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  • E-Título: saiba como votar usando o aplicativo do TSE

    E-Título: saiba como votar usando o aplicativo do TSE

    Para exercer o direito ao voto neste domingo (4), os eleitores poderão utilizar o e-Título, a versão digital do título de eleitor. O app pode ser utilizado desde que ele contenha a foto do eleitor.  

    Apesar do uso não ser obrigatório, o aplicativo facilita o acesso às informações mais importantes no dia da votação. 

    Baixe o e-Título para iOS

    Baixe o e-Título para Android 

    Identificação 

    Para comprovar a identidade do eleitor, os mesários deverão conferir documentos oficiais com foto (físicos ou digitais). O e-Título, desde que tenha a foto do eleitor, pode ser utilizado nesta identificação.  

    Como baixar o e-Título? 

    Para baixar o e-Título, é necessário acessar a AppStore ou Google Play Store e fazer o download gratuito. É importante verificar se o app aparece como “e-Título – Justiça Eleitoral Brasileira”.

    Com o aplicativo aberto é preciso preencher os dados: nome completo, data de nascimento, CPF ou Título de Eleitor, e nome dos pais. Após isso, o eleitor deverá responder às perguntas de segurança exibidas na tela e criar uma senha. 

    Os dados informados devem ser exatamente iguais aos do último atendimento na Justiça Eleitoral. Se houver divergência, o aplicativo não validará o documento. O e-Titulo poderá ainda solicitar o reconhecimento facial, feito por meio da câmera do aparelho celular. 

    Funcionalidades 

    Além de servir como documento de identificação, no aplicativo é possível consultar informações relevantes como o local de votação, além de emitir certidões eleitorais e justificar a ausência às urnas. 

    É possível votar sem o título de eleitor? 

    Sim. Qualquer documento oficial com foto, físico ou digital, será aceito para identificação. 

    São aceitos como documento de identificação, além do e-Título, inclusive em formato digital: 

    • carteira de identidade;
    • identidade social;
    • passaporte;
    • carteira de categoria profissional reconhecida por lei;
    • certificado de reservista;
    • carteira de trabalho física;
    • Carteira Nacional de Habilitação (CNH). 


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Paraguai vai às urnas para eleições municipais neste domingo

    Paraguai vai às urnas para eleições municipais neste domingo

    Mais de 5 milhões de eleitores paraguaios vão às urnas neste domingo (4) para a escolha dos representantes municipais, prefeitos e vereadores de 263 municípios. Os candidatos escolhidos serão eleitos para o próximo mandato de cinco anos, de 2026 a 2031.

    De acordo com o Tribunal Superior de Justiça Eleitoral do Paraguai (TSJE), a distribuição de 17.992 urnas eletrônicas e 14.711 kits eleitorais em todo o país foi concluída com sucesso neste sábado (3), garantindo que cada seção eleitoral disponha dos elementos necessários para o bom funcionamento das eleições.

    Do total de urnas eletrônicas distribuídas, 14.711 foram destinadas às seções eleitorais, 2.094 para contingências e 1.187 para treinamento.

    “Todo o aparato estatal está mobilizado para garantir que os cidadãos possam votar com segurança. Essa é a mensagem que queremos transmitir: oferecer um processo eleitoral pacífico, limpo, claro e transparente”, declarou o presidente do TSJE ministro Bogarín González.

    Ao todo, 5.043.154 eleitores estão habilitados a votar em 14.711 seções eleitorais distribuídas em 1.187 locais de votação nos 263 municípios do país.

    As eleições municipais ocorrerão das 7h às 17h, com início das apurações imediatamente após o encerramento das urnas e previsão de finalização das apurações às 20h.

    De acordo com TSJE, os resultados preliminares poderão ser acompanhados por um sistema de transmissão disponibilizado nos canais oficias da Justiça Eleitoral. A margem de variação dos resultados transmitidos pelo sistema é inferior a !% na comparação com a contagem final dos Tribunais Eleitorais.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Petrobras atinge recorde de valor de mercado após descoberta no Amapá

    Petrobras atinge recorde de valor de mercado após descoberta no Amapá

    A Petrobras atingiu R$ 700,08 bilhões no encerramento do pregão na B3, a Bolsa de Valores de São Paulo, nesta sexta-feira (2), batendo o recorde de valor de mercado, como informado pela própria companhia. 

    O recorde ocorreu após o anúncio de uma nova descoberta de petróleo em águas ultraprofundas, na Bacia Sedimentar da Bacia da Foz do Amazonas, na Margem Equatorial brasileira.

    Somente na sexta-feira, a empresa adicionou R$ 20,9 bilhões ao seu valor de mercado. As ações preferenciais avançaram 2,81%, enquanto as ordinárias registraram alta de 3,25%. 

    Em coletiva de imprensa, também na sexta, a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, disse que a segunda descoberta de petróleo no poço Morpho, na bacia da Foz do Amazonas, aumenta as expectativas pela abertura de uma nova fronteira exploratória no país. 

    Estudo da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), ligada ao Ministério de Minas e Energia, estima que o volume potencial total recuperável da Bacia da Foz do Amazonas pode chegar a 10 bilhões de barris de óleo equivalente ─ medida que soma barris de petróleo e metros cúbicos de gás natural.

    Recordes anteriores

    Ao longo de 2026, a Petrobras atingiu recorde de valor de mercado três outras vezes: em 15 de setembro, quando atingiu R$ 692,35 bilhões; em 14 de abril, com R$ 680,10 bilhões; e em 30 de março, com R$ 677,24 bilhões. 

    De janeiro a setembro, a soma do aumento de valor de mercado da Petrobras com os proventos (dividendos e juros sobre capital próprio) gerados representaram um resultado de cerca de 185% (em dólar) de geração de valor. O resultado, como informou a empresa, está acima do registrado por outras grandes petroleiras, como Chevron (138%), ExxonMobil (138%), TotalEnergies (135%), Shell (133%) e BP (131%).

    Impactos ambientais

    Na segunda-feira (28), o Ministério Público Federal (MPF) voltou a pedir na Justiça a suspensão da licença ambiental concedida à Petrobras para explorar petróleo na bacia da Foz do Amazonas. 

    A ação, protocolada no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), pede a paralisação imediata de qualquer atividade de perfuração ou teste no bloco marítimo FZA-M-59.

    O MPF argumenta que fatos recentes comprovam a insegurança da atividade na região, como o vazamento de mais de 18 mil litros de fluido químico no mar na operação de uma sonda em janeiro deste ano.

    Para os procuradores, outro ponto central é a ausência de consulta prévia, livre e informada aos povos indígenas e às comunidades quilombolas e de pescadores artesanais do Amapá e do Pará, um direito garantido pela Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT).


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Na Malásia, Verstappen faz sua primeira pole position da temporada

    Na Malásia, Verstappen faz sua primeira pole position da temporada

    Na manhã deste sábado (3), o holandês Max Verstappen, da Red Bull Racing, fez o que ainda não havia conseguido em 2026. Na 16ª etapa da temporada, enfim, veio a primeira pole position para o piloto tetracampeão do mundo de Fórmula 1.

    No GP do Bahrein, que este ano está sendo disputado na Malásia por conta das tensões bélicas no Oriente Médio, Verstappen encerrou um jejum que começou em dezembro de 2025, quando fez o melhor tempo no treino classificatório no GP de Abu Dhabi, que encerrou o calendário da categoria no ano passado. 

    Verstappen fez o tempo de 1min35s130, ficando 0s298 à frente de Lewis Hamilton, da Ferrari e 0s501 do atual líder da temporada, o italiano Kimi Antonelli, da Mercedes.

    O companheiro de Verstappen na RBR, o francês Isack Hadjar, originalmente havia registrado o terceiro melhor tempo, mas foi punido com a perda de cinco posições por ter feito trocas no motor. Esta foi a 49ª pole position na carreira de Verstappen, que no momento ocupa a sexta colocação no Mundial de pilotos.

    O brasileiro Gabriel Bortoleto, da Audi, fez o décimo melhor tempo da classificação e vai largar dentro da zona de pontuação na corrida marcada para a madrugada deste domingo, a partir das 4h da manhã no horário de Brasília.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Idosos votam primeiro: conheça outros eleitores com prioridade

    Idosos votam primeiro: conheça outros eleitores com prioridade

    Neste domingo (4), os 158,7 mil eleitores que comparecerão às urnas deverão votar em cinco cargos em disputa no primeiro turno – deputado federal, deputado estadual ou distrital, dois senadores, governador e presidente da República. Caso haja fila nas seções de votação, a legislação estabelece públicos prioritários que podem votar antes dos demais. 

    Idosos 80+

    A prioridade absoluta, ou seja, aqueles que passam na frente de qualquer pessoa na fila, são os eleitores com mais de 80 anos. Independentemente do horário de chegada, ele deve passar na frente dos demais e essa prioridade é estendida ao acompanhante do eleitor prioritário. 

    Outros públicos também têm prioridade na fila. Confira a lista: 

    • idosos (60+); 
    • pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida; 
    • enfermos; 
    • autistas; 
    • obesos; 
    • gestantes; 
    • lactantes; 
    • pessoas com crianças de colo; 
    • doadores de sangue. 

    Profissionais envolvidos na organização do pleito também terão prioridade. São eles: 

    • candidatas e candidatos; 
    •  juízes eleitorais e seus auxiliares; 
    • servidores da Justiça Eleitoral; 
    • promotores eleitorais; 
    • militares/agentes de segurança em serviço.  

    Leia também: 

    >>> Conheça os direitos das pessoas com deficiência no dia das eleições 

    >>> Nem SP, nem Rio: saiba seção que reúne mais eleitores brasileiros

    >>> Saiba em quantos candidatos votar e a ordem de votação


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Eleição no Rio terá monitoramento conjunto de forças de segurança

    Eleição no Rio terá monitoramento conjunto de forças de segurança

    O governo do estado do Rio de Janeiro montou um quartel-general no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), na Cidade Nova, zona central da cidade, onde serão monitoradas e coordenadas as ações de segurança pública durante o primeiro turno das eleições, neste domingo (4). 

    Desde a manhã deste sábado (3) até a noite de domingo, integrantes de órgãos de segurança pública dos governos federal e estadual acompanharão o desenvolvimento do pleito, incluindo as vias públicas e os locais de votação.

    A partir do Gabinete de Gestão de Crise do CICC, os gestores de segurança poderão contar com um esquema tecnológico com mais de 50 mil câmeras, muitas com dispositivo de reconhecimento facial e leitura de placas. Esses equipamentos estão espalhados por todo o estado para transmitir imagens em tempo real para a central de monitoramento.

    “Os ‘olhos’ da segurança pública estarão espalhados por toda a parte. São 33.900 câmeras do Sistema 190 Integrado, composto por equipamentos disponibilizados por instituições públicas e privadas e 15.300 câmeras corporais acopladas aos uniformes dos policiais militares”, informou, em nota, o governo do estado, acrescentando que há ainda 1.544 câmeras em viaturas da Polícia Militar.

    As decisões em conjunto com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) serão com representantes do comando das forças de segurança do estado, como as polícias Militar e Civil, Corpo de Bombeiros e Gabinete de Segurança Institucional, além do Exército, polícias Federal e Rodoviária Federal, Correios e Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

    Estarão presentes no CICC, a cúpula da Polícia Militar e os oficiais dos quatro Comandos de Policiamento de Área (CPA) da região metropolitana; do Comando de Policiamento Especializado e do Comando de Polícia de Proximidade. 

    “A presença dos comandantes intermediários será fundamental para acionar com mais agilidade as unidades operacionais”, explicou o governo do estado.

    De acordo com o governo, o planejamento de segurança das eleições foi articulado com o TRE para assegurar tranquilidade aos eleitores. 

    Em cada uma das 165 zonas eleitorais, sendo 49 na capital e 116 nos demais municípios, haverá um oficial da Polícia Militar atuando ao lado do juiz eleitoral responsável.

    Esse contato permanente com o juiz, conforme o governo estadual, “permitirá que o comando das ações de segurança seja informado com antecedência de qualquer fato que possa afetar a rotina da votação”.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Maestro Roberto Tibiriçá morre aos 72 anos em São Paulo

    Maestro Roberto Tibiriçá morre aos 72 anos em São Paulo

    O maestro paulista Roberto Tibiriçá morreu na madrugada deste sábado (3), em São Paulo, aos 72 anos. Desde 2022, o artista era o regente titular e o diretor musical da Orquestra Sinfônica do Paraná (OSP).

    Tibiriçá estava internado em São Paulo, em decorrência de um câncer. O velório ocorrrerá em São Paulo, em local a ser divulgado.

    A OSP e o Teatro Guaíra lamentaram a morte do regente. Pela rede social, o diretor-presidente do Centro Cultural Teatro Guaíra, Cleverson Cavalheiro, homenageou o amigo.

    “Perdemos um grande maestro, mas seu legado permanecerá vivo em cada músico, em cada concerto e em cada pessoa que foi tocada por sua música.”

    A Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira lamentou, por meio das redes sociais, a morte do maestro. Em 1994, Roberto Tibiriçá assumiu a direção artística da Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB) e, posteriormente, a regência titular da instituição musical.  

    A última apresentação do maestro ocorreu em 16 de julho, em Londrina (PR), à frente da Orquestra Sinfônica do Paraná, no projeto Guaíra para Todos.
     

    Trajetória artística

    Roberto Tibiriçá começou sua carreira erudita como pianista, aos 8 anos. Ele também estudou regência com Eleazar de Carvalho, com quem trabalhou por 18 anos na Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp).

    Ao longo de mais de quatro décadas de carreira, ele comandou algumas das principais orquestras do Brasil e do exterior, como a Orquestra Metropolitana de Lisboa. Entre 1984 e 1985, atuou como regente assistente no Teatro Nacional de São Carlos, na capital portuguesa.  

    No Brasil, regeu instrumentistas e músicos da Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB); da Orquestra Sinfônica Petrobrás Pró Música; Sinfônica Heliópolis (Instituto Baccarelli) e ainda dirigiu as orquestras sinfônicas de Campinas, São Bernardo do Campo e Minas Gerais (2010 a 2013).

    Desde 1974, paralelamente atuou como diretor artístico em gravadoras brasileiras e foi o responsável pelo pioneirismo nas gravações clássicas, com destaque para o único LP gravado no Brasil pela pianista Guiomar Novaes, somente com músicas brasileiras, gravado no Museu de Arte de São Paulo (Masp).

    O artista participou de diversas edições do Projeto Aquarius, entre as quais a Missa Campal celebrada pelo Papa João Paulo II, no Aterro do Flamengo, em 1997, data da última viagem do pontífice ao país. Na ocasião, o público estimado foi de cerca de 2 milhões de pessoas.

    Roberto Tibiriçá ainda fundou, no fim dos anos 1980, em São Paulo, a Orquestra Nova Filarmonia, que entre outros artistas acompanhou o cantor lírico (tenor) italiano, Luciano Pavarotti.

    Em 1995, Roberto Tibiriçá foi eleito pela crítica especializada do Rio de Janeiro como o Músico do Ano e recebeu do Governo do Estado do Rio de Janeiro o Prêmio Estácio de Sá pelo seu trabalho com a Orquestra Sinfônica Brasileira. 

    De 2000 a 2003, passou a ocupar o cargo de diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Sinfônica Petrobrás Pró-Música.

    Em de março de 2003, virou titular da Cadeira nº 5 da Academia Brasileira de Música e, desde 2018, era membro honorário da Academia Nacional de Música (ANM), no Rio de Janeiro. 

    *Com informações do Centro Cultural Teatro Guaíra e da Orquestra Sinfônica Brasileira.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • TRE-RJ alerta eleitores sobre alteração no local de votação

    TRE-RJ alerta eleitores sobre alteração no local de votação

    O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) não enviará quaisquer avisos pessoais ao eleitorado do estado sobre as mudanças do local de votação. Por isso, recomendou que os eleitores verifiquem, previamente, se o local foi alterado. Conforme o órgão, a consulta deve ser feita no site oficial do TRE-RJ informando o número do CPF ou do Título de Eleitor, a data de nascimento e o nome da mãe.

    As mudanças foram determinadas com o objetivo de retirar as seções eleitorais de áreas consideradas de alto risco ou dominadas pelo crime organizado. Os novos locais estão fora de territórios controlados por facções, tráfico ou milícias, longe de áreas de confronto e o mais próximo possível dos endereços originais.

    No Rio de Janeiro, a Justiça Eleitoral mudou 277 locais de votação em relação à eleição de 2024. De acordo com o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), a medida impacta cerca de 670 mil eleitores fluminenses.

    “Consultar o local de votação é essencial para que o eleitor possa se planejar para exercer da melhor maneira o direito ao voto. Essa verificação pode ser feita de modo muito simples e rápido”, disse o presidente do TRE-RJ, o desembargador Claudio de Mello Tavares, em nota divulgada no site do Tribunal.

    A medida atinge eleitores de Rio de Janeiro, Araruama, Bom Jesus do Itabapoana, Cabo Frio, Campos dos Goytacazes, Itaboraí, Itaguaí, Itaperuna, Japeri, Macaé, Nilópolis, Niterói, Nova Iguaçu, Pinheiral, Resende, Rio Bonito, Rio das Ostras, São Gonçalo, São João de Meriti e Volta Redonda. São dez municípios a mais em relação às Eleições de 2024.

    “Em função do volume de alterações, o TRE-RJ recomenda que todos os eleitores, destas 20 e das demais cidades, façam uma consulta para saber se houve alguma mudança em seu local de votação”, reforçou o Tribunal.

    A consulta também pode ser feita por meio do aplicativo e-Título ou pelo WhatsApp do TRE-RJ no telefone (21) 3436-9000, cujo autoatendimento funciona 24 horas.

    Nas Eleições 2026 cada eleitor votará em seis candidatos: deputado(a) federal, deputado(a) estadual, primeira vaga de senador(a), segunda vaga de senador(a), governador e presidente. A recomendação do presidente do TRE-RJ é que todos saiam de casa com os números anotados em papel, utilizando uma “cola”.

    “Embora seja permitido o uso do celular para a identificação do eleitor biometrizado, por meio do e-Título, não é possível entrar com o aparelho na cabine de votação. Ele deve ser deixado com o mesário e retirado após o eleitor votar. Portanto, nossa recomendação é que cada um leve uma cola, um lembrete com os números de seus candidatos anotados”, indicou o desembargador Claudio Mello.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Votos para o Senado exigem atenção redobrada do eleitor

    Votos para o Senado exigem atenção redobrada do eleitor

    Há um voto que precisa de especial atenção dos eleitores: o voto para senador.

    Diferentemente dos demais cargos, será necessário votar duas vezes. Além disso, não será possível optar pelo voto de legenda, no qual se digita apenas o número do partido.

    >> Saiba em quantos candidatos votar e a ordem de votação.

    E as peculiaridades do cargo vão além do voto. Apesar de o Senado compor o Poder Legislativo federal, ao lado da Câmara dos Deputados, os senadores eleitos terão mandato de oito anos, enquanto o dos deputados federais é de quatro anos.

    Há diferenças também de atribuições, uma vez que o Senado representa as unidades federativas, os estados e o Distrito Federal, enquanto a Câmara dos Deputados representa a população.

    >> Saiba como baixar o e-Título para votar.

    Não há voto de legenda para o Senado

    A eleição para o Senado é majoritária, o que não permite o voto de legenda ─ uma possibilidade nas eleições proporcionais, que é o caso das disputas para deputado federal, estadual e distrital.

    O voto no sistema majoritário é obrigatoriamente nominal, registrado diretamente no número do candidato. Serão eleitos os dois candidatos mais votados, sem quociente eleitoral, distribuição de vagas por partido nem segundo turno.

    Portanto, se o eleitor digitar apenas o número do partido, o voto será nulo para senador.

    >> Lei Seca: confira onde haverá restrição a bebidas nas eleições 2026.

    Voto duplo

    Neste ano, estarão em disputa 54 das 81 cadeiras do Senado, o equivalente a dois terços da composição da Casa.

    A renovação ocorre de forma alternada: em uma eleição é renovado um terço das vagas e, na seguinte, dois terços. Cada unidade da Federação tem, portanto, três representantes – independentemente do número de habitantes.

    Na urna eletrônica, a votação para o Senado será em duas etapas. O eleitor registrará um voto para a primeira vaga e outro para a segunda.

    A Justiça Eleitoral esclarece que os votos devem ser destinados a candidatos diferentes.

    Caso o mesmo número seja digitado duas vezes, apenas o primeiro voto será considerado válido. O segundo será anulado.

    >> Conheça os direitos das pessoas com deficiência no dia das eleições.

    Como votar para senador

    A Justiça Eleitoral orienta que o eleitor:

    1. Digite o número de três dígitos do primeiro candidato.
    2. Confirme o voto.
    3. Digite o número de três dígitos de um segundo candidato.
    4. Confirme novamente.

    O eleitor deve sempre conferir os números de todos os candidatos escolhidos.

    Atribuições

    Os senadores exercem funções legislativas e de fiscalização, além de competências exclusivas previstas na Constituição. Entre suas atribuições estão:

    • Elaborar e votar leis federais;
    • Analisar e, se for o caso, revisar projetos aprovados pela Câmara dos Deputados;
    • Fiscalizar a atuação do governo federal;
    • Discutir e votar matérias orçamentárias;
    • Aprovar autoridades indicadas pelo presidente da República, como ministros do STF, dirigentes do Banco Central, procurador-geral da República;
    • Processar e julgar autoridades em casos previstos pela Constituição, como nos processos de impeachment;

    Suplentes

    Cada candidatura ao Senado é formada por um titular e dois suplentes. Na tela da urna eletrônica, aparecerão nomes e fotografias do candidato e de seus dois suplentes.

    Os suplentes poderão assumir o mandato em situações previstas em lei, como afastamentos temporários, renúncia, morte ou perda do mandato do titular. São eles os que assumem o cargo quando, por exemplo, um senador assume o cargo de ministro.

    A relevância, portanto, do papel exercido pelos suplentes tem levado a Justiça Eleitoral a ressaltar a importância de o eleitor conhecer também quem são os suplentes de seu candidato.

    Voto consciente

    A Justiça Eleitoral destaca a necessidade de o eleitor conhecer os candidatos e seus números antes de ir à urna.

    Como os senadores participam da elaboração das leis federais, da fiscalização do governo e de decisões relevantes para o funcionamento das instituições, a escolha influencia diretamente a representação do estado no Congresso Nacional pelos próximos oito anos.

    Curiosidades

    • O Senado tem renovação parcial de suas cadeiras a cada eleição;
    • Todos os estados têm três senadores, independentemente da população;
    • O mandato de senador dura oito anos;
    • Ao votar em um candidato ao Senado, o eleitor também vota automaticamente na chapa composta pelo titular e dois suplentes;
    • Em eleições com duas vagas em disputa, pode ocorrer o chamado voto incompleto, quando o eleitor vota em apenas um candidato ao Senado

    O que é o Senado Federal?

    O Senado Federal é uma das duas casas que compõem o Congresso Nacional, ao lado da Câmara dos Deputados.

    Enquanto a Câmara representa a população, o Senado representa os estados e o Distrito Federal. Cada unidade da Federação tem exatamente três senadores, independentemente de sua população.

    Diferenças entre os Três Poderes

    O artigo 2º da Constituição de 1988 define que o Legislativo, o Executivo e o Judiciário são Poderes da União, independentes e harmônicos entre si. 

    • Legislativo – É exercido pelo Congresso Nacional, formado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal. Sua principal função é elaborar leis e fiscalizar os atos do Poder Executivo.
    • Executivo – É responsável por governar e administrar o país. No âmbito federal, é chefiado pelo presidente da República. Entre suas funções, estão executar políticas públicas, administrar recursos e sancionar ou vetar leis aprovadas pelo Congresso.
    • Judiciário – Tem a função de aplicar a Constituição e as leis, resolvendo conflitos e garantindo sua observância. A Justiça Eleitoral integra esse Poder.

    Tira-dúvidas

    Posso votar duas vezes no mesmo candidato?

    Não. Se o eleitor repetir o mesmo número, apenas o primeiro voto será válido. O segundo será automaticamente anulado pela urna eletrônica.

    É possível votar apenas no partido?

    Não. Para senador não existe voto de legenda. O voto é necessariamente nominal, ou seja, dado diretamente ao candidato. Digitar apenas o número do partido resultará em voto nulo.

    Como os eleitos são definidos?

    A eleição para o Senado segue o sistema majoritário. Em 2026, serão eleitos os dois candidatos mais votados de cada estado e do Distrito Federal. Não há cálculo de quociente eleitoral, distribuição de vagas por partido nem segundo turno.

    Por que haverá dois votos para senador em 2026?

    A renovação do Senado ocorre de forma alternada. Como cada estado possui três senadores e o mandato é de oito anos, não há renovação total da Casa a cada eleição.

    Em uma eleição, são renovadas 27 cadeiras (um terço do Senado). Na eleição seguinte, são renovadas 54 cadeiras (dois terços).

    Em 2026, estarão em disputa duas vagas por estado e pelo Distrito Federal, totalizando 54 vagas. Por isso, cada eleitor terá direito a dois votos para senador.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Campanha busca engajamento para reduzir desperdício de alimento

    Campanha busca engajamento para reduzir desperdício de alimento

    A campanha #FazAXepa chega às redes sociais de restaurantes, empresas e às feiras e mercados com o objetivo de reduzir o desperdício de alimentos e transformar a forma como as pessoas percebem os alimentos que estão fora dos padrões estéticos, por causa de desafios logísticos ou falhas operacionais.

    A iniciativa do programa Brasil Sem Desperdício, uma cooperação das organizações sociais WWF-Brasil e o Waste & Resources Action Programme (Wrap), chama a atenção para a disparidade entre o desperdício de 30% do que é produzido pelo Brasil e a existência de 55 milhões de brasileiras e brasileiros, que vivem algum nível de insegurança alimentar, segundo dados do IBGE.

    “A iniciativa parte da compreensão de que o desperdício não acontece apenas por falta de planejamento, mas também por padrões culturais que nos levam a rejeitar alimentos perfeitamente próprios para consumo por questões estéticas ou pela ideia equivocada de abundância”, destaca Luiza Soares, líder do programa Brasil Sem Desperdício.

    Para aproximar o conceito do dia a dia das pessoas, a campanha faz uso do termo xepa, aplicado às sobras do fim da feira, para propor uma mudança de comportamento em que o que está fora de padrão ganha o valor de ingrediente fundamental na alimentação e nos negócios de todo o país.

    Ao longo de todo o mês de outubro, marcado pelo Dia Mundial da Alimentação, dia 16, a campanha terá ações com a atriz Laila Zaid e a chef Bel Coelho em feiras e restaurantes populares para debater o assunto.

    Também serão veiculados nas redes sociais do programa das empresas parceiras vídeos com entrevistas, declarações e receitas com alimentos maduros, rejeitados, fora do padrão estético ou próximos do descarte.

    De acordo com Luiza Soares, a expectativa é estimular uma reflexão coletiva sobre a forma como atribuímos valor aos alimentos e incentivar mudanças concretas de comportamento. 

    “Queremos que mais pessoas passem a enxergar o aproveitamento dos alimentos como uma prática simples, possível e desejável”, diz.

    Para os organizadores da campanha, além da segurança alimentar, o desperdício de alimento também significa desperdício de recursos naturais e energéticos empregados na produção e descarte, que causam impactos ambientais e climáticos.

    “O desperdício de alimentos é, ao mesmo tempo, uma ineficiência econômica, uma pressão ambiental e uma injustiça social”, reforça Luiza.

    Para responder a essa ineficiência, a campanha busca o engajamento de todos os setores da sociedade, desde o consumidor até as grandes empresas que comercializam alimentos e as organizações sociais e pesquisadores que possam propor inovações e soluções para estancar o desperdício.

    “A transformação não virá de iniciativas isoladas, ela depende da capacidade de empresas, governos, academia e sociedade colaborarem em torno de um objetivo comum, compartilhando aprendizados e definindo novos padrões”, avalia Luiza Soares.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br