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  • Mulheres com medidas protetivas terão prioridade para votar no RN

    Mulheres com medidas protetivas terão prioridade para votar no RN

    No Rio Grande do Norte, mulheres amparadas por medidas protetivas terão atendimento prioritário no primeiro turno das eleições no dia 4 de outubro.

    A medida foi determinada pelo Tribunal Regional Eleitoral e vale para todo o estado. 

    A iniciativa estende os efeitos de uma decisão anterior, que havia assegurado prioridade às mulheres assistidas pela Patrulha Maria da Penha da Guarda Municipal do Natal.

    Com a ampliação, todas as eleitoras do estado em situação de vulnerabilidade, protegidas por medidas protetivas, terão direito ao atendimento prioritário no domingo. 

    A medida também considera a necessidade de organização logística dos deslocamentos e da proteção das mulheres assistidas pelos órgãos de segurança.

    De acordo com o TRE potiguar, a prioridade será para toda eleitora, independentemente do domicílio eleitoral e mesmo que ela esteja ou não acompanhada por forças de segurança no momento da votação.

    Segundo o documento, o respaldo jurídico busca resguardar a isonomia e a integridade física das eleitoras, além de assegurar condições para o exercício seguro do direito fundamental ao voto.

    Dados da Polícia Civil estadual revelam que mais de 5 mil mulheres solicitaram medidas protetivas por causa de violência doméstica no período de janeiro a início de agosto deste ano.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Conheça os instrumentos de planejamento sucessório

    Conheça os instrumentos de planejamento sucessório

    Falar sobre a transmissão dos bens para herdeiros costuma ser um tema recebido com desconforto, resistência e, muitas vezes, até como um tabu no ambiente familiar. Afinal, planejar a sucessão significa pensar na própria ausência.

    Entretanto, mais do que falar da morte, o planejamento sucessório significa falar sobre organização, proteção do patrimônio e tranquilidade para a família. O planejamento sucessório é a organização antecipada da forma como o patrimônio será transmitido aos sucessores, ainda em vida ou após o falecimento, levando em consideração a realidade familiar, a composição do patrimônio e os aspectos jurídicos, tributários e, quando for o caso, empresariais envolvidos.

    A advogada especialista em planejamento sucessório e direito tributário, Carla Veiga, segunda vice-presidente da Comissão de Ensino Jurídico da Ordem dos Advogados do Brasil – seccional Rio de Janeiro, destaca que é justamente pelas variáveis que não existe uma única resposta sobre qual a melhor forma de planejar a herança em vida. A escolha dependerá das particularidades e dos objetivos de cada família.

    Segundo Carla, de um lado, está a pessoa que decide antecipar a transmissão do patrimônio por meio da doação em vida, podendo reservar para si o usufruto dos bens. De outro, aquela que mantém o patrimônio em seu nome e organiza a sua vontade por meio do testamento, deixando desta forma a efetiva transmissão para o momento da sucessão, quando será necessário realizar o inventário.

    “São caminhos diferentes e, para compará-los, é preciso olhar para a tributação, para os custos cartorários, a burocracia envolvida, o momento em que esses custos serão suportados e, o grau de controle que o titular pretende manter sobre o seu patrimônio durante a vida”, afirma a advogada.


    Brasília (DF), 01/10/2026 - Conheça os instrumentos de planejamento sucessório. Foto: Arte/Agência Brasil
    Foto: Arte/Agência Brasil – Arte/Agência Brasil

    A partir desses aspectos, é possível compreender melhor como funciona cada uma dessas alternativas na prática:

    Doação em vida com reserva de usufruto 

    É a antecipação da transmissão patrimonial feita em vida pelo titular a um beneficiário (donatário) de modo que o titular dos bens não perca o controle e a segurança sobre o patrimônio, até a sua morte. Há a possibilidade de incluir cláusulas restritivas, como incomunicabilidade (proteção em caso de divórcio ou dissolução de união estável do donatário), inalienabilidade (impedimento que o donatário venda, permute ou doe o imóvel recebido), impenhorabilidade (impedimento que o bem seja alvo de penhora) e reversão (o bem doado retorna ao patrimônio do doador caso o donatário venha a falecer antes dele).

    Principais vantagens:

    a) Antecipa e organiza a sucessão;
    b) Preserva o uso e os rendimentos do bem ao doador;
    c) Evita que o bem doado tenha que ser partilhado no futuro inventário;
    d) Permite a inclusão de cláusulas de proteção.

    Principais desvantagens:

    a) Antecipação de custos e tributos: o ITCMD (imposto sobre transmissão causa mortis e doação) e as despesas com escritura e registro;
    b) Perda da propriedade plena;
    c) Irrevogabilidade da doação, exceto em casos específicos previstos em lei;
    d) Necessidade de respeito à metade do patrimônio, a chamada legítima.

    Dados do Colégio Notarial do Brasil revelaram um recorde na lavratura de escrituras públicas de doação de imóveis em todo o país

    “Muitas famílias optaram por antecipar a sucessão patrimonial, diante das novas regras do ITCMD (imposto sobre transmissão causa mortis e doação). Entretanto, é preciso cautela: antecipar a doação apenas em razão da tributação, sem um planejamento adequado que considere aspectos como governança, usufruto e liquidez para o pagamento do próprio imposto, pode gerar outros problemas”, pondera Carla.


    29/09/2026 - A advogada Carla Veiga, especialista em planejamento sucessório e direito tributário.
Foto: Carla Vieira/ Arquivo Pessoal
     A advogada Carla Veiga, especialista em planejamento sucessório e direito tributário. Foto: Carla Vieira/ Arquivo Pessoal – Carla Vieira/ Arquivo Pessoal

    Testamento 

    Diferentemente da doação que é feita no momento presente e produz efeitos imediatos, o testamento é feito no momento presente, mas com a produção dos seus efeitos apenas após a morte, no futuro.

    “É um importante instrumento de planejamento sucessório por meio do qual a pessoa manifesta a sua vontade sobre a destinação de seu patrimônio para depois da morte, observados os limites previstos em lei. Pode ser utilizado para confirmar projetos patrimoniais e declarar vontades específicas”, aponta a especialista.

    Principais vantagens:

    a) Preserva integralmente a propriedade dos bens;
    b) Permite organizar a destinação dos bens;
    c) Evita conflitos familiares;
    d) Possibilidade de revogação a qualquer tempo pelo testador;
    e) Pode versar também sobre questões extrapatrimoniais.

    Principais desvantagens:

    a) Não evita o inventário;
    b) A lavratura do testamento público envolve custos cartorários cujos critérios variam de acordo com a legislação de cada estado;
    c) Possibilidade de questionamento judicial;
    d) Necessidade de reserva à legitimam que é a metade que necessariamente vai pra os herdeiros legítimos.

    Além das formas clássicas de planejamento sucessório, outros instrumentos podem ser utilizados com o intuito de organizar e transmitir o patrimônio. Entre eles destacam-se o seguro de vida, o plano de previdência privada aberto VGBL e a constituição de holding familiar.

    Seguro de Vida 

    De acordo com Carla, o seguro de vida proporciona liquidez aos beneficiários, após o falecimento do titular. Nas situações em que parte do patrimônio permanece em nome do titular e haverá o inventário, a indenização securitária irá garantir que os custos associados a este inventário sejam cobertos, aliviando desta forma o ônus financeiro dos herdeiros.

    Principais vantagens:

    a) Não há incidência de Imposto de Renda (Lei nº7713/1998);
    b) A indenização paga aos beneficiários não estará sujeita às dívidas do segurado, é isento de inventário e não é necessário respeitar a legítima (art. 794, Código Civil);
    c) Não há incidência do imposto sobre a transmissão;
    d) O capital é garantido de imediato, condicionado ao óbito, e corrige anualmente, até o pagamento do beneficiário.

    Uma das formas mais simples de planejamento sucessório é a efetivação de planos de previdência privada em que o constituinte define os beneficiários, afirma Carla.

    Plano de Previdência Privada 

    O plano de previdência Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL), modalidade de previdência privada aberta que, além da sua finalidade previdenciária, apresenta um seguro de vida acoplado irá facilitar a transmissão de recursos aos beneficiários indicados.

    Principais vantagens:

    a) No falecimento do titular os valores transmitidos aos beneficiários não entrarão no inventário;
    b) O imposto de renda incide apenas sobre os lucros no momento do resgate;
    c) Possibilidade de formar recursos ao logo do tempo;
    d) Não há incidência de ITCMD sobre o repasse dos valores aos beneficiários em razão da morte do titular, conforme entendimento firmado pelo STF (tema 1214).

    Principais desvantagens:

    a) Há dedução no Imposto de Renda;
    b) Taxas de administração elevadas;
    c) Baixa liquidez.

    Holding familiar

    A especialista aponta que a holding familiar tem sido usada como instrumento de planejamento patrimonial e sucessório, por uma série de vantagens que ela oferece para pessoas e famílias que desejam organizar, proteger e otimizar o patrimônio.

    “No entanto, é necessário ter em mente, que o instrumento não se aplica a qualquer situação ou família, sendo indispensável uma correta avaliação de ônus e bônus, para que seja definido se efetivamente a ferramenta é a mais indicada.”

    A sua constituição envolve a criação e o registro da pessoa jurídica, a integralização dos bens ao capital social e, quando houver imóveis, a análise da incidência ou da imunidade do ITBI (imposto sobre a transmissão de bens imóveis). A organização da sucessão ocorrerá por meio da doação de quotas aos sucessores, inclusive com reserva de usufrutos, gravame e cláusulas restritivas.

    Principais vantagens:

    a) organização e gestão do patrimônio familiar;
    b) organização antecipada da sucessão e prevenção de conflitos;
    c) possibilidade de adoção de mecanismos de proteção patrimonial e dos herdeiros;
    d) possibilidade de eficiência tributária;
    e) preservação da atividade empresarial familiar;
    f) segregação do patrimônio empresarial e familiar.

    Principais desvantagens:

    a) custos de constituição e registro;
    b) custos de manutenção;
    c) necessidade de planejamento e assessoria especializada;
    d) ônus tributário na constituição e sucessão.

    “O importante é se antecipar e organizar a sucessão patrimonial, buscando prevenir conflitos familiares, preservar o patrimônio e reduzir custos e burocracias. Um planejamento bem estruturado permite assegurar a vontade do titular e a futura transmissão dos bens aos herdeiros. Planejar a sucessão é um ato de responsabilidade, proteção familiar e amor”, completa Carla Veiga.

    Para o professor Sidney Guerra, do Departamento de Direito Privado da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Ceará, em planejamento sucessório, a melhor solução raramente é um único instrumento isolado. No direito brasileiro, a organização da transmissão patrimonial deve respeitar a legítima dos herdeiros necessários — que corresponde a 50% do patrimônio — e a parte disponível, que pode ser livremente disposta pelo titular por testamento ou por outros procedimentos.

    “Sob a ótica jurídica, o melhor planejamento sucessório é o que combina segurança, economia, controle e respeito à legítima. Quando o objetivo é reduzir burocracia futura e manter o titular com poderes sobre o patrimônio, a doação com usufruto tende a ser a solução mais eficiente; quando a intenção é apenas ordenar a sucessão e preservar flexibilidade, o testamento é mais adequado; e quando não houve planejamento prévio, o inventário será inevitável”, explica o professor.

    Guerra também destaca que é preciso lembrar que o planejamento sucessório não pode ser usado para fraudar credores, burlar a legítima ou mascarar transmissão patrimonial incompatível com a lei. “Em outras palavras, a economia de tempo e custos existe, mas ela deve ser construída dentro dos limites do Código Civil e da legislação tributária aplicável”.

    O ponto jurídico decisivo é que metade do patrimônio, a chamada legítima, pertence aos herdeiros necessários e não pode ser livremente afastada.

    “Por isso, o melhor planejamento sucessório é aquele que combina segurança, economia e respeito aos limites legais, inclusive os tributários, como o ITCMD”, completa Guerra.


    Brasília (DF), 01/10/2026 - Conheça os instrumentos de planejamento sucessório. Foto: Arte/Agência Brasil
    Foto: Arte/Agência Brasil – Arte/Agência Brasil

    Inventário 

    Outro cenário a ser considerado é aquele em que não há a antecipação da transmissão patrimonial. Nesse caso, será necessária a realização de inventário para a apuração do patrimônio e posterior partilha dos bens.

    O inventário pode ser judicial ou extrajudicial, e envolverá despesas como o pagamento do ITCMD, honorários advocatícios e, conforme a via adotada, custas judiciais e despesas com avaliações, no inventário judicial, ou custos cartorários, no extrajudicial. Tais custos ficam concentrados no momento da sucessão.Quando há consenso entre os herdeiros e estão presentes os requisitos legais, a via extrajudicial tende a ser mais célere e menos burocrática.Carla Veiga explica que, especialmente quando há divergência entre os herdeiros, o inventário judicial pode se prolongar por anos.

    “A demora na definição e na partilha dos bens pode acentuar o conflito entre os interessados, além de contribuir para a deterioração do patrimônio e gerar despesas com a sua manutenção. Dessa forma, o inventário judicial pode se tornar mais oneroso em razão da sua maior complexidade, do tempo de duração e dos conflitos envolvidos”, alerta a advogada. 


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • São Paulo e Corinthians decidem campeão brasileiro feminino de 2026

    São Paulo e Corinthians decidem campeão brasileiro feminino de 2026

    O campeão brasileiro feminino de futebol da Série A1 (primeira divisão) será conhecido no início da noite deste sábado (3). A partir de 16h30 (horário de Brasília), São Paulo e Corinthians medem forças no Morumbis, pelo segundo jogo da grande final. A partida será transmitida ao vivo pela TV Brasil.

    A vantagem é do Tricolor, que ganhou o jogo de ida, há uma semana, por 2 a 1, de virada, na Neo Química Arena, também na capital paulista – a TV Brasil exibiu o confronto. Foi a primeira derrota da equipe feminina do Timão atuando no estádio, após 32 jogos de invencibilidade.

    O empate dá o título ao São Paulo. A conquista seria inédita no atual modelo da competição, realizado desde 2013. Em 1997, porém, as Soberanas venceram a primeira edição do chamado “Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino” organizado pela CBF – entidade responsável pela modalidade – e que durou até 2001. Nomes históricos da seleção como a zagueira Ju Cabral, a volante Formiga, a meia Sissi e a atacante Kátia Cilene faziam parte do elenco.

    Aquela geração, que ainda conquistou duas vezes o Campeonato Paulista (1997 e 1999), contava também com uma jovem volante chamada Emily. Hoje conhecida como Emily Lima, ela é, justamente, a treinadora do Corinthians, adversário tricolor.

    Para serem campeãs no tempo normal, as Brabas têm de vencer por dois ou mais gols de diferença. As alvinegras alcançaram o saldo necessário em 13 das 22 vitórias da temporada, sendo quatro delas fora de casa. Se ganharem por um gol e igualarem o placar agregado, a decisão do título será nas penalidades.

    É a décima vez seguida que o Corinthians chega à final do Brasileirão Feminino, mas a primeira em que faz o jogo de volta como visitante. Para conquistar o oitavo título, sendo o sétimo seguido, o Timão terá de buscar a virada no confronto. Em 2017, última ocasião em que se viu em cenário semelhante, a equipe perdeu a ida para o Santos (2 a 0), e não conseguiu reverter a vantagem rival na segunda partida (derrota por 1 a 0).

    A edição de 2019 foi a última em que o time campeão foi visitante do jogo de volta. Após dois empates (1 a 1 e 0 a 0), Corinthians e Ferroviária decidiram o título nos pênaltis. O mando era do Timão, mas quem se deu bem foi o clube do interior paulista, ao vencer por 4 a 2 no Parque São Jorge. Desta vez, são as Brabas que esperam festejar a conquista na casa dos rivais.

    Esta é a quarta vez que o Majestoso (apelido do clássico entre tricolores e alvinegros) decide um título no futebol feminino desde a retomada dos projetos. A vantagem é do Corinthians, que levou a melhor nas finais paulistas de 2019 e 2021 e do Brasileirão de 2024. Nesta última, a Neo Química Arena recebeu 44.529 torcedores, o recorde de público da modalidade em jogos entre clubes no país.

    A meta do São Paulo é superar essa marca. Até o começo da tarde de sexta-feira (2), o clube informou que mais de 38 mil ingressos haviam sido vendidos para a decisão. Se não quebrar o recorde corintiano, o público deve ser, pelo menos, o maior do ano no futebol feminino brasileiro, superando os 21.828 presentes na partida de ida da final.

    A expectativa é que os times mantenham a base do primeiro jogo. As Soberanas têm força máxima à disposição. O técnico Thiago Viana deve mandar a campo Carlinha; Bruna Calderan, Tayla, Carol Gil e Bia Menezes; Robinha, Karla Alves e Aline Milene; Giovanna Crivelari, Serrana e Isa.

    Nas Brabas, destaque à volta da zagueira Thaís Regina, que cumpriu suspensão. Com o provável retorno dela à equipe titular, a provável escalação de Emily terá Nicole; Gi Fernandes, Duda Mineira, Thaís Ferreira, Thaís Regina e Tamires; Duda Sampaio, Vic Albuquerque e Gabi Zanotti; Belén Aquino, Jaqueline e Jhonson.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Confira a agenda dos presidenciáveis neste sábado (3)

    Confira a agenda dos presidenciáveis neste sábado (3)

    No último dia antes do primeiro turno das Eleições 2026, a agenda dos presidenciáveis neste sábado (3) inclui caminhadas e atos de campanha em diferentes cidades.

    Também estão previstos encontros com apoiadores, com atividades concentradas principalmente em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Goiás.

    Augusto Cury (Avante)
    Às 10h30, participa da Caminhada pela Pacificação, no centro da cidade de Colina (SP). 

    Flávio Bolsonaro (PL)
    Participa, pela manhã, de moto-carreata entre os municípios paulistas de Santa Bárbara D’Oeste e Americana, pela Rodovia SP-304. Às 15h, tem moto-carreata no Rio de Janeiro, entre os bairros de Campo Grande e Bangu.

    Hertz Dias (PSTU)
    Tem reunião on-line com apoiadores de todo o país, às 10h. Às 16h, participará do ato Pane no Sistema, na sede do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, na capital paulista.

    Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
    A partir das 10h, participa da caminhada Brasil Pronto pra Mais, em São Paulo.

    Renan Santos (Missão)
    Às 12h, estará no Panteão dos Andradas, no centro de Santos (SP). Às 15h, participa de concentração com apoiadores na Praça da Liberdade, em São Paulo, com caminhada até o Largo São Francisco.

    Ronaldo Caiado (PSD)
    Em Goiânia (GO), o candidato faz uma caminhada na Avenida 24 de Outubro, no início da manhã. Às 10h30, participa de carreata da região Noroeste da capital goiana. À tarde, o candidato circula em um palanque móvel pelas ruas de Goiânia. Em seguida, faz ato de encerramento da campanha eleitoral na Basílica do Divino Pai Eterno, no município de Trindade (GO).

    Samara Martins (UP)
    A candidata Samara Martins faz caminhada com a militância e apoiadores, a partir da Praça do Relógio, em Natal, no início da manhã.

    Os candidatos Clariana Barão (DC), Edmilson Costa, Romeu Zema (Novo), Rui Costa Pimenta e Wilson Grassi não divulgaram a agenda pública de campanha até o momento desta publicação. 

    A ordem de apresentação da cobertura da agenda dos candidatos a presidente segue rodízio diário em ordem alfabética.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Sorteio da Mega-Sena será neste sábado; prêmio é de R$ 82 milhões

    Sorteio da Mega-Sena será neste sábado; prêmio é de R$ 82 milhões

    A Mega-Sena sorteia neste sábado (3) prêmio estimado em R$ 82 milhões. As seis dezenas do concurso 3.066 serão sorteadas a partir das 21h (horário de Brasília) no Espaço da Sorte, em São Paulo.

    Devido à realização do primeiro turno das eleições de 2026, a Caixa Loterias antecipou para hoje os sorteios que estavam previstos para domingo (4). 

    As apostas podem ser feitas até às 20h (horário de Brasília) em casas lotéricas credenciadas pela Caixa em todo o país ou pela internet. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.

    No último concurso, foram sorteados os números  08 – 10 – 30 – 38 – 50 – 53 e nenhum apostador acertou as seis dezenas. 


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Urna eletrônica completa 30 anos de revolução nas eleições do Brasil

    Urna eletrônica completa 30 anos de revolução nas eleições do Brasil

    Os mais jovens não conhecem a experiência de chegar à seção de votação, receber um papel com os nomes dos candidatos, marcar os escolhidos à caneta e depositar o papel dobrado em uma urna de lona. Encerrado o período de votação, a população esperava dias para saber quem seriam os novos deputados, senadores, governadores e presidente da República. Este ano, se completa 30 anos da maior revolução eleitoral no Brasil, a urna eletrônica.

    Não é exagero dizer que a urna eletrônica é motivo de orgulho para o Brasil. Enquanto países desenvolvidos ainda votam em papel e aguardam vários dias pelo resultado, o Brasil conhece seus eleitos em poucas horas, ainda no mesmo dia do pleito. E tudo por meio de um sistema eletrônico seguro, como garante o próprio Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

    As décadas de voto em cédulas expuseram várias fragilidades. A apuração era manual e levava dias, o que abria espaço para fraudes. Uma das fraudes conhecidas há mais de 30 anos foi o da “urna grávida”. Era o nome dado quando cédulas já preenchidas eram colocadas em uma urna antes de iniciado o processo de votação.

    A revolução na Justiça Eleitoral começou em 1995. Especialistas de vários órgãos, entre eles as Forças Armadas, Ministério da Ciência e Tecnologia e Ministério das Comunicações, participaram do desenvolvimento da urna eletrônica.

    A urna eletrônica estreou nas eleições municipais de 1996 e foi batizada de Coletor Eletrônico de Votos, ou apenas CEV. Ainda é seu nome oficial, embora não seja muito usado. 

    Naquele ano, a utilização do sistema eletrônico foi parcial, em caráter de teste. A partir das eleições municipais do ano 2000, todos os eleitores do país votaram eletronicamente.

    Ao longo dos anos, a urna foi passando por melhorias, aumentando sua segurança e inserindo recursos para o usuário. 

    Em 1998, a urna passou a mostrar a foto de todos os candidatos. Em 2002, foram instituídos a cerimônia pública de lacração dos sistemas e o teste de integridade. Em 2004, os códigos-fonte dos sistemas começaram a passar por auditoria.

    Em 2006, foi o início da identificação biométrica, que seria implantada em larga escala anos depois. Em 2022, a urna teve sua capacidade de processamento aumentada em 18 vezes e ganhou tela sensível ao toque no terminal do mesário.

    Neste ano de 2026, 30 anos após seu nascimento, a urna eletrônica continua trazendo inovações. Sua tela vai apresentar um intérprete de Libras indicando o voto nulo, branco, a legenda e uma barra de progresso da votação na parte superior do painel. A urna também informará ao eleitor quantos dígitos são esperados para cada cargo, assim como o progresso da votação.


    São Paulo (SP) 24/09/2026 - O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo 
(TRE-SP) , durante demonstração para a imprensa do fluxo de votação das Eleições 2026. Além de uma apresentação sobre o chamado “derrame de santinhos” e o novo provimento da 
Corregedoria do Tribunal que disciplina a fiscalização e a repressão desse crime eleitoral. O evento realizado na sede do TRE-SP. Urna Eletrônica . Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil
    Votação na urna eletrônica – Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

    Segurança

    Um ano antes das eleições deste ano, em outubro de 2025, o acesso aos códigos-fonte foi aberto pelo TSE e puderam ser conferidos pelas instituições legitimadas, como partidos políticos, Polícia Federal e Ministério Público. As inspeções puderam ser feitas até setembro, quando foi feita a lacração dos sistemas eleitorais.

    O processo de votação é auditado. E passa por mais de 40 processos de auditoria, antes, durante e depois das eleições.

    A fiscalização da urna é feita em vários momentos. Desde a abertura do código-fonte, passando pelo Teste Público de Segurança, os Testes de Integridade, o Registro Digital do Voto (RDV), o Boletim de Urna, até a publicação de arquivos e resultados na internet.

    A urna eletrônica não é conectada à internet, não recebe conexão via bluetooth ou wi-fi. Por isso, não é possível sofrer um ataque hacker ou tentativa de fraude via internet. 

    Após a votação terminar, a urna grava as votações recebidas em uma mídia, em dados criptografados e protegidos por assinatura digital.

    A urna também emite um boletim. É o Boletim de Urna, que registra os resultados daquela seção eleitoral. A mídia é usada para transmitir os dados para o sistema de totalização, em uma rede usada exclusivamente pela Justiça Federal. Também é possível conferir se o Boletim de Urna apresenta os mesmos dados recebidos pelo sistema de totalização.

    Em 30 anos de uso da urna eletrônica, a Justiça Eleitoral nunca registrou uma fraude comprovada. 

    Outros países

    Não é só o Brasil que usa a tecnologia para computar votos nas eleições. Ao menos 34 países usam ou já usaram sistemas eletrônicos de votação. Desses, 17 usam urnas eletrônicas, em maior ou menor grau. França, Bulgária, Índia, Peru, México e Estados Unidos, em alguns estados, estão entre esses países.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Preço do limão está acima da média, mesmo na entressafra

    Preço do limão está acima da média, mesmo na entressafra

    Mesmo em período de entressafra, o limão está caro para o consumidor além da média.

    A razão está na pouca produção, e quem tem cobra pela dificuldade em garantir a colheita.

    “O limão tem como uma de suas características ter uma volatilidade muito alta em seu histórico de preços, diferente do que estamos acostumados a ver em outras plantas. O momento atual é um período bem precário, com uma condição especial de chuvas que afetou a florada no começo do ano”, explicou à Agência Brasil o pesquisador Renato Garcia Ribeiro, do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq).

    Levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) aponta que no cinturão cítrico paulista, de onde sai 80% da produção nacional, a média do preço pago ao produtor do limão tahiti passou de R$ 32,10 pela caixa de 27,2 kg em junho para R$ 55,60 em julho e R$ 104,78 em agosto.

    O aumento acumulado no período foi de 226,4%. Ao comparar o preço da caixa de 27,2 kg paga ao produtor em agosto deste ano ao de agosto de 2025, a diferença foi 71% maior para o corrente ano.

    O preço do atacado no maior entreposto do país, o Ceagesp, na capital paulista, teve aumento de 374%, cotado a R$ 1,82 o quilo no início da entressafra, em maio, e indo para R$ 8,62 no pico em fins de setembro, e de 240% na CeasaMinas – Grande BH, onde a variação foi de R$ 2,50 para R$ 8,50.

    “Normalmente, o mercado do limão funciona da seguinte maneira: em janeiro e fevereiro há o pico da safra. Em março e abril a produção cai, mas fica estável, com a entrada na entressafra propriamente dita em fins de maio. Esse período se estende até meados de setembro, quando começa a entrar a nova safra”, explicou a Conab.

    O aumento repentino se deu pela queda na oferta do começo da entressafra, em relação aos anos anteriores, pois o excesso de chuvas afetou a quantidade e qualidade comercializável e a formação da próxima safra. A umidade maior no começo do ano, assim como o aumento de dias nublados, aumentaram a quantidade das frutas mais claras e dificultaram a colheita.

    Somam-se a esses fatores a competição entre o mercado interno e externo – vendemos cerca de 11% da safra, principalmente para a Europa – e o aumento da demanda interna com o calor em agosto e setembro.

    “A principal florada para compor a oferta no segundo semestre, ocorrida em julho, foi afetada por chuvas acima da média que caíram nas principais regiões produtoras [Matão e Bebedouro], e essa florada somente deve gerar volume relevante da fruta a partir de meados de novembro”, esclarece a Conab. 

    Além disso, aponta a central, esse excesso de chuvas prejudicou também o pegamento de frutos de floradas anteriores, reduzindo justamente a quantidade da fruta que deveria aliviar a escassez em setembro e outubro.

    As regiões mais impactadas foram Bebedouro e Matão, municípios que concentram aproximadamente 68% da área de produção dos limões e limas do cinturão. Dos frutos produzidos, 88% é de limão tahiti . Outras áreas com menor relevância foram Limeira, Votuporanga e São José do Rio Preto.

    A normalização dos preços da fruta está prevista para o fim do ano, com a chegada da nova safra. 

    Na última semana, os preços na Ceagesp começaram a diminuir, mas não é possível afirmar que se manterão nesta tendência. 

    “O impacto maior foi no volume de produção. Tivemos anos anteriores bons, mas houve impacto da condição climática, que deve se estender para o próximo ano”, estima o pesquisador Renato Ribeiro, do Cepea/Esalq. 

    Há, ainda, segundo especialistas no tema, o risco para a próxima safra, pois o cenário de El Niño forte no começo de 2027 pode aumentar o calor e o déficit hídrico, estressando as plantas e afetando a florada no final da primavera e início do verão. 

    Os técnicos da Conab consideram que o El Niño teve pouco impacto na produção de limão este ano. 

    “Mesmo no mês de julho, quando chuvas e ventos anormais afetaram a florada, o fenômeno era de intensidade ainda baixa. Então não podemos afirmar que foi a causa principal das alterações ocorridas nesse mercado. Podemos dizer que contribuiu para essa configuração, mas não foi o fator principal”, avaliam.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Eleições 2026: saiba quais documentos são aceitos para votar

    Eleições 2026: saiba quais documentos são aceitos para votar

    Mais de 158 milhões de brasileiros poderão votar neste domingo (4) no primeiro turno das Eleições Gerais. Para tanto, é comparecer a uma das 499 mil seções eleitorais e apresentar um documento oficial com foto.  

    São aceitos como documento de identificação, inclusive em formato digital: 

    • e-Título (desde que apareça a foto do eleitor no aplicativo) 
    • carteira de identidade 
    • identidade social 
    • passaporte 
    • carteira de categoria profissional reconhecida por lei 
    • certificado de reservista 
    • carteira de trabalho física 
    • Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

    Os documentos oficiais com foto podem ser utilizados mesmo que estejam vencidos, desde que permitam a identificação do eleitor. 

    As certidões de nascimento ou de casamento não valem como prova de identidade na hora de votar. 

    É possível votar sem o título de eleitor? 

    Sim. Documentos oficiais com foto, físicos ou digitais, serão aceito para identificação.  

    No entanto, para votar apresentando somente o e-Título, disponível nas plataformas iOS ou Android, é preciso que o aplicativo contenha a foto do eleitor.  

    Leia também: 

    >>> Saiba o que pode e o que não pode no dia da votação 

    >>>  Saiba como baixar o e-Título para votar 

    >>>  Saiba em quantos candidatos votar e a ordem de votação 


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Mudanças climáticas preocupam mais que perda de emprego, diz estudo

    Mudanças climáticas preocupam mais que perda de emprego, diz estudo

    Para 41% dos brasileiros, as mudanças climáticas são a maior ameaça para o futuro. Esse é um dos resultados apresentados nesta semana por uma pesquisa inédita do Instituto Oyá, em parceria com a Ipsos.

    Sob o título Termômetro do Brasil, o levantamento mostra a preocupação das pessoas para si mesmas e para suas famílias.

    O tema supera inclusive outros temas relevantes, como:

    1. perda de emprego (32%);
    2. retrocesso na democracia (32%);
    3. deterioração da saúde (31%);
    4. escassez de alimentos (30%);
    5. pandemia (24%). 

    O estudo ouviu 2 mil pessoas. No entanto, quando esse grupo é questionado a respeito das principais preocupações no momento, o tema das mudanças climáticas vai para o nono lugar (com 14%). As ameaças ao meio ambiente estão em décimo (10%).

    Esses números fazem com que o Brasil ocupe a 20ª colocação entre os mais preocupados. 

    Desinformação

    De acordo com a diretora executiva do Instituto Oya, Camila Kamilo, um dos dados que mais a surpreenderam é que, em média, 78% das pessoas não sabiam diferenciar notícias falsas das verdadeiras, inclusive sobre eventos climáticos extremos. Um dado preocupante no atual contexto eleitoral no Brasil.  

    Ela explica que, a partir de um experimento social cego, ficou demonstrado que os brasileiros aceitam como verdadeiras fake news de forte apelo emocional.

    Nesse contexto, 81% temem o uso de deepfakes e tecnologias de inteligência artificial para manipulação de imagem e voz.

    “Algo que nos deixou bem preocupadas é que 67% dos brasileiros confiam na tecnologia, enquanto 65% desconfiam dos governos”, afirma a diretora do instituto. 

    Segundo a diretora, a deterioração da confiança do brasileiro é considerada um motivo de atenção em um momento de incertezas. 

    “[Isso] faz com que as pessoas, literalmente, aceitem qualquer coisa como verdade. E isso ocorre, não só num contexto de crise climática, mas também de desafios sociais, econômicos e ecológicos.”

    Engajamento

    Camila Kamilo observa que o engajamento social, sobre clima inclusive, tem ocorrido mais pelas redes sociais, de forma distante fisicamente, do que de forma ativa e presencial. 

    Para a pesquisadora, é necessário que o país adote políticas públicas e novos modelos de comunicação para garantir a veracidade das informações que circulam socialmente. 

    “O brasileiro não é negacionista na sua maioria. Ele está desinformado.”

    ONGs e envolvimento partidário

    Outra observação que a pesquisadora cita é que, apesar de desconfianças nas instituições,  45% dos brasileiros acreditam nas organizações não governamentais. 

    “Mais do que nunca é importante a gente fortalecer as nossas organizações da sociedade civil, incluindo a imprensa como difusão de informações checadas”, exemplifica. 

    Outro dado destacado é que o eleitor brasileiro se mostra afastado do engajamento partidário tradicional. No total, 39% descartam atuar em campanhas ou partidos, e 33% rejeitam protestos de rua.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Veja como foi a sexta-feira (2) dos candidatos a presidente

    Veja como foi a sexta-feira (2) dos candidatos a presidente

    Nos últimos dias antes do primeiro turno das eleições 2026, a agenda dos presidenciáveis nesta sexta-feira (2) incluiu caminhadas, comício e atos de campanha em diferentes cidades. 

    >> Veja como foi o dia dos candidatos 

    Rui Costa Pimenta (PCO)
    O candidato Rui Costa Pimenta participou de evento de encerramento de campanha em São Paulo. 

    Samara Martins (UP)
    A candidata Samara Martins participou de comício e caminhada no Recife.

    Wilson Grassi (Democrata)
    O candidato Wilson Grassi concedeu entrevista à Sputnik Brasil.

    Augusto Cury (Avante)
    O candidato Augusto Cury esteve em Brasília onde fez um ato contra interferência nas eleições, na Praça dos Três Poderes, e criticou decisões judiciais.

    Augusto Cury disse que, caso eleito, fará um pacto com poderes Legislativo e Judiciário.

    “Numa democracia, o Judiciário representa o alicerce. Ele é o guardião da Constituição, mas ele não pode interferir”, disse.

    Clariana Barão (DC)
    A candidata Clariana Barão não teve agenda pública de campanha.

    Edmilson Costa (PCB)
    O candidato Edmilson Costa concedeu entrevista à emissora de rádio de Cidade de Goiás (GO) e a um canal do YouTube.

    Flávio Bolsonaro (PL)
    O candidato Flávio Bolsonaro participou de ato de campanha, na noite de hoje, em Montes Claros (MG), ao lado do candidato a deputado federal Nikolas Ferreira. 

    Hertz Dias (PSTU)
    O candidato Hertz Dias participou de caminhada no centro de São Paulo.

    Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
    No Rio de Janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição, desfilou em carro aberto desde a Candelária até a Cinelândia.

    Ele incentivou a participação dos eleitores com mais de 70 anos, em que o voto é facultativo, a votarem no próximo domingo (4) .

    “Se não tiver mais vontade de votar por ela, tem os filhos, os netos, os bisnetos. É importante”. 

    Lula participou também de ato em Belo Horizonte, onde defendeu investimentos nas universidades públicas e na ciência. 

    Renan Santos (Missão)
    O candidato Renan Santos participou de coletiva de imprensa e da gravação de um podcast em São Paulo.

    Romeu Zema (Novo)
    O candidato Romeu Zema não teve agenda pública de campanha.  

    Ronaldo Caiado (PSD) 
    Em Goiânia, o candidato Ronaldo Caiado participou de caminhada na região da 44 e na Avenida Igualdade, além de bandeiraço na Avenida Anhanguera. 

    Caiado criticou isenção de impostos para compras no exterior de até US$ 50 e defendeu que benefício semelhante seja concedido aos empresários brasileiros.

    “Se está dando 100% de isenção até US$ 50, que seja dado também a nós que estamos produzindo no Brasil”, defendeu. 

    A ordem de apresentação da cobertura da agenda dos candidatos a presidente segue rodízio diário em ordem alfabética.

    * Colaboraram Ana Cristina Campos e Rafael Cardoso (Rio de Janeiro), Luciano Nascimento (São Luís) e redação de São Paulo. 


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br