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  • Ex-técnico da Seleção, Parreira recebe alta após 80 dias internado

    Ex-técnico da Seleção, Parreira recebe alta após 80 dias internado

    O ex-técnico da Seleção Brasileira de Futebol Carlos Alberto Parreira, 83 anos, recebeu alta médica neste sábado (5), depois de ficar 80 dias internado no Hospital Samaritano Barra, da Rede Américas, no Rio de Janeiro. Ele foi internado para tratar uma inflamação pulmonar.

    Segundo o hospital, Parreira seguirá em acompanhamento domiciliar e ambulatorial para monitoramento do estado geral de saúde. Durante o período de hospitalização, o ex-técnico foi acompanhado pela equipe do pneumologista Arthur Vianna e por profissionais multidisciplinares da unidade.

    Em 2023, foi diagnosticado com linfoma de Hodgkin – tipo de câncer que afeta o sistema de defesa do organismo. Desde 2025, segue com acompanhamento médico permanente.

    Trajetória

    Professor de educação física, formado pelo Exército, Parreira é um dos nomes mais vitoriosos da história do futebol brasileiro. Parreira foi preparador físico da Seleção no tricampeonato mundial de 1970 e técnico do Brasil na conquista do tetracampeonato, em 1994.

    Também comandou a equipe nas Copas de 1986 e 2006 e foi coordenador técnico em 2014. Pela Seleção, conquistou ainda a Copa América de 2004 e a Copa das Confederações de 2005.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Brasil goleia Tanzânia na estreia na Copa do Mundo sub-20 feminina

    Brasil goleia Tanzânia na estreia na Copa do Mundo sub-20 feminina

    Evelin, atacante do Santos, brilha com dois gols no segundo tempo

    A caminhada da seleção feminina de futebol na Copa do Mundo sub-20 deste ano, que ocorre na Polônia, começou da melhor forma possível. Neste sábado (5), as brasileiras venceram a Tanzânia por 4 a 1, em Bielsko-Biala, pelo Grupo B da competição.

    Dominante em campo, o Brasil abriu o marcador aos 13 minutos. A meia Vitorinha, do São Paulo, cobrou falta pela esquerda, a defesa da Tanzânia tentou afastar e a sobra ficou com a zagueira Thaynara, do Botafogo, que finalizou da meia-lua, acertando o canto da goleira Nusra Jafari.

    Aos 37, a zagueira Sofia, do Flamengo, derrubou Winfrida Gerald dentro da área, após um passe errado da goleira Thais Lima, do Benfica (Portugal). A própria meia cobrou e deixou tudo igual antes do intervalo.

    A seleção brasileira não se abalou e voltou a ficar na dianteira aos três minutos da etapa final. A meia Nogueira, da Ferroviária, lançou Evelin na ponta esquerda. A atacante do Santos ganhou da zagueira Asha Omary na velocidade, invadiu a área e chutou forte e rasteiro, sem chance de defesa.

    Aos 22, a parceria Nogueira-Evelin voltou a funcionar. A meia tocou por cima da marcação para a chegada da atacante, às costas de Omary, outra vez pelo lado esquerdo. A brasileira, em nova finalização cruzada, anotou o segundo gol dela.

    O triunfo verde e amarelo foi sacramentado aos 35 minutos. Após falta de Omary em cima da atacante Gisele, do Grêmio, quase na entrada da área pela esquerda, Vitorinha cobrou o tiro livre com perfeição, buscando o ângulo direito de Jafari, que ainda tocou na bola, mas sem conseguir evitar o quarto da seleção da técnica Camilla Orlando.

    As brasileiras voltam a campo na terça-feira (8), às 10h (horário de Brasília), contra o Canadá. Três dias depois, a adversária será a Inglaterra, no mesmo horário. Os dois jogos também serão em Bielsko-Biala.

    O Brasil mira o primeiro título na história da Copa do Mundo sub-20 feminina. Em duas ocasiões, o país ficou na terceira posição, nas edições de 2006 e 2022. Nessa última, a equipe contava com jogadoras que já integram convocações da seleção principal, como a goleira Gabi Barbieri, a lateral Bruninha, as zagueiras Lauren e Tarciane, a volante Yaya e as atacantes Priscila, Luany, Dudinha, Gio Garbelini e Aline Gomes.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Hospital de Amor em Barretos inaugura ala de reabilitação oncológica

    Hospital de Amor em Barretos inaugura ala de reabilitação oncológica

    Unidade é voltada a tratar sequelas do câncer e do tratamento

    Com sede em Barretos (SP), o Hospital de Amor, maior centro oncológico de atendimento 100% gratuito da América Latina, inaugurou recentemente o Diretório de Reabilitação Moderna (DREAM), que vai articular atendimentos ambulatoriais, terapias, internação e suporte cirúrgico.

    A nova unidade, que aumenta a capacidade anterior, ocupa uma área de quase 8 mil metros quadrados e é voltada ao atendimento de pacientes com câncer que já são acompanhados pelo hospital que apresentam sequelas da doença ou do tratamento, como alterações de mobilidade, força, equilíbrio, cognição, comunicação, deglutição, audição ou visão, além de amputações e outras limitações funcionais.

    Também são atendidos pacientes não oncológicos com deficiências ou limitações físicas, intelectuais, visuais ou auditivas, de origem congênita, adquirida, crônica ou transitória.

    Em visita neste sábado (5), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, conheceram as novas instalações. A estrutura reúne ambulatórios, boxes individualizados de terapia e espaços para atendimentos médicos e multiprofissionais, além de uma unidade de internação com 18 leitos, sendo dois destinados a cuidados semi-intensivos, e assistência 24 horas.

    A construção da ala de reabilitação contou com recursos da Fundação Banco do Brasil.

    O diretor do hospital, Henrique Prata, afirmou que a qualidade do atendimento é superior ao setor privado.

    “Esse exemplo aqui hoje não existe nem para os ricos, um centro completo como esse. Tudo é possível com a participação da sociedade e do governo”, destacou.

    O ministro da Saúde explicou porque que o centro foi pensado e enfatizou que a unidade vai garantir um tratamento integral aos pacientes com câncer.  

    “Os profissionais e saúde e os gestores do Hospital de Amor começaram a perceber que a pessoa vencia o câncer, que já é algo tão importante, conseguia tratar do câncer, mas muitas vezes, pela medicação, pela cirurgia, pelo tratamento ou mesmo a pessoa já tinha algum tipo de deficiência e o câncer, era necessário fazer a reabilitação física, a reabilitação visual, a reabilitação auditiva”, disse Padilha.  

    Antigo Hospital de Câncer de Barretos, o Hospital de Amor, como atualmente é nomeado, foi inaugurado em 1962. Sua administração é feita por uma instituição privada sem fins lucrativos, liderada por Henrique Prata, filho dos fundadores, os médicos Paulo Prata e Scylla Duarte Prata.

    Trata-se, portanto, de uma instituição privada filantrópica, mas que presta atendimento totalmente gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS), contando com doações da iniciativa privada, apoio da comunidade e repasses governamentais.

    “Não tem nenhum país do mundo, com mais de 100 milhões de habitantes, que tem um sistema de saúde como o SUS”, afirmou Lula em discurso durante a visita.

    Estrutura da unidade

    O centro cirúrgico do DREAM conta com duas salas para procedimentos de média e alta complexidade, com foco em oftalmologia, ortopedia, neurocirurgia e otorrinolaringologia, além de quatro leitos para recuperação pós-anestésica.

    O complexo dispõe ainda de câmara de oxigenoterapia hiperbárica para o cuidado de feridas complexas, infecções e lesões associadas à radioterapia.

    Na área de reabilitação, há piscina aquecida para hidroterapia, salas de cinesioterapia, academia, laboratório de movimento, ginásio poliesportivo e espaços para atividades físicas e esportes adaptados. O diretório conta também com uma casa adaptada para o treinamento de atividades da vida diária, como alimentação, autocuidado e tarefas domésticas, além de um centro hípico para a realização de equoterapia.

    A estrutura inclui ainda Oficina Ortopédica para confecção, ajuste e dispensação de órteses e próteses sob medida, integrada ao processo de reabilitação. Tecnologias de reabilitação robótica, realidade virtual e gamificação complementam o atendimento e apoiam a avaliação, o tratamento e o acompanhamento da evolução funcional dos pacientes.

    Entre os recursos utilizados pela reabilitação do Hospital de Amor estão o Lokomat, um exoesqueleto robótico acoplado a uma esteira, que visa a reabilitação intensiva da marcha em pacientes com dificuldades de locomoção, e o NIRVANA, tecnologia imersiva empregada na estimulação motora, cognitiva e neurossensorial.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • TV Brasil transmite Ferroviária e Flamengo pelo Brasileirão Feminino

    TV Brasil transmite Ferroviária e Flamengo pelo Brasileirão Feminino

    Partida vale uma vaga na semifinal

    A TV Brasil transmite neste sábado (5) o jogo que vale uma vaga na semifinal do Campeonato Brasileiro Feminino Série A1 2026. A emissora pública exibe o duelo de volta entre Ferroviária e Flamengo a partir das 16h10, direto da Arena Fonte Luminosa, em Araraquara, São Paulo. 

    No confronto de ida, disputado no Estádio Luso-Brasileiro, as Meninas da Gávea venceram por 1 a 0, com gol de Mariana aos 3 minutos do primeiro tempo. Com essa vantagem, o Rubro-Negro avança com qualquer vitória ou empate. As Guerreiras Grenás precisam vencer por dois ou mais gols de diferença para ficar com a vaga no tempo normal. Um triunfo paulista por um gol de vantagem leva a decisão para os pênaltis. 

    As exibições fazem parte da estratégia da TV Brasil, a tela do futebol feminino, para ampliar a visibilidade da modalidade no país. Pelo terceiro ano consecutivo, o canal público exibe os jogos da elite feminina. Também serão transmitidos os confrontos decisivos das Séries A2 e A3, a partir das semifinais. Além disso, o público poderá acompanhar as decisões das categorias de base pelo título do Brasileirão Feminino Sub-17 e Sub-20.     

    A equipe de profissionais que comanda as transmissões do Brasileirão Feminino conta com o narrador Thiago Julianelli e um time de mulheres formado pelas comentaristas Brenda Balbi e Rachel Motta e as repórteres Marília Arrigoni e Verônica Dalcanal.       

    As competições ganham ainda mais visibilidade por meio da parceria com os canais que formam a Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP), que podem retransmitir a programação da TV Brasil em seus estados.        

    Brasileirão Feminino        

    A edição de 2026 do campeonato mobiliza 18 equipes que se enfrentam em turno único na fase de classificação. Os oito primeiros avançam para a segunda fase. As etapas a partir das quartas de final são disputadas no formato de mata-mata com duelos de ida e volta.        

    Os times reunidos na Brasileirão Feminino Série A1 são: América (MG), Atlético Mineiro, Bahia, Botafogo, Corinthians, Cruzeiro, Ferroviária, Flamengo, Fluminense, Grêmio, Internacional, Juventude, Mixto (MT), Palmeiras, Red Bull Bragantino, Santos, São Paulo e Vitória.     

    Prêmio     

    Aproveite o mata-mata na Série A1 e ajude a escolher a vencedora da categoria Craque da Torcida do Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas. A premiação criada pela TV Brasil e pela Petrobras vai reconhecer ainda atletas, treinadores e treinadoras, dirigentes, departamentos de futebol feminino e clubes que se destacarem ao longo da temporada de 2026. A votação da categoria com voto popular já está aberta, é gratuita e tem votos ilimitados! Acesse ebc.com.br/premiotvbrasilpetrobrasparaelas até 31 de outubro.       

    Ao vivo e on demand        

    Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Sintonize: https://tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar.  

    Seus programas favoritos estão no TV Brasil Play, pelo site http://tvbrasilplay.com.br ou por aplicativo no smartphone. O app pode ser baixado gratuitamente e está disponível para Android e iOS. Assista também pela WebTV: https://tvbrasil.ebc.com.br/webtv.        

    Serviço        

    Brasileirão Feminino Série A1 – Ferroviária X Flamengo – Sábado (5), a partir das 16h10, na TV Brasil.        

    TV Brasil na internet e nas redes sociais       

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    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Brasil testa plataforma para pesquisas em microgravidade no espaço

    Brasil testa plataforma para pesquisas em microgravidade no espaço

    Estudo pode beneficiar áreas de agricultura, biologia e medicamentos

    O Brasil executa, até 19 setembro, uma nova etapa para ampliar a capacidade de fazer pesquisas científicas em microgravidade no espaço.

    A Operação Potiguar 2, conduzida no Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), em Parnamirim, no Rio Grande do Norte, testa, em condições reais de voo, o sistema de recuperação da Plataforma Suborbital de Microgravidade Recuperável (PSM-R).

    O ambiente de microgravidade permite desenvolver pesquisas em condições diferentes das encontradas na superfície terrestre. Entre as áreas que podem se beneficiar estão estudos de materiais, fluidos, combustão, biologia, medicamentos e agricultura espacial.

    A plataforma será lançada pelo veículo de sondagem VS-30 V16, desenvolvido pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE). A missão está prevista para ocorrer de 31 de agosto a 19 de setembro e tem cerca de 160 militares e servidores civis envolvidos na preparação, integração, lançamento e recuperação da carga.


    Brasília (DF), 05/09/2026 - .
Foto: CECOMSAER

    Plataforma será lançada pelo veículo de sondagem VS-30 V16, desenvolvido pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço. Foto: CECOMSAER

    O objetivo principal da segunda fase da Operação Potiguar é verificar se o conjunto responsável por recuperar a plataforma funciona conforme planejado durante um voo. A primeira fase da operação, em 2024, foi voltada principalmente à verificação de procedimentos e sistemas associados ao lançamento.

    Na prática, a recuperação permite que a plataforma e os equipamentos transportados retornem para análise depois do voo. Os dados obtidos podem ajudar na avaliação dos sistemas e no desenvolvimento de futuras missões científicas em ambiente de microgravidade.

    Plataforma brasileira

    O VS-30 V16 tem aproximadamente 9 metros de comprimento, 600 milímetros de diâmetro e massa de cerca de 1,6 tonelada. As simulações utilizadas na preparação da missão indicam que o foguete poderá atingir aproximadamente 100 quilômetros de altitude e percorrer cerca de 90 quilômetros. A carga útil, a PSM-R, tem massa estimada em 401 quilos.

    A plataforma reúne sistemas necessários para seu funcionamento durante o voo e para o retorno à superfície. Entre eles estão o sistema de recuperação por paraquedas, módulos destinados a experimentos, módulo de serviço e controle, sistema de gás frio, anéis de balanceamento e um mecanismo chamado ioiô, usado para auxiliar no controle da velocidade de rotação antes da separação da carga útil.

    Segundo a Agência Espacial Brasileira (AEB), a plataforma está relacionada ao Programa Microgravidade, que seleciona experimentos científicos e tecnológicos para serem realizados em voos suborbitais e orbitais.

    Teste de recuperação

    O sistema a ser avaliado durante a missão é considerado uma etapa importante para transformar a plataforma em uma estrutura capaz de apoiar diferentes experimentos científicos.

    Durante o voo, os sistemas embarcados serão acompanhados por recursos de telemetria e rastreamento. Depois do retorno da carga útil, os dados coletados serão analisados pelas equipes responsáveis pela operação.

    O Centro de Lançamento da Barreira do Inferno também coordena procedimentos de segurança e o acompanhamento do veículo. A operação envolve sistemas de rastreamento e telemetria e exige articulação com os órgãos responsáveis pelo controle do espaço aéreo e marítimo.

    Inaugurado em 1965, o CLBI foi o primeiro centro de lançamentos espaciais da América do Sul.

    Segundo a FAB, a unidade já participou de mais de 400 lançamentos de foguetes e acompanhou mais de 3 mil veículos. Entre as atividades realizadas pelo centro está o rastreamento de foguetes Ariane, em cooperação com a Agência Espacial Europeia, e o apoio ao monitoramento de veículos lançados a partir do Centro de Lançamento de Alcântara.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Movimento contra violência sexual lança site para facilitar denúncias

    Movimento contra violência sexual lança site para facilitar denúncias

    Plataforma orienta como acionar os conselhos tutelares

    Fruto de uma parceria entre a Childhood Brasil, o Instituto Liberta, o Grupo Mulheres do Brasil e a Vibra Energia, o Movimento Violência Sexual Zero lançou o Mapa Nacional dos Conselhos Tutelares.

    Gratuita, a plataforma funciona como atalho para os mais de 3,5 mil conselhos tutelares existentes pelo país, contendo informações de contato atualizadas.

    O site têm, ainda, instruções sobre como formalizar uma denúncia relacionada a esse tipo de crime.

    Um dos canais sugeridos é o Disque 100, mantido pelo governo federal e que pode ser acionado para solicitar a apuração de situações suspeitas. A ligação é gratuita e o denunciante pode se manter em anonimato. 

    Os telefones da Polícia Militar (190) e Polícia Federal Rodoviária (191) são indicados na plataforma para quando se presencia uma violação.

    Outra circunstância possível, mencionada pela plataforma, é o abuso sexual infantil cometido com o auxílio da internet e que demanda o envio de denúncia a instituições como a SaferNet (denuncia.org.br). 

    O Brasil atingiu, nos últimos anos, um patamar bastante elevado de crimes sexuais envolvendo crianças, adolescentes e o ambiente online.

    Em balanço recente da rede internacional InHope, o país subiu da 27ª posição para a 5ª posição, no período de 2022 para 2024, no número de denúncias de páginas de distribuição de conteúdos de abuso sexual infantil. 

    Empresas que desejem apoiar a causa e implementar ações e famílias e educadores que busquem materiais para saber conversar sobre o tema com crianças e adolescentes podem encontrar no site dicas de livros, ferramentas, materiais por escrito e visuais e séries de vídeos com essas finalidades. 

    O Movimento Violência Sexual Zero também destaca dados estatísticos coletados por instituições de referência, como o Fórum Brasileiro de Segurança Pública e o DataSUS. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), outro da lista, traz um número importante: apenas 8,5% dos casos registrados no país são denunciados.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Novo mapa-múndi corrige tamanho da África, América do Sul e Ásia

    Novo mapa-múndi corrige tamanho da África, América do Sul e Ásia

    Desde o século 16, regiões eram representadas menores do que são

    No mapa-múndi, a África, a América do Sul e o Sul da Ásia foram representados, desde o século 16, menores do que são. Nessa sexta (4), a Assembleia Geral das Nações Unidas decidiu corrigir a distorção ao examinar a proposta intitulada “Corrija o mapa”, liderada pelo Togo e outros países africanos.

    Ao todo, representantes de 164 países votaram a favor da mudança. Apenas os Estados Unidos foram contrários. Houve seis abstenções. A proposta altera a representação cartográfica global para “mostrar de forma mais justa algumas regiões do mundo”, como explica a ONU.

    Ao discursar antes da votação, o ministro das Relações Estrangeiras de Togo, Robert Dussey, disse que a aprovação envia a mensagem de que a Assembleia Geral acredita na “verdade científica”. 

    Ainda, de acordo com ele, a decisão reforça a equidade de representação e a dignidade dos povos. Para ele, não se trata apenas de corrigir um mapa e sim de corrigir a percepção. 
     


    Brasília (DF), 05/09/2026 - Mapa Mundial.


Mapa Equal Earth Map

    Representação atualizada dos continentes – Mapa Equal Earth Map

    Distorção

    Segundo o argumento, a projeção de Mercator, concebida em 1.569 para fins de navegação, foi amplamente usada em materiais educacionais, midiáticos, digitais e oficiais.

    No entanto, a distorção fez com que as massas de terra ao Norte e ao Sul da linha do Equador fossem ampliadas. Essa representação fez com que se perpetuasse “uma visão desequilibrada do mundo”, apontaram os africanos.

    O texto ainda afirma que a correção dessas distorções cartográficas de dimensões continentais vai proporcionar “justiça cognitiva e reparação memorial” para fomentar a compreensão mútua entre os povos.

    Precisão

    Os representantes da União Africana apresentaram o modelo de “Terra Igual” como a projeção cartográfica que representaria com mais precisão as dimensões de todos os continentes. A ONU espera que a aprovação da resolução encoraje a adoção desse modelo por governos, organizações internacionais e outras entidades.

    Ainda nos argumentos da União Africana, os mapas constituem uma ferramenta educacional, científica e cultural fundamental que “molda a percepção do mundo e o imaginário coletivo dos povos”.

    Segundo o texto, as distorções têm impactos cognitivos, educacionais, culturais, geopolíticos e socioeconômicos e constituem “vieses históricos, cuja correção promoverá reconhecimento, justiça e desenvolvimento”.

    A ONU argumentou que o Pacto para o Futuro, aprovado pelos Estados-Membros em 2024, enfatizou a necessidade de eliminar os vestígios de desigualdades históricas e estruturais e de erradicar todas as formas de discriminação.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Mega-Sena sorteia prêmio acumulado de R$ 48 milhões neste domingo

    Mega-Sena sorteia prêmio acumulado de R$ 48 milhões neste domingo

    Apostas podem ser feitas até às 22h de sábado

    A Mega-Sena sorteia neste domingo (6) prêmio estimado em R$ 48 milhões. As seis dezenas do concurso 3.054 serão sorteadas a partir das 11h (horário de Brasília) no Espaço da Sorte, em São Paulo.

    As apostas podem ser feitas até às 22h (horário de Brasília) de sábado (5) em casas lotéricas credenciadas pela Caixa em todo o país ou pela internet. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.

    No último concurso, foram sorteados os números  01 – 13 – 25 – 35 – 39 – 51 e nenhum apostador acertou as seis dezenas.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Especialistas defendem protagonismo indígena na restauração de terras

    Especialistas defendem protagonismo indígena na restauração de terras

    Amazônia tem 1,79 milhão de hectares com potencial de recuperação

    No Dia da Amazônia, comemorado neste sábado (5), especialistas destacam a urgência de investimento na restauração de terras degradadas em territórios indígenas, o que significa ir além do plantio de árvores ou da recomposição da vegetação perdida.

    A recuperação pode proteger nascentes, aumentar a segurança alimentar, trazer de volta espécies usadas pelas comunidades, fortalecer conhecimentos tradicionais e gerar renda.

    A discussão ganha mais importância no momento em que o Brasil amplia suas metas de recuperação de áreas degradadas. Durante a 17ª Conferência das Nações Unidas de Combate à Desertificação (COP17), realizada em Ulaanbaatar, na Mongólia, o país apresentou o compromisso de restaurar mais de 163 mil quilômetros quadrados até 2030.

    Parte do esforço deverá alcançar territórios indígenas.

    Dados do TerraClass de 2022 indicam que as terras indígenas da Amazônia concentram 952,3 mil hectares de áreas degradadas, predominantemente ocupadas por pastagens. Outros 24,4 mil hectares estão destinados à agricultura e 18,9 mil hectares à mineração.


    Brasília (DF), 05/09/2026 - , Diana Nascimento especialista em restauração indígena da TNC Brasil.
Foto: Diana Nascimento/Arquivo pessoal

    Para a líder do povo Kaingang, Diana, a participação indígena muda até a definição do que é restaurar. Foto: Diana Nascimento/Arquivo pessoal

    Também foram identificados 840,5 mil hectares de vegetação secundária. Somadas às áreas degradadas, elas representam um potencial de restauração estimado em 1,79 milhão de hectares dentro de terras indígenas da Amazônia.

    Apesar das pressões, esses territórios continuam entre as áreas mais conservadas do país. Segundo o Relatório Anual do Desmatamento do MapBiomas divulgado em 2026, apenas 1,7% de toda a perda de vegetação nativa registrada no Brasil entre 2019 e 2025 ocorreu dentro de terras indígenas.

    A indígena do povo Kaingang e especialista da The Nature Conservancy Brasil (TNC), Diana Nascimento, diz que os números de hectares recuperados não são suficientes para medir o sucesso de uma iniciativa. É preciso também participação ativa dos que vivem nos territórios.

    “Quando os povos indígenas assumem o protagonismo da restauração, o território deixa de ser visto apenas como uma área onde precisamos recuperar vegetação e passa a ser entendido a partir de sua relação com as pessoas, a cultura, a alimentação, os conhecimentos tradicionais e os modos de vida”, afirma.

    Segundo Diana, a participação indígena muda até mesmo a definição do que é restaurar.

    “Não se trata apenas de quantos hectares foram restaurados ou quantas árvores foram plantadas, mas de entender quais espécies são importantes para aquele povo, quais alimentos e conhecimentos precisam ser recuperados, quais áreas são prioritárias e o porquê, e ainda como essa restauração pode contribuir para fortalecer a gestão e a autonomia do território”, explica Diana.

    Onde restaurar

    A definição das áreas prioritárias é um dos desafios diante da extensão dos territórios e da limitação de recursos. Uma área muito degradada, por exemplo, não será necessariamente aquela capaz de produzir os maiores benefícios para uma determinada comunidade.

    Para ajudar nesse planejamento, a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) desenvolveu um sistema integrado de informações para apoiar decisões sobre conservação e restauração em terras indígenas.

    A iniciativa reúne dados sobre degradação, segurança hídrica, biodiversidade, mudanças climáticas, governança territorial, sustentabilidade, educação e saúde, entre outros fatores. O sistema foi desenvolvido em parceria com a TNC Brasil, a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab) e o programa britânico UK PACT.

    Guillermo Florez Montero, líder de Ciência de Dados da TNC Brasil, explica que a ferramenta permite combinar diferentes variáveis e atribuir pesos a elas conforme os objetivos de cada projeto. Uma terra indígena com áreas de preservação permanente, cabeceiras de rios ou matas ciliares degradadas pode receber prioridade mesmo sem apresentar o maior nível de degradação.

    “Podemos considerar áreas localizadas em regiões com maior insegurança hídrica, a partir do índice de segurança hídrica, ou mais ameaçadas pelo fogo, outro critério presente no sistema. Dessa forma, conseguimos construir modelos customizados”, explica.

    O sistema utiliza uma metodologia de análise multicritério, pela qual o usuário seleciona as variáveis e estabelece a importância relativa de cada uma. O resultado é um índice comparativo que ajuda a indicar quais territórios merecem maior atenção diante de determinado objetivo.

    Florez ressalta, entretanto, que o resultado matemático não substitui a decisão das comunidades.


    Brasília (DF), 05/09/2026 - Especialistas defendem protagonismo indígena na restauração de terras, Guillermo Florez Montero da TNC Brasil
Foto: Guilhermo Florez Montero/Arquivo pessoal

    Guillermo, da TNC Brasil, ressalta que resultado matemático não substitui decisão das comunidades. Foto: Guilhermo Florez Montero/Arquivo pessoal

    “O modelo pode indicar uma terra indígena específica para a implementação de determinado projeto. Mas, se a liderança não quiser, não estiver interessada ou se a iniciativa não estiver entre as prioridades da gestão daquele território, isso deverá ser respeitado”, garante.

    A ferramenta pode ser utilizada, por exemplo, quando surgirem recursos destinados à recuperação de áreas degradadas ou projetos de restauração com finalidade produtiva.

    “Se tenho um território com altíssima insegurança alimentar, por exemplo, posso priorizar a restauração socioprodutiva nessa área, desde que as demais condições necessárias também sejam atendidas”, diz.

    Restaurar cultura e alimento

    Segundo Diana, povos indígenas acumulam conhecimentos transmitidos entre gerações sobre sementes, espécies nativas, ciclos naturais, períodos de plantio e colheita, manejo dos solos, plantas medicinais e alimentos tradicionais.

    As mulheres indígenas, acrescenta, têm papel especialmente importante em muitos territórios por sua atuação na produção de alimentos, conservação de sementes e transmissão de conhecimentos.

    “Valorizar esse conhecimento pode contribuir para recuperar espécies e alimentos tradicionais, fortalecer a segurança alimentar, aumentar a resiliência das comunidades, ao mesmo tempo que conservam grandes áreas de biodiversidade”, afirma.

    Para ela, o conhecimento tradicional não deve ser colocado em oposição ao conhecimento técnico.

    “Quando conhecimentos tradicionais e conhecimentos técnicos dialogam, podemos encontrar soluções mais adequadas às características de cada território”, diz.

    “A restauração, portanto, pode ser também um processo de recuperação de conhecimentos, práticas culturais, sementes, alimentos e relações com o território”, complementa Diana.

    Prevenção

    Mineração, fogo, expansão de pastagens e outras formas de alteração do uso da terra atingem de maneiras diferentes cada território. Por isso, as ações de restauração precisam estar associadas à prevenção de novos impactos e ao fortalecimento da gestão territorial.

    A existência de instrumentos de gestão ambiental e territorial indígena, a disponibilidade de água, a vulnerabilidade às mudanças climáticas e as condições de saúde das comunidades estão entre os critérios considerados pelo sistema desenvolvido pela Funai e parceiros.

    A proposta está alinhada à Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas (PNGATI) e também dialoga com o Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa (Planaveg), que prevê recuperar 12 milhões de hectares até 2030.

    Para Diana, fortalecer as próprias comunidades deve ser entendido como parte do processo.

    “Um território com uma governança fortalecida e comunidades mais resilientes tem maior capacidade de conservar seus recursos naturais, enfrentar as pressões externas e responder aos impactos das mudanças climáticas”, avalia.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

  • Feriadão: fim de semana deve ser de chuva em boa parte do país

    Feriadão: fim de semana deve ser de chuva em boa parte do país

    Há risco de tempestades, principalmente na Região Sul

    O fim de semana que antecede o feriado do Dia da Independência será de possibilidade de chuva e trovoadas do oeste a sul da Região Norte, passando por todo o Centro-Oeste e por grande parte do Sudeste.

    De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), para essas áreas, não se descarta a ocorrência de tempestades. A instabilidade é resultado da passagem de uma forte frente fria, que deve causar queda acentuada da temperatura desde o extremo sul do Brasil até o sul da Amazônia.

    “No Sul, em especial, a presença do sistema de alta pressão que acompanha o avanço da massa de ar frio, garante estabilidade durante o feriadão no Rio Grande do Sul e em grande parte de Santa Catarina. Apesar do tempo firme nessas áreas, a temperatura será muito baixa, com possibilidade de geada no Rio Grande do Sul e em regiões de serra de Santa Catarina, além do sul do Paraná”, destacou o Inmet.

    >> Confira a previsão do tempo por região:

    Norte

    Neste sábado (5), a previsão inclui áreas de instabilidade que atuam sobre o oeste e sul da região. Com isso, ocorrem chuvas acompanhadas de trovoadas no centro-sul do Pará, no Tocantins, em Rondônia, no Acre e no sul do Amazonas. Em Roraima e nas demais áreas do Amazonas, há possibilidade de chuva isolada.

    Nas demais áreas, incluindo Belém e Macapá, a previsão é de muitas nuvens, mas sem chuva. No Amazonas e em Roraima, o dia será quente com temperaturas muito altas, com máximas de 37°C em Manaus e Boa Vista. A temperatura mínima entre as capitais será de 22°C em Palmas.

    Há aviso amarelo de perigo potencial para tempestades no sul de Rondônia.

    Já o domingo (6), véspera do feriado, será marcado com muita instabilidade, pancadas de chuva e trovoadas isoladas no Acre, em Rondônia, no Amazonas e no sudoeste do Pará. No centro-oeste de Roraima, no norte e leste do Amapá, no sudeste do Pará e no centro-norte do Tocantins ocorrem chuvas isoladas.

    Não chove no norte do Pará, incluindo a capital Belém, onde o céu fica com muitas nuvens. O calor não dá trégua na região Amazônica e aumenta no Pará. Em Manaus, a máxima pode chegar a 37°C. Em Boa Vista, 36°C. Em Belém, 35°C. Em Porto Velho, onde a nebulosidade predomina, a máxima fica em 32°C.

    Há aviso amarelo de perigo potencial para tempestades no leste do Acre, sul do Amazonas e em Rondônia. Também há aviso amarelo de perigo potencial para declínio de temperatura no sudeste do Acre e no sudoeste e sul de Rondônia.

    Nordeste

    O sábado registra áreas de instabilidade que se formam na região do Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) e causam chuvas acompanhadas de trovoadas no oeste da Bahia. No sul do Maranhão e do Piauí, ocorrem chuvas isoladas ao longo do dia. Na região central do Maranhão, há possibilidade de chuva isolada.

    O tempo fica ensolarado, com poucas nuvens, em grande parte da região central da Bahia, no sul do Ceará, no sudoeste da Paraíba e no centro-oeste de Pernambuco. Nas demais áreas, o sábado terá muitas nuvens, mas sem chuva. Entre as capitais, a temperatura varia entre a mínima de 22°C em João Pessoa e a máxima de 39°C em Teresina.

    No sábado, há aviso amarelo de perigo potencial para baixa umidade do ar durante a tarde no Piauí, centro-sul do Ceará, sudoeste do Rio Grande do Norte, oeste de Pernambuco e de Alagoas e grande parte do estado da Bahia, exceto a faixa litorânea.

    Já no domingo, o tempo seco persiste, com poucas nuvens, no leste do Maranhão, centro do Piauí, centro-sul do Ceará, extremo oeste da Paraíba, oeste de Pernambuco e norte da Bahia. Nas demais áreas da região, a véspera de feriado terá sol entre muitas nuvens.

    Ocorrem pancadas de chuva isoladas no leste da Paraíba, de Pernambuco e no litoral norte de Alagoas. Outra área com chuvas isoladas é o extremo oeste da Bahia, nas regiões de Luís Eduardo Magalhães (BA) e Correntina (BA), e no sul do Maranhão, na região de Balsas (MA) e Alto Parnaíba.

    O calor será intenso – a temperatura máxima passa dos 30°C em todas as capitais nordestinas, incluindo máxima de 32°C em Salvador, Maceió, Recife e Fortaleza; 33°C em São Luís; e 39°C em Teresina.

    Centro-Oeste

    No sábado, a passagem da frente fria pela região deve formar fortes áreas de instabilidade que causam chuvas acompanhadas de trovoadas no Mato Grosso, em Mato Grosso do Sul e em Goiás. No Distrito Federal, o sábado terá muitas nuvens e pancadas de chuva. A mínima entre as capitais será de 19°C em Goiânia e a máxima de 37°C em Cuiabá.

    Há perigo potencial para tempestades no sudoeste e sul de Mato Grosso e de Goiás e para todo o estado de Mato Grosso do Sul.

    Já no domingo, a previsão é de forte instabilidade. Em toda a região, ocorrem pancadas de chuva com trovoadas isoladas. As chuvas devem ser isoladas apenas no extremo nordeste de Mato Grosso e no sul de Mato Grosso do Sul.

    A temperatura entra em forte declínio em Mato Grosso do Sul. Em Campo Grande, mínima de 15°C e máxima de apenas 19°C. Em Cuiabá, a máxima não passa dos 26°C. Entre as capitais, a temperatura máxima será de 31°C em Goiânia.

    Ainda no domingo, permanece vigente o aviso amarelo de perigo potencial para tempestades entre o norte e leste de Mato Grosso do Sul, centro-sul de Goiás e Distrito Federal, e para grande parte do Mato Grosso, exceto a faixa nordeste do estado, que fica fora da área do aviso.

    Também há aviso amarelo de perigo potencial para declínio de temperatura no sudoeste e sul de Mato Grosso, sul de Goiás e em todo Mato Grosso do Sul.

    Sudeste

    O sábado começa com poucas nuvens no leste e nordeste de Minas Gerais. Muitas nuvens no centro-norte do Rio de Janeiro e no Espírito Santo. Pela manhã, ocorrem pancadas de chuva isoladas em São Paulo, no oeste e sul de Minas Gerais, enquanto no centro-sul do Rio de Janeiro, há possibilidade de chuva isolada.

    No período da tarde, o avanço de uma frente fria aumenta a instabilidade sobre a região Sudeste. Com isso, o tempo fica chuvoso, com trovoadas, em São Paulo, no Rio de Janeiro, no Triângulo Mineiro e no sudeste de Minas Gerais. No noroeste de Minas Gerais e no sul do Espírito Santo, ocorrem pancadas de chuva isoladas. A tarde ainda terá tempo firme no nordeste de Minas Gerais, com poucas nuvens.

    A mínima entre as capitais será de 15°C em São Paulo e Belo Horizonte. A máxima não passa dos 23°C em São Paulo. Já em Belo Horizonte e em Vitória, a temperatura máxima chega a 33°C.

    Para sábado, há aviso amarelo de perigo potencial para tempestades em São Paulo, no Rio de Janeiro, no sul do Espírito Santo e no centro-sul de Minas Gerais. Para o norte de Minas Gerais, há aviso amarelo de perigo potencial para baixa umidade do ar durante a tarde.

    No domingo, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas em grande parte da região. Apenas no extremo nordeste de Minas Gerais e no extremo norte do Espírito Santo não há previsão de chuva. O frio aumenta em São Paulo – a mínima chega a 10°C e a máxima não passa dos 17°C.

    A temperatura cai também no Rio de Janeiro, com mínima de 16°C e máxima de 24°C. A temperatura máxima entre as capitais será de 28°C em Belo Horizonte.

    Ainda no domingo, segue vigente o aviso amarelo de perigo potencial para tempestades no centro-norte e leste de São Paulo, no Rio de Janeiro, no sul do Espírito Santo e no centro-sul de Minas Gerais, incluindo todas as capitais da região.

    Também há aviso amarelo de perigo potencial para declínio de temperatura em São Paulo, no Rio de Janeiro e no centro-sul de Minas Gerais.

    Sul

    No sábado, o dia registra chuva e trovoadas no Paraná e pancadas de chuva isoladas em Santa Catarina. Essa instabilidade deve ocorrer principalmente nos períodos da madrugada, manhã e começo da tarde.

    A partir da tarde, o avanço de uma forte massa de ar frio, que acompanha a frente fria, começa a dissipar as nuvens, e a temperatura entra em acentuado declínio na região.

    No Rio Grande do Sul, só há possibilidade de chuva no extremo noroeste do estado, mas, ao longo do dia, a nebulosidade diminui e, até a noite, o céu fica com poucas nuvens no centro, no sul e no oeste gaúcho, antecipando uma madrugada de domingo muito fria nas áreas de tempo mais aberto.

    As capitais registram temperaturas muito baixas – a máxima não passa dos 19°C em Porto Alegre, 16°C em Florianópolis e apenas 15°C em Curitiba.

    No sábado, está vigente aviso amarelo de perigo potencial para tempestades para grande parte do Paraná, ficando apenas a faixa de divisa com Santa Catarina fora da área do aviso.

    Para o domingo, a previsão é de chuvas acompanhadas de trovoadas isoladas no norte e leste do Paraná. No noroeste paranaense e na faixa litorânea do Rio Grande do Sul, o céu fica com muitas nuvens e há possibilidade de chuva isolada. Nas demais áreas, não chove.

    O frio será intenso na região. O dia começa com geada no sul e no sudoeste do Paraná, no meio-oeste e nas serras de Santa Catarina e no centro-sul do Rio Grande do Sul. Haverá frio intenso também nas capitais, com mínima de 6°C em Curitiba e Porto Alegre. A máxima não passa dos 17°C em Florianópolis e dos 14°C em Curitiba.

    No domingo, toda a região está com aviso amarelo de perigo potencial para declínio da temperatura.


    Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br