. 

    Metade (50%) dos entrevistados afirmaram ser responsáveis por cuidar da casa, além de trabalhar ou estudar.

    Essas atribuições domésticas são mais acumuladas pelas mulheres (60%) do que pelos homens (40%). 

    O mesmo acontece com relação ao cuidado com idosos, crianças e outras pessoas, desempenhado por 28% das mulheres e 14% dos homens.


    Brasília (DF), 25/06/2026 – Alunos do ensino médio do CED 16, na Ceilândia, aproveitam o segundo semestre letivo para intensificar a preparação em sala de aula visando o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), vestibulares, Programa de Avaliação Seriada (PAS/UnB) e outros processos seletivos de ingresso no ensino superior
Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

    Alunos do ensino médio do CED 16, na Ceilândia, aproveitam o segundo semestre letivo para intensificar a preparação em sala de aula visando o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

    Entre os jovens que estudam, foi constatado que 41% cursam educação superior, 27% estão no ensino médio, 18% fazem cursos livres e 11% cursam o ensino técnico. 

    O diploma de curso superior é considerado importante para conquistar trabalho por 85% dos jovens, com destaque entre os da Região Norte (91%). 

    Mas, para 91% dos entrevistados, cursos técnicos e profissionalizantes constituem um caminho mais rápido e eficiente para obter emprego.

    Para 60%, programas de apoio à inserção no mundo do trabalho devem contemplar cursos práticos e não apenas teóricos. 

    Competências socioemocionais

    Carla Chiamareli acredita que, em toda a trajetória educacional, falta preparar o jovem para saber como se configura e se organiza o mundo do trabalho.

    “Hoje, a educação está muito focada em desenvolver competências de matérias como português e matemática, que são essenciais, são componentes tradicionais, mas acaba investindo pouco nas competências socioemocionais”, comentou.

    Ela considera que a escola deve ensinar resiliência, capacidade de se frustrar e adaptabilidade, que “são competências que a gente aprende com a vida mas que têm também de estar dentro do currículo”.

    A gerente do Observatório Fundação Itaú acredita que a escola e a universidade têm que modificar seus currículos, para que tragam situações mais reais de aprendizagem.

    Medo da inteligência artificial

    Nove em cada dez jovens acreditam que a inteligência artificial (IA) vai eliminar muitas vagas de trabalho e 50% têm medo de perder espaço por conta dos avanços tecnológicos.

    O temor é mais frequente entre jovens com ensino fundamental (62%), integrantes das classes D/E (63%), pessoas com filhos (57%) e mulheres (55%). Entre jovens da classe A/B, o receio cai para 39%.

    Carla Chiamareli concordou que a IA vai substituir funções básicas, o que atemoriza os jovens brasileiros em geral, mas destacou que muitos dos entrevistados declararam ter esperança de que, mesmo que as substituições venham a ser feitas, eles ainda têm espaço para oportunidades de trabalho.

    Praticamente todos (97%) declararam que usam a inteligência artificial (IA) e a internet para aprender e crescer profissionalmente. 

    Mais oportunidades

    Na avaliação de Carla Chiamareli, a pesquisa traz um convite para as empresas começarem a repensar suas estruturas e abraçarem os jovens brasileiros. 

    Ela lembrou que o Brasil tem a Lei de Aprendizagem Profissional nº 10.097/2000, que exige que empresas de médio e grande porte contratem jovens de 14 a 24 anos como aprendizes, o que lhes garante inclusão social e o primeiro emprego.

    Apesar disso, ela destacou que existe uma margem de 40% de empresas que poderiam ter jovens em seus quadros, especialmente de renda mais baixa.

    “Eu vejo que esses dados trazem uma janela de oportunidade muito boa para as empresas pensarem políticas intersetoriais entre educação e trabalho”, disse.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Meteorologia emite alerta de ventos de até 100 km/h no Rio

    Meteorologia emite alerta de ventos de até 100 km/h no Rio

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de vendaval para os estados do Rio de Janeiro e São Paulo nesta sexta-feira (21). De acordo com o comunicado, os ventos podem variar de 60 a 100 quilômetros por hora (km/h).

    Segundo o Inmet, há risco de queda de árvores, destelhamento de casas e danos gerais em edificações e plantações. 

    Em caso de rajadas de vento, o serviço de meteorologia recomenda que a população não se abrigue debaixo de árvores, pois há risco de queda e descargas elétricas, e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda.

    O alerta abrange 69 cidades, sendo 14 em São Paulo e 55 no Rio de Janeiro. As áreas afetadas são o sul fluminense, centro fluminense, norte fluminense, baixadas, regiões metropolitanas do Rio de Janeiro e de São Paulo e Vale do Paraíba paulista.

    Prefeitura fecha parques

    A prefeitura do Rio de Janeiro decidiu que os parques públicos municipais serão fechados no fim da manhã. A cidade está no estágio 2, em uma escala que vai até 5.

    De acordo com o Alerta Rio, serviço de meteorologia da prefeitura, as rajadas mais fortes devem ocorrer no fim da manhã e início da tarde. De acordo com o sistema, trata-se da passagem de uma frente fria continental.

    O prefeito carioca, Eduardo Cavaliere, utilizou as redes sociais para orientar a população. “Hoje não é um dia normal, a gente tomou a medida de fechar parques na cidade”, disse.

    Segundo o prefeito, alertas serão enviados para aparelhos de telefone celular.

    A Defesa Civil estadual estende o alerta de vendaval até a madrugada de sábado (22).

    Emergência

    Em caso de emergência, pedidos de socorro podem ser feitos à Defesa Civil (199) ou ao Corpo de Bombeiros (193).

    Ventanias passadas

    No último dia 29, um vendaval com rajadas de até 105 km/h assustou a população do Rio e forçou a interrupção de aeroportos, trens e metrôs. Quedas de árvores causaram danos e pararam o trânsito de veículos em várias regiões. Centenas de milhares de pessoas tiveram o fornecimento de energia elétrica interrompido.

    Na capital fluminense, duas pessoas morreram atingidas pelo desabamento de um muro no bairro Santa Teresa, região central. 

    No dia 7 de agosto houve outra previsão de temporal. A prefeitura e o estado decidiram liberar funcionários e orientaram a população a evitar deslocamentos. Varias atividades foram interrompidas. Moradores receberam alertas no celular. No entanto, não houve registro de danos causados por ventos. 


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br